TCC - Licenciatura em Educação Física (Sede)

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    A importância do componente curricular Socorros e Urgência para os alunos da graduação de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco
    (2026-06-29) Falcão, Karol Carolinne; Lindoso, Rosângela Cely Branco; http://lattes.cnpq.br/3076590717855221; http://lattes.cnpq.br/7470489862129946
    O presente estudo analisa a relevância do componente curricular obrigatório Socorros e Urgência na formação inicial de discentes do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Frente às constantes reformulações neotecnicistas que fragmentam as matrizes curriculares e ao imperativo legal estabelecido pela Lei Lucas (Lei nº 13.722/2018), investigou-se se a preparação universitária confere a segurança técnica e psicológica necessária para a atuação docente diante de emergências escolares. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa de campo descritiva com abordagem mista (quali-quantitativa). Os dados foram coletados por meio de um formulário eletrônico estruturado no Google Forms, respondido por uma amostra de 22 participantes, entre discentes e egressos da instituição. Os resultados revelaram um descompasso acentuado entre a retenção teórica e a autoeficácia prática: embora 95,5% dos respondentes afirmem ter compreendido o conteúdo da disciplina, apenas 27,3% declaram-se plenamente aptos a intervir em cenários reais, predominando um sentimento de insegurança condicional (45,5%) ou inaptidão (27,3%). No teste de conhecimentos específicos, observou-se o domínio de protocolos populares (como síncope, com 100% de acertos), em contraposição a índices expressivos de erro em intercorrências complexas, como epistaxe, o sangramento nasal, (27,3% de erros) e afogamento grau 1 (50,0% de erros). Os relatos qualitativos evidenciaram, contudo, o papel emergencial e fiscalizador crucial assumido pelos professores no cotidiano escolar para mitigar lesões e conter procedimentos leigos lesivos. Conclui-se que, apesar de indispensável, o componente curricular necessita de reformulações metodológicas na UFRPE, com ênfase em simulações realísticas e projetos de extensão voltados à reciclagem continuada, alinhando de forma efetiva as normativas de saúde à realidade do chão da escola.
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    As contribuições da dança como conteúdo da educação física no ensino fundamental - anos finais
    (2026-07-09) Carneiro, Vitória Raiane da Silva; Mello, Rachel Costa de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/8749101676171464; http://lattes.cnpq.br/2179608048633193
    A presente pesquisa tem como tema a presença da dança como conteúdo de ensino da Educação Física no Ensino Fundamental - Anos Finais. A dança como conteúdo de ensino foi, por muito tempo, desconsiderada no componente curricular Educação Física. Apesar de ser um conhecimento historicamente construído pela humanidade e expressão cultural de diversos povos e territórios, sua inserção como conteúdo de ensino na educação física nas políticas curriculares da educação básica somente se deu com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs, 1997), nos quais foi incluída como “Atividades Rítmicas e Expressivas: Foco na expressão corporal e rítmica, como danças e brincadeiras cantadas nos currículos escolares brasileiros”. A sua presença hoje é constante em políticas curriculares municipais, estaduais e nacionais, como na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no âmbito nacional e, por exemplo, no Currículo de Pernambuco (2021), em âmbito estadual. A pesquisa tem como objetivo analisar as contribuições pedagógicas e culturais da dança como conteúdo da Educação Física nos anos finais do Ensino Fundamental. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, do tipo bibliográfica a partir da seleção e análise de artigos publicados no Portal de Periódicos da Capes entre os anos 2015 a 2025. Nessas análises, concluímos que a dança constitui um importante conteúdo da Educação Física, contribuindo para a formação integral dos alunos, para a valorização da diversidade cultural e para o desenvolvimento de práticas pedagógicas mais inclusivas e significativas no âmbito da Educação Física nos anos finais do Ensino Fundamental.
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    O autismo na educação básica: inclusão de estudantes do ensino médio com TEA nas aulas de educação física à luz das normas legais e estratégias pedagógicas
    (2026-07-06) Aguiar, Girlane Rafael; Alves, Maria do Socorro Valois; http://lattes.cnpq.br/1019759205900756; http://lattes.cnpq.br/1009110943246507
    A inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na escola tem sido um tema central nos debates sobre educação inclusiva, principalmente no que diz respeito a garantir que esses alunos entrem, permaneçam e participem de verdade do ambiente educacional. Nesse cenário, este trabalho teve como objetivo analisar a inclusão de estudantes com TEA na Educação Básica, com foco nas aulas de Educação Física no Ensino Médio, levando em conta as leis atuais e as estratégias pedagógicas usadas no dia a dia escolar. A pesquisa buscou compreender as dificuldades enfrentadas na prática inclusiva, além de identificar como as políticas públicas, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e as metodologias de ensino ajudam no desenvolvimento, na participação e na aprendizagem desses alunos. O estudo foi desenvolvido por meio de uma abordagem qualitativa, utilizando pesquisa documental e de campo. A parte bibliográfica e documental foi feita a partir da análise de livros, artigos científicos e legislações sobre educação inclusiva, Educação Física escolar e TEA. Já a pesquisa de campo contou com a aplicação de entrevistas e questionários direcionados à professora de Educação Física, professor do AEE e gestora. Os dados coletados foram analisados por meio da técnica de análise de conteúdo de Bardin (2011), permitindo cruzar a teoria com a prática. Espera-se que esta pesquisa ajude a compreender a realidade vivida pelas escolas no processo de inclusão, mostrando tanto os avanços das políticas públicas quanto os desafios que ainda existem. Além disso, o estudo busca colaborar para o fortalecimento de práticas pedagógicas inclusivas e para ampliar os debates acadêmicos sobre a Educação Física e a inclusão escolar.
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    Coeducação na educação física escolar: diálogos com a obra “Gênero e sexualidade no esporte, educação física e produção do conhecimento em 40 anos de CBCE”
    (2026-06-30) Ribeiro, Deborah Vasconcelos D'Albuquerque; Lira, Maria Helena Câmara; http://lattes.cnpq.br/1315487815493191; http://lattes.cnpq.br/9426335873572390
    Este estudo buscou investigar a relação entre os trabalhos sobre gênero e sexualidades reunidos no livro "Gênero e Sexualidade no Esporte e na Educação Física: Produção de Conhecimento em 40 Anos de CBCE" e os princípios da coeducação na Educação Física escolar. Realizada de forma qualitativa, com base em pesquisa bibliográfica e caráter descritivo, a análise temática focou nos dez capítulos da obra organizada por Wenetz, Athayde e Lara (2020). O embasamento teórico veio das ideias de Valter Bracht, Guacira Lopes Louro, Daniela Auad, Luciano Corsino e Costa e Silva, pesquisadoras/es que abordam Educação, Educação Física, gênero, sexualidades e coeducação. A investigação levou à organização dos achados em três eixos temáticos: Gênero e Participação na Educação Física Escolar; Corpos, Identidades e Resistências; Representações de Gênero no Esporte e na Cultura Corporal. Os resultados mostraram que, mesmo sem menção direta da coeducação nos capítulos, os estudos se alinham bastante com seus princípios, especialmente no que toca à equidade de chances, ao respeito às distinções, à valorização da diversidade e ao combate às disparidades de gênero. Conclui-se que o conhecimento científico produzido pelo Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte ajuda a edificar experiências de ensino mais abertas, democráticas e focadas na igualdade e equidade nas aulas de Educação Física escolar, fornecendo elementos para fortalecer abordagens coeducativas no ambiente educacional.
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    Educação física e saúde mental: estudos sobre a ansiedade dentro da escola
    (2026-07-01) Nascimento, Jadiel Cunha do; Lira, Maria Helena Câmara; http://lattes.cnpq.br/1315487815493191; http://lattes.cnpq.br/7801443525767537
    O presente estudo teve como objetivo identificar e analisar, a partir dos estudos na área, os debates e as relações entre Educação Física e saúde mental, com ênfase na ansiedade. Trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter exploratório-descritivo, desenvolvida a partir da análise de artigos científicos selecionados sobre Educação Física, saúde mental e ansiedade no ambiente escolar. Como estratégia de análise dos dados, utilizou-se a Análise Temática proposta por Braun e Clarke (2006), que possibilitou a identificação, a organização e a interpretação dos padrões presentes nos estudos investigados. Os resultados permitiram a construção de cinco temas finais: sofrimento psíquico na adolescência; autoimagem e vulnerabilidades emocionais; escola como ambiente de risco e proteção; redes de apoio e pertencimento social; e atividade física e competências socioemocionais. Os achados evidenciaram que a Educação Física Escolar contribui para a promoção da saúde mental não apenas por meio da prática de atividades físicas, mas também pela criação de espaços de acolhimento, socialização, expressão corporal, desenvolvimento socioemocional e fortalecimento do sentimento de pertencimento. Além disso, verificou-se que práticas pedagógicas inclusivas e participativas podem favorecer a redução de sintomas ansiosos, o fortalecimento da autoestima e a melhoria das relações interpessoais dos estudantes. Conclui-se que a Educação Física Escolar desempenha papel relevante na promoção da saúde mental e no enfrentamento da ansiedade, constituindo-se como importante ferramenta para o desenvolvimento integral dos estudantes e para a construção de ambientes escolares mais saudáveis e acolhedores.
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    A relação entre educação física e saúde mental: debates a partir de um estudo bibliográfico
    (2026-07-01) Mota, Emerson Matheus da Silva; Lira, Maria Helena Câmara; http://lattes.cnpq.br/1315487815493191
    A relação entre corpo e mente tem sido progressivamente reconhecida como um pilar essencial para o desenvolvimento integral dos indivíduos, especialmente no contexto educacional. Tradicionalmente, a Educação Física esteve limitada a um modelo biomédico e higienista, focado na aptidão mecânica e no rendimento. Contudo, diante do cenário atual, marcado pela prevalência do sedentarismo e pelo crescimento significativo de transtornos psíquicos entre os adolescentes, como ansiedade e depressão, torna-se necessário ressignificar a atuação da disciplina. Diante disso, este trabalho tem como objetivo geral analisar como a produção acadêmica sobre as práticas corporais pode fundamentar a práxis da Educação Física Escolar na promoção da saúde mental e do bem-estar integral dos estudantes. A pesquisa, desenvolvida sob uma abordagem qualitativa, caracteriza-se como uma revisão bibliográfica. Realizou-se um levantamento em bases de dados eletrônicas (PubMed/MEDLINE, LILACS, SciELO e repositórios institucionais), resultando na seleção e análise temática de 8 obras científicas pertinentes. Os resultados evidenciam que a transição epistemológica para os conceitos de Cultura Corporal e Saúde Coletiva é fundamental para romper com o reducionismo biológico, compreendendo o adoecimento como um reflexo de determinações sociais. A literatura indica que o movimento humano gera adaptações neurobiológicas importantes, como a regulação hormonal e o estímulo à neurogênese; todavia, esses benefícios exigem um ambiente de sociabilidade seguro para se sustentarem. Constatou-se que a disciplina, quando pautada em um ensino humanizado, atua na redução do isolamento e na construção de redes de apoio social. Conclui-se, portanto, que a saúde mental não é abordada na escola por meio de intervenções clínicas ou medicalizantes, mas pela adoção de uma postura ético-política por parte do docente. Ao tratar o movimento como linguagem plural e afastar as exigências estéticas excludentes, a Educação Física Escolar se apropria do saber científico para atuar como um importante fator de proteção psicossocial, promovendo acolhimento, emancipação e saúde integral da juventude.
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    Desafios e possibilidades do jogo de xadrez como conteúdo de ensino nas aulas de educação física
    (2026-06-29) Silva, Jadson Câmara da; Lindoso, Rosângela Cely Branco; http://lattes.cnpq.br/3076590717855221; http://lattes.cnpq.br/7213284805288844
    Esta pesquisa tem como tema: desafios e possibilidades do jogo de xadrez como conteúdo de ensino nas aulas de Educação Física, analisando suas possibilidades educativas e sua contribuição para o processo de ensino-aprendizagem. O estudo tem como objetivo geral analisar o jogo como conteúdo da Educação Física e o xadrez enquanto uma de suas classificações, considerando seus fundamentos, especificidades e contribuições pedagógicas. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa e bibliográfica, fundamentada na análise de livros, artigos científicos e demais produções acadêmicas relacionadas ao tema. A coleta de dados foi realizada em bases de dados e periódicos da área da Educação Física, utilizando os descritores “xadrez”, “jogo como conteúdo pedagógico” e “xadrez na escola”. Foram encontrados treze estudos, dos quais cinco foram selecionados para análise a partir de critérios de inclusão e exclusão previamente definidos. Os dados foram organizados e interpretados por meio de uma análise descritiva das informações presentes nos trabalhos selecionados. Os resultados evidenciaram que o xadrez apresenta significativo potencial pedagógico no contexto escolar, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, como raciocínio lógico, atenção, concentração, memória e tomada de decisão. Também foram identificadas contribuições para aspectos socioemocionais, incluindo autocontrole, cooperação, respeito às regras e socialização. Além disso, os estudos apontaram que o xadrez favorece práticas interdisciplinares e amplia as possibilidades pedagógicas da Educação Física escolar. Entretanto, foram observados desafios para sua implementação, como a falta de formação específica dos professores, a escassez de recursos materiais e a reduzida inserção do conteúdo nos currículos escolares. Conclui-se que o xadrez é capaz de contribuir para a formação integral dos estudantes e para o enriquecimento das práticas educativas na Educação Física escolar.
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    Os esportes de marca no ensino fundamental: uma análise do atletismo no Currículo de Pernambuco
    (2026-06-30) Pessoa, Flaviana dos Santos; Paiva, Andréa Carla de; http://lattes.cnpq.br/1546386833032185; http://lattes.cnpq.br/5511111740158985
    O conteúdo Esportes de marca, em específico o Atletismo, tem tido cada vez menos espaço nas aulas, seja por falta de estrutura física, seja por falta de conhecimento por parte dos professores. Tal conteúdo, se expressa nos documentos, como objeto de conhecimento vinculado ao desenvolvimento das capacidades físicas, da ludicidade e da formação integral dos(as) estudantes, podendo ir além disso. Desse modo, esta pesquisa tem como objetivo compreender a organização do conhecimento Esportes de marca nas aulas de Educação Física para o Ensino Fundamental na escola, a partir do Currículo de Pernambuco. Para tanto, definimos como objetivos específicos, reconhecer o esporte como objeto de ensino nas aulas de Educação Física e apresentar a organização do ensino do esporte de marca Atletismo no Currículo de Pernambuco para o Ensino Fundamental. O estudo propõe através de um estudo bibliográfico-documental, de caráter qualitativo, entender a importância da temática Esportes de Marca nas aulas de Educação Física escolar, discutindo sobre o papel social da escola e da Educação Física enquanto componente curricular obrigatório na Educação Básica. Nesse sentido, apresentamos a especificidade deste esporte, e como se dá a organização desta temática no Currículo de Pernambuco. A partir da realização da análise, destacamos que o Currículo de Pernambuco para a organização do conteúdo Esportes de marca no Ensino Fundamental, dentro de suas possibilidades, se caracteriza como um documento que procura manter sua identidade cultural, preservando sua essência, mas se apresenta também como um documento conservador, tendo como objetivo aprimorar o processo de ensino-aprendizagem, a partir apenas da experimentação corporal, além de uma organização desigual dos conteúdos esportivos durante o percurso escolar.
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    O ensino do esporte nas aulas de educação física: contribuições da abordagem crítico-superadora
    (2026-07-02) Araújo, Alyson Daniel Nascimento de; Paiva, Andréa Carla de; http://lattes.cnpq.br/1546386833032185
    Este estudo parte da compreensão de que, historicamente, o Esporte foi inserido na escola sob forte influência do modelo de rendimento, marcado pela valorização da competição, do desempenho técnico e da seleção dos estudantes mais habilidosos, limitando suas possibilidades educativas. Diante desse contexto, buscou-se como objetivo geral, analisar as contribuições da Abordagem Crítico-Superadora para o ensino do esporte nas aulas de educação física, e como objetivos específicos, analisar os fundamentos da Abordagem Crítico-Superadora no ensino do Esporte e analisar o ensino do Esporte nas aulas de educação física, a partir da Abordagem Crítico-Superadora. Metodologicamente, a pesquisa caracteriza-se como qualitativa, onde se realizou uma entrevista semiestruturada realizada com um professor de Educação Física da Rede Pública do Estado de Pernambuco, cuja prática pedagógica fundamenta-se nos pressupostos da Abordagem Crítico-Superadora. Os dados foram analisados à luz da Análise Interpretativa, em articulação com os referenciais teóricos que sustentam o estudo. Os resultados evidenciaram que a Abordagem Crítico-Superadora compreende o Esporte como um conteúdo de ensino que ultrapassa a mera aprendizagem técnica, possibilitando aos estudantes a compreensão de seus aspectos históricos, sociais, políticos e culturais. A análise da entrevista revelou que essa abordagem favorece a participação dos alunos, amplia os espaços de reflexão crítica, problematiza questões sociais presentes no contexto esportivo e contribui para a superação de práticas excludentes associadas ao modelo esportivista tradicional. Conclui-se que a Abordagem Crítico-Superadora apresenta contribuições significativas para o ensino do Esporte na Educação Física escolar, ao promover uma prática pedagógica inclusiva, reflexiva e comprometida com a formação humana, possibilitando aos estudantes uma compreensão crítica da realidade social e das manifestações da Cultura Corporal.
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    A saúde como conteúdo curricular nas aulas de educação física na escola do ensino fundamental anos iniciais
    (2026-06-29) Silva, Gleydson Batista da; Alves, Maria do Socorro Valois; http://lattes.cnpq.br/1019759205900756; http://lattes.cnpq.br/5430960950263264
    Este trabalho investiga a saúde como um tema relevante para ser abordado nas aulas de Educação Física no Ensino Fundamental Anos Iniciais e estratégias para sua aplicação. A pesquisa se caracteriza como uma pesquisa bibliográfica, analisando textos, artigos e documentos que falam sobre saúde e educação física. A saúde é um tema que vem se esvaziando na licenciatura em Educação Física e isso repercute nas escolas, a despeito de ser um conteúdo de imensa relevância, que pode ser vivenciado em relação com outros conteúdos, sendo assim, objetivamos compreender a importância da saúde como conteúdo curricular nas aulas de Educação Física na escola do Ensino Fundamental Anos Iniciais (1° a 5° ano). Previsto nas bases curriculares, a saúde se constitui como um conteúdo que deve ser ministrado mediante diversas estratégias para sua abordagem, desde projetos em jogos escolares até a sua aplicação como tema transversal da matriz curricular. É importante a superação de visões limitantes como visões tecnicistas e tradicionais que geram afastamento do conteúdo da saúde e a adoção de abordagens mais atuais e reflexivas como a saúde coletiva que leva em conta o tecido social. Tais abordagens representam avanço e permitem aos alunos terem a saúde como tema que gera reflexão e criticidade e, aos professores, a reflexão sobre a importância desse conteúdo em sua formação e atuação profissional. Propomos uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, realizada por meio da análise de livros, artigos científicos e documentos relacionados à saúde e a educação física. Os resultados apontaram que a saúde constitui um tema essencial nas aulas de educação física dos anos iniciais, devendo ser abordada de forma crítica e reflexiva. Nessa perspectiva, a saúde, tema relevante, deve superar as visões que a limitam a apenas, a ausência de doenças, partindo para novas opções de abordagem, novas pesquisas e reflexões para as quais o presente trabalho, sem ter a pretensão de esgotar o tema, busca contribuir.