01. Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (Sede)

URI permanente desta comunidadehttps://arandu.ufrpe.br/handle/123456789/1

Navegar

Resultados da Pesquisa

Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Estratégias de educação alimentar em escolas particulares que oferecem lanche coletivo na cidade do Recife
    (2024) Rocha, Cecília Morena SIlva da; Azevedo, Emmanuela Prado de Paiva; http://lattes.cnpq.br/4257860689808014; http://lattes.cnpq.br/2654248428630211
    O ato de comer contemporâneo se caracteriza pela escassez de tempo para o preparo e consumo de alimentos; pela presença de produtos gerados a partir das novas técnicas de conservação e de preparo, que agregam tempo e trabalho. A escolha alimentar, principalmente na infância, deve ser difundida como uma prática saudável, pois é dessa maneira que se contribui orientando a população no consumo de alimentos. O papel dos educadores está em promover pensamento crítico através de uma aprendizagem lúdica, que favoreça a fixação sem gerar estresses. Visto as ações governamentais implantadas até hoje no campo da EAN, pode-se afirmar a relevância do tema e a necessidade de desenvolvimento de trabalhos que contribuam na concepção de práticas educativas de educação alimentar. Portanto, o objetivo desse trabalho é desenvolver um conjunto de estratégias para educação alimentar em escolas que trabalhem o lanche coletivo. A metodologia é composta por uma revisão da literatura sobre as políticas públicas de educação alimentar no Brasil e nas escolas. Além disso, foi realizado um levantamento das escolas particulares que trabalham com lanche coletivo na cidade do Recife. A segunda parte do trabalho se destinou à obtenção de dados. Para isso a pesquisa se fundamentou na metodologia qualitativa descritiva através da elaboração de entrevistas semiestruturadas para averiguar quais estratégias de educação alimentar além do lanche coletivo eram desenvolvidas nas escolas. O roteiro da entrevista se baseou nos princípios para ações de educação alimentar, capítulo 6, do Marco de Referência de Educação Alimentar para as Políticas Públicas. Os resultados mostraram que dos cinco eixos propostos, apenas a promoção de hábitos alimentares culturais regionais e nacionais é seguida por todas as escolas entrevistadas, seguido pela produção de hortas escolares para a realização de atividades (7 escolas) e o monitoramento nutricional é o apresentou o maior número de não conformidade. Por último, verificamos as demandas que cada escola tem em relação a melhorias da educação alimentar, as demandas encontradas foram diferentes, evidenciando a particularidade em que cada uma estava envolvida.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Educação alimentar e alimentação escolar: um diálogo entre as políticas públicas e as práticas educativas de uma escola municipal do Recife
    (2019-12-18) Oliveira, Marta Raquel do Nascimento; Faria, Andréa Alice da Cunha; http://lattes.cnpq.br/9061416520602275; http://lattes.cnpq.br/3637510999034508
    A presente monografia teve como objetivo investigar as práticas alimentares e educativas dos anos iniciais do Ensino Fundamental da Escola Municipal Sociólogo Gilberto Freyre, Recife, a fim de contribuir com a articulação de ações de Educação Alimentar e Nutricional à rotina escolar. A merenda é uma das ações de EAN nas escolas e deve estar articulada ao ensino em sala de aula, considerando a relevância da alimentação saudável para o aprendizado. Desta forma, para atender ao objetivo da pesquisa, foi realizada uma Pesquisa-ação, já que essa possibilita a participação dos sujeitos da pesquisa na problemática identificada, a fim de elaborar estratégias de EAN na escola. Para isso, foram identificadas o percurso da merenda e elaboração do cardápio, os hábitos alimentares no intervalo para a merenda, as práticas de Educação Alimentar no currículo da sala de aula, e analisados os marcos legais que justificam e subsidiam as ações de Educação Alimentar e Nutricional nas instituições de ensino e o currículo da Rede Municipal. Foram feitas duas entrevistas semiestruturadas com a merendeira e a coordenadora da escola. O conteúdo coletado durante as observações, análises do currículo e marcos legais de EAN, resultaram na elaboração de uma restituição, feita a uma parte dos sujeitos da pesquisa, e elaboradas ações de EAN na escola. Foram sete ações propostas, dentre essas foi proposta elaboração de um material educativo para ser distribuído na escola.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Uso das especiarias e condimentos na alimentação em substituição do sal
    (2020-10-26) Santos, Edna Izidio dos; Silva, Celiane Gomes Maia da; http://lattes.cnpq.br/3760947810306402; http://lattes.cnpq.br/1129509950985883
    No contexto atual da sociedade o elevado consumo de sal e sua utilização em excesso na preparação de alimentos têm contribuído para o aparecimento de doenças como hipertensão, Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs), problemas renais, envelhecimento precoce, osteoporose, obesidade, perda de apetite, câncer de estômago, entre outras. Diante dessa problemática objetivou-se com o Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) para formação em Economia Doméstica realizar uma ação educativa teórica e prática sobre a importância da substituição do sal por condimentos e especiarias na alimentação. Foram desenvolvidas atividades teóricas e práticas sobre o uso de condimentos e especiarias em substituição ao sal na preparação de alimentos com estudantes de uma Escola Técnica Profissionalizante da cidade do Recife. A partir daí foram aplicados dois questionários, um inicial para avaliar o conhecimento inicial dos (as) participantes sobre o uso de especiarias na alimentação, e outro final para avaliar o aproveitamento das atividades desenvolvidas durante o ESO. Foi observado que a proposta da retirada do sal das preparações em troca da utilização das especiarias para dar sabor às preparações causou uma reação de descrédito e resistência, porém, com o decorrer das atividades os resultados foram excelentes. Os dados coletados por meio do questionário inicial demonstraram que o conhecimento dos participantes sobre “Especiarias, Ervas Aromáticas e Condimentos” era muito baixo. Após o desenvolvimento das atividades propostas, foi aplicado um questionário final a fim de avaliar se a troca do sal pelas especiarias conseguiu impactar os participantes. As respostas mostraram que 90% dos participantes realmente aprenderam sobre as Especiarias e seus benefícios, ajudando-os a entender que a diminuição ao máximo da utilização do sal nas preparações com o uso das especiarias pode tornar as refeições ainda mais saborosas e saudáveis. Os (as) participantes passaram a utilizá-las com maior assiduidade, tendo consciência das propriedades que possuem e do quanto esse hábito agrega benefícios à saúde.