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    O lugar da brincadeira no ensino fundamental: reflexões sobre a prática pedagógica de professoras do 1° ano de escolas pesquisadas da Zona da Mata de Pernambuco
    (2025-12-15) Farias, Alyne Carolayne Serafim de; Cabral, Ana Catarina dos Santos Pereira; https://lattes.cnpq.br/7731108870085614; https://lattes.cnpq.br/5146633156562465
    Este trabalho teve como objetivo compreender a prática pedagógica de professoras do 1º ano do Ensino Fundamental em relação à brincadeira. Como objetivos específicos, buscou-se analisar como as brincadeiras ocorrem na rotina das turmas pesquisadas, identificar que elementos de concepções sobre a brincadeira aparecem na fala das professoras e verificar como as professoras planejam as atividades envolvendo o brincar. A pesquisa foi desenvolvida a partir de revisão de literatura e adotou abordagem qualitativa, utilizando entrevistas semiestruturadas com docentes de três escolas da Zona da Mata de Pernambuco. Os dados foram analisados com base na Análise de Conteúdo inspirada em Bardin. Os resultados indicam que muitas educadoras não planejam nem estimulam ativamente as brincadeiras, entendendo-as, em grande parte, apenas como momentos de distração. Embora reconheçam a importância do brincar para o desenvolvimento infantil, suas práticas não evidenciam intencionalidade pedagógica alinhada às orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018) e de autores da área. Assim, o brincar acaba sendo reduzido a momentos de satisfação das crianças, restritos, sobretudo, ao horário do intervalo.
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    O ensino de jogos e brincadeiras nas aulas de educação física no ensino fundamental: desafios e possibilidades
    (2025-12-10) Nascimento, Wanessa Kelly do; Paiva, Andréa Carla de; http://lattes.cnpq.br/1546386833032185; http://lattes.cnpq.br/9344139813591420
    A presente pesquisa buscou compreender os desafios e possibilidades do ensino de jogos e brincadeiras na Educação Física no Ensino Fundamental anos finais, a partir da análise dos relatos de experiência publicados nos cadernos de formação da Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE). Nesse sentido, estabeleceu-se como objetivos específicos reconhecer o jogo e a brincadeira como conteúdos de ensino nas aulas de Educação Física e identificar os desafios e possibilidades do ensino-aprendizagem desses conteúdos no contexto do Ensino Fundamental. Foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa de cunho bibliográfico. A análise foi feita a partir de publicações feitas no período de 2015 a 2025. Como critérios de inclusão foram selecionados relatos que abordassem a temática Jogos e Brincadeiras na Educação Física nos anos finais do Ensino Fundamental. Foram identificados seis relatos, porém na especificidade da pesquisa foram selecionados três que se adequaram ao tema. A partir da leitura e interpretação desses textos, foi possível ver como os estudos têm discutido os desafios e as possibilidades do trabalho pedagógico com jogos e brincadeiras. Observou-se uma quantidade reduzida de relatos publicados sobre o tema no recorte temporal analisado. Contudo, mesmo diante desse número limitado, os textos evidenciam que, apesar dos desafios enfrentados pelos professores como falta de recursos, tempos reduzidos, dificuldades de planejamento e limitações estruturais, também emergem diversas possibilidades para qualificar o ensino. Entre elas, destacam-se a valorização da cultura lúdica dos estudantes, a construção de propostas participativas, a ampliação das experiências corporais e a compreensão dos jogos e brincadeiras como conteúdos significativos para o desenvolvimento integral dos alunos. Desse modo, os estudos analisados reforçam a relevância dos jogos e brincadeiras no ensino-aprendizagem e ressaltam seu potencial e contribuição para Educação Física escolar.
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    A importância dos jogos e brincadeiras como conteúdo da educação física escolar no ensino fundamental - anos iniciais
    (2025-08-07) Santos, Pedro Renê Vicente da Silva; Nascimento, Tárcio Amancio do; http://lattes.cnpq.br/7587998432643663
    Esta monografia tem como tema a importância dos jogos e brincadeiras como conteúdo da Educação Física escolar nos anos iniciais do ensino fundamental, buscando compreender de que forma essas práticas contribuem para o desenvolvimento integral dos alunos. O estudo partiu do interesse do autor em investigar como os jogos e brincadeiras, mais do que atividades recreativas, podem assumir um papel pedagógico no processo de ensino-aprendizagem. O objetivo geral foi analisar a relevância dos jogos e brincadeiras como conteúdos formativos na Educação Física escolar, considerando as dimensões motoras, cognitivas, sociais e culturais. Como objetivos específicos, buscou-se compreender a Educação Física no ensino fundamental, os jogos e brincadeiras como conteúdos da disciplina, identificar sua presença nas políticas curriculares nacional e estadual e analisá-los a partir das produções científicas existentes. O referencial teórico foi fundamentado em autores como Huizinga, Vygotsky e Darido, além de documentos oficiais como a Base Nacional Comum Curricular e o Currículo de Pernambuco. A pesquisa evidencia que os jogos e brincadeiras são práticas essenciais para a formação integral das crianças, possibilitando experiências significativas que favorecem a socialização, o desenvolvimento motor, a criatividade e a construção de valores. Dessa forma, reforça-se a necessidade de incluir essas atividades de maneira planejada e intencional no cotidiano escolar.
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    O brincar em vozes docentes: experiências na educação infantil de um CMEI da cidade do Recife
    (2025-07-10) Santos, Larissa Nascimento; Carvalho, Maria Jaqueline Paes de; http://lattes.cnpq.br/9755289492514554
    Este trabalho tem como objetivo principal compreender como as concepções das professoras de crianças de 01 a 03 anos se articulam à garantia do direito ao brincar, entendido como eixo estruturante do currículo da Educação Infantil. E como objetivos específicos: identificar as concepções do brincar expressas pelas professoras e repertoriar as ações realizadas pelas professoras que favorecem e incentivam o brincar na rotina das crianças. Fundamenta-se em autores e marcos regulatórios que abordam a concepção de criança e brincadeira, como Kishimoto (2002, 2010, 2011, 2013), Wajskop (1995, 1996, 2002), a Base Nacional Comum Curricular - BNCC (2017) e as Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil - DCNEI (2010). A pesquisa foi desenvolvida por meio de uma abordagem qualitativa, através de entrevista semiestruturada com quatro professoras de um CMEI da cidade do Recife. Os resultados demonstram que existem inconsistências entre concepção e ação. Há o entendimento sobre o brincar e a sua valorização na rotina das crianças é reconhecido, entretanto, as concepções das professoras não condizem com as propostas oferecidas, reduzindo, assim, o brincar a uma visão utilitarista.
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    Os jogos e brincadeiras como conteúdos de ensino da educação física nos anos iniciais do ensino fundamental
    (2025-03-18) Ferreira, Herbert Oliveira Cavalcanti; Mello, Rachel Costa de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/8749101676171464
    Esta pesquisa tem como propósito investigar a contribuição do conteúdo de Jogos e Brincadeiras no ensino da Educação Física no Ensino Fundamental – anos iniciais. A problemática que norteou esta pesquisa foi a seguinte: qual a contribuição dos jogos e brincadeiras como conteúdos de ensino da educação física nos anos iniciais do ensino fundamental? Definimos como objetivo geral da pesquisa analisar a contribuição dos jogos e brincadeiras como conteúdos de ensino da educação física no ensino fundamental nos anos iniciais. Definimos como objetivos específicos, os seguintes: compreender a educação física no ensino fundamental; compreender o conhecimento de jogos e brincadeiras; compreender as características dos jogos e brincadeiras como conteúdos e ensino da Educação Física no ensino fundamental. Concluímos que os jogos e brincadeiras utilizados como instrumentos pedagógicos buscam valorizar a diversidade e o conhecimento cultural, além de proporcionar o desenvolvimento cognitivo, motor e social dos estudantes. Os resultados obtidos revelaram a importância da ludicidade entrelaçada com os jogos e brincadeiras, concluindo que, é no lúdico que a criança explora sua criatividade e curiosidade, sendo nesses momentos que se obtém novos conhecimentos, contribuindo na formação global do estudante, seja no âmbito físico, afetivo, cognitivo e social.
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    O brincar no processo de ensino de crianças com transtorno do espectro autista (TEA) em uma creche municipal do Recife
    (2025-03-12) Silva, Amanda Gomes da; Silva, Emmanuelle Christine Chaves da; http://lattes.cnpq.br/4816027610768343
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    A educação ambiental crítica na educação infantil: construção de um quintal brincante
    (2025-03-10) França, Carla Cunha de; Carvalho, Maria Jaqueline Paes de; http://lattes.cnpq.br/9755289492514554; http://lattes.cnpq.br/6854845379580822
    O presente estudo buscou compreender aspectos da Educação Ambiental Crítica (EAC) na prática pedagógica de uma professora de crianças de dois anos. De forma específica procuramos identificar como aconteceram as experiências produzidas pelas crianças no quintal brincante do CMEI, campo de pesquisa; caracterizar os elementos (o espaço e os materiais didáticos) potencializadores para que a EAC aconteça. O referencial teórico baseou-se principalmente em Layrargues e Lima (2014), Tiriba (2018), Saheb e Rodrigues (2016) e Oliveira (2020) que tratam da Educação Ambiental Crítica e sua relação com a Educação Infantil. Trazendo o Movimento dos Quintais Brincantes, em que caracteriza-se como espaço de investigação, brincadeira e reflexão em espaços ao ar livre. A pesquisa de caráter qualitativo foi realizada no período de seis dias do mês de março de 2024. Usamos como procedimento de construção de dados a observação participante e como instrumento de construção, o diário de campo. O sujeito da pesquisa foi uma professora do grupo de crianças de dois anos, pedagoga e professora efetiva da rede do Recife. A análise de dados foi realizada pela metodologia de análise de conteúdo Bardin (2011). Os dados construídos mostraram que dentro da rotina na EI a professora promoveu a EAC com frequência, por meio de experiências que propiciaram a construção do pertencimento ao planeta Terra com a exploração, cuidado e interação. O espaço e os materiais pedagógicos como aspectos fundamentais para o desenvolvimento da EAC na prática pedagógica da professora, dentro do quintal brincante, mostraram-se ativos em seu planejamento, de maneira transversal, abordando a EAC com as crianças, dentro da rotina escolar ao espaço externo do CMEI.
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    Jogos e brincadeiras como metodologia de ensino no processo de adaptação ao meio líquido na natação
    (2025-03-18) Pereira, Heitor Santiago de Almeida; Mello, Rachel Costa de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/8749101676171464
    A presente pesquisa intitulada “Jogos e brincadeiras como metodologia de ensino no processo de adaptação ao meio líquido na natação” tem o propósito de investigar sobre a validade ou não da utilização de jogos e brincadeiras no processo de ensino aprendizagem da natação, particularmente nas aprendizagens iniciais de adaptação ao meio líquido. Problema de pesquisa: qual a contribuição dos jogos e brincadeiras como metodologia de ensino no processo de adaptação ao meio líquido na natação? Definimos como objetivo geral: analisar a contribuição dos jogos e brincadeiras como metodologia de ensino no processo de adaptação ao meio líquido na natação. E como objetivos específicos: compreender a natação como esporte e o processo de ensino da natação; compreender o processo de adaptação ao meio líquido no ensino da natação e; identificar as contribuições dos jogos e brincadeiras como metodologia de ensino no processo de adaptação ao meio líquido na natação em pesquisas acadêmicas sobre o tema. Para cumprir os objetivos propostos, realizamos uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa. Pode-se concluir que os resultados indicam que os jogos e brincadeiras com metodologia de ensino no processo de adaptação ao meio líquido, baseada na ludicidade deve ser incorporada aos processos iniciais no ensino da natação, com base no entendimento de que a aprendizagem no meio aquático deve ser prazerosa e segura. Assim, ao integrar jogos e brincadeiras de forma planejada, é possível proporcionar uma experiência de aprendizado com êxito e diversão preparando para as futuras etapas da natação, pautada no desenvolvimento integral dos alunos.
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    A caracterização do brincar livre de crianças com transtorno do espectro autista
    (2024-10-01) França, Gabriela Souza de; Beltrão, Natália Barros; http://lattes.cnpq.br/1778511907021100
    Este estudo tem como objetivo analisar o brincar livre de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem a interferência de adultos, visando compreender os padrões, preferências e desafios que emergem nesse contexto. O brincar, uma atividade fundamental no desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças, apresenta características distintas em crianças com autismo, que podem enfrentar dificuldades de interação, comunicação e criatividade nas atividades lúdicas. A revisão da literatura aponta que as crianças com TEA tendem a apresentar déficits na brincadeira simbólica e imaginativa, impactando a variedade de suas interações lúdicas. A partir de uma intervenção em um ambiente lúdico, foram observadas as experiências motoras e sociais dessas crianças, buscando explorar como ocorrem suas interações quando expostas ao brincar livre. Este estudo visa contribuir para uma maior compreensão das necessidades específicas do brincar em crianças com autismo, promovendo intervenções mais eficazes e respeitando sua autonomia.
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    Determinantes ambientais para o engajamento de crianças de primeira infância em atividades motoras não estruturadas de lazer na escola: uma revisão integrativa
    (2024-03-07) Pedroso, Carolayne; Pirauá, Natália Barros Beltrão; http://lattes.cnpq.br/1778511907021100; http://lattes.cnpq.br/8780453048351750
    O brincar livre, configura-se enquanto atividade fundamental à saúde integral da criança e ao seu desenvolvimento. O estudo tem como objetivo identificar os determinantes ambientais que influenciam o engajamento das crianças em atividades motoras de lazer na escola, por meio de uma revisão integrativa da literatura. As bases de dados utilizadas para as buscas foram: PubMED, Scopus, PsycINFO e LILACS. A seleção dos descritores utilizados na busca foi efetuada mediante consulta ao MESH e ao DECs. Foram eleitos os seguintes descritores, termos e operadores lógicos: “free play” OR “unstructured play” OR “self-directedmplay” OR “outdoor play” AND environment OR playground OR schoolyard AND school. Ou a expressão: “brincadeira livre” OU “brincadeira não estruturada” OU “brincadeira autodirigida” OU “brincadeira ao ar livre” E ambiente OU playground OU pátio da escola E escola; para a base Scielo. Foram incluídos estudos que avaliaram a atividade motora de crianças de 3 a 6 anos, que tenham sido realizados no ambiente escolar e que tenham como desfecho a medida da atividade motora. Os resultados nos mostram que Equipamentos fixos em parquinhos e condições climáticas favoráveis elevam a atividade física das crianças. Intervenções como marcações geralmente intensificam essa atividade, mas reformas têm efeitos variados. Dessa forma, podemos considerar que equipamentos fixos em parquinhos potencializam o engajamento das crianças no brincar. A qualidade do espaço e intervenções como reformas são fundamentais e o design dos parquinhos é crucial para promover um futuro mais ativo para as crianças.