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    Educação sexual no ensino médio: relato de experiência de uma abordagem didática para a promoção de saúde e autocuidado
    (2025-12-16) Mesquita, Nicole Rossane Costa de; Cavalcanti, Jacqueline Santos Silva; http://lattes.cnpq.br/9841407418433772; http://lattes.cnpq.br/3356959598043807
    O presente artigo busca relatar a aplicação de uma sequência didática sobre educação sexual desenvolvida em uma Escola Pública de Ensino Médio Estadual. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, envolvendo 40 estudantes do Ensino Médio, realizado entre os meses de outubro e novembro de 2025. A sequência foi organizada em quatro momentos: I - apresentação do projeto, II - aula expositiva sobre os sistemas reprodutores masculino e feminino, III - roda de conversa sobre gravidez e métodos contraceptivos e IV - atividade lúdica com jogo didático abordando Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A proposta possibilitou um espaço de diálogo acolhedor e participativo, no qual os resultados indicaram que a estratégia contribuiu significativamente para a compreensão de conteúdos referentes à anatomia, contracepção e prevenção de ISTs, além de desfazer mitos e reduzir a propagação de informações equivocadas. O uso de metodologias ativas, como o jogo didático com casos clínicos, favoreceu uma aprendizagem crítica e contextualizada. A participação ativa dos estudantes e a mediação foram elementos essenciais para o êxito da experiência. Conclui-se que o uso de sequências didáticas associadas a metodologias ativas no ensino de educação sexual é fundamental para uma formação integral, contribuindo para que adolescentes se tornem mais informados, críticos e aptos a tomar decisões responsáveis sobre sua sexualidade. Assim, é essencial a continuidade e ampliação dessas práticas no ambiente escolar.
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    Aprendizagem mediada por jogos e estados emocionais: um mapeamento sistemática da literatura
    (2024-12-19) Lima, Raphael Albino de; Rodrigues, Rodrigo Lins; http://lattes.cnpq.br/5512849006877767; http://lattes.cnpq.br/3881597642506536
    Este artigo apresenta um mapeamento sistemático sobre o impacto da aprendizagem mediada por jogos digitais e analógicos nos estados emocionais, no engajamento e no desempenho dos estudantes. Foram analisados 36 estudos empíricos (2016–2025), identificando tipos de jogos, emoções mais frequentes, técnicas de detecção afetiva e efeitos pedagógicos relatados. Os resultados indicam que a Aprendizagem Baseada em Jogos pode promover fluxo, motivação e ganhos cognitivos, ao mesmo tempo em que exige atenção ao tédio, à frustração e ao desenho de intervenções adaptativas sensíveis às emoções. Conclui‑se que jogos constituem uma estratégia pedagógica eficaz e em expansão, especialmente quando combinados com sistemas inteligentes de monitoramento e personalização.
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    Revisão de Literatura sobre a Utilização da Aprendizagem Baseada em Problemas em Conjunto com a Robótica Educacional
    (2025-12-19) Freitas, Matheus José Bandeira de Mello; Falcão, Taciana Pontual da Rocha; http://lattes.cnpq.br/5706959249737319; http://lattes.cnpq.br/5786224419914040
    Com o passar do tempo e a evolução da tecnologia é possível identificar diversas metodologias emergindo devido a uma necessidade crescente de manter o interesse dos estudantes e potencializar seu aprendizado. O presente artigo apresenta uma revisão de literatura que investigou a utilização da Aprendizagem Baseada em Problemas junto à Robótica Educacional. O estudo levantou os principais recursos tecnológicos utilizados, benefícios como desenvolvimento de habilidades cognitivas e melhora da comunicação dos alunos, além de criar cenários para desafiar os estudantes com problemas reais e contextualizados para uma construção ativa de conhecimento.
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    O uso da rotação por estações com o modelo aprendizagem tecnológica ativa no ensino de química sobre os macronutrientes e vitaminas
    (2024-10-04) Silva, Thaises Bezerra de Farias; Leite, Bruno Silva; http://lattes.cnpq.br/4932752031807872; http://lattes.cnpq.br/8202571979054674
    O ensino tradicional não mais comporta a dinâmica que o constitui, onde o professor é unicamente detentor do conteúdo e o aluno receptor, principalmente devido a essa metodologia ser enfadonha e cansativa. Uma metodologia que surge para ser o oposto desse ensino tradicional, que vemos hoje nas escolas, é a metodologia ativa, onde o foco principal é o estudante ser ativo na sua aprendizagem e responsável sobre isto, sendo o papel do professor nessa metodologia ressignificado, ao posto de facilitador ou mediador da aprendizagem do estudante. Este trabalho teve como objetivo avaliar as potencialidades do modelo híbrido de rotação por estações, aliado aos cinco pilares da Aprendizagem Tecnológica Ativa (ATA), em uma estratégia didática para o ensino de química orgânica, com foco nos macronutrientes e vitaminas presentes nos alimentos. As atividades foram organizadas em quatro estações independentes (vídeo e colagem, experimentos, pesquisa e leitura de texto, e construção de um mapa mental), e a ordem de execução não influenciava a aprendizagem. Todas as estações foram planejadas com base nos pilares da ATA e incluíram atividades a serem entregues pelos estudantes, que foram divididos em grupos de três a quatro estudantes, gerando resultados analisados posteriormente de forma qualitativa. Ao final do processo, um questionário foi aplicado aos participantes para coletar dados sobre suas percepções em relação à estratégia envolvendo o modelo de rotação por estações e a ATA, e essa coleta foi analisada qualitativamente, mas obtendo também dados quantitativamente. Os resultados obtidos mostraram que os estudantes participaram ativamente das atividades propostas nas estações, demonstrando empenho em realizá-las dentro do tempo estabelecido. Observou-se maior dedicação dos estudantes nas estações de colagem, construção de mapas mentais e experimentos, nas quais a maioria dos grupos conseguiu concluir as atividades. No entanto, na estação de pesquisa, as dificuldades relacionadas ao tempo limitaram o aprofundamento do conteúdo por alguns grupos e a conclusão da atividade. As respostas apresentadas pelos estudantes estiveram, em geral, alinhadas à literatura, evidenciando que o conteúdo foi vivenciado e pode ter sido assimilado pelos grupos. Os grupos separaram os alimentos de forma correta e realizaram os experimentos com observações pertinentes. Nos mapas mentais, as ideias consideradas mais relevantes foram organizadas, embora nem todos os critérios tenham sido atendidos. Na pesquisa, dificuldades em completar os quadros limitaram o aprofundamento do tema. Os resultados do questionário de validação indicaram que a estratégia de rotação por estações, embora precise de ajustes no tempo de sua execução, foi considerada relevante pelos estudantes no que diz respeito à aprendizagem dos conteúdos abordados na química orgânica. Essa abordagem estimulou o interesse dos estudantes para com o conteúdo através das atividades e do papel de protagonista em que os estudantes foram colocados, onde eles tinham que agir, refletir, sintetizar e relacionar os conteúdos com a vivência do dia a dia, promovendo uma experiência de aprendizado mais dinâmica e significativa para eles. Para pesquisas futuras, sugere-se utilização de outras atividades, como simulações virtuais e jogos educativos, aplicáveis a outros conteúdos de química.
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    Mutações genéticas e bioinformática: uma proposta de abordagem prática para estudantes do ensino médio
    (2025-03-17) Cassiano, Vitória Giovanna de Souza; Maia, Maria de Mascena Diniz; http://lattes.cnpq.br/7051998554981575; http://lattes.cnpq.br/3381458526579556
    O ensino sobre as mutações genéticas no Ensino Médio enfrenta desafios devido à complexidade do tema e à necessidade de metodologias inovadoras. Ferramentas de Bioinformática possibilitam uma abordagem interativa, promovendo o pensamento crítico e a investigação científica. A proposta visa desenvolver uma aula prática para alunos do terceiro ano do Ensino Médio, explorando mutações genéticas por meio de Bioinformática. Os objetivos incluem facilitar a compreensão dos mecanismos genéticos, estimular o interesse pela Ciência e promover habilidades analíticas. A metodologia envolve a exploração de bancos de dados biológicos e softwares específicos para análise de sequências genéticas, permitindo a identificação e interpretação de mutações em diferentes contextos biológicos. A avaliação da proposta será feita por meio de questionários e relatórios dos alunos, analisando a eficácia da abordagem. A inserção da Bioinformática no Ensino Médio amplia as possibilidades de aprendizagem, conectando teoria e prática de forma dinâmica. O uso dessas ferramentas pode contribuir para uma formação mais sólida em Genética, preparando os alunos para desafios acadêmicos e científicos. A inovação da proposta está na aplicação direta da Bioinformática no ensino, tornando o aprendizado mais acessível e envolvente.
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    Educação em saúde no ensino médio: sequência didática sobre doenças infecciosas e parasitárias
    (2024-03-17) Santos, Júlia Gabriele Xavier dos; Oliveira, Jaqueline Bianque de; http://lattes.cnpq.br/2856383385211373; http://lattes.cnpq.br/4898157051124997
    A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reforça a inclusão de temas de saúde no currículo escolar, orientando sua abordagem transversal em diversas disciplinas. Entretanto, com a implementação do Novo Ensino Médio (Lei 13.415/2017), o currículo passou por mudanças significativas, como a flexibilização dos conteúdos e a introdução de itinerários formativos, desafiando os professores a adaptarem suas práticas. No ensino de Biologia, a abordagem de doenças infecciosas e parasitárias é relevante, pois essas doenças têm implicações diretas para a saúde pública, afetando toda a população, principalmente as pessoas em situação de vulnerabilidade. Por essa razão, a abordagem na perspectiva da Saúde Única é fundamental para uma compreensão holística das doenças, auxiliando na elaboração de medidas preventivas, uma vez que para intervir no ciclo dessas doenças, é necessário que existam políticas eficazes de prevenção e tratamento. Sendo assim, o objetivo desse estudo foi contribuir para a Educação em Saúde no ensino de Biologia no Novo Ensino Médio, por meio da aplicação da sequência didática focada no ensino de doenças infecciosas e parasitárias, integrando a abordagem de Saúde Única/Uma Só Saúde na disciplina optativa de Saúde Coletiva em uma Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) com os estudantes do 3º ano. A pesquisa, de caráter qualiquantitativo, foi conduzida em três etapas: (1) aplicação inicial de questionário para avaliar o conhecimento prévio dos estudantes, (2) realização de atividades pedagógicas, incluindo rotação por estações e o jogo de tabuleiro, e (3) reaplicação do questionário para verificar possíveis mudanças no conhecimento. A metodologia buscou proporcionar um aprendizado mais dinâmico e contextualizado sobre a educação em saúde a partir da abordagem dessas doenças, além de possibilitar aos estudantes uma compreensão da interdependência entre saúde humana, animal, vegetal e ambiental, e a importância de considerar esses aspectos para o controle de doenças e a promoção da saúde coletiva. Os resultados mostraram que os estudantes, na primeira aplicação do questionário, apresentaram dificuldades em identificar e relatar os problemas de saúde pública que afetam seu cotidiano mesmo estando em contato diariamente com a precariedade do saneamento básico, poluição/contaminação e degradação ambiental. Essa falta de percepção pode indicar uma lacuna na compreensão dos estudantes sobre como esses fatores influenciam diretamente a saúde pública e a qualidade de vida da população. Diante disso, reforça-se a necessidade de estratégias pedagógicas que abordem o ensino de maneira mais contextualizada com a realidade do estudante, tornando-o também mais dinâmico, por meio da adoção de metodologias ativas, que o coloque como protagonista do seu processo de ensino-aprendizagem.
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    Potencialidades do Programa de Iniciação a Docência durante o período pandêmico: relato de experiência das intervenções do Núcleo de Biologia
    (2025) Primo, Themis Paiva de Castro; Guilherme, Betânia Cristina; http://lattes.cnpq.br/3131730022364100; http://lattes.cnpq.br/0933098777826663
    O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID surgiu com o objetivo de incentivar a formação de professores cumprindo um papel importante na inserção do aluno de licenciatura no meio acadêmico, podendo estar em contato com a escola e seu cotidiano. Durante o período de 2020 a 2022 o mundo passou por um período de distanciamento social causado pela pandemia de Covid. Situações básicas do cotidiano como ir a supermercados, sair para restaurantes, passear em shoppings e frequentar instituições de ensino sofreram transformações. Com isso, surgia a indagação: Como será esse novo período? De que forma serão desenvolvidas as aulas e os métodos avaliativos? Quais caminhos seguir para manter os alunos online? Diante de tantas dúvidas e mudanças repentinas, o PIBID Núcleo Biologia da UFRPE precisou ser reformulado para práticas que pudessem ser realizadas de maneira remota. A partir disso, surge este relato de experiência que busca analisar quais práticas relevantes foram desenvolvidas nas monitorias realizadas e de que forma foi percebida a participação dos estudantes nessas vivências. Foram analisados registros referentes ao período do Ensino Remoto Emergencial (ERE) a partir dos relatos de experiências documentais vivenciados pelo núcleo de Biologia no PIBID de Outubro de 2020 a Março de 2022, mantidos pela coordenadora do programa. A pesquisa foi de natureza qualitativa focando em práticas docentes com metodologias ativas do tipo Gamificação/Jogos e Atividades Baseada em Problemas (PBL). Nas metodologias ativas observadas estão aulas de campo virtuais, visitação a museus virtuais, jogos em plataformas online, organização de eventos e outros. Diante da demanda por novas metodologias de ensino, o período do ERE contribuiu para o desenvolvimento de olhar mais amplo para o que já se encontrava disponível na internet e ainda não era tão explorado na educação básica bem como, novas tecnologias para futuras demandas escolares.
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    Metodologias ativas e práticas interdisciplinares no ensino médio: um estudo de caso em uma escola particular em Recife
    (2024-10-04) Silva, Cesar Welyce da; Cavalcanti, Jacqueline Santos Silva; http://lattes.cnpq.br/9841407418433772; http://lattes.cnpq.br/6921572996321415
    O presente trabalho investigou a eficácia das metodologias ativas em práticas no laboratório de ciências como método de preparação para o ENEM e SSA, para alunos do primeiro e segundo ano do ensino médio, com o objetivo de promover uma aprendizagem mais significativa e integrada das ciências da natureza. O ProlabPreMed, criado em 2018 em um colégio particular na cidade de Recife-PE, prepara os alunos do ensino médio para o vestibular com foco na aprovação dos estudantes nos cursos mais concorridos, como medicina e engenharia. As práticas realizadas no laboratório de ciências traz uma série de experimentos que são cobrados nos vestibulares, contribuindo para os alunos um aprofundamento dos conceitos teóricos. A utilização das metodologias ativas instiga a participação ativa dos alunos, tornando o recinto escolar dinâmico e colaborativo. Ademais, essas abordagens favorecem a aquisição de competências indispensáveis, tais como raciocínio crítico, solução de problemas e independência, que são cruciais tanto para as provas quanto para a trajetória acadêmica e profissional.
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    A utilização da robótica como alternativa para o trabalho com comprimento da circunferência e ângulo
    (2019-07-24) Assis, Pablo Oliveira de; Costa, Wagner Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/7087770599703498
    É comumente percebido pelos professores de matemática da educação básica a dificuldade dos alunos quando se fala em tópicos de geometria e das grandezas e suas medidas. Uma delas se relaciona com noções de ângulos e aplicação do comprimento da circunferência. Sendo assim, este trabalho mostra como esses conceitos podem ser explorados a partir da perspectiva de uma aprendizagem mais ativa, com mediação do professor, tendo como recurso a robótica. Esta pesquisa foi realizada com alunos do 6° ano do Ensino Fundamental e os dados demonstraram que a associação dos conceitos matemáticos com a tecnologia possibilitou aos estudantes desenvolver ideias matemáticas e usá-las na solução de problemas.
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    Utilização de aplicativos de realidade aumentada para a construção do conhecimento químico
    (2024-03-08) Melo, Katiuska Genuino de Araújo; Leite, Bruno Silva; http://lattes.cnpq.br/4932752031807872; http://lattes.cnpq.br/6359559341539892
    As Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) se destacam na área da Educação contribuindo para diferentes práticas pedagógicas, se configurando como uma alternativa viável para os processos de ensino e aprendizagem. Dentre as diversas TDIC, a Realidade Aumentada (RA) tem se destacado nos últimos anos como um recurso didático digital promissor. A RA é um recurso que pode ser utilizado nas aulas de química, por se tratar de uma integração de elementos virtuais com o mundo real, se tornando um recurso promissor para a exemplificação tridimensional de moléculas e átomos complexos, além de uma variedade de possibilidades para o ensino de conteúdos da Química. A presente pesquisa tem como objetivo desenvolver e utilizar estratégias para a implementação de aplicativos de RA no ensino de Química. Para isso, foi realizada uma pesquisa qualitativa do tipo participante com os estudantes do primeiro ano do ensino médio para a abordagem dos assuntos: modelos atômicos, tabela periódica e ligações química, desenvolvidas em quatro etapas metodológicas. Inicialmente buscamos analisar os limites e as possibilidades no que tange o uso do Recurso Didático Digital (RDD) de Realidade Aumentada no Ensino de Química para em seguida propor estratégias didáticas baseadas na Aprendizagem Tecnológica Ativa (ATA) onde se busca promover a construção do conhecimento químico por meio da aplicação de tecnologias emergentes, como os aplicativos de RA, como uma abordagem didática eficaz. Também foi analisada a intervenção realizada com os estudantes de forma a descrever as possíveis vantagens e desvantagens de sua utilização. Os resultados mostram que o uso da tecnologia RA tem capacidade para proporcionar uma visão 3D e dinâmica ao que antes os estudantes e professores só observavam em 2D estaticamente nos livros e quadros, podendo contribuir para uma aprendizagem substancial, diferenciada e dinâmica, despertando a imaginação e o interesse dos estudantes quando passa a ser utilizada como um recurso didático digital, associado com a aprendizagem móvel por meio das Metodologias Ativas