Bacharelado em Agroecologia (Sede)

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TCC - Trabalho de Conclusão de Curso

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    Construção de saberes em agroecologia: memórias dos caminhos trilhados por mulheres
    (2026-02-11) Melo, Maria Clara Silva; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3206495038029278
    Desde a minha infância, a relação com a terra, com os saberes tradicionais e com as práticas de cuidado comunitário constituiu a base da minha formação humana e política. Cresci em um contexto marcado pela agricultura familiar, pela medicina popular e pela centralidade das mulheres na reprodução da vida, experiências que, ao longo do tempo, dialogaram diretamente com a minha inserção no curso de Bacharelado em Agroecologia, com ênfase em Campesinato e Educação Popular – BACEP, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O objetivo deste memorial é sistematizar e refletir criticamente sobre a minha trajetória formativa, acadêmica, extensionista e política ao longo do curso, com ênfase nas experiências vivenciadas nos Estágios Supervisionados Obrigatórios I e II, bem como nas atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas em territórios urbanos e rurais. A metodologia adotada é de natureza qualitativa, fundamentada na sistematização de experiências, na observação participante, nos registros em diário de campo, na releitura de produções acadêmicas e na análise de relatórios e vivências realizadas durante as Vivências Universidade, Vivências Realidade Campo, imersões e estágios. Ao longo desse percurso, aprofundei minha compreensão da agroecologia enquanto ciência, prática e movimento social, articulada à educação popular, à economia solidária e ao feminismo popular. As experiências junto a mulheres agricultoras urbanas, feirantes, catadoras, artesãs e lideranças comunitárias, especialmente nos territórios da Horta Comunitária Guerreiras de Palha do Arroz, da Sementeira Esperança, do Grupo Mulher Maravilha e da Ecofeira da UFRPE, evidenciaram o protagonismo feminino na produção de alimentos, na comercialização solidária, na preservação dos saberes tradicionais e na organização coletiva dos territórios. A trajetória apresentada revela que a formação agroecológica se constrói de maneira indissociável da vida, da memória, da ancestralidade e da luta das mulheres, reafirmando o compromisso com a construção de sistemas alimentares justos, sustentáveis e socialmente enraizados, orientados pela justiça social, pelo cuidado com a vida e pela permanência digna das populações nos territórios.
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    Raízes que me sustentam: memórias de uma formação agroecológica
    (2026-02-09) Silva, Uézila Victória Lopes Felipe da; Duarte, Rebeca Oliveira; http://lattes.cnpq.br/2892457731367709; http://lattes.cnpq.br/9819744368967270
    Este Memorial apresenta a minha trajetória no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, atravessada pela experiência de atuar como trancista e educadora social em contextos periféricos. Ao longo do curso, as tranças — inicialmente um meio de sustento — se afirmaram como uma prática carregada de sentidos: cuidado, ancestralidade, construção identitária e fortalecimento das juventudes negras. A partir das oficinas realizadas em comunidades, escolas, ONGs e instituições públicas, discuto como essa prática dialoga com princípios agroecológicos, sobretudo no que diz respeito à valorização de saberes tradicionais, às relações horizontais e à promoção da vida de forma digna. O memorial articula vivências formativas, relatos, registros e reflexões teóricas que conectam território, educação étnico-racial e práticas ancestrais. Além disso, evidencia o papel da universidade na formação de profissionais que compreendem a agroecologia não apenas como técnica, mas como caminho para justiça social, autonomia e reconhecimento das múltiplas expressões culturais presentes nos territórios periféricos. Por fim, reforço a importância de reconhecer saberes produzidos por mulheres negras, jovens e comunidades que, com resistência e criatividade, sustentam práticas de cuidado, pertencimento e transformação social.
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    Começo, meio e começo: memória, território e transformação de um agroecólogo educador
    (2026-02-11) Santos, Matheus Cavalcante dos; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/1408994583439706
    Este trabalho em formato de Memorial busca articular a minha trajetória de vida com a formação acadêmica no curso de Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular (BACEP). Para tanto, utilizei a filosofia ancestral difundida por Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo) de começo, meio e começo para nomear as seções que compõe o trabalho, pois ela ilustra a vida enquanto processos de ciclicidade, contrapondo-se a visão ocidental linear de tempo. Eu apresento no texto o processo de migração vivida pelos meus avós e país, meu território de vida, meu caminho trilhado na agroecologia, e as minhas experiências no BACEP. Faço uma reflexão dialógica entre os temas: Circuitos Curtos de Comercialização e Economia Solidária, e discorro sobre as Relações Étnico-Racial e como o questionamento acerca da denominação de minha racialidade me levou a buscar por mais histórias de minha genealogia, fazendo com que eu encontrasse no Nordeste as minhas raízes ancestrais. Por fim, que na realidade é um novo começo, eu trago a importância de todas essas referências para a minha formação humana e profissional, enquanto agroecólogo-educador, comprometido com as urgências ambientais e sociais contemporâneas.
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    Do pé de seriguela no carrasco ibiapabano à UFRPE: memórias e caminhos de uma agricultora agroecóloga
    (2026-02-11) Sá, Monaiane Silva; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/0631065874744805
    Apresento minha trajetória formativa no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, articulando meus aprendizados acadêmicos com minha história de vida como agricultora familiar. Utilizo como base metodológica a análise de relatórios e aulas, a revisão bibliográfica e a realização de uma roda de conversa com os moradores pioneiros do Sítio São João. Exploro a construção da minha identidade e a complexidade do território do carrasco, discutindo os desafios e a resistência da comunidade frente ao modelo de desenvolvimento convencional. Apresento a proposta pedagógica do curso, fundamentada no regime de alternância, que integra a vivência universitária ao cotidiano produtivo e social do campo em um processo contínuo de ação, reflexão e ação. Aprofundo as discussões sobre extensão rural dialógica e segurança e soberania alimentar e sistemas agroalimentares, contrapondo o modelo de difusão tecnológica à valorização dos saberes tradicionais e da agrobiodiversidade local. Demonstro como a diversidade produtiva nos quintais familiares assegura a resiliência do sistema e a autonomia de quem produz. Reafirmo meu compromisso ético e político com a agroecologia ao concluir este processo de formação, buscando aplicar os conhecimentos adquiridos para fortalecer a sustentabilidade no meu território de origem.
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    Memórias plantadas no Agreste pernambucano: a resistência de um povo que faz brotar da terra e da união a mais verdadeira forma de autonomia
    (2026-02-12) Silva, Micael Vinícius Ferreira da; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/8927234280082515
    Neste memorial, sistematizo minha trajetória formativa, territorial e afetiva na agroecologia, articulando vivências acadêmicas e experiências construídas junto a comunidades rurais que tive contato, sobretudo no Agreste pernambucano. O trabalho tem como objetivo refletir sobre como essas experiências contribuíram para minha compreensão da agroecologia como prática social, política e cultural. Utilizando como método a escrita memorialística de caráter descritivo e analítico, dialogando com vivências de imersões, mutirões, estudos de etnoagroecossistemas e processos de educação popular. Destaco minha atuação em redes e iniciativas como a Rede SEMEAM, a Rede de Intercâmbio de Sementes, a Ecofeira da Rural e o Programa Mais Gestão, espaços que fortaleceram minha prática extensionista e meu compromisso com os saberes do campo. Discuto o papel das sementes crioulas, da extensão rural agroecológica e das expressões culturais camponesas como elementos centrais de resistência ao apagamento histórico e identitário. Evidencio também a relação entre cultura, território e pertencimento, compreendendo as manifestações populares como formas de produção de conhecimento e de fortalecimento comunitário. Como resultado, afirmo a agroecologia como caminho de resistência cultural, valorização da memória coletiva e promoção da autonomia dos povos do campo, reafirmando a importância da articulação entre universidade, comunidades e saberes populares na construção de relações sociais, econômicas e ecológicas mais justas, solidárias e menos degradantes.
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    Minha tecitura na trilha do bem viver: réstias do tempo, o curso da vida e o chamado agroecológico
    (2026-02-12) Farias, João Durval; Peres, Flávia Mendes de Andrade e; http://lattes.cnpq.br/2493398194909644; http://lattes.cnpq.br/5429870398249307
    O texto apresenta um memorial acadêmico e autobiográfico que relata a minha trajetória no Bacharelado em Agroecologia da UFRPE (Campus Recife), entre 2019 e 2026. Intitulado Minha Tecitura no Caminho do Bem Viver, este trabalho organiza-se em três partes: Réstias do Tempo, que aborda memórias familiares, o território de origem e as bases formativas; O Curso da Vida, que reflete sobre experiências pessoais, profissionais e acadêmicas após sair de Pesqueira-PE, em diálogo crítico com a agroecologia; e O Chamado Agroecológico, que trata do envolvimento no curso, das vivências em sala, nos territórios, estágios e perspectivas futuras. Nesse percurso, percebi como as práticas integrativas contribuem para processos de cuidado mais humanos, inclusivos e não invasivos, valorizando subjetividades, vínculos e escutas coletivas. Na Gruta, além do cultivo das plantas, construímos relações horizontais, trocas de saberes e afetos, fortalecendo o diálogo entre agroecologia e saúde, aspecto que registrei em meus relatórios acadêmicos. Entre o curso de Agroecologia e a necessidade de sustento, criei a Tenda do Viajante, circulando pela cidade com produtos artesanais, enquanto mantinha viva minha conexão com a agroecologia. Finalizo esse período destacando a participação no XI Congresso Brasileiro de Agroecologia, em Sergipe, onde, em meio à diversidade de territórios e saberes, reafirmei meu compromisso com o Bem Viver, a agroecologia e a defesa da vida em sua complexidade.
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    Educação: uma prática social, cultural e política ligada à Agroecologia
    (2026-02-10) Calado, Eduardo Henrique Vieira; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/2133406386448442
    O presente memorial pretende mostrar como a educação popular difundida e incentivada por Paulo Freire e outros autores/as, pode ajudar à refletir e mudar a vida das pessoas. Assim construo este documento trazendo os aprendizados significativos relacionando com minha linha do tempo, antes e durante o curso - na minha convivência social em espaços que foram importantes na minha construção pessoal, e como a agroecologia se manifesta nessas experiências. Os instrumentos metodológicos utilizados foram: as anotações, relatórios, vivências, imersões, estágio e leituras das temáticas escolhidas para serem aprofundadas: Educação Popular, Expressões culturais e Extensão Rural. Fortaleço a potência das expressões culturais do campesinato como instrumento educativo para além da arte e de empoderamento social, cultural e político, temática que foi presente em todos os períodos direta ou indiretamente, assim como à educação popular e as expressões culturais, que são complementares, uma a outra no decorrer deste memorial. A terceira e última temática trabalhada, foi a que me trouxe ao curso, a extensão rural agroecológica muito bem conceituada por estudiosos (as) da agroecologia, foi temática base para a escolha da experiência de estágio supervisionado obrigatório 1, onde trago meus aprendizados acerca do exercício de extensionista que observei durante esses anos como convidado de algumas vivências.
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    Entre raízes e concretos: memórias agroecológicas e reencantamento dos territórios urbanos
    (2026-02-10) Torres, Diogo Batista; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579
    Esse trabalho relata minha trajetória de vida e no curso de Bacharelado em Agroecologia, destacando os aprendizados adquiridos ao longo da minha formação e as conexões entre teorias e práticas, na construção do meu perfil como agricultor periurbano e educador popular, percorrido em minha vida e que me levaram pouco a pouco para a trilha da agroecologia. Vários processos que me envolveram e como isso tudo me influenciou para que eu escolhesse a agroecologia como um caminho de vida ensinamentos enquanto criança e orientações familiares, por causa disso desenvolvi uma linha do tempo que vai desde meus primeiros passos de vida e minha linha de tempo que detalha o meu período de formação no BACEP e até atual momento. Após relembrar todo meu passado de vida, faço a reflexões das temáticas que mais me abriram os olhos, esses eixos prioritários que atravessam meu papel atual enquanto educador popular e agroecólogo, como as temáticas de compostagem e gestão de resíduos apresento como coloco em prática esses aprendizados que tive ao longo do tempo, refletindo sobre agroecologia em contexto urbano. Nesse sentido o memorial em questão tem um lado pessoal, que fala dos meus caminhos e outro que fala sobre minha vida acadêmica dentro de uma universidade de referência.
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    Educação e Agroecologia: um ato político no campo e na cidade
    (2026-02-10) Ferro, Célia Bernadete; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/3965631503641880
    Aqui apresento o meu memorial, fruto da construção de conhecimentos e práticas construídas nos últimos 4 anos que cursei o Bacharelado em Agroecologia na UFRPE. As ferramentas utilizadas para construir esse trabalho foram os relatórios dos semestres, vivências com as comunidades durante a imersão e o tempo comunidade, além de leituras sistematizadas das temáticas que mais me chamaram atenção que foram Educação Popular, Educação do Campo e Educação em Agroecologia. A Educação do Campo consiste numa prática social que envolve todos, familiares, escola e à sociedade em geral e alguns grupos sociais, reivindicam pelo reconhecimento de sua particularidade territorial, sobretudo os diferentes sujeitos políticos que vivem no campo, assim reivindicam por uma proposta educativa construída a partir das lutas e resistências dos povos do campo, das águas e das florestas, reconhecendo-os como sujeitos históricos de direitos e produtores de conhecimentos. Nesse contexto, a Educação Popular, fundamentada em princípios freireanos, contribui para a construção de processos educativos dialógicos, participativos e emancipatórios, nos quais o saber popular é valorizado e articulado ao conhecimento científico. A Educação em Agroecologia emerge como um eixo integrador dessas perspectivas, ao propor práticas educativas voltadas para a sustentabilidade, a soberania alimentar e a valorização dos territórios, contrapondo-se ao modelo hegemônico do agronegócio. Assim, a articulação entre Educação do Campo, Educação Popular e Educação em Agroecologia fortalece processos formativos críticos, contextualizados e comprometidos com a transformação social, a justiça socioambiental e a autonomia dos sujeitos do campo, promovendo uma educação vinculada à realidade, às relações de trabalho e aos modos de vida camponeses.
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    De estudante a agroecóloga: um relato de formação em Agroecologia e o vínculo institucional e afetivo com a UFRPE
    (2026-02-09) Lima, Jaciane Pereira de; Porto Neto, Fernando de Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/1475750525654086; http://lattes.cnpq.br/3414415420793942
    O objetivo do texto visa descrever minha trajetória no curso Bacharelado em Agroecologia, utilizando minhas memórias escritas, materiais didáticos utilizados em aulas presenciais, fotos, materiais de uso pessoal e pesquisas sobre a história da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Exibo também detalhes sobre imersões, temáticas, extensão universitária, alinhando teoria científica aos saberes populares com foco nos Estágios Supervisionados Obrigatórios I e II, que me deram oportunidade de aprofundar mais o conhecimento sobre reflorestamento, sistema agroflorestal e sustentabilidade, respectivamente, e onde pude reconhecer que ambos são estratégias para regeneração de ecossistemas degradados e conservação ambiental, e nesses processos, houveram experimentos de campo com contínuo acompanhamento e resultados positivos, com a verificação de aumento de material orgânico no solo. Reafirmo a importância do trabalho de João de Vasconcelos Sobrinho perante a situação climática contemporânea, e que é referência de estudos, vivências e defesa da ecologia no Brasil desde a década de 1940.