Licenciatura em Educação Física (Sede)
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Item O ensino de jogos e brincadeiras nas aulas de educação física no ensino fundamental: desafios e possibilidades(2025-12-10) Nascimento, Wanessa Kelly do; Paiva, Andréa Carla de; http://lattes.cnpq.br/1546386833032185; http://lattes.cnpq.br/9344139813591420A presente pesquisa buscou compreender os desafios e possibilidades do ensino de jogos e brincadeiras na Educação Física no Ensino Fundamental anos finais, a partir da análise dos relatos de experiência publicados nos cadernos de formação da Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE). Nesse sentido, estabeleceu-se como objetivos específicos reconhecer o jogo e a brincadeira como conteúdos de ensino nas aulas de Educação Física e identificar os desafios e possibilidades do ensino-aprendizagem desses conteúdos no contexto do Ensino Fundamental. Foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa de cunho bibliográfico. A análise foi feita a partir de publicações feitas no período de 2015 a 2025. Como critérios de inclusão foram selecionados relatos que abordassem a temática Jogos e Brincadeiras na Educação Física nos anos finais do Ensino Fundamental. Foram identificados seis relatos, porém na especificidade da pesquisa foram selecionados três que se adequaram ao tema. A partir da leitura e interpretação desses textos, foi possível ver como os estudos têm discutido os desafios e as possibilidades do trabalho pedagógico com jogos e brincadeiras. Observou-se uma quantidade reduzida de relatos publicados sobre o tema no recorte temporal analisado. Contudo, mesmo diante desse número limitado, os textos evidenciam que, apesar dos desafios enfrentados pelos professores como falta de recursos, tempos reduzidos, dificuldades de planejamento e limitações estruturais, também emergem diversas possibilidades para qualificar o ensino. Entre elas, destacam-se a valorização da cultura lúdica dos estudantes, a construção de propostas participativas, a ampliação das experiências corporais e a compreensão dos jogos e brincadeiras como conteúdos significativos para o desenvolvimento integral dos alunos. Desse modo, os estudos analisados reforçam a relevância dos jogos e brincadeiras no ensino-aprendizagem e ressaltam seu potencial e contribuição para Educação Física escolar.Item Lutas e relações de gênero: um estudo da produção do Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional(2025-12-10) Nery, Andreza Michella Cardoso; Lira, Maria Helena Câmara; http://lattes.cnpq.br/1315487815493191; http://lattes.cnpq.br/4378328642927698A educação feminina, alguns séculos atrás, era considerada inadequada e promíscua, pois para aquela sociedade, os direitos das mulheres eram significativamente reduzidos a serem esposas, mães e donas de casa. E, quando elas conseguiram este direito, o currículo das meninas era diferente dos meninos, reduzindo as atividades domésticas. No entanto, atualmente temos uma educação mista de ensino amplamente difundida nas escolas e, apesar de ser uma conquista, não é o suficiente para um ensino igualitário, porque ainda se tem a separação dos/as estudantes de acordo com as atividades apresentadas, como a unidade temática lutas que para o senso comum é uma prática masculina. Com isto, a presente pesquisa tem como objetivo analisar as relações de gênero no ensino da unidade temática lutas na Educação Física escolar a partir de dissertações encontradas nos repositórios das Instituições de Ensino Superior que fazem parte do Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional (ProEF). Sendo assim, este estudo é uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa onde o principal meio de análise foi a leitura das produções deste mestrado profissional e seus recursos educacionais a partir de três categorias de análise definidas: os limites e as possibilidades do debate de gênero na unidade temática lutas; o referencial teórico utilizado pelos/as docentes; o produto educacional produzido por eles/as. Foram encontradas duas dissertações de universidade do Nordeste, que se encaixaram no quesito relações de gênero nas aulas de Educação Física sobre a unidade temática lutas, por duas professoras mulheres. Essas duas produções foram analisadas através das categorias citadas, onde em ambas foram identificadas as dificuldades com este conteúdo pela persistência de estereótipos e empecilho de socialização entre os alunos e as alunas durante as aulas, apesar disso uma das professoras adotou a coeducação como estratégia de aula através das teorias pós-estruturalistas e a outra docente, implicitamente, também utilizou dessa estratégia de ensino sob a perspectiva crítica-superadora. Os seus produtos educacionais foram citados nas dissertações, mas apenas um deles estava disponível, havendo uma facilidade para seu acesso e com um layout atrativo e didático.Item Estratégias para inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar: uma revisão bibliográfica(2025-12-04) Silva, Alexsander Soares da; Lindoso, Rosângela Cely Branco; http://lattes.cnpq.br/3076590717855221; http://lattes.cnpq.br/3237439215572256No país muito se tem falado a respeito de inclusão, mais especificamente sobre a inclusão de pessoas com o transtorno do espectro autista (TEA) no ambiente escolar. O transtorno do espectro autista é um distúrbio que compromete o desenvolvimento neurológico que afeta a comunicação, linguagem e comportamento social, dependendo do grau/nível do distúrbio. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), agência internacional especializada em saúde pública das Américas, uma em cada 160 crianças tem transtorno do espectro autista (TEA). Essa pesquisa busca responder ao seguinte problema de pesquisa: quais as estratégias para inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar? Definimos, assim, como objetivo geral: analisar as estratégias para inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar na produção do conhecimento. O estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica desenvolvida através de uma abordagem qualitativa. Para o desenvolvimento desta pesquisa foi utilizada a plataforma de buscas do Portal de Periódicos da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Utilizamos para seleção dos artigos, os descritores “educação física escolar” AND “inclusão” AND “autismo” no site do Portal de Periódicos CAPES, no qual foram localizados 18 artigos, sendo todos em Português. Após a análise dos títulos foram selecionados 7 artigos para a leitura, que tratavam de Educação Física Inclusiva, Educação Física Escolar, Autismo e Transtorno do Espectro Autista. Da análise conjunta dos artigos os resultados apontam que dentre as estratégias para a inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar estão a necessidade da adaptação curricular e metodológica, a formação docente, o uso da psicomotricidade e a participação da família e da comunidade escolar. Esse conjunto de estratégias se complementam tornando-se capazes de transformar as aulas de educação física em um espaço inclusivo e democrático para alunos com TEA.Item A historicidade do conhecimento escolar da educação física no ensino fundamental(2024-08-04) Antunes, Lucas Tobias Pimentel; Mello, Rachel Costa de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/8749101676171464A presente pesquisa tem como tema a historicidade do conhecimento da Educação Física no Ensino Fundamental. Compreendemos que a historicidade é fundamental para a apropriação de conhecimentos escolares em sua totalidade, pois consideramos que os conhecimentos são construídos a partir de evidências que entram em disputa por validação. Delimitamos como problema de pesquisa: qual a importância da historicidade do conhecimento da educação física no Ensino Fundamental? E definimos como objetivo geral: analisar a importância da historicidade do conhecimento para o ensino da educação física no ensino fundamental. Assim, definimos como objetivos específicos: compreender a Educação Física no Ensino Fundamental; compreender o conceito de historicidade dos conteúdos; identificar a historicidade no ensino dos conhecimentos da Educação Física na etapa do ensino fundamental. Com esses objetivos, definimos como metodologia, a pesquisa bibliográfica na qual realizamos uma fundamentação teórica e a análise dos artigos encontrados. Concluímos que a historicidade está sendo cobrada nas políticas curriculares, nas determinações das políticas educacionais através das leis 10.639/03 e 11.645/08, sendo tema de diversas pesquisas relacionadas à Educação Física. Tanto os autores do quadro teórico da pesquisa bibliográfica, quanto os autores mais atuais selecionados demonstraram a relevância social da historicidade no componente curricular Educação Física, apontando o quanto é imprescindível no ensino dos conhecimentos curriculares na educação básica e, enfaticamente, no componente curricular educação física no ensino fundamental.Item A temática lutas indígenas no componente curricular da educação física para o cumprimento da Lei 11.645/08(2024-10-02) Moreira, Adriely Acioli; Vieira, Ana Luiza Barbosa; Almeida, José Nilton de; http://lattes.cnpq.br/8939015877774533; http://lattes.cnpq.br/2045282789284599; http://lattes.cnpq.br/5166632551562883A presente monografia investiga a relevância do conteúdo de ensino "Lutas" associada à cultura indígena no componente curricular de Educação Física, conforme exigido pela Lei 11.645/08. A pesquisa busca entender como as lutas indígenas, ricas em tradição e cultura, contribuem nas práticas pedagógicas da Educação Física Escolar, promovendo a valorização da identidade indígena e o cumprimento da Lei 11.645/08. O trabalho foi realizado através de uma revisão bibliográfica, na qual foram abordadas questões relacionadas ao contexto histórico que envolvem os povos indígenas, à importância da cultura na educação e à inclusão da diversidade nas escolas. Observou-se que a aplicação da Lei ainda enfrenta desafios, especialmente no que diz respeito à formação docente, que frequentemente carece de conhecimento sobre as lutas indígenas. O estudo conclui que a inserção dessas lutas no ensino da Educação Física pode contribuir para uma educação mais inclusiva, e promotora de uma consciência crítica nos/as alunos/as sobre a diversidade cultural brasileira.Item Contribuições do programa Residência Pedagógica para a formação continuada de professores(as) de educação física da escola pública de educação básica(2024-09-16) Pereira, Adriana Rito; Paiva, Andréa Carla de; http://lattes.cnpq.br/1546386833032185; http://lattes.cnpq.br/9770671873351008O Programa Residência Pedagógica (PRP) foi instituído pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) como parte da Política Nacional de Formação de Professores(as) no Brasil em 2018. Apesar de o PRP ser um programa para a formação inicial de professores, pesquisas identificaram sua importante participação na formação continuada de professores(as) de Educação Física da escola pública de educação básica. Considerando que o PRP possa proporcionar ambientes favoráveis, não apenas para a formação inicial, mas também para a formação continuada, é importante identificar em quais condições e em que real sentido se dá esse fenômeno, uma vez que a formação continuada de professores ainda é objeto de críticas e reflexões no contexto brasileiro. Diante dessa conjuntura, esta pesquisa analisou as contribuições do PRP para a formação continuada de professores(as) preceptores(as) do PRP/UFRPE Núcleo Educação Física, Edital Interno nº 34/2022. Foi realizada uma pesquisa descritiva de campo com abordagem qualitativa para analisar as categorias Formação de Professores de Educação Física e Organização do Trabalho Pedagógico (OTP) no PRP. Foram objetivos específicos, identificar as concepções de formação no contexto da Educação Física Escolar e reconhecer os processos formativos envolvidos na prática pedagógica do professor de Educação Física. Para tanto foi realizada uma entrevista estruturada com os professores preceptores do PRP/UFRPE. O tratamento dos dados obtidos das entrevistas foi feito a partir da Análise de Conteúdo Categorial Temática, proposta por Bardin (2016). Sob a ótica da OTP na Educação Física, a participação dos professores preceptores no PRP contribuiu principalmente para dar materialidade ao trabalho pedagógico desenvolvido dentro do programa, favorecendo a renovação de suas práticas pedagógicas pela mobilização e confrontação associada à atuação dos estudantes residentes nas escolas; pela corresponsabilidade atribuída aos professores(as) preceptores(as) sobre a formação dos residentes; e pela troca de saberes com os(as) professores(as) da universidade, durante as formações. A OTP no PRP favoreceu a interdisciplinaridade, aproximando teoria e prática, fazendo da escola espaço para estudo, investigação, reflexão e intervenção, favorecendo o desenvolvimento de ações consistentes e críticas, ajudando residentes e preceptores(as) a se reconhecerem como sujeitos capazes de promover mudanças em sua prática pedagógica, superando os desgastes da rotina escolar. Concluímos, então, que o PRP contribuiu para a formação continuada dos(as) professores(as) preceptores(as) de Educação Física sob duas formas: uma através do engajamento nas atividades do PRP dentro da escola, com os estudantes residentes; e outra através das formações específicas, organizadas pelos professores coordenadores do programa. Porém, a adesão às formações específicas pelos preceptores(as) foi limitada. Por limitações desta pesquisa, sugerimos que novos estudos sejam conduzidos no sentido de identificar quais métodos são mais eficazes à formação continuada de professores(as) de Educação Física na escola pública. Entretanto, este último aspecto não invalidou o fato de o PRP ter sido um programa de incentivo à docência exitoso que reuniu a formação inicial e continuada de professores(as) dentro de um projeto de educação pautado na valorização do(a) professor(a) da escola pública, na justiça social e na democracia.Item O basquetebol nas aulas de educação física escolar: uma revisão sistemática(2022-06-08) Ferreira, Anderson Rodrigo da Silva; Lima, Ricardo Bezerra Torres; http://lattes.cnpq.br/0128873517491860; http://lattes.cnpq.br/0788294890656084Este estudo parte da questão da exclusão desportiva nas aulas de educação física, especificamente o basquetebol, pois, de acordo com o conteúdo do basquetebol acaba sendo pouco difundido no âmbito escolar. Os fatores que impedem à prática do basquetebol estão ligados à falta de uma mínima infraestrutura e a elementos direcionados a prática docente, como a falta de uma sistematização dos conhecimentos e a ausência de uma identidade metodológica.Por isso, este estudo possui como objetivo geral de trazer as contribuições dos artigos originais publicados na última década que tratam do ensino do basquetebol na educação física escolar. A partir disso,selecionar elementos relevantes para auxiliar a prática docente através de uma revisão sistemática. A primeira etapa foi de realizar uma busca na base de dados eletrônica utilizando os descritores Ensino ou Pedagogia; Basquetebol; Educação Física; Escola ou Ensino Fundamental ou Ensino Médio, bem como aplicando os operadores lógicos “AND e OR”.A partir dos artigos encontrados, a segunda etapa consistiu na aplicação dos seguintes critérios: serem artigos originais; em língua portuguesa; disponíveis na íntegra; de acesso gratuito; publicados entre 2012 e 2022; apresentando no título, resumo ou assunto os citados descritores. Em uma terceira etapa, foi realizada uma busca em periódicos da área de Educação Física qualificados entre A1 e B3 na Plataforma Sucupira já utilizando diretamente os critérios supramencionados. Na etapa seguinte, dois artigos foram elegidos, sendo ambos dos mesmos autores.Constatou-se na em uma das obras encontradas a realidade do desenvolvimento do basquetebol como conteúdo escolar, enfatizando a importância do professor de Educação Física no que concerne ao seu compromisso com a prática pedagógica oferecendo aos discentes a consciência em relação à prática da modalidade com seu crescimento. Surge enquanto categoria baseado nas entrevistas com os professores, a importância do professor enquanto agente contribuinte no processo ensino-aprendizagem, no que se refere enquanto solução, a sistematização e organização do conhecimento a ser construído com os estudantes através do conteúdo basquete.O segundo estudo aponta uma predominância masculina na prática e quanto ao rendimento feminino, aparece a dificuldade de desenvolver o processo ensino-aprendizagem no basquetebol pela falta de habilidade motora, assim como dificuldades que surgem com a própria característica da modalidade, como o peso da bola e altura do aro. Entretanto, enquanto protagonista para superar as dificuldades de participação e motivação à prática surge o jogo enquanto ferramenta metodológica, tornando-se um facilitador pela sua flexibilidade em adaptar situações em prol da heterogeneidade dos estudantes. A prática do basquete por meninas em ambiente escolar pode representar um importante vínculo com a formação de valores e a quebra da hierarquização em relação à comparação com os meninos.Considerando a importância do basquetebol para Educação Física, constatamos que as publicações em periódicos acerca da modalidade em âmbito escolar são escassas. Isto reduz a possibilidade de proporcionar através desta via discussões relevantes sobre problemáticas direcionadas ao tema, que pode resultar em poucos avanços na prática pedagógica envolvendo o basquetebol na Educação Física escolar.Item A inclusão do aluno surdo nos esportes coletivos dentro das aulas de educação física escolar(2025-03-17) Ferreira Júnior, Jason Paulo Campos; Lira, Mirelly Lucena de; http://lattes.cnpq.br/1743435562988650A deficiência auditiva é definida como a perda parcial ou total da capacidade de ouvir. Ela traz mudanças especialmente na comunicação, no entanto, a deficiência é sentida na medida em que os ambientes não estão preparados para acolher diferentes formas de comunicação e acesso ao conteúdo, por isso há uma importância crucial da inclusão escolar. A educação inclusiva é um processo que desenvolve laços com o intuito de garantir no que preza para harmonizar os fatores intrínsecos necessários à sua implementação no sistema educacional, e reformulando a tese diante da reflexão sobre a educação e o seu verdadeiro papel a respeito da inclusão na contemporaneidade nas aulas de Educação física escolar. O objetivo geral deste estudo foi analisar a produção técnica científica acerca do acolhimento e inclusão em ambiente escolar de alunos com deficiência auditiva focando na prática da educação física e jogos esportivos. Trata-se de uma revisão integrativa, onde foram utilizadas as bases de dados MEDLINE, LILACS e SCIELO. Foram selecionados artigos originais, nos idiomas inglês e português, sem restrição temporal. Durante as buscas foram encontrados 49 artigos no total, e após criteriosa análise foram selecionados 04 estudos. Foram percebidos falhas e déficits por parte dos professores, com falta de interesse em analisar e perceber se os alunos estavam participativos e compreendendo o conteúdo. Já outra parcela de professores utilizou material de apoio além do próprio intérprete, como slides, ou seja, material visual. Outro ponto bastante relevante, foi a importância e impacto social que as aulas de educação física causaram, pois além de proporcionar momentos para o exercício físico, outras questões foram apontadas, como cuidados com a saúde, alimentação, distúrbios como sobrepeso e obesidade, e complicações futuras, além é claro, que permitiu aos alunos surdos interação com demais áreas como dança, esporte, natação, demonstrando que o aluno surdo é capaz de realizar qualquer atividades, desde que haja uma comunicação para ele adequada.Item Contribuições do futsal para a educação física escolar(2025-08-13) Queiroz, Elias Gabriel Cláudio de; Lindoso, Rosângela Cely Branco; http://lattes.cnpq.br/3076590717855221O senso comum diz que no contexto escolar o futsal pode ser um conteúdo da educação física que pode promover a integração entre alunos de diferentes origens e condições, com base nesse saber o estudo busca responder ao seguinte questionamento, quais as contribuições do futsal na educação física escolar? Visando solucionar o problemas partimos dos seguintes objetivos, analisar as contribuições do futsal na educação física escolar, nas plataformas CAPES e SciELO, e específicos, investigar como o futsal pode contribuir para a formação de valores éticos e morais, como respeito, disciplina e trabalho em equipe e os benefícios físicos, sociais e emocionais proporcionados pela prática esportiva escolar. O estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, a pesquisa foi investigada em duas plataformas online, SciELO e CAPES. As palavras chave ou descritores foram: futsal, esporte, educação física, escolar, seguidos pelo organizador booleano AND. Os resultados apontam a escassez de estudos na área escolar. Entretanto, a experiência interdisciplinar tratada na plataforma CAPES é muito relevante. Outro achado relevante encontrado foi a utilização de uma metodologia, que valoriza todos, os habilidosos, os que podem atuar na arbitragem e os que atuam como orientadores do time, tal metodologia pode fomentar valores éticos e morais, como respeito, disciplina e trabalho em equipe e os benefícios físicos, sociais e emocionais, porém carece de aprofundar a pesquisa.Item O ensino da ginástica artística no ensino médio da rede estadual de Pernambuco: possibilidades e problemáticas(2025-03-17) Leão, Maria Eduarda Ferreira Souza; Mello, Rachel Costa de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/8749101676171464; http://lattes.cnpq.br/3660413975043267A presente pesquisa tem como tema o ensino da Ginástica Artística na Educação Física escolar no ensino médio da rede estadual de Pernambuco. Tem como objetivo geral analisar as possibilidades e problemáticas do ensino da Ginástica Artística em escolas estaduais de Pernambuco. Para isso, como método de pesquisa, adotamos a pesquisa de campo, onde utilizamos o questionário na plataforma Google Forms como instrumento de coleta de dados. Direcionamos os questionários para professores de Educação Física que atuam no ensino médio em escolas públicas de Pernambuco e obtivemos a participação de oito professores. Para análise de dados, utilizamos o método de análise textual e discursiva, proposto por Moraes e Galiazzi, com base na análise dos dados, constatamos que a Ginástica Artística (GA) está presente nas aulas de Educação Física da rede estadual, sendo seu conteúdo mais aprofundado no 2° ano do ensino médio e entre as modalidades abordadas, destacam-se, saltos, o solo e a trave de equilíbrio.
