01. Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (Sede)
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Item Agroecologia como prática, ciência e movimento(2024-03-08) Silva, Benoni Codacio da; Jalfim, Felipe Tenório; Aguiar, Maria Virgínia de Almeida; http://lattes.cnpq.br/4665749527709728Este memorial tem o objetivo de registrar a trajetória vivenciada durante o curso de Bacharelado em Agroecologia, na Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE, desde o primeiro até o último período. Para isto, foram resgatados os trabalhos de pesquisa e extensão realizados, assim como, textos, vídeos e fotos, trazendo reflexões sobre Agroecologia e práticas agroecológicas realizadas durante a Vivência Universidade, como debates durante as aulas, assim como, da Vivência Realidade Campo em meus territórios de atuação, Zona da Mata Norte e Região Metropolitana do Recife, junto a comunidades rurais. Também foram registradas as imersões dos diversos territórios que visitamos desde o início do curso, e a experiência vivida durante o Estágio Supervisionado Obrigatório, que ajudaram a promover uma construção significativa da práxis agroecológica, criando um elo entre o saber científico e o empírico.Item Agroecologia e ancestralidade - encantamento e fortalecimento da identidade e lutas camponesas nos Sertões de Crateús-CE(2024-03-07) Silva, Jaislânia Araújo; Figueiredo, Marcos Antonio Bezerra; http://lattes.cnpq.br/4886000173439874O presente Memorial Acadêmico apresenta a minha trajetória vivida ao longo dos quatro anos do curso Bacharelado em Agroecologia-UFRPE, estruturado em formato de linha do tempo, com o objetivo de apresentar, analisar e refletir sobre essa experiência, as aprendizagens adquiridas, os momentos marcantes e atividades de ensino, pesquisa e extensão. A construção se deu através de revisão de cadernos, textos, fotos, vídeos e conversas com amigos e familiares. Revela a minha história de vida e como se deu a escolha pelo curso e pela Agroecologia. Descreve, analisa e reflete as temáticas do Campesinato, Agroecologia e Feminismo, Bordado como arte-educação, que me marcaram nesse período, importantes na minha formação profissional e pessoal. Reconhecendo o papel valioso dos camponeses e camponesas na construção da agroecologia e o bordado como instrumento artístico/cultural, capaz de enriquecer e potencializar os processos de ensino-aprendizagem.Item Agroecologia, caminhos, memórias e transições: retratos do reencantamento no território urbano(2024-02-05) Campos, João Pedro Moreira de; Silva, José Nunes da; Silva, Ana Claudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/1731357666757671; http://lattes.cnpq.br/2086416824322800Esse trabalho é um resgate de memórias que quando reunidas se transformam em uma trajetória. Cada peça da história que compõem esse mosaico deixou registrado o caminho que eu, João Pedro, percorri em minha vida e que me levaram pouco a pouco para a trilha da agroecologia. As pessoas que vieram antes de mim, lugares por onde passei, processos que me envolvi e como isso tudo me influenciou para que eu escolhesse a agroecologia como um caminho de vida. Para isso desenvolvi uma linha do tempo que vai desde o meu primeiro envolvimento com a pauta ambiental e social como militante, até o início do Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular (BACEP). Depois apresento outra linha do tempo que detalha o período de formação no BACEP, destacando pontos principais e também os desafios. Após relembrar o passado faço reflexões temáticas, dando foco para os eixos prioritários que atravessam meu papel atual enquanto educador popular e agroecólogo. Olhando para trás conseguimos entender melhor onde estamos no presente. E por isso, apresento como coloco em prática esses aprendizados que tive ao longo do tempo. Refletindo sobre a agroecologia no contexto urbano (meu território), como atuo nesse território e me aprofundando na temática da compostagem e da educação ambiental como eixos que acabei me dedicando mais a fundo. Nesse sentido, o memorial em questão tem um lado pessoal, que fala sobre meus caminhos, porém com um pano de fundo comum que é a agroecologia como alternativa para a construção de um mundo onde caibam mais mundos.Item Agroecologia, movimento de transformação e transição de práticas: princípios agroecológicos para além da produção(2024-03-07) Silva Neto, Manoel Joaquim da; Silva, José Nunes da; http://lattes.cnpq.br/1731357666757671; http://lattes.cnpq.br/8541311550732791Considerando a multidimensionalidade da agroecologia (dimensão política, pedagógica, produtiva e social), na perspectiva da construção do conhecimento a partir dos territórios, acampamentos, assentamentos, comunidades quilombolas e periferias, apresento esse trabalho, em forma de memorial, para descrever minha trajetória no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Ele está organizado em três partes, mais as considerações finais. Na primeira parte falo sobre mim, minhas origens até a chegada de um homem negro, filho de camponês sem-terra, militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-terra (MST), na universidade pública, num curso de graduação. Em seguida, na segunda parte desse memorial, descrevo os principais aprendizados e desafios vivenciados ao longo desses quatro anos, em que estudamos os eixos estruturadores do curso: Conhecer, diagnosticar e planejar, agir; e avaliar e sistematizar no etnoagroecossistema. Na terceira parte aprofundo temas específicos, buscando vincular a agroecologia com a reforma agrária e o associativismo/cooperativismo. Estas escolhas se deram pela minha vivência militante em assentamentos e acampamentos do MST, mas também pelos estágios vivenciados ao longo do curso. Por fim trago considerações finais, enfatizando o meu papel como agroecólogo no mundo, destacando potencialidades e limitações para minha atuação futura. Para redigir esse memorial revisei anotações feitas ao longo do curso, no estudo de diferentes temáticas, relatórios de imersões territoriais e de semestre, bem como aqueles dos Estágios Supervisionados Obrigatórios (ESOs). Aqui há um resgate da memória de um profissional esperançoso, que acredita na agroecologia, reforma agrária e cooperativismo para transformar o mundo.Item Águas que correm no Rio São Francisco: um mergulho nas memórias de Caroline Alves(2024-03-05) Alves, Caroline da Silva; Silva, José Nunes da; Aguiar, Maria Virgínia de Almeida; http://lattes.cnpq.br/4665749527709728; http://lattes.cnpq.br/1731357666757671Apresento neste memorial relatos dos fatos mais marcantes da minha jornada pessoal e acadêmica, culminando na chegada ao Bacharelado em Agroecologia com ênfase no Campesinato e Educação Popular (BACEP) da Universidade Federal Rural de Pernambuco. De forma descritiva, busquei retratar a minha identidade, origens, aprendizados adquiridos durante o curso e os planos para o futuro. Para enriquecer essa narrativa, utilizei a ferramenta “Rio do Tempo”, uma linha do tempo que destaca momentos importantes e lições aprendidas ao longo do percurso. O memorial é estruturado em eixos temáticos – Conhecer, Planejar, Agir e Avaliar – nos quais são abordadas as vivências comunidade e universidade, as imersões e estágios. Destaca-se a bagagem enriquecida pelas experiências vividas durante o curso, retrato a importância dos saberes e práticas tradicionais/ancestrais na busca do bem viver. Além disso, são apresentadas as temáticas da Agrobiodiversidade e criação animal, servindo como guia para os estágios realizados. Por fim, o memorial visa mostrar a minha transformação, apresentando uma educanda educadora capaz de ouvir, compreender, analisar e construir em conjunto a partir da realidade presente.Item Aprendendo com as mulheres agricultoras e suas plantas medicinais nos sertões do Pajeú e da Chapada do Araripe, Pernambuco(2025-03-17) Jesus, Cícera Maria de; Aguiar, Maria Virgínia de Almeida ; Dantas, Lourinalda Luiza da Silva; http://lattes.cnpq.br/7013867423178814; http://lattes.cnpq.br/4665749527709728; http://lattes.cnpq.br/3560943586239816Neste Memorial trago minha trajetória no curso de Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (2020.2 a 2024.2) com destaque sobre a importância das plantas medicinais e a valorização do trabalho das mulheres no campo para a promoção da saúde. Para isso, trago elementos dos aprendizados das vivências realidade-campo e universidade e imersões realizadas durante o curso, faço uma revisão bibliográfica. Também realizo uma pesquisa de campo utilizando técnicas como entrevista e caminhada transversal em quintais, para coleta de dados sobre o uso de plantas medicinais por mulheres agricultoras de Santa Cruz da Baixa Verde/PE, sobre a importância do uso das plantas medicinais e o resgate destes saberes junto as minhas ancestrais, para a continuação e perpetuação deste conhecimento. Ademais, o Memorial também destaca o papel da Universidade Federal Rural de Pernambuco na formação de profissionais comprometidos com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Por fim, reforça a relevância de dar voz e visibilidade às mulheres que estão na linha de frente dessas mudanças, fortalecendo laços e promovendo igualdade.Item ATER agroecológica para a agricultura familiar no semiárido: do enfrentamento da fome, à abundância promovida pelos sistemas agroflorestais nos municípios de Buíque, Exu e Triunfo em Pernambuco(2024-02-04) Silva, Raul Brainer; Figueiredo, Marcos Antonio Bezerra; http://lattes.cnpq.br/4886000173439874Apresento em uma abordagem autobiográfica meu percurso acadêmico e profissional nesse memorial, onde muitas das reflexões foram obtidas por meio da vivência em diferentes territórios, no cotidiano de agricultoras em diferentes localidades do Semiárido. O referido documento tem como finalidade destacar a minha compreensão e aprendizados nas temáticas relacionadas a Educação em Agroecologia com processos participativos rurais, diante o conhecimento adquirido no Bacharelado em Agroecologia Campesinato e Educação Popular (BACEP) e a vivência da “Cultura Sertaneja” no território em torno do PARNA-Vale do Catimbau, Serra do Araripe e Sertão do Pajeú, através do Sítio Alcobaça, Associação dos Agricultores e Agricultoras da Serra dos Paus Dóias (AGRODÓIA) e o Centro de Desenvolvimento Agroecológico (SABIÁ) no semiárido de Pernambuco. Relacionando o Conhecimento Científico Agroecológico aos conhecimentos ancestrais de comunidades tradicionais nativas, destacamos aqui a importância dos diferentes sistemas de cultivo e criação integrados, com arranjos de baixo impacto ambiental. Apresentando as vivências dos Estágios Supervisionados Obrigatório (ESO’s), a partir das práticas de manejo, implantação e beneficiamento do que é produzido nos Sistemas Agroflorestais (SAF’s), trazendo o SAF como estratégia para geração de renda, enfrentamento às mudanças climáticas e parte da solução ao enfrentamento da questão da fome no Nordeste Sertanejo, retratado na obra de Josué de Castro “Geografia da Fome”, publicada em 1964 e ainda atual quanto às problemáticas desenvolvimentistas que ameaçam a segurança alimentar no semiárido.Item Caminhos e veredas na Agroecologia: um fio pelos aprendizados, memórias e ancestralidade(2023-04-04) Santos, Samara Santana dos; Silva, Maria Zênia Tavares da; http://lattes.cnpq.br/6150329073394875; http://lattes.cnpq.br/7792007870490897Este trabalho tem o propósito de relatar algumas memórias e reflexões que vivenciei no curso Bacharelado em Agroecologia e aspectos singulares de sua dinâmica que diferencia de outras graduações. Apresento retalhos de minha história que antecederam a jornada acadêmica que estão diretamente relacionados com a escolha pela Agroecologia, revelando as influências e experiências que moldaram meu interesse por essa área de estudo e prática. Relato a experiência do grupo Bordando pelo Cuidado e a importância da utilização do bordado como uma ferramenta arte-educativa que transcende a prática manual, promovendo a expressão criativa, o cuidado afetivo e a reflexão sobre questões sociais, ambientais e políticas. Concluo com aprendizados sobre relações étnico-raciais, campesinato e educação popular de modo articulado a vivências particulares, históricas e comunitárias, estabelecendo um diálogo entre o conhecimento acadêmico e os conhecimentos tradicionais que surgem a partir da experiência cotidiana.Item Começo, meio e começo: memória, território e transformação de um agroecólogo educador(2026-02-11) Santos, Matheus Cavalcante dos; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/1408994583439706Este trabalho em formato de Memorial busca articular a minha trajetória de vida com a formação acadêmica no curso de Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular (BACEP). Para tanto, utilizei a filosofia ancestral difundida por Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo) de começo, meio e começo para nomear as seções que compõe o trabalho, pois ela ilustra a vida enquanto processos de ciclicidade, contrapondo-se a visão ocidental linear de tempo. Eu apresento no texto o processo de migração vivida pelos meus avós e país, meu território de vida, meu caminho trilhado na agroecologia, e as minhas experiências no BACEP. Faço uma reflexão dialógica entre os temas: Circuitos Curtos de Comercialização e Economia Solidária, e discorro sobre as Relações Étnico-Racial e como o questionamento acerca da denominação de minha racialidade me levou a buscar por mais histórias de minha genealogia, fazendo com que eu encontrasse no Nordeste as minhas raízes ancestrais. Por fim, que na realidade é um novo começo, eu trago a importância de todas essas referências para a minha formação humana e profissional, enquanto agroecólogo-educador, comprometido com as urgências ambientais e sociais contemporâneas.Item Construção de conhecimentos em agroecologia: memórias dos caminhos que percorri e das transformações que vivi(2025-03-17) Sampaio, Malu Rocha; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3812230754378461Desde que ouvi falar em agroecologia, me senti profundamente encantada pelos seus princípios e diretrizes, tendo como ideal a busca por formas de existir em consonância e respeito com as naturezas e seus ciclos, os territórios e suas particularidades, as culturas nas suas inúmeras expressões, as tradições com seus ensinamentos e a sociedade e toda sua diversidade. O objetivo deste trabalho é descrever o meu percurso, enquanto estudante do curso de Bacharelado em Agroecologia, com ênfase em Campesinato e Educação Popular – BACEP, e como ele foi se moldando a partir do que eu sou, dos territórios que frequentei, das práticas, descobertas, relações, afinidades e inúmeros aprendizados que fui construindo ao longo dessa intensa caminhada. Foi utilizada a metodologia imersiva, tendo em vista os processos educativos vinculados sempre às práticas reais do cotidiano, sejam elas durante as atividades em campo, as imersões, os estágios, os programas que fiz parte, entre outros. Observando todo esse caminhar, percebo o quanto mergulhei nas relações de produções que buscam formas mais autônomas e sustentáveis; escoamento da produção e garantia de melhores rendas; acesso a políticas públicas; e processos de cooperação e autogestão.Item Construção de saberes em agroecologia: memórias dos caminhos trilhados por mulheres(2026-02-11) Melo, Maria Clara Silva; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3206495038029278Desde a minha infância, a relação com a terra, com os saberes tradicionais e com as práticas de cuidado comunitário constituiu a base da minha formação humana e política. Cresci em um contexto marcado pela agricultura familiar, pela medicina popular e pela centralidade das mulheres na reprodução da vida, experiências que, ao longo do tempo, dialogaram diretamente com a minha inserção no curso de Bacharelado em Agroecologia, com ênfase em Campesinato e Educação Popular – BACEP, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O objetivo deste memorial é sistematizar e refletir criticamente sobre a minha trajetória formativa, acadêmica, extensionista e política ao longo do curso, com ênfase nas experiências vivenciadas nos Estágios Supervisionados Obrigatórios I e II, bem como nas atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas em territórios urbanos e rurais. A metodologia adotada é de natureza qualitativa, fundamentada na sistematização de experiências, na observação participante, nos registros em diário de campo, na releitura de produções acadêmicas e na análise de relatórios e vivências realizadas durante as Vivências Universidade, Vivências Realidade Campo, imersões e estágios. Ao longo desse percurso, aprofundei minha compreensão da agroecologia enquanto ciência, prática e movimento social, articulada à educação popular, à economia solidária e ao feminismo popular. As experiências junto a mulheres agricultoras urbanas, feirantes, catadoras, artesãs e lideranças comunitárias, especialmente nos territórios da Horta Comunitária Guerreiras de Palha do Arroz, da Sementeira Esperança, do Grupo Mulher Maravilha e da Ecofeira da UFRPE, evidenciaram o protagonismo feminino na produção de alimentos, na comercialização solidária, na preservação dos saberes tradicionais e na organização coletiva dos territórios. A trajetória apresentada revela que a formação agroecológica se constrói de maneira indissociável da vida, da memória, da ancestralidade e da luta das mulheres, reafirmando o compromisso com a construção de sistemas alimentares justos, sustentáveis e socialmente enraizados, orientados pela justiça social, pelo cuidado com a vida e pela permanência digna das populações nos territórios.Item Corpos-territórios de vidas e lutas camponesas no sertão do Pajeú e agrestes de Pernambuco(2024-03-05) Silva, Tatiane Faustino da; Aguiar, Maria Virgínia de Almeida; Peres, Flávia Mendes de Andrade e; http://lattes.cnpq.br/2493398194909644; http://lattes.cnpq.br/4665749527709728Este Memorial narra minha jornada no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (2019.2 a 2024.1), destacando minha identidade camponesa e temas como a agrobiodiversidade, a convivência com o semiárido, as juventudes e as mulheres camponesas e suas subjetividades. Utilizei metodologias como revisão bibliográfica de textos técnicos e acadêmicos, releitura e revisão dos relatórios das Vivências-campo e Universidade realizados durante o curso e pesquisa de vídeos e poesias sobre o Sertão do Pajeú, construção da minha linha do tempo e diálogos com a orientadora para aprofundar reflexões sobre os temas. Concluo que a formação em Agroecologia é importantíssima e necessária para o desenvolvimento de territórios ambientalmente, economicamente e socialmente justos.Item De estudante a agroecóloga: um relato de formação em Agroecologia e o vínculo institucional e afetivo com a UFRPE(2026-02-09) Lima, Jaciane Pereira de; Porto Neto, Fernando de Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/1475750525654086; http://lattes.cnpq.br/3414415420793942O objetivo do texto visa descrever minha trajetória no curso Bacharelado em Agroecologia, utilizando minhas memórias escritas, materiais didáticos utilizados em aulas presenciais, fotos, materiais de uso pessoal e pesquisas sobre a história da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Exibo também detalhes sobre imersões, temáticas, extensão universitária, alinhando teoria científica aos saberes populares com foco nos Estágios Supervisionados Obrigatórios I e II, que me deram oportunidade de aprofundar mais o conhecimento sobre reflorestamento, sistema agroflorestal e sustentabilidade, respectivamente, e onde pude reconhecer que ambos são estratégias para regeneração de ecossistemas degradados e conservação ambiental, e nesses processos, houveram experimentos de campo com contínuo acompanhamento e resultados positivos, com a verificação de aumento de material orgânico no solo. Reafirmo a importância do trabalho de João de Vasconcelos Sobrinho perante a situação climática contemporânea, e que é referência de estudos, vivências e defesa da ecologia no Brasil desde a década de 1940.Item Do açaí a cannabis: agroecossistemas biodiversos em transição agroecológica(2025-03-17) Silva, Sivaldo Mendes da; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/8423409450572038O curso de bacharelado em agroecologia tem uma metodologia de ensino em regime de alternância onde nós estudantes passamos 1 semana de cada mês tendo aula na universidade e as outras 3 semanas com atividades para aplicar no território onde vivemos, seja no agroecossistema onde o estudante está inserido ou em algum que ele adote para poder fazer as atividades. Este memorial busca apresentar uma sistematização das atividades que eu vivenciei durante os 4 anos de curso, que estejam focadas nas experiências que tive com agroecossistemas biodiversos em transição agroecológica, dessa forma trarei relatos de experiências, estudos que fizemos em sala de aula, fotos tiradas a campo, atividades realizadas nas imersões e assim poder mostrar um pouco dos caminhos que trilhei. Em todos os períodos do curso trabalhei com alguma atividade relacionada a produção agrícola, me levando a aprofundar o conhecimento agroecológico sobre a dimensão técnico produtiva e consegui relacionar o que estava sendo estudado em sala de aula com o que eu vivi no campo. O modelo de agricultura que estava mais presente durante esse tempo no curso foram os sistemas agroflorestais e a cultura que mais me chamou atenção pela sua importância atual foi cannabis medicinal.Item Do pé de seriguela no carrasco ibiapabano à UFRPE: memórias e caminhos de uma agricultora agroecóloga(2026-02-11) Sá, Monaiane Silva; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/0631065874744805Apresento minha trajetória formativa no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, articulando meus aprendizados acadêmicos com minha história de vida como agricultora familiar. Utilizo como base metodológica a análise de relatórios e aulas, a revisão bibliográfica e a realização de uma roda de conversa com os moradores pioneiros do Sítio São João. Exploro a construção da minha identidade e a complexidade do território do carrasco, discutindo os desafios e a resistência da comunidade frente ao modelo de desenvolvimento convencional. Apresento a proposta pedagógica do curso, fundamentada no regime de alternância, que integra a vivência universitária ao cotidiano produtivo e social do campo em um processo contínuo de ação, reflexão e ação. Aprofundo as discussões sobre extensão rural dialógica e segurança e soberania alimentar e sistemas agroalimentares, contrapondo o modelo de difusão tecnológica à valorização dos saberes tradicionais e da agrobiodiversidade local. Demonstro como a diversidade produtiva nos quintais familiares assegura a resiliência do sistema e a autonomia de quem produz. Reafirmo meu compromisso ético e político com a agroecologia ao concluir este processo de formação, buscando aplicar os conhecimentos adquiridos para fortalecer a sustentabilidade no meu território de origem.Item Do percurso pela campesinidade ancestral as vivências do camponês-urbano(2024) Santos, Thiago Moura dos; Silva, José Nunes da; http://lattes.cnpq.br/1731357666757671; http://lattes.cnpq.br/3175604754590103O presente trabalho se trata de um memorial que contém um resumo das memórias da minha trajetória enquanto estudante do bacharelado em Agroecologia na UFRPE. Está dividido pelos períodos do curso e em cada um deles, descrevo as experiências principais que tive no curso, em paralelo com os principais temas que foram trabalhados em cada período e que também foram os mais significativos para mim. No trabalho, reflito principalmente sobre a minha origem e trajetória, guiada por minha ancestralidade camponesa até o contexto de atuação no espaço urbano e a busca pelo retorno ao território ancestral. As dificuldades, adaptações e o processo da minha transição agroecológica que está acontecendo. No decorrer do trabalho também cito as aprendizagens que adquiri nas mais diversas instâncias associadas a Universidade, na extensão, nos estágios obrigatórios e não obrigatórios e as possibilidades futuras para minha trajetória profissional.Item Educação e Agroecologia: um ato político no campo e na cidade(2026-02-10) Ferro, Célia Bernadete; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/3965631503641880Aqui apresento o meu memorial, fruto da construção de conhecimentos e práticas construídas nos últimos 4 anos que cursei o Bacharelado em Agroecologia na UFRPE. As ferramentas utilizadas para construir esse trabalho foram os relatórios dos semestres, vivências com as comunidades durante a imersão e o tempo comunidade, além de leituras sistematizadas das temáticas que mais me chamaram atenção que foram Educação Popular, Educação do Campo e Educação em Agroecologia. A Educação do Campo consiste numa prática social que envolve todos, familiares, escola e à sociedade em geral e alguns grupos sociais, reivindicam pelo reconhecimento de sua particularidade territorial, sobretudo os diferentes sujeitos políticos que vivem no campo, assim reivindicam por uma proposta educativa construída a partir das lutas e resistências dos povos do campo, das águas e das florestas, reconhecendo-os como sujeitos históricos de direitos e produtores de conhecimentos. Nesse contexto, a Educação Popular, fundamentada em princípios freireanos, contribui para a construção de processos educativos dialógicos, participativos e emancipatórios, nos quais o saber popular é valorizado e articulado ao conhecimento científico. A Educação em Agroecologia emerge como um eixo integrador dessas perspectivas, ao propor práticas educativas voltadas para a sustentabilidade, a soberania alimentar e a valorização dos territórios, contrapondo-se ao modelo hegemônico do agronegócio. Assim, a articulação entre Educação do Campo, Educação Popular e Educação em Agroecologia fortalece processos formativos críticos, contextualizados e comprometidos com a transformação social, a justiça socioambiental e a autonomia dos sujeitos do campo, promovendo uma educação vinculada à realidade, às relações de trabalho e aos modos de vida camponeses.Item Educação: uma prática social, cultural e política ligada à Agroecologia(2026-02-10) Calado, Eduardo Henrique Vieira; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/2133406386448442O presente memorial pretende mostrar como a educação popular difundida e incentivada por Paulo Freire e outros autores/as, pode ajudar à refletir e mudar a vida das pessoas. Assim construo este documento trazendo os aprendizados significativos relacionando com minha linha do tempo, antes e durante o curso - na minha convivência social em espaços que foram importantes na minha construção pessoal, e como a agroecologia se manifesta nessas experiências. Os instrumentos metodológicos utilizados foram: as anotações, relatórios, vivências, imersões, estágio e leituras das temáticas escolhidas para serem aprofundadas: Educação Popular, Expressões culturais e Extensão Rural. Fortaleço a potência das expressões culturais do campesinato como instrumento educativo para além da arte e de empoderamento social, cultural e político, temática que foi presente em todos os períodos direta ou indiretamente, assim como à educação popular e as expressões culturais, que são complementares, uma a outra no decorrer deste memorial. A terceira e última temática trabalhada, foi a que me trouxe ao curso, a extensão rural agroecológica muito bem conceituada por estudiosos (as) da agroecologia, foi temática base para a escolha da experiência de estágio supervisionado obrigatório 1, onde trago meus aprendizados acerca do exercício de extensionista que observei durante esses anos como convidado de algumas vivências.Item Encruzilhadas: encontro nos caminhos das aprendizagens entre a educação popular, cultura e extensão rural(2025-03-18) Moraes, Flávia da Silva; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/5541943845190703Este trabalho tem por objetivo partilhar as minhas experiências durante a minha formação, no curso de Bacharelado em Agroecologia. Utilizo o método da linha do tempo, para apresentar, refletir, analisar minha trajetória, evidenciando momentos marcantes para meu processo de ensino e aprendizagem. Para reconstruir essa memória do processo vivido, utilizei materiais relacionados a minha formação como os cadernos de campo, materiais produzidos durante o curso como mapas, relatórios, podcasts, vídeos, fotos, cantigas, místicas e roteiros de culminância. Adoto a perspectiva da Encruzilhada como ponto de encontro e reflexão dos caminhos vivenciados, assim ao longo do texto aprofundo minhas análises a partir de minhas experiências com educação popular, expressões culturais e extensão rural.Item Entre o campo e a arte: experiências agroecológicas culturais(2024-03-04) Pinto, Anna Guilhermina de Abreu; Vasconcelos, Gilvânia de Oliveira Silva de; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/7506637718136783Durante a minha caminhada no curso de Bacharelado em Agroecologia na Universidade Federal Rural de Pernambuco, tive a oportunidade de vivenciar uma trajetória acadêmica enriquecedora. Ao longo desses anos, pude adquirir conhecimentos teóricos e práticos que me permitiram compreender a importância da agroecologia como ciência transdisciplinar. Desde o início do curso, percebi que a agroecologia vai além de uma simples técnica de produção agrícola. Ela engloba aspectos sociais, econômicos e ambientais, promovendo a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. Essa visão holística despertou em mim a vontade de aplicar os princípios da agroecologia no meu dia a dia, tanto no meu Sítio quanto na minha comunidade. Ao longo dos anos, produzi diversos projetos no meu Sítio, buscando unir a arte e a educação com a conservação do meio ambiente. Através de eventos e da utilização de técnicas artísticas e educativas, como oficinas de pintura, escultura e aulas de educação ambiental com materiais recicláveis e barro, consegui obter resultados tanto em termos de criatividade quanto de consciência ambiental dos participantes. A arte tornou-se uma ferramenta poderosa para transmitir mensagens sobre a importância da preservação da natureza, ao mesmo tempo em que proporciona uma experiência enriquecedora e inspiradora para todos envolvidos. Além disso, percebi que a educação e a cultura desempenham um papel fundamental no processo de difusão da agroecologia. Por meio de oficinas e trocas de experiências, pude compartilhar os meus conhecimentos com outras pessoas, incentivando-as a adotar práticas sustentáveis em suas propriedades. Em síntese, a minha formação acadêmica em Agroecologia foi essencial para o meu crescimento pessoal e profissional. Através dela, pude compreender a importância da agroecologia como uma alternativa viável para a produção de alimentos saudáveis, mas para além disso, ela também valoriza o modo de vida sustentável, a cultura, a arte e a educação como elementos fundamentais para a construção de uma sociedade mais equilibrada e consciente. Também, pude aplicar os conhecimentos adquiridos no meu Sítio e na minha comunidade, contribuindo para a construção de um futuro mais justo e equilibrado.
