01. Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (Sede)
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Item Influenza aviária (H5N1): destaque na saúde pública e potencial pandêmico(2026-01-27) Braga, Maria de Fátima Ribeiro; Souza, Maria Isabel de; http://lattes.cnpq.br/4438209268573845; http://lattes.cnpq.br/2221727830672508A influenza aviária é uma doença viral zoonótica causada pelo vírus influenza A, da família Orthomyxoviridae, com destaque para os subtipos H5 e H7 de alta patogenicidade. Neste trabalho objetivou-se descrever a influenza aviária de alta patogenicidade sob a perspectiva da Saúde Pública, levando em consideração seu caráter zoonótico e ampla variabilidade genética. Para isso foi realizado um levantamento bibliográfico dos últimos dez anos utilizando-se diferentes bases de dados da literatura nacional e internacional, além de dados oficiais publicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), e Ministério da Saúde e Ministério de Agricultura e Pecuária (MAPA). Globalmente, de 2020 a 2025, foram relatados mais de 8 mil surtos de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em animais nas cinco regiões geográficas do planeta, sendo mais de 90% causados pelo H5N1. No Brasil, a IAAP foi detectada em aves silvestres em 2023 e em granjas comerciais em 2025. O diagnóstico da enfermidade é realizado por isolamento viral, testes sorológicos e moleculares, com a RT-qPCR sendo o método de referência. O controle baseia-se em biossegurança, vigilância passiva, quarentena e eliminação de aves infectadas, com a utilização da vacina em aves comerciais apenas como medida complementar em alguns países. Diante do cenário atual é importante reforçar a vigilância e abordagem no âmbito da Saúde Única para prevenção, mitigação de riscos e formulação de políticas públicas frente ao potencial pandêmico da doença.Item Medidas de biosseguridade na indústria avícola de frango de corte e sua importância: revisão de literatura(2024-07-12) Silva, José Henrique Alves Nascimento e; Cavalcanti, Erika Fernanda Torres Samico Fernandes; http://lattes.cnpq.br/5256493441853885; http://lattes.cnpq.br/9152875359968388O propósito deste trabalho é descrever as atividades realizadas durante o estágio supervisionado obrigatório (ESO), disciplina obrigatória para conclusão do curso de Medicina Veterinária, da Universidade Federal Rural de Pernambuco. O estágio foi realizado nos setores da empresa Mauricéa Alimentos LTDA, Estrada de limeira Grande, S/N – km 02 Zona Rural, Carpina - PE, sob a orientação da Prof. Dra. Érika Fernanda Torres Samico Fernandes Cavalcanti, durante o período de 03/04/2024 a 14/07/2024. Ao longo do estágio foi possível participar da rotina de 5 setores diferentes da empresa, sendo a fábrica de ração, o matrizeiro, o incubatório, as granjas integradas e o abatedouro, assim foi possível acompanhar a produção de frango de corte desde a ração até o abate, acompanhando todas as etapas e a participação do médico veterinário em cada uma delas. Em todos os setores é notável a necessidade e a eficácia da biosseguridade promovida pelos colaboradores da empresa, demonstrando o quão importante esse fator é para a avicultura de produção, tornando-se um tema extremamente pertinente para ser abordado no capítulo 2.Item Relatório do Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) realizado na empresa Tapuio Agropecuária LTDA, município de Taipu-RN, Brasil: medidas de biosseguridade em granja de sistema alternativo de galinhas caipira na zona rural de Taipu, Rio Grande do Norte, Brasil(2024-02-23) Kameoka, Karina Mika; Bartolomeu, Cláudio Coutinho; http://lattes.cnpq.br/7619056086707716; http://lattes.cnpq.br/0650419370525997O presente relatório apresenta as atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO), realizado no período de 02 de outubro de 2023 a 19 de dezembro de 2023 na empresa Tapuio Agropecuária Ltda. As principais atividades foram a vivência na pecuária com manejo reprodutivo de búfalas, neonatologia e ordenha, no laticínio com acompanhamento da produção dos queijos, além da avicultura com todas as medidas de sanidade avícola, nutrição e vivência na Casa do Ovo e Fábrica de Ração. Devido aos maiores riscos que um sistema de criação alternativo como o de galinhas caipira possui sobre a saúde das aves por viverem em contato direto com o solo, a principal preocupação para se manter uma saúde adequada é em relação à biosseguridade. Para tal, é necessário que haja um trabalho em conjunto de uma gestão adequada e colaboradores comprometidos para seguir medidas de biosseguridade rígidas. Pontua-se que esses programas não são padronizados, considera-se as individualidades e desafios de campo de cada granja. Assim, o presente relatório contém um relato de caso cujo objetivo é abordar os manejos de biosseguridade do sistema de criação de galinhas caipira da empresa.Item Biosseguridade na criação de bovinos e sua relevância para a saúde única(2023-02-27) Silva, Clara Rafaelle Cardoso da; Silva, Nivan Antônio Alves da; http://lattes.cnpq.br/3505011500604071; http://lattes.cnpq.br/8675807540589033A biosseguridade é um componente chave de qualquer estratégia de saúde animal e humana, através de programas de prevenção e controle de doenças. Na bovinocultura, os preceitos da biosseguridade vêm sendo utilizados recentemente, apesar de já possuírem medidas sanitárias estabelecidas pelo Governo Federal através dos programas de saúde animal. Com a pandemia da COVID-19, foi observado aumento na procura por normas de biossegurança e biosseguridade para prevenir a entrada do vírus nos criatórios e, consequentemente, maior controle de outras enfermidades. Diante disso, este estudo tem como objetivo demonstrar as principais medidas de biosseguridade a serem executadas em criações de bovinos e apresentar os dados acerca da situação dos programas de biosseguridade adotados nas fazendas, incluindo a percepção de pecuaristas e veterinários em relação às medidas de biosseguridade. A adoção de medidas de biosseguridade na pecuária permanece relativamente baixa e enfrenta múltiplos desafios. Nesse sentido, a melhoria da biosseguridade exige que os envolvidos no setor concordem com metas e objetivos compartilhados, além de levar em consideração a saúde animal, pública e ambiental, bem como fatores socioeconômicos e culturais. As pesquisas relacionadas a aplicabilidade da biosseguridade em rebanhos de bovinos são escassas, porém demonstram que a baixa adesão a esses programas ocorre devido à falta de conhecimento dos agentes envolvidos, sobrecarga de trabalho, demanda de tempo e necessidade de investimentos. Desse modo, se faz necessário a realização de estudos sobre a temática para compreender os reais motivos da baixa adesão em criatórios nacionais a fim de atuar de forma eficaz e eficiente na superação desses obstáculos.
