03.1 - Graduação (UAST)

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    Quando a amizade interrompe o silêncio: uma leitura de a máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe
    (2026-03-21) Silva, Beatriz Barbosa da; Andrade, Andreia de Lima
    Propõe-se uma análise da forma que o romance A máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe, representa a velhice e a solidão, com foco na forma como a amizade, particularmente o vínculo entre Senhor Silva, senhor Pereira, Esteves e Américo, ressignifica a existência do protagonista e lhe restitui sentido de vida. A pesquisa fundamenta-se no referencial teórico dos Age Studies, como Simone de Beauvoir (2018), Ecléa Bosi (1994), Eneida Haddad (2017) e Minayo & Coimbra Jr (2026) e dos estudos acerca da conceitualização da amizade, utilizando Aristóteles (2015) e Cícero (2021), também adota uma metodologia qualitativa, baseada em revisão bibliográfica e análise literária. A partir da trajetória do Senhor Silva, marcada pelo luto e pela institucionalização em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). A partir disso, o presente trabalho busca investigar de que maneira o romance desconstrói estereótipos relacionados à terceira idade; examinar como a narrativa dá voz e agência a personagens idosos, frequentemente marginalizados tanto na literatura quanto na sociedade; e analisar o papel da amizade e da empatia na trajetória do protagonista, compreendendo como esses elementos se tornam dispositivos de resistência à solidão e à despersonalização institucional. Nesse sentido, a amizade e a empatia surgem como forças éticas e afetivas capazes de interromper o isolamento e funcionar como dispositivos de resistência à solidão. Constata-se, portanto, que o romance não reduz a velhice à decadência, mas constrói uma representação complexa do envelhecimento, na qual sofrimento e fragilidade convivem com experiências de reconhecimento e pertencimento, especialmente quando os laços de amizade reorganizam a existência do protagonista.
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    Consanguinidade na zona rural de Serra Talhada - PE
    (2026-02-13) Silva, Beatriz Aldenice dos Santos; Gomes Junior, Plínio Pereira; http://lattes.cnpq.br/4037196872253452; http://lattes.cnpq.br/4213644312540078
    A consanguinidade constitui um fenômeno biológico e sociocultural relevante, especialmente em contextos rurais e populações historicamente isoladas, nos quais padrões endogâmicos tendem a se reproduzir intergeracionalmente. Este estudo teve como objetivo mapear e analisar a correlação entre a frequência de casamentos consanguíneos e as suas implicações potenciais para a saúde genética e reprodutiva em famílias residentes na zona rural do município de Serra Talhada-PE. Trata-se de uma pesquisa de abordagem quantitativa, com delineamento transversal, realizada por meio da aplicação de questionário estruturado em aproximadamente 15% dos domicílios acompanhados pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), totalizando 503 entrevistas. Os dados foram organizados, codificados e analisados por meio de procedimentos estatísticos descritivos e inferenciais, considerando variáveis sociodemográficas, reprodutivas e territoriais. Os resultados evidenciaram uma distribuição espacial heterogênea da consanguinidade entre as localidades estudadas, com percentuais significativamente elevados em áreas específicas, indicando padrões endogâmicos intensos associados a fatores territoriais, históricos e socioculturais. Observou-se associação estatisticamente significativa entre consanguinidade e maior número médio de descendentes, bem como padrões diferenciados de desfechos reprodutivos, embora a consanguinidade não tenha se configurado como fator explicativo isolado para eventos abortivos, os quais apresentaram etiologia multifatorial. Conclui-se que a consanguinidade em Serra Talhada-PE deve ser compreendida como fenômeno multifatorial, articulando dimensões genéticas, sociais, territoriais e assistenciais, demandando a incorporação de estratégias contínuas de educação em saúde, aconselhamento genético e fortalecimento da atenção primária como instrumentos éticos e eficazes de mitigação de riscos genéticos em contextos culturalmente situados.
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    Fazenda larga da Macaúba JBJ
    (2026-02-09) Silva, Arthur Lucas Júlio; Souza, Evaristo Jorge Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/0510969297765295; http://lattes.cnpq.br/3756528852216620
    A fazenda macaúba da JBJ Agropecuária tem seu foco principal na fase de cria de bovinos de corte, utilizando a F1 de Aberdeen Angus e Nelore. A fazenda é localizada na cidade de Posse em Goiás, conta com aproximadamente nove mil (9.000) cabeças de gado e um total de dez mil hectares (10.000ha) de extensão territorial. As atividades se iniciaram no bezerreiro, lugar onde eram alojados os bezerros que não estavam órfãos no campo, sendo por morte ou rejeição da mãe, também eram levados para os bezerreiros alguns animais que apresentavam deficiências que impossibilitasse de se desenvolver normalmente no campo, sendo necessário intervenção humana. No bezerreiro, os bezerros recebiam alimentação duas vezes ao dia sendo ofertado leite e ração. A rastreabilidade dos animais era feita através da chipação, onde os animais recebiam a colocação de um chip eletrônico na orelha direita, para cadastrar o chip eletrônico era preciso o peso do bezerro, número do brinco do bezerro e número do brinco da mãe. O bezerro também era medicado com panacoxx, dectomax, umbicura. Os bezerros erão medicados com zuprevo e CEF50 no momento da colocação do brinco de identificação, o brinco era colocado na orelha esquerda do bezerro. O protocolo de vacinação na fazenda foi realizado em todas as vacas da fazenda, sendo aplicado Vac-cherry, Rabmune, Solution 3,5% e Poli-Star. O gado era apartado cada vez que ia no curral, onde os vaqueiros separavam os bezerros das vacas evitando acidentes entre vacas e bezerros, as vacas do lote passavam primeiro pelo brete e logo após passavam os bezerros do lote, os bezerros passavam pelo brete e já eram recolocados de volta com as vacas. O gado recebia suplementos no pasto, a fazenda conta com três capins diferentes para os pastos, sendo 70% dos pastos formados com Brachiaria, 20% dos pastos são formados por Mombaça e de 10% formados por massai. O suplemento ofertado na fazenda se limitava a cinco suplementos diferentes, sendo eles 1G, 3G, transição, ureia 20 e ração creep. Alguns animais recebiam a marcação com ferro quente, normalmente eram animais que saiam da fazenda para uma fazenda que não fazia parte do grupo JBJ. A fazenda contava com um treinamento de manejo para reduzir o estresse entre o manejador e o gado, evitando gritaria no curral e a necessidade de objetos nas mãos do manejador responsável por mandar o gado para a seringa no curral. A ronda dos vaqueiros era diária na fazenda, eles visitavam os pastos onde estava o gado para fornecer a suplementação, auxiliar parto, medicar bezerros e se necessário levar algum animal para ser tratado pelo veterinário como a remoção do chifre quebrado de uma vaca. Os animais que iriam sair da fazenda eram levados para o curral onde passavam pelo brete para a leitura dos chips e redirecionados para a formação dos lotes para o embarque nas carretas. Devido a grande quantidade de animais para parir, alguns animais apresentam prolapso uterino, sendo necessário a recolocação do útero de volta na vaca e a sutura da parte externa da vagina. O cuidado sanitário teve uma forte atenção visando diminuir e prevenir doenças, também foi realizado a necropsia de animais que morriam sem apontamento de procedência da morte. Algumas vacas atrasavam a data planejada do parto e por isso era necessário fazer o diagnóstico de gestação através do toque. As vacas que apresentavam idade abaixo de sete anos foram submetidas ao protocolo de inseminação artificial em tempo fixo (IATF). O programa de gestão escolhido pela fazenda foi o multbovinos.
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    Motivação entre diversas gerações nas organizações
    (2023-04-24) Sousa, Ana Gisele Bezerra de; Feitosa, Maria José da Silva; http://lattes.cnpq.br/6887857776351323
    Atualmente é possível encontrar nas organizações quatro tipos de gerações: geração Baby boomers, geração X, geração Y e geração Z, tendo assim então uma diversidade geracional cada uma com suas peculiaridades e suas perspectivas de vida. Para manter essas gerações engajadas e estimuladas, as organizações têm se preocupado e buscado formas de estimular a motivação dos colaboradores. O presente estudo visa compreender aspectos que estimulam a motivação dos colaboradores da geração baby boomers, da geração X, da geração Y e da geração Z nas organizações. Para tanto, foi realizado um estudo exploratório e descritivo, de abordagem qualitativa, conduzido por revisão sistemática de literatura, realizada via plataformas digitais Spell, Google acadêmico e Scielo. Os resultados mostram que existem vários fatores motivacionais comuns entre as quatro gerações, mas existem aspectos peculiares a cada geração. Portanto, é indispensável compreender os fatores motivacionais de cada geração como uma forma de conseguir alcançar melhores resultados dentro das organizações e possibilitar a satisfação do colaborador. Para futuros trabalhos recomenda-se ampliação das bases de dados e exploração mais intensa sobre aspectos motivacionais na geração Z.G
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    Revestimento de mucilagem de palma forrageira associada a fitorregulador melatonina na qualidade pós-colheita de batata-doce minimamente processada
    (2023-08-07) Sá, Sarah Alencar de; Simões, Adriano do Nascimento; Brito, Fred Augusto Lourêdo de; http://lattes.cnpq.br/1051058834812932; http://lattes.cnpq.br/1895049701533568; http://lattes.cnpq.br/9829768562128357
    A batata-doce está entre as cinco culturas mais consumidas na alimentação humana nos países em desenvolvimento, logo a cultura apresenta múltiplos fins, e consequentemente possui alta importância para a segurança alimentar. Em se tratando de perdas pós-colheita, a batata doce é cultivada como cultura marginal, com baixo investimento e produtividade, a qual sofre restrições na comercialização nos supermercados e na aceitação do consumidor. Para minimizar esses problemas, a indústria proporciona técnicas e métodos de conservação, como o processamento mínimo. Uma tecnologia alternativa e de baixo custo cada vez mais estudada e avaliada como um procedimento para elevar o tempo de vida de frutas e legumes é o emprego de coberturas comestíveis protetoras ou revestimentos alimentícios, estes sendo considerada uma das formas mais eficazes de manter a qualidade e a segurança dos frutos e vegetais. Assim a produção de um biorresvestimento obtido da mucilagem de palma forrageira (Nopalea cochenillifera Salm Dyck) adicionado de melatonina que possibilite um produto comestível, econômico e sustentável se promissor. As seguintes análises foram realizadas durante o armazenamento a temperatura de 5 ± 2 ºC: análise visual, perda de massa fresca, sólidos solúveis totais, fenóis solúveis totais, atividade antioxidante por DPPH, atividade das enzimas polifenoloxidase (PPO) e peroxidase (POD), ascorbato peroxidase (APX) e catalase (CAT). Para batata do controle e batata com mucilagem de palma, a qualidade visual não se manteve durante os dias de conservação, os teores de compostos fenólicos foram menores, a atividade enzimática das polifenoloxidase e peroxidase foram altas. Já a batata com melatonina a qualidade visual foi mantida por mais tempo ao longo da conservação refrigerada, e ainda, as raízes obtiveram altos teores de sólidos solúveis, menor perda de massa e menor atividade enzimática da PPO e CAT. A obtenção desses dados permitiru entender que o revestimento comestível com melatonina se mostra promissor na conservação e manutenção das características sensoriais da batata-doce. Para minimizar esses problemas, o uso do processamento mínimo, do revestimento comestível, e do período de 15 dias de conservação se torna viável para a manutenção da conservação, qualidades sensoriais e organolépticas da batata-doce
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    Caracterização da pesca artesanal na comunidade indígena Truká, localizada na Ilha de Assunção-Cabrobó-PE
    (2022-10-07) Santos, Ana Clara dos; Véras, Dráusio Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/7132031218581637
    A pesca artesanal vive na estreita relação entre a comunidade pesqueira e a natureza, no Brasil a pesca artesanal é de suma importância na produção pesqueira nacional, tornando importante o conhecimento de características sociais, econômicas, ambientais e operacionais das comunidades pesqueiras de cada região. Este trabalho teve como objetivo caracterizar a pesca artesanal na comunidade indígena Truká, localizada na Ilha de Assunção município de Cabrobó-PE, analisando o perfil socioeconômico e operacional das práticas pesqueiras utilizadas cotidianamente, por meio da realização de entrevistas semiestruturadas, com os pescadores locais. A coleta de informações foi feita através de questionários semiestruturados, aplicado a 25 pescadores e a presidente da colônia de pescadores Z-35. O trabalho foi desenvolvido entre os meses de agosto a setembro de 2022. Para seleção dos pescadores, foi utilizado o método de coleta de informações baseado na amostragem bola de neve (BAILEY, 1982). As entrevistas com os pescadores foram feitas em suas devidas residências e nos locais de pesca. Os resultados mostraram que na aldeia Truká tem cerca de 70 pescadores indígenas cadastrados na colônia Z-35, a maioria sendo homens (60%) em relação as mulheres (40%), com idade variante entre 32 a 59 anos. As pescadoras da ilha de assunção mostram sua força e capacidade para o trabalho “braçal”, reforçando a ideia de que “o lugar de mulher é onde ela quiser”, na qual conseguem uma renda da pesca igual à dos homens. Sobre o grau de escolaridade dos pescadores entrevistados observou-se que a maioria destes apresenta baixa escolaridade, quando comparado os gêneros, as mulheres possuem um grau de instrução maior. A canoa foi a embarcação mais citada para as pescarias e o principal apetrecho utilizado é a linha de mão e a rede de espera, sendo a curimatã, piau e pacu os principais recursos pesqueiros capturados. Todos os pescadores recebem o benefício do seguro defeso que acontece entre os meses de novembro até o final de fevereiro. A ausência da fiscalização acarreta a prática da pesca predatória demasiadamente, o que proporciona estado de alerta, visto que muitas espécies estão desaparecendo, a qual outros fatores também estão associados como os barramentos e a poluição. A realização desse trabalho tem por objetivo ver como a pesca artesanal se encontra na comunidade indígena, quantificando o número de pescadores que fazem parte da colônia Z-35, e quais as condições em que realizam a atividade, os meios necessários para uma melhoria, mostrando o grande potencial e importância que a comunidade indígena Truká da cidade de Cabrobó-PE tem, para o desenvolvimento dessa atividade na região.
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    Cultivo de dinoflagelado Durusdinium glynnii Lajeunesse et al., (2018) em diferentes salinidades
    (2023-04-25) Santos, Flávia Kleityane da Silva; Nascimento, Nivaldo Ferreira do; Abreu, Jéssika Lima de; http://lattes.cnpq.br/6237276943114119; http://lattes.cnpq.br/9158983117944896; http://lattes.cnpq.br/6882235307666767
    Microalgas são seres fotossintetizantes ubíquos em sistemas aquáticos, envolvendo enorme diversidade de formas e funções ecológicas, sendo também aproveitadas em atividades econômicas. De forma geral, apresentam elevadas taxas de crescimento, condição que proporciona alta produção de biomassa em intervalos de tempo curtos. Os dinoflagelados, junto com as diatomáceas, compõem o grupo dos principais produtores primários do fitoplâncton marinho. A maioria dos dinoflagelados são unicelulares, alguns formam cadeias, apresentam assimetria morfológica e dois flagelos distintos. Podem ser móveis ou imóveis, bênticas, planctônicas, simbiontes ou parasitas. Dinoflagelados, em particular as espécies oceânicas, são relativamente difíceis de cultivar em condições laboratoriais, mas são extremamente importantes para estudos ecológicos e fisiológicos, entre os quais destacam-se os relacionados à presença e/ou produção de toxinas. O presente estudo avaliou as características de crescimento do Durusdinium glynnii. A cepa do dinoflagelado endossimbionte D. glynnii, registrada sob número BMK 211, foi doada pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO USP). Os experimentos foram conduzidos de maneira a avaliar o crescimento do dinoflagelado (Durusdinium glynnii) em diferentes salinidades. Foram avaliadas as salinidades 0, 10, 20, 30 e 40 PSU. Pode-se observar que a diminuição progressiva da salinidade resultou na diminuição gradual do rendimento final celular e da taxa específica máxima de crescimento. Com isso conclui-se que, o dinoflagelado D. glynnii, apresenta um bom crescimento a partir da salinidade 20 PSU.
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    Vivência em laboratório de pesquisa de cultivo de microalgas
    (2023-04-26) Santos, Flávia Kleityane da Silva; Nascimento, Nivaldo Ferreira do; Abreu, Jéssika Lima de; http://lattes.cnpq.br/6237276943114119; http://lattes.cnpq.br/9158983117944896; http://lattes.cnpq.br/6882235307666767
    O presente relatório descreve as atividades acompanhadas durante o estágio supervisionado obrigatório realizado no Laboratório de Pesquisa de Cultivo de Microalgas da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), localizado em Recife-PE. Durante o período compreendido de 21 de novembro de 2022 à 30 de janeiro de 2023. As atividades diárias foram realizadas de segunda à sexta, com exeção da obrigatoriedade de cumprir atividades excepcionais, tais como emergências com os experimentos. O Laboratório possui uma boa infraestrutura, equipamentos de ponta e uma equipe capacitada para auxiliar os estagiários. Vale salientar que foi possível realizar meu tabalho de conclusão de curso durante o período de estágio. Hoje, o banco de cepas do laboratório dispõe de 23 espécies de microalgas, sendo 17 marinhas e 6 dulcícolas. A sala onde as cepas de microalgas são armazenadas é mantida a 20 ºC e as cepas são agitadas uma vez ao dia, de segunda a sexta; essas são mantidas em fotoperíodo integral de vinte e quatro (24h) de aproximadamente 2 000 lux. Os processos que envolvem a manutenção das cepas ocorrem a cada quinze ou trinta dias. O estágio proporcionou uma ampla área de conhecimentos oriundos de disciplinas teóricas, de modo que foi possível conciliar a teoria com a prática. Independentemente do local optado para realização deste, seja em laboratório ou empresas, o acompanhamento rotineiro é fundamental como um primeiro contato antes do início da carreira profissional.
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    Saúde e segurança ocupacional, riscos psicossociais e NR1 atualizada: um estudo em um posto de combustíveis
    (2026-02-12) Santos, Andresa Laiane de Oliveira; Feitosa, Maria José da Silva; http://lattes.cnpq.br/6887857776351323
    A Saúde e Segurança Ocupacional (SSO) tem se consolidado como um eixo estratégico nas organizações, especialmente em atividades caracterizadas por elevada exposição a riscos, como os postos de combustíveis. Nesse contexto, além dos riscos físicos e químicos, destacam-se os riscos psicossociais decorrentes da organização do trabalho, da pressão por metas, das jornadas prolongadas e das relações interpessoais. Este estudo tem como objetivo verificar de que forma as diretrizes de Saúde e Segurança Ocupacional, incluindo os riscos psicossociais, são operacionalizadas em um posto de combustíveis. Trata-se de uma pesquisa de caráter descritivo, composta por pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo. A fundamentação teórica baseou-se em livros e artigos científicos obtidos na biblioteca digital da UFRPE, no Google Acadêmico e em outras fontes confiáveis, além da legislação vigente, com destaque para a NR-1 e a NR-20. A coleta de dados empíricos foi realizada por meio da aplicação de questionário estruturado com os trabalhadores do posto de combustíveis, abordando aspectos relacionados às condições de trabalho, percepção de riscos, treinamentos, bem como uso de equipamentos de proteção e fatores psicossociais. Espera-se que os resultados contribuam para a compreensão das práticas de SSO nesse tipo de organização, subsidiando ações preventivas e estratégias de promoção da saúde e do bem-estar no trabalho.
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    Caracterização e dinâmica da pesca com espinhel pelágico de embarcações arrendadas de bandeira panamenha no Oceano Atlântico
    (2026-02-03) Silva, Aline Almeida da; França, Elton José de; http://lattes.cnpq.br/5783882441026976; http://lattes.cnpq.br/6271527880349855
    A pesca com espinhel pelágico possui grande importância socioeconômica no contexto da pesca oceânica, sendo amplamente utilizada na captura de espécies altamente migratórias, como os atuns. O presente estudo teve como objetivo analisar a dinâmica da pesca com espinhel pelágico realizada por embarcações arrendadas de bandeira panamenha no Oceano Atlântico, nos anos de 2004 e 2005, por meio da avaliação do esforço de pesca, da captura por unidade de esforço (CPUE) e da composição das capturas. Os dados analisados são provenientes de registros do Programa de Observadores de Bordo, contemplando informações sobre esforço de pesca, localização geográfica das operações e espécies capturadas. O esforço de pesca totalizou 2.136.986 anzóis em 2004, considerando dados disponíveis entre os meses de maio e dezembro, e 4.545.827 anzóis em 2005, evidenciando intensificação das operações no segundo ano. A CPUE apresentou variação mensal e trimestral, com os maiores valores concentrados no segundo semestre, destacando-se o pico de 32,584 registrado em junho de 2004 e 24,012 em agosto de 2005. A análise da composição das capturas revelou um total de 257.944 indivíduos, com predominância das espécies-alvo 20,15%, sendo a albacora-laje (T. albacares) a espécie mais capturada 16,64% e com maior CPUE 6,42. Também foram registradas capturas de espécies não alvo, incluindo peixes de bico 12,63%, peixes cartilaginosos 4,92% e peixes ósseos 17,07%, evidenciando o caráter multiespecífico da pescaria. Os resultados reforçam a importância do monitoramento da pesca com espinhel pelágico e fornecem subsídios para o manejo sustentável dos recursos pesqueiros no Atlântico.