01. Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (Sede)
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Resultados da Pesquisa
Item Acompanhamento de experimentos e realização de análises fisiológicas e bioquímicas nas culturas da videira e do capim buffel na Embrapa Semiárido(2026-02-10) Silva, Givanilson Rosa da; Costa, Cristina dos Santos Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/9312164447791107; http://lattes.cnpq.br/5969496146182332O Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) foi realizado na Embrapa Semiárido, localizada no município de Petrolina - PE, entre o período de 06 de outubro a 26 de novembro de 2025, totalizando 210 horas. A Embrapa Semiárido busca inovações tecnológicas que contribuem para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no semiárido brasileiro, possuindo a estrutura organizacional em três núcleos temáticos: Recursos Naturais, Agricultura Irrigada e Agropecuária Dependente de Chuva. O ESO foi realizado no núcleo de Agricultura irrigada, sob supervisão do pesquisador Dr. Welson Simões, com o acompanhamento de 2 experimentos, um com a cultura da videira, variedade BRS Magna e outro com a cultura do capim buffel, variedade CPATSA 7754. O experimento da videira BRS Magna foi realizado em campo, na fazenda Dona Júlia do grupo Zanlorenzi, localizada no município de Lagoa Grande - PE. O delineamento experimental da área foi em blocos casualizados (DBC), com 5 blocos e 4 tratamentos, sendo eles 4 diferentes lâminas de irrigação aplicadas no cultivo: 60% , 80%, 100% e 120% de evapotranspiração da cultura. São 3 plantas por parcela, 12 plantas por bloco, totalizando 60 plantas no experimento. As coletas das folhas para as análises foram realizadas em 3 momentos do ciclo fenológico da cultura: fase vegetativa, florescimento e frutificação. O objetivo principal do experimento é avaliar como as diferentes quantidades de água fornecida irão impactar no ciclo da videira. Com relação a cultura do capim buffel, o experimento foi realizado em casa de vegetação, com delineamento experimental em blocos casualizados, com arranjo fatorial de 3 x 3 x 4+ 4 com 4 blocos, 40 tratamentos, e parcelas subdivididas em 4 repetições, totalizando 160 plantas. A parcela (fator 1) será constituída por 3 condições de cultivo: capacidade de campo, estresse hídrico e estresse salino. A subparcela (fator 2) corresponde às 3 formas de aplicação das bactérias promotoras de crescimento de plantas (BPCP): inoculação via semente, via pulverização e via fertirrigação. Já a sub subparcela (fator 3) incluirá 4 cepas bacterianas diazotróficas (BPCP): Rhizobium (ESA15), Bacillus (ESA 402), Agrobacterium (ESA 441) e Azospirillum brasiliense (AB-V5). Cada bloco contém 40 plantas, sendo 4 plantas testemunhas, sem a aplicação das BPCP, apenas com as 3 condições de cultivo. As outras 36 plantas correspondem à parcela, que é referente às condições de cultivo, ou seja, 12 plantas para cada uma das 3 condições de cultivo. Dentro das 12 plantas, temos 4 plantas (porque são 4 bactérias) que são destinadas para cada uma das 3 formas de aplicação das bactérias (inoculação via semente, via pulverização e via fertirrigação), que corresponde a subparcela do bloco. Já a sub subparcela são os 4 isolados bacterianos diazotróficos, aplicados em cada uma das plantas do bloco, com exceção das testemunhas. O intuito foi avaliar qual microrganismo associado à forma pelo qual ele foi disponibilizado para a planta foi mais eficiente em promover o crescimento das plantas e mitigar os estresses abióticos (hídrico e salino) pelo qual a planta foi submetida. As atividades laboratoriais consistiram em análises fisiológicas e bioquímicas a fim de observar o desenvolvimento das plantas mediante aos tratamentos a que elas foram submetidas. A vivência em campo, associada à condução dos experimentos e as análises laboratoriais foram de suma importância para o desenvolvimento e capacitação do redator, que adquiriu práticas e conhecimentos novos contribuindo para sua formação, mais completa, sólida e de excelência.Item Trocas gasosas em coentro hidropônico cultivado com água salobra: perspectivas no semiárido pernambucano(2025-12-16) Lucena, Alexandre Emanuel Andrade de; Silva, Ênio Farias de França e; http://lattes.cnpq.br/1144266495720148; http://lattes.cnpq.br/1557504314408700A hidroponia destaca-se como alternativa para o uso racional de águas salobras no Semiárido, mitigando riscos de degradação do solo. Todavia, o estresse salino impõe limitações fisiológicas severas às culturas, como a redução da absorção de nutrientes e do metabolismo oxidativo. Nesse contexto, há uma carência de informações sobre como o manejo dinâmico da solução nutritiva pode atenuar tais efeitos. Assim, o estudo de diferentes vazões justifica-se por sua capacidade de otimizar a oxigenação e a disponibilidade iônica no sistema radicular, fatores críticos para a resiliência das plantas sob condições de salinidade. O presente estudo avaliou o efeito da salinidade e das vazões da solução nutritiva sobre o desempenho fisiológico do coentro (Coriandrum sativum L.) em sistema NFT (Técnica do Filme Nutriente). O experimento foi conduzido na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) em delineamento fatorial 4 x 4, com quatro níveis de condutividade elétrica: 1,7 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1 ; 3 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1 ; 4,5 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1 ; 6,0 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1) e quatro vazões (1,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1 ; 2,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1 ; 3,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1 ; 4,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1) , estados em três composições iônicas distintas: sódica (predominância de 𝑁𝑎+), cálcica (predominância de 𝐶𝑎2+) e mista (equilíbrio entre múltiplos íons como 𝑁𝑎+, 𝐶𝑎2+e 𝑀𝑔2+), visando simular o perfil real das águas subterrâneas da região semiárida do Estado de Pernambuco. As variáveis analisadas foram as trocas gasosas – Taxa de assimilação líquida de 𝐶𝑂2 (A), Condutância estomática (gs), Transpiração (E) e Concentração interna de CO2 (Ci) – medidas com IRGA aos 30 dias após a semeadura revelaram que o coentro tolera salinidade de até 3,0 𝑑𝑆 ∙ 𝑚−1. Acima desse limite, a salinidade reduziu a gs e a A. Notavelmente, vazões intermediárias ( 1,0 − 2,0 𝐿 ∙ 𝑚𝑖𝑛−1) otimizaram a assimilação de CO2, e a solução mista causou os maiores prejuízos fisiológicos, evidenciados pela maior redução na condutância estomática (gs). Tais resultados reforçam a importância de se considerar a natureza catiônica da água, e não apenas a condutividade elétrica, no manejo da cultura. Portanto o manejo eficiente da composição iônica e da dinâmica de circulação da solução é fundamental para a viabilidade do cultivo hidropônico do coentro com águas salobras no semiárido.Item Avaliação da condutividade hidráulica de três solos do Agreste de Pernambuco sob salinização pela água de irrigação(2020) Paiva, Rodrigo Francisco do Nascimento; Freire, Maria Betânia Galvão dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2636653493262436; http://lattes.cnpq.br/5834312459854986Item Relatório final de atividades do Estágio Supervisionado Obrigatório: estudo de espécies arbóreo/arbustivas para fitorremediação de solos afetados por sais(2019) Perônico, Allana Monique Bezerra Lustosa; Freire, Maria Betânia Galvão dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2636653493262436; http://lattes.cnpq.br/5693673623141871Objetiva-se com o trabalho avaliar a influência dos sais presentes na água de irrigação sobre o crescimento da espécie halófita Salicornia ambigua. Os tratamentos foram distribuídos em blocos casualizados, dispostos em esquema fatorial 4 × 6, onde 4 corresponde às classes de solos avaliadas (Solo 1 - Cambissolo), (Solo 2 - Cambissolo), (Solo 3 - Neossolo) e (Solo 4 – Neossolo) e 6 proporções de rejeito salino e água potável (A1 – 100% água potável; A2 – 85% água potável e 15% rejeito; A3 – 70% água potável e 30% rejeito; A4 – 50% água potável e 50% rejeito; A5 – 30% água potável e 70% rejeito e A6 – 100% rejeito), em quatro repetições. Inicialmente foram produzidas mudas de Salicornia ambigua, e seu transplante realizado para vasos. Após o transplante, as mudas foram irrigadas com água não salina durante um período de 60 dias, para que seu estabelecimento não fosse comprometido. Após este período, passaram a ser irrigadas com as águas de diferentes proporções de rejeito e água potável. As análises de crescimento foram feitas por medição das plantas, avaliando as características: número de hastes primárias (NHP), altura de hastes primárias (AHP), matéria fresca da parte aérea (MFPA) e massa da matéria seca da parte aérea (MMSPA).Item Influência da temperatura sobre a condutividade elétrica em águas salobras com prevalência de Na+ ou Ca2+(2025-03-21) Oliveira, Ester Souza; Santos Júnior, José Amilton; http://lattes.cnpq.br/2839547928353699; http://lattes.cnpq.br/8372114404333869A condutividade elétrica (CE) de soluções iônicas é influenciada por fatores como concentração e temperatura, desempenhando papel fundamental em diversas aplicações, incluindo a hidroponia e o monitoramento da qualidade da água. Este estudo teve como objetivo quantificar e/ou estimar, através de modelos matemáticos, a variação da condutividade elétrica (CE) de soluções iônicas simuladas mediante solubilização de NaCl ou CaCl2 em função do aumento da concentração ou da temperatura, ao nível do mar, visando futuras aplicações no preparo de soluções nutritivas. As hipóteses desse estudo foram avaliar, o efeito da variação da temperatura sobre a condutividade elétrica será mais sensível para soluções iônicas obtidas a partir da solubilização de CaCl2 do que de NaCl e a variação da condutividade elétrica de soluções iônicas expostas a 5 e a 40 °C será superior a 10%. Para isso, utilizou-se dados e equações empíricas da literatura para modelagem computacional, que foi conduzida por meio do software Microsoft Excel. Foram analisadas soluções com diferentes concentrações (600, 1990 e 4760 mg L−1 para NaCl e 877, 2911 e 6944 mg L−1 para CaCl2·2H2O), ajustadas para valores de CE de 1,3, 4,3 e 10,3 dS m−1. A variação térmica considerada foi de 5 a 40 °C. Os resultados indicaram um aumento linear da CE com a elevação da temperatura, com incremento médio de 116,6% no intervalo analisado. O efeito da temperatura foi similar para ambos os sais, contrariando a hipótese inicial de maior sensibilidade da CE para soluções de CaCl2·2H2O. A modelagem computacional apresentou elevada aderência aos dados experimentais da literatura, validando o modelo teórico proposto. Dessa forma, este estudo contribui para a compreensão da dinâmica da CE em soluções ricas em Na+, Ca2+ e Cl−, podendo subsidiar aplicações práticas, como o desenvolvimento de sensores e sistemas automatizados para o controle de nutrientes em cultivos hidropônicos.Item Trocas gasosas do coentro sob soluções nutritivas preparadas em águas salobras com diferentes prevalências catiônicas(2025-02-15) Bognola, Alyne Felix; Santos Júnior, José Amilton; Oliveira, Tarcísio Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/1402579486374895; http://lattes.cnpq.br/2839547928353699; http://lattes.cnpq.br/7222011941962608A escassez de recursos hídricos, sobretudo em regiões áridas e semiáridas, demanda estratégias sustentáveis para a produção agrícola, destacando-se o uso de águas salobras como alternativa viável, reduzindo a pressão sobre fontes de água doce e promovendo a adaptação dos sistemas produtivos a ambientes adversos. Nesse contexto, o presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de avaliar as trocas gasosas das plantas de coentro (Coriandrum sativum L.), cultivar Verdão, expostas a soluções nutritivas preparadas em águas salobras sob diferentes concentrações e naturezas iônicas. O experimento foi conduzido em ambiente protegido pertencente a Estação Experimental de Fertirrigação e Salinidade – Departamento de Engenharia Agrícola – Universidade Federal Rural de Pernambuco (DEAGRI/UFRPE), em Recife-PE (8°1'7'' de latitude Sul e 34°56'53'' de longitude Oeste, e altitude de 6,5 m). Adotou-se um delineamento experimental em blocos ao acaso, analisado em esquema fatorial 4 × 3, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram em quatro níveis de condutividade elétrica da solução nutritiva (CEsn = 1,6; 3,2; 4,8 e 6,4 dS m−1) e três fontes de salinização da água de preparo da solução nutritiva (NaCl, CaCl2 e MgCl2). Foram avaliadas as variáveis: condutância estomática, transpiração, concentração interna de CO2, fotossíntese líquida e eficiência instantânea de carboxilação das plantas. Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância pelo teste F em nível de 0,05 de probabilidade. Os resultados indicaram que o aumento da salinidade impactou negativamente a fotossíntese líquida e a eficiência de carboxilação do coentro. O aumento da concentração de sais intensificou os efeitos deletérios, sendo os maiores danos ao processo fotossintético observados na ordem de prevalência dos cátions Mg2+ > Ca2+ > Na+.Item Germinação de sementes de Moringa oleifera Lam. sob diferentes concentrações de cloreto de potássio(2024-03-08) Souza, Danilo Nunes Lemos Santos de; Lima, Elifábia Neves de; http://lattes.cnpq.br/6117763430610324; http://lattes.cnpq.br/3607823032961358Este estudo investiga o impacto do estresse salino na germinação e crescimento inicial de Moringa oleifera LAM., uma planta reconhecida por suas propriedades nutricionais e medicinais. A introdução contextualiza a importância da Moringa oleifera e destaca a relevância de estudar os efeitos do estresse salino em ambientes agrícolas afetados pela salinização do solo. O experimento avaliou a resposta de plântulas submetidas a estresse salino, comparando sementes préembebidas em água por 24 horas com aquelas não embebidas. Realizado em condições controladas de laboratório, o experimento durou 15 dias, com sementes submetidas a diferentes tratamentos de solução salina com Kcl. As concentrações utilizadas foram Kcl 0,04 M, Kcl 0,08 M e Kcl 0,12 M. As variáveis analisadas incluíram porcentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento do hipocótilo e da raiz principal. Os resultados indicaram que o estresse salino impacta negativamente a germinação e crescimento, com redução significativa nos tratamentos com concentrações salinas mais elevadas. Este estudo reforça a importância de compreender os mecanismos de resistência da Moringa oleifera ao estresse salino para o desenvolvimento de práticas agrícolas sustentáveis em áreas afetadas pela salinidade. Contribui para o conhecimento científico sobre a tolerância de plantas a condições adversas, orientando futuras pesquisas para aprimorar a resiliência de culturas em ambientes salinos.Item Índice de salinidade do solo por sensoriamento remoto em bacia hidrográfica no submédio São Francisco(2023) Dias, Maria Caroline da Silva; Lopes, Pabrício Marcos Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0703321303981408; http://lattes.cnpq.br/0183881695413526A salinização do solo é um dos problemas que mais afetam a produtividade de culturas agrícolas e de vegetação nativa, principalmente, no semiárido nordestino, que enfrenta secas prolongadas e utilização de práticas agrícolas ultrapassadas. O uso do sensoriamento remoto está crescendo por ser uma ciência e tecnologia de observação da Terra para análise e monitoramento da cobertura vegetal e, também, da salinidade do solo. A condutividade elétrica é um importante meio de identificação da salinidade do solo, pois ela está diretamente relacionada com o tipo de solo e teor da água. Este trabalho tem como objetivo principal analisar parâmetros biofísicos com índices de salinidade e condutividade elétrica produzidos com imagens do satélite Landsat-8 no perímetro irrigado de Maniçoba, Juazeiro, Bahia. As imagens foram selecionadas nos períodos de menor cobertura de nuvens dos anos de 2017 a 2019. Utilizou-se o software QGIS 3.14.1 para realizar a correção atmosférica e, em seguida, produzir os índices espectrais. De acordo com os resultados observou-se que o índice de diferença normalizada (NDVI) variou com valor mínimo de 0,05 para solo exposto e vegetação rala e, máximo 0,86 para cobertura vegetal com forte atividade fotossintética; o Índice de Vegetação Ajustado ao Solo (SAVI) variou entre 0,04 a 0,67, sendo comportamento similar ao NDVI. O índice de área foliar (IAF) apresentou uma variação entre 0 para solo exposto a 4,4 m2/m2 para cobertura vegetal. Os valores dos índices de água (NDWI) oscilaram entre -0,25 a 0,59 para solo exposto e vegetação densa, respectivamente. A temperatura da superfície variou entre 36,8°C para campos agrícolas irrigados e 51,7°C para solo exposto. Os índices de salinidade (S3, S6 e SI3) apresentaram-se valores altos para solo exposto ou com vegetação rala e valores baixos para vegetação densa. As imagens de condutividade elétricas estimadas utilizando o NDVI apresentaram valores de 0 dS.m-1 para área com pouca salinidade e 5,22 dS.m-1 para áreas moderadamente salinas e as imagens condutividade elétricas estimadas utilizando o SAVI mostrou uma variação de 2,09 ds m-1 a 5,96 ds m-1, respectivamente não salino e moderadamente salino. Nos gráficos de dispersão e densidade o ano de 2018 demonstrou melhor coeficiente de determinação (R2) em comparação com os três anos estudados, com 91% para NDVI e IAF, 91% para NDVI e NDWI, 75% para NDVI e TSC e 78% para NDVI e SI3. Concluiu-se que as áreas de solo exposto apresentaram salinidade moderada, acompanhadas de altas temperaturas, baixa cobertura vegetal e deficiência hídrica observadas nos três anos analisados.Item O cloreto de potássio afeta a germinação de sementes e o crescimento inicial de plântulas de Mimosa caesalpiniifolia Benth(2023-04-20) Lima, Raiane Larissa Silva de; Gallo, Ricardo; http://lattes.cnpq.br/5160912065817980; http://lattes.cnpq.br/7403117695827576Mimosa caesalpiniifolia Benth., conhecida popularmente como sabiá, é uma espécie arbórea nativa da Caatinga e pertencente à família Fabaceae. Apresenta grande potencial econômico e ambiental, sendo utilizada na produção de lenha, carvão vegetal e forragem, além de ser indicada para a recuperação de áreas degradadas. Em solos de regiões áridas e semiáridas, como ocorre com a espécie M. caesalpiniifolia, a germinação das sementes pode ser afetada negativamente por condições impróprias, tais como solos salinos. Assim, o objetivo desse estudo foi avaliar germinação e vigor de sementes de Mimosa caesalpiniifolia Benth., submetidas a estresse salino por cloreto de potássio (KCl). O experimento foi realizado no delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições de 32 sementes por tratamento. Foram testados diferentes potenciais osmóticos, sendo eles: 0,0 (controle); -0,2, -0,4; -0,6, -0,8, -1,0 MPa. As variáveis avaliadas foram: porcentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento da parte aérea e da raiz e massa seca da parte aérea e da raiz das plântulas. A espécie mostrou-se sensível ao estresse salino, reduzindo a germinação e o vigor significativamente com o aumento das concentrações do KCl.Item Efeito do estresse salino na germinação de sementes da Moringa oleifera Lam(2023-05-12) Alves, Beatriz Silva; Lima, Elifábia Neves de; http://lattes.cnpq.br/6117763430610324; http://lattes.cnpq.br/4640617602930699A Moringa oleifera Lam. é uma árvore originária da Índia e é cultivada em diversos países pela sua multifuncionalidade. Atualmente ela é bastante encontrada no Nordeste brasileiro e seu crescimento nessa região está sendo aproveitado como purificante de água nas áreas rurais. Tendo em vista sua grande importância para os agricultores familiares devido a suas aplicações de uso múltiplo, com fonte alimentícia, produção de sabão e biodiesel, como substituto protéico e na sua aplicação farmacológica. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do estresse salino na germinação de sementes da moringa expostas a diferentes sais e níveis de salinidade, a fim de obter uma ótima produtividade para os agricultores, visto que o semiárido é caracterizado pelas altas concentrações de sais no solo, devido a baixa precipitação pluviométrica e a alta taxa de evaporação. O experimento foi conduzido no Laboratório de Ecologia Vegetal dos Ecossistemas Nordestinos (LEVEN) - UFRPE, localizado no município de Recife. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com sete tratamentos e quatro repetições, 25 sementes para cada tratamento. Os sais utilizados foram o NaCl e KCl com os seguintes níveis: 0,04 M, 0,08 M e 0,12 M. Foram avaliados a porcentagem de germinação (G%), Índice de velocidade de germinação (IVG), comprimento do hipocótilo e raiz e a massa seca das plântulas. Concluiu-se que a salinidade não afetou significativamente a porcentagem de germinação da Moringa oleifera Lam. para as concentrações de NaCl e KCl, porém, houve uma redução Índice de velocidade de germinação com o aumento dos níveis salinos nas condições estabelecidas neste trabalho. Observou-se uma redução no comprimento do hipocótilo e raiz com o aumento da concentração dos sais, sendo o comprimento das plântulas, e o número de plântulas normais mais afetado pelo NaCl. A influência do KCl ainda não foi conclusiva com esse trabalho, havendo necessidade de novos trabalhos
