TCC - Bacharelado em Agroecologia (Sede)
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Item Convivência com o Semi-Árido, Produção Animal e Agroecologia: minha vivência no BACEP(2026-02-11) Valença, Ryan Ferreira; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/3337077935177352Este memorial tem o objetivo de trazer minha sistematização, aprendizados, vivências, experiências e desdobramentos do curso Bacharelado em Agroecologia da UFRPE, que transcorreu entre os anos de 2021 a 2026. Relatando e memorando acerca do histórico discente, em seus aspectos subjetivos e coletivos, considerando as experiências de vida, antes, durante e posterior ao traspassar universitário, é sobre o entender agroecológico, seus conceitos e compromissos. É o produzir agroecológico em contraponto ao caos capitalista que consome o mundo. A busca de soluções, que tragam autonomia, segurança alimentar, cultura, educação, preservação dos etnoagroecossistemas, convivência com o semiárido, recursos hídricos, agroflorestas, energias renováveis, direitos humanos, feminismos. Caminhar constantemente mirando a utopia.Item Memorial Acadêmico da Formação em Agroecologia: Andanças e Vivências Extensionistas(2026-02-09) Marinho, Lucas Lima; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3576031889285775Este memorial acadêmico relata minha caminhada reflexiva e crítica durante a graduação no Bacharelado em Agroecologia, com foco no Campesinato e Educação Popular, na Universidade Federal Rural de Pernambuco. Sistematizo aqui os principais aprendizados, deslocamentos e ressignificações construídos pela integração entre o saber acadêmico, vivências nos territórios e práticas extensionistas. Tais experiências consolidaram minha identidade profissional comprometida com a extensão rural agroecológica. Adoto a sistematização da experiência como método para compreender a formação enquanto um processo social, coletivo e territorializado, atravessado por conflitos e escolhas situadas. Nesse percurso, a Agroecologia é compreendida além da dimensão técnica, afirmando-se como uma prática social, política e educativa tecida com os sujeitos do campo e seus saberes. O regime de alternância entre as Vivências Universidade e Realidade do Campo constitui o eixo estruturante desta trajetória, superando o abismo entre teoria e prática ao reconhecer o território como lugar legítimo de produção de conhecimentos. As atuações na extensão revelam o potencial transformador da Agroecologia, mas também os limites institucionais perante o descompasso entre os tempos do Estado e os das comunidades. Assim, edifico minha identidade no entre-lugar de comunidades e instituições, guiada pela escuta e pelo compromisso ético com o trabalho de base. Por fim, reafirmo a extensão rural como pilar central da minha atuação, visando a construção de territórios e agroecossistemas socialmente justos e ecologicamente regenerativos.Item Construção de saberes em agroecologia: memórias dos caminhos trilhados por mulheres(2026-02-11) Melo, Maria Clara Silva; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3206495038029278Desde a minha infância, a relação com a terra, com os saberes tradicionais e com as práticas de cuidado comunitário constituiu a base da minha formação humana e política. Cresci em um contexto marcado pela agricultura familiar, pela medicina popular e pela centralidade das mulheres na reprodução da vida, experiências que, ao longo do tempo, dialogaram diretamente com a minha inserção no curso de Bacharelado em Agroecologia, com ênfase em Campesinato e Educação Popular – BACEP, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O objetivo deste memorial é sistematizar e refletir criticamente sobre a minha trajetória formativa, acadêmica, extensionista e política ao longo do curso, com ênfase nas experiências vivenciadas nos Estágios Supervisionados Obrigatórios I e II, bem como nas atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas em territórios urbanos e rurais. A metodologia adotada é de natureza qualitativa, fundamentada na sistematização de experiências, na observação participante, nos registros em diário de campo, na releitura de produções acadêmicas e na análise de relatórios e vivências realizadas durante as Vivências Universidade, Vivências Realidade Campo, imersões e estágios. Ao longo desse percurso, aprofundei minha compreensão da agroecologia enquanto ciência, prática e movimento social, articulada à educação popular, à economia solidária e ao feminismo popular. As experiências junto a mulheres agricultoras urbanas, feirantes, catadoras, artesãs e lideranças comunitárias, especialmente nos territórios da Horta Comunitária Guerreiras de Palha do Arroz, da Sementeira Esperança, do Grupo Mulher Maravilha e da Ecofeira da UFRPE, evidenciaram o protagonismo feminino na produção de alimentos, na comercialização solidária, na preservação dos saberes tradicionais e na organização coletiva dos territórios. A trajetória apresentada revela que a formação agroecológica se constrói de maneira indissociável da vida, da memória, da ancestralidade e da luta das mulheres, reafirmando o compromisso com a construção de sistemas alimentares justos, sustentáveis e socialmente enraizados, orientados pela justiça social, pelo cuidado com a vida e pela permanência digna das populações nos territórios.Item Raízes que me sustentam: memórias de uma formação agroecológica(2026-02-09) Silva, Uézila Victória Lopes Felipe da; Duarte, Rebeca Oliveira; http://lattes.cnpq.br/2892457731367709; http://lattes.cnpq.br/9819744368967270Este Memorial apresenta a minha trajetória no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, atravessada pela experiência de atuar como trancista e educadora social em contextos periféricos. Ao longo do curso, as tranças — inicialmente um meio de sustento — se afirmaram como uma prática carregada de sentidos: cuidado, ancestralidade, construção identitária e fortalecimento das juventudes negras. A partir das oficinas realizadas em comunidades, escolas, ONGs e instituições públicas, discuto como essa prática dialoga com princípios agroecológicos, sobretudo no que diz respeito à valorização de saberes tradicionais, às relações horizontais e à promoção da vida de forma digna. O memorial articula vivências formativas, relatos, registros e reflexões teóricas que conectam território, educação étnico-racial e práticas ancestrais. Além disso, evidencia o papel da universidade na formação de profissionais que compreendem a agroecologia não apenas como técnica, mas como caminho para justiça social, autonomia e reconhecimento das múltiplas expressões culturais presentes nos territórios periféricos. Por fim, reforço a importância de reconhecer saberes produzidos por mulheres negras, jovens e comunidades que, com resistência e criatividade, sustentam práticas de cuidado, pertencimento e transformação social.Item Começo, meio e começo: memória, território e transformação de um agroecólogo educador(2026-02-11) Santos, Matheus Cavalcante dos; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/1408994583439706Este trabalho em formato de Memorial busca articular a minha trajetória de vida com a formação acadêmica no curso de Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular (BACEP). Para tanto, utilizei a filosofia ancestral difundida por Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo) de começo, meio e começo para nomear as seções que compõe o trabalho, pois ela ilustra a vida enquanto processos de ciclicidade, contrapondo-se a visão ocidental linear de tempo. Eu apresento no texto o processo de migração vivida pelos meus avós e país, meu território de vida, meu caminho trilhado na agroecologia, e as minhas experiências no BACEP. Faço uma reflexão dialógica entre os temas: Circuitos Curtos de Comercialização e Economia Solidária, e discorro sobre as Relações Étnico-Racial e como o questionamento acerca da denominação de minha racialidade me levou a buscar por mais histórias de minha genealogia, fazendo com que eu encontrasse no Nordeste as minhas raízes ancestrais. Por fim, que na realidade é um novo começo, eu trago a importância de todas essas referências para a minha formação humana e profissional, enquanto agroecólogo-educador, comprometido com as urgências ambientais e sociais contemporâneas.Item Do pé de seriguela no carrasco ibiapabano à UFRPE: memórias e caminhos de uma agricultora agroecóloga(2026-02-11) Sá, Monaiane Silva; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/0631065874744805Apresento minha trajetória formativa no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, articulando meus aprendizados acadêmicos com minha história de vida como agricultora familiar. Utilizo como base metodológica a análise de relatórios e aulas, a revisão bibliográfica e a realização de uma roda de conversa com os moradores pioneiros do Sítio São João. Exploro a construção da minha identidade e a complexidade do território do carrasco, discutindo os desafios e a resistência da comunidade frente ao modelo de desenvolvimento convencional. Apresento a proposta pedagógica do curso, fundamentada no regime de alternância, que integra a vivência universitária ao cotidiano produtivo e social do campo em um processo contínuo de ação, reflexão e ação. Aprofundo as discussões sobre extensão rural dialógica e segurança e soberania alimentar e sistemas agroalimentares, contrapondo o modelo de difusão tecnológica à valorização dos saberes tradicionais e da agrobiodiversidade local. Demonstro como a diversidade produtiva nos quintais familiares assegura a resiliência do sistema e a autonomia de quem produz. Reafirmo meu compromisso ético e político com a agroecologia ao concluir este processo de formação, buscando aplicar os conhecimentos adquiridos para fortalecer a sustentabilidade no meu território de origem.Item Memórias plantadas no Agreste pernambucano: a resistência de um povo que faz brotar da terra e da união a mais verdadeira forma de autonomia(2026-02-12) Silva, Micael Vinícius Ferreira da; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/8927234280082515Neste memorial, sistematizo minha trajetória formativa, territorial e afetiva na agroecologia, articulando vivências acadêmicas e experiências construídas junto a comunidades rurais que tive contato, sobretudo no Agreste pernambucano. O trabalho tem como objetivo refletir sobre como essas experiências contribuíram para minha compreensão da agroecologia como prática social, política e cultural. Utilizando como método a escrita memorialística de caráter descritivo e analítico, dialogando com vivências de imersões, mutirões, estudos de etnoagroecossistemas e processos de educação popular. Destaco minha atuação em redes e iniciativas como a Rede SEMEAM, a Rede de Intercâmbio de Sementes, a Ecofeira da Rural e o Programa Mais Gestão, espaços que fortaleceram minha prática extensionista e meu compromisso com os saberes do campo. Discuto o papel das sementes crioulas, da extensão rural agroecológica e das expressões culturais camponesas como elementos centrais de resistência ao apagamento histórico e identitário. Evidencio também a relação entre cultura, território e pertencimento, compreendendo as manifestações populares como formas de produção de conhecimento e de fortalecimento comunitário. Como resultado, afirmo a agroecologia como caminho de resistência cultural, valorização da memória coletiva e promoção da autonomia dos povos do campo, reafirmando a importância da articulação entre universidade, comunidades e saberes populares na construção de relações sociais, econômicas e ecológicas mais justas, solidárias e menos degradantes.Item Minha tecitura na trilha do bem viver: réstias do tempo, o curso da vida e o chamado agroecológico(2026-02-12) Farias, João Durval; Peres, Flávia Mendes de Andrade e; http://lattes.cnpq.br/2493398194909644; http://lattes.cnpq.br/5429870398249307O texto apresenta um memorial acadêmico e autobiográfico que relata a minha trajetória no Bacharelado em Agroecologia da UFRPE (Campus Recife), entre 2019 e 2026. Intitulado Minha Tecitura no Caminho do Bem Viver, este trabalho organiza-se em três partes: Réstias do Tempo, que aborda memórias familiares, o território de origem e as bases formativas; O Curso da Vida, que reflete sobre experiências pessoais, profissionais e acadêmicas após sair de Pesqueira-PE, em diálogo crítico com a agroecologia; e O Chamado Agroecológico, que trata do envolvimento no curso, das vivências em sala, nos territórios, estágios e perspectivas futuras. Nesse percurso, percebi como as práticas integrativas contribuem para processos de cuidado mais humanos, inclusivos e não invasivos, valorizando subjetividades, vínculos e escutas coletivas. Na Gruta, além do cultivo das plantas, construímos relações horizontais, trocas de saberes e afetos, fortalecendo o diálogo entre agroecologia e saúde, aspecto que registrei em meus relatórios acadêmicos. Entre o curso de Agroecologia e a necessidade de sustento, criei a Tenda do Viajante, circulando pela cidade com produtos artesanais, enquanto mantinha viva minha conexão com a agroecologia. Finalizo esse período destacando a participação no XI Congresso Brasileiro de Agroecologia, em Sergipe, onde, em meio à diversidade de territórios e saberes, reafirmei meu compromisso com o Bem Viver, a agroecologia e a defesa da vida em sua complexidade.Item Educação: uma prática social, cultural e política ligada à Agroecologia(2026-02-10) Calado, Eduardo Henrique Vieira; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/2133406386448442O presente memorial pretende mostrar como a educação popular difundida e incentivada por Paulo Freire e outros autores/as, pode ajudar à refletir e mudar a vida das pessoas. Assim construo este documento trazendo os aprendizados significativos relacionando com minha linha do tempo, antes e durante o curso - na minha convivência social em espaços que foram importantes na minha construção pessoal, e como a agroecologia se manifesta nessas experiências. Os instrumentos metodológicos utilizados foram: as anotações, relatórios, vivências, imersões, estágio e leituras das temáticas escolhidas para serem aprofundadas: Educação Popular, Expressões culturais e Extensão Rural. Fortaleço a potência das expressões culturais do campesinato como instrumento educativo para além da arte e de empoderamento social, cultural e político, temática que foi presente em todos os períodos direta ou indiretamente, assim como à educação popular e as expressões culturais, que são complementares, uma a outra no decorrer deste memorial. A terceira e última temática trabalhada, foi a que me trouxe ao curso, a extensão rural agroecológica muito bem conceituada por estudiosos (as) da agroecologia, foi temática base para a escolha da experiência de estágio supervisionado obrigatório 1, onde trago meus aprendizados acerca do exercício de extensionista que observei durante esses anos como convidado de algumas vivências.Item Entre raízes e concretos: memórias agroecológicas e reencantamento dos territórios urbanos(2026-02-10) Torres, Diogo Batista; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579Esse trabalho relata minha trajetória de vida e no curso de Bacharelado em Agroecologia, destacando os aprendizados adquiridos ao longo da minha formação e as conexões entre teorias e práticas, na construção do meu perfil como agricultor periurbano e educador popular, percorrido em minha vida e que me levaram pouco a pouco para a trilha da agroecologia. Vários processos que me envolveram e como isso tudo me influenciou para que eu escolhesse a agroecologia como um caminho de vida ensinamentos enquanto criança e orientações familiares, por causa disso desenvolvi uma linha do tempo que vai desde meus primeiros passos de vida e minha linha de tempo que detalha o meu período de formação no BACEP e até atual momento. Após relembrar todo meu passado de vida, faço a reflexões das temáticas que mais me abriram os olhos, esses eixos prioritários que atravessam meu papel atual enquanto educador popular e agroecólogo, como as temáticas de compostagem e gestão de resíduos apresento como coloco em prática esses aprendizados que tive ao longo do tempo, refletindo sobre agroecologia em contexto urbano. Nesse sentido o memorial em questão tem um lado pessoal, que fala dos meus caminhos e outro que fala sobre minha vida acadêmica dentro de uma universidade de referência.
