Arandu
Repositório Institucional da Universidade Federal Rural de Pernambuco

Comunidades do Arandu
Selecione uma comunidade para navegar por suas coleções
Submissões Recentes
Memorial descritivo
(2025-07) Leite, Ana Virgínia de Lima; https://lattes.cnpq.br/0648909336920690
Aqui, nestas páginas deste memorial descritivo, trago algumas das minhas memórias e vivências do período de minha formação profissional que auxiliaram a trilhar meu caminho rumo à uma parte de minha realização pessoal e à minha realização profissional. Entretanto, até chegar à Universidade, minha vida estudantil incluiu os colégios pelos quais passei. Iniciei minha vida estudantil (Jardim da infância) na Escola Infantil São Félix, em Paulista, fiz o ensino fundamental no Colégio de São Bento, em Olinda e posteriormente fui fazer o Ensino Médio no Colégio Fernando Ferrari, em Paulista, finalizando em 1993. De maneira geral, o memorial iniciará com informações sobre minha formação acadêmica (graduação, mestrado e doutorado) e posteriormente, já ingressa como professora da Instituição de Ensino Superior, seguirá com os três pilares base do conhecimento acadêmico: Ensino, Pesquisa e Extensão, objetivando alcançar a promoção à Classe de Professor Titular da Carreira de Magistério Superior (Classe E), uma vez que obtive o último nível da Classe de Professor Associado (Associado IV) em novembro de 2022 (Portaria Nº 341/2022) (Doc. 01). As atividades realizadas serão numeradas, indicando a documentação comprobatória que estará anexada para apreciação do membro titular da banca (Resolução nº 086/2014).
Comércio marítimo estrangeiro no Brasil colonial: arribadas e socorro de embarcações em Fernando de Noronha em (c. 1749–c. 1757)
(2026-02-10) Pessoa, Levi Muniz Tavares; Almeida, Suely Creusa Cordeiro de; https://lattes.cnpq.br/5060116886139677; https://lattes.cnpq.br/0965657314160708
A pesquisa tem objetivo de analisar um aspecto específico do comércio marítimo no Brasil do século XVIII: as arribadas de navios estrangeiros e as diligências realizadas sobre embarcações ancoradas nos portos da colônia. Considerando os lucros substanciais proporcionados pelo comércio marítimo, o estudo examina as trocas comerciais entre comerciantes portugueses e embarcações estrangeiras após a promulgação do alvará de 1714, que delimitou o comércio apenas entre portugueses. Foram analisados dois casos de diligências às embarcações estrangeiras que demandaram auxílio em Fernando de Noronha e realizaram comércio com mercadores locais, evidenciando não só hospitalidade, mas a prática ilegal de venda de fazendas.
Entre a mandinga e o labor: capoeiras, vadiagem e resistência nos habeas corpus do Recife pós-abolição (1890-1905)
(2025-12-04) Ponciano, Lenice Alice Mendes; Santos, Maria Emilia Vasconcelos dos; https://lattes.cnpq.br/4794117737260000; https://lattes.cnpq.br/0903477569391852
Este artigo analisa a presença dos capoeiras no Recife pós-abolição (1890–1905), explorando suas relações com o mundo do trabalho e as formas de controle social na Primeira República. Dialoga com a historiografia do trabalho e do pós-abolição, especialmente com as contribuições de E. P. Thompson, Hebe Mattos, Ana Rios, Álvaro Pereira do Nascimento, Antônio Liberac e Israel Ozanam, para compreender como categorias como “vadiagem” e “trabalho” foram mobilizadas na criminalização das práticas culturais negras. A partir da perspectiva da história social e da micro-história, e tomando o conceito de resistência como chave interpretativa, o estudo evidencia a agência dos capoeiras diante da repressão jurídica. Os processos de habeas corpus, analisados como construções discursivas e arenas de disputa, revelam que esses sujeitos, longe de meros agentes da desordem, integravam o universo da classe trabalhadora e utilizavam a capoeira como meio de afirmação social e política. O trabalho contribui para repensar as relações entre direito, trabalho e resistência racializada no pós-abolição.
Crime sem tipificação: repressão à homossexualidade na obra de Viveiros de Castro (1890-1894)
(2026-02-10) Soares Junior, Luiz Henrique Faria; Britto, Aurélio de Moura; https://lattes.cnpq.br/5266624197764867; https://lattes.cnpq.br/5191520804568743
O artigo investiga os fundamentos sociais, jurídicos e pretensamente científicos mobilizados para a repressão à homossexualidade no Brasil durante a transição do Império para a República (1890-1894). A problemática central reside na análise dos usos "inventivos" do Código Penal de 1890 por operadores do direito, uma vez que a nova legislação omitiu a tipificação direta da pederastia, antes presente nas Ordenações Filipinas. A ossatura do trabalho estrutura-se na análise da obra Attentados ao pudor (1894), do jurista Viveiros de Castro, evidenciando como a doutrina jurídica incorporou preceitos da medicina positivista e da psiquiatria europeia. Analisa-se como a transformação do "pecado" em "patologia" ou "degenerescência" foi estratégica para a manutenção do controle social, permitindo que práticas homoafetivas fossem punidas sob a rubrica de crimes contra a moralidade pública e como esse deslocamento discursivo serviu ao projeto civilizatório da elite republicana, que buscava higienizar a sociedade e vigiar as "classes perigosas". Por fim, refletimos como o saber médico-legal funcionou como um dispositivo de biopoder, oferecendo subsídios científicos para que magistrados exercessem a repressão sobre corpos dissidentes, consolidando uma ordem social baseada na disciplina e na exclusão do que era considerado desviante.
Eurípedes Simões de Paula e a gramática da História Estrutural na USP: a recepção e a reelaboração da tradição braudeliana na Revista de História (1950–1964)
(2026-02-10) Figueiredo, Matheus Henrique Barreto; Britto, Aurélio de Moura; https://lattes.cnpq.br/5266624197764867; https://lattes.cnpq.br/0164376167065945
Este artigo analisa a atuação de Eurípedes Simões de Paula como resenhista na Revista de História da Universidade de São Paulo entre 1950 e 1964, compreendendo as resenhas bibliográficas como práticas discursivas dotadas de densidade normativa no processo de institucionalização da historiografia universitária paulista. Parte-se da hipótese de que a recepção da chamada História estrutural, associada à tradição braudeliana, foi mediada por agentes e instâncias editoriais responsáveis pela estabilização de critérios de legitimidade disciplinar. A partir da articulação entre a noção de operação historiográfica, de Michel de Certeau, e a abordagem das virtudes epistêmicas, de Herman Paul, propõe-se uma chave interpretativa centrada na análise dos termos axiológicos mobilizados nas resenhas. Sustenta-se que tais termos operam como dispositivos normativos, prescrevendo disposições intelectuais e expectativas de ofício. A análise empírica demonstrativa, baseada em um corpus de quarenta e duas resenhas, evidencia a recorrência de apreciações que valorizam a pesquisa de longa duração, a centralidade do arquivo, a ordenação técnica da documentação e a capacidade de produzir sínteses e totalidades. Esses padrões permitem identificar a paciência analítica e a sensibilidade estrutural como virtudes epistêmicas centrais na gramática historiográfica estabilizada no período.
Do litoral ao sertão: uma vida entre raízes e afetos, cultivada pela ciência e pela família, além das fronteiras do mundo
(2025-10) Simões, Adriano do Nascimento; https://lattes.cnpq.br/1895049701533568
Este memorial relata minha história de vida Acadêmico-Profissional ao longo dos meus 46 anos de vida. Estou dividindo minha história em quatro capítulos. O primeiro acontece antes de minha chegada na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O segundo capítulo acontece nos primeiros sete anos na UFRPE/UAST. O terceiro e quarto capítulos iniciam após nascimento de meus filhos “Joaquim” e “Maria Virgínia", respectivamente. Tudo inicia com meu nascimento em 1978, em Aracati-CE, no dia 21 de novembro de 1978. Em Aracati estudei nos colégios de freiras e irmãos católicos, denominados Instituto São José e Marista. Em 1997 fui cursar Agronomia na ESAM, atualmente UFERSA, em Mossoró-RN. Durante meu curso fui aluno de residência estudantil, bolsista de monitoria e de iniciação científica. Participei de comissões em eventos científicos, apresentei trabalhos e publiquei artigos em revistas científicas nacionais. Além disso, no último semestre estagiei em empresa produtora de frutas para exportação. Em março de 2001, iniciei meu curso de Mestrado Acadêmico no Programa de Fisiologia Vegetal do Departamento de Biologia Vegetal (DBV) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Viçosa-MG. Nesta cidade, morei em uma residência com mais quatro amigos do Rio Grande do Norte (Franciscleudo, Roberto Cleyton, Marcelo Cleon e Fábio Vinícius), denominada carinhosamente de Papa-Jerimum, passei por muitos desafios para adaptação: clima, comida, rotina, dentre outros, que influenciou meu rendimento acadêmico. Concluí o Mestrado Acadêmico no tempo proposto e sem nenhuma reprovação. Em 2004, iniciei o Doutorado no mesmo Programa. No Doutorado aprovei todas as disciplinas com conceito A. Qualifiquei no primeiro semestre de 2006. Em julho de 2006, realizei um Estágio Sanduíche na Espanha, no Centro de Edafología y Biologia Del Segura, finalizando em agosto de 2007. O Doutorado Sanduíche abriu portas para minha inserção internacional. E conclui o Doutorado em fevereiro de 2008. Em abril do mesmo ano ingressei no Pós-doutorado com Bolsa da FAPEMIG e, em paralelo, iniciei minha atuação como bolsista voluntário no DBV da UFV. Nesse período, consegui publicar os resultados do Doutorado, do Mestrado e de outros dados que estavam por serem publicados. Minha pesquisa de Doutorado está entre os melhores trabalhos de minha vida profissional, pois consolidamos a descoberta de que o esbranquecimento causado na cenoura cortada é um efeito inicial da desidratação, os processos de lignificação são secundários. Esses dados foram publicados nos Journais Postharvest Biology and Technology, com Fator de Impacto 6,8 e no Journal Food Science and Technology, com Fator de Impacto 6,6. Durante o período de Pós-doutoramento período fui candidato à vaga em um concurso público para professor em nível superior da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus Pombal, no qual fiquei classificado. Em 2019, sabendo da necessidade de um professor de Fisiologia Vegetal na Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST) da UFRPE, entrei em contato com a Pró-reitora de Graduação, profa. Maria José de Sena, e, em maio deste mesmo ano, fui nomeado na UAST, para a disciplina de Fisiologia Vegetal nos cursos de Agronomia, Biologia e em Zootecnia. A partir desse período inicia meu segundo momento de minha vida profissional/acadêmica que merece destaque, professor de Nível Superior na UFRPE/UAST. Na UAST, considero que tive um papel importante para a Unidade no aspecto da Pós-graduação. Ao mesmo tempo esse início foi marcado por uma perda de um pedaço de mim”, minha Mãe “Maria Leuda”, foi um período intenso de luto, mas, o foco no trabalho e no processo de gestação de um Programa de Pós-graduação me resgataram de um “abismo profundo” de tristeza que eu estava imerso. Em 2011 iniciamos o Primeiro Programa de Mestrado Acadêmico dentro das Ciências Agrárias no Sertão Pernambucano, eu estava na coordenação do curso. Associado a isso, em 2014, organizamos a criação de um Evento Nacional, inédito no país, denominado Simpósio Nacional de Estudos para Produção Vegetal no Semiárido (SINPROVS), em Triunfo-PE. Esse Evento teve sua segunda edição em 2016, novamente em Triunfo-PE. Como um dos produtos do I SINPROVS criamos a Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro (SCSB), no qual fui o presidente desde sua criação em 2015. A partir do III SINPROVS, em 2018 em Campina Grande-PB, conseguimos transformar em um Evento itinerante. O IV SINPROVS estava previsto para acontecer em Mossoró-RN, porém, a Pandemia da COVID-19 modificou os rumos. Na coordenação do Programa, coordenei subprojetos institucionais para o seu fortalecimento, por meio do Pró-equipamentos da CAPES, chamadas da FINEP, do CNPq e da FACEPE. Com os projetos institucionais e individuais conseguimos trazer muito recursos em equipamentos, estrutura e recursos humanos (bolsas) para Unidade Acadêmica de Serra Talhada. Não menos importante, como pesquisador, fundei um Grupo de Pesquisa, existente até os tempos atuais denominado NEFP (Núcleo de Estudos em Fisiologia e Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças, no qual possui 16 anos de existência. No final de 2016 inicia um outro capítulo de minha vida acadêmico-profissional, o nascimento do meu primeiro filho, Joaquim. Em 2017 tudo estava dentro dos padrões convencionais como qualquer criança recém-nascida, mas ao longo de 2017 e início de 2018, identificamos algo diferente, que hoje sabemos claramente, o diagnóstico do “O Autismo”. Nos próximos anos foram tempos difíceis e de muitas incertezas, no qual a prioridade era proporcionar melhores condições para Joaquim, com isso, foi um período que me distanciei da parte administrativa e pesquisa, mantendo minhas atividades de ensino e extensão. Por outro lado, foi uma “virada de chave” me envolvi em causas sociais envolvendo o “autismo”. Participei na criação de leis municipais importantes, em Floresta Lei “Joaquim” números 28/2020 e 34/2020 e em Serra Talhada, Lei 23 de 2020. Além disso, na Universidade venho participando de movimentos para conscientizar e promover a inclusão de pessoas com deficiência, em 2023 e 2024 participei de Comissões de Acolhimento nos cursos de Zootecnia e Biologia. Além disso, realizamos em abril de 2024 a primeira “Jornada sobre o Autismo” e em abril de 2025 “Primeiro Seminário: Transtornos do Neurodesenvolvimento”. Incrivelmente em 2019 me tornei bolsista de produtividade do CNPq, uma honraria para todo pesquisador e que vinha pleiteando desde minha entrada na UFRPE. Nesses 16 anos de servidor da UFRPE da UAST orientei monitores em Fisiologia Vegetal; 43 estudantes IC; 14 de Extensão e 14 Trabalhos de Conclusão de cursos de Graduação. Na Pós-graduação, orientei 28 estudantes de Mestrado Acadêmico; 01 de Doutorado e 04 coorientação de Doutorado e 10 Supervisão de Pós-doutorado. Atualmente estou com 10 orientados e supervisionando 01 pós-doutoranda; fui homenageado com prêmios de melhores trabalhos nas Jornadas de Iniciação Científica; publiquei mais de 90 artigos científicos em periódicos e coordenei projetos relevantes de natureza institucional e individual. O quarto capítulo de minha vida, que inicia em 2024, está marcada pelo nascimento de minha filha “Maria Virgínia” e a honraria recebida pela Cidade, a partir da indicação do nobre vereador Pinheiro de São Miguel, o Título de “Cidadão Serra Talhadense, uma honraria que muito me orgulha, principalmente por ser pai de dois Serra Talhadenses e uma esposa Florestana. Em 2024, também aconteceu minha candidatura à Direção Geral e Acadêmica da UAST, e no qual fui eleito pela comunidade acadêmica e logrei com êxito este pleito. Atualmente estou a 13 meses de gestão à frente da Direção Geral, com alguns desafios vencidos e muitos a serem superados. Neste momento considero, talvez, seja o momento mais importante de minha vida profissional, pois, além das atividades de ensino, pesquisa e extensão, estou mergulhado profundamente nas atividades administrativas, pelo menos até 2028. Além disso, minha vida pessoal está mais estável psicologicamente, sabendo que tenho missões muito importante a serem fortalecidas, promover a inclusão de pessoas com deficiência no âmbito universitário e a consolidação da UAST como um Centro de Referência em pesquisa e inovação e desenvolvimento de talentos humanos para o mundo.
Corsários ingleses contra o Porto de Pernambuco: um capítulo da Guerra Anglo-Espanhola na América Portuguesa (1585-1595)
(2025-12-19) Costa, Vanessa Vitória Campos; Lopes, Gustavo Acioli; https://lattes.cnpq.br/4871749798523527; https://lattes.cnpq.br/8497815574642277
O presente artigo analisa um ataque corsário inglês ao Porto de Pernambuco em 1595, comandado pelo almirante inglês James Lancaster, com o intuito de compreendê-lo enquanto uma manifestação da Guerra Anglo-Espanhola (1585-1604) na América portuguesa. O objetivo geral desse estudo consiste em examinar a ofensiva como parte de um conflito global, utilizando a metodologia da História Comparada para articular esse evento local com a estrutura mais ampla da guerra de corso fomentada pela Coroa inglesa. As fontes históricas principais deste trabalho são os relatos de viagem ingleses editados por Richard Hakluyt. Os resultados demonstram que a incursão visava saquear produtos importantes para o cenário da economia atlântica, trazendo para a capitania de Pernambuco o conflito anglo-espanhol. Dessa forma, o estudo argumenta que a ofensiva inglesa não foi um ato de pirataria isolado, mas um capítulo integrado à rivalidade entre impérios coloniais pelo Atlântico.
“O chão do meu terreiro é o umbigo do mundo”: o protagonismo de Mãe Biu na construção do Quilombo do Portão do Gelo
(2025-12-10) Mendes, Sandy Grazzielly Cavalcante; Silva, Welligton Barbosa da; https://lattes.cnpq.br/1213688229016782; https://lattes.cnpq.br/9235316074316174
O presente artigo pretende discutir a formação histórica do Quilombo do Portão do Gelo, situado na cidade de Olinda, destacando sua importância enquanto espaços de resistência negra e reconstrução identitária. O estudo irá analisar como, inicialmente os quilombos eram compreendidos apenas como territórios rurais de fuga do sistema escravista e de que maneira esses territórios passaram a ser reavaliados pela historiografia. Em relação direta, o artigo visa trazer destaque para a trajetória de Severina Paraíso da Silva, a Mãe Biu, enfatizando as estratégias tomadas para garantir a preservação do seu povo, sendo a protagonista no processo de consolidação do Terreiro Xambá. É nesse cenário que os autores como Clóvis Moura e Beatriz Nascimento são fundamentais nessa reconstrução: Moura, a partir de uma abordagem marxista, analisando os quilombos rurais e Nascimento aplicando o conceito a partir dos territórios urbanos. É tomando como fonte de análise, sobretudo, as produções daqueles que testemunham diariamente os feitos e efeitos da atuação de Mãe Biu que o artigo irá analisar sua atuação na dimensão religiosa, política e comunitária, a fim de exaltar sua capacidade de articular fé, memória e resistência. Assim, busca-se compreender como sua liderança consolidou o território Xambá como referência de ancestralidade e fortalecimento identitário no contexto urbano que segue vivo até a atualidade com os xambazeiros.
O peso da pluma: exigências morais para escrivães na América Ibérica no século XVIII
(2025-12-10) Sobral, Juliana Ribeiro; Menezes, Jeannie da Silva; https://lattes.cnpq.br/0863557395682263; https://lattes.cnpq.br/1947397245969353
O presente trabalho tem como objetivo analisar as exigências morais que cercam o ofício de escrivania na América Ibérica no século XVIII. Para tanto foi necessário percorrer brevemente o processo histórico dos escrivães até o momento em análise, bem como selecionar quais as categorias de escrivães estariam sujeitos à análise deste artigo, por mais que seja possível entender que são características culturais que podem abarcar os demais tipos de ofícios ligados à escrita e notas. Para nos aproximar de uma compreensão sobre os requisitos morais vinculados a este ofício utilizamos como fonte um dos manuais de escrivania de grande circulação escrito no período em estudo, intitulado: El escribano perfecto: espejo de escribanos teórico-práctico, publicado em 1788.
Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
(2025-12-23) Silva, Deborah Heloise Santos da; Silva, Camilla Mendonça; https://lattes.cnpq.br/1188648312435772; https://lattes.cnpq.br/8871078648509731
