TCC - Licenciatura em Letras (UAST)
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Resultados da Pesquisa
Item O feminismo de Chimamanda Nigozi Adichie enunciado na vida e na arte sob perspectiva dialógica(2022-05-30) Queiroz, Simone da Silva; Dugnani, Bruna Lopes Fernandes; http://lattes.cnpq.br/6132618542893464O artigo objetiva identificar e compreender como o posicionamento feminista da Chimamanda Ngozi Adichie se materializa nas obras teóricas “Sejamos todos feministas” (2015), “Para educar crianças feministas: um manifesto” (2017) e no conto “You in America” (2001). Para isso, fundamenta-se teórico-metodologicamente na perspectiva bakhtiniana de linguagem. Para além dos pressupostos teóricos do círculo bakthtiniano, o trabalho também está ancorado na crítica feminista (como: HOOKS, 2018; DAVIS, 2016 etc.). Os critérios de seleção do corpus foram: uma autora feminista contemporânea om produção de textos ficcionais e não-ficção que incidissem sobre o feminismo. Coerentemente com a perspectiva bakhtiniana, a abordagem do corpus seguiu os passos metodológicos de descrição, análise e interpretação. Assim, descreveu-se, analisou-se e interpretou-se as obras não-ficcionais à luz dos estudos feministas. Essa primeira etapa permitiu a compreensão de qual era o posicionamento da feminista enunciado pela Chimamanda Ngozi Adichie nessas obras. Posteriormente, descreveu-se, analisou-se e interpretou-se como o posicionamento feminista da autora já se manifestava no conto ficcional. Mediante a análise, concluiu-se que a autora, embora não de forma tão explicíta, já apresentava um posicionamento feminista ao trabalhar ficcionalmente com questões relacionadas aos movimentos sociais feministas.Item Variação lexical em livros didáticos de língua portuguesa do Ensino Fundamental, anos finais, e relação com o preconceito linguístico(2026-05-28) Amorim, Patrícia de Souza; Guimarães, Lílian Noemia Torres de Melo; http://lattes.cnpq.br/7778975209654541; http://lattes.cnpq.br/4498480618382306Este trabalho analisa o tratamento da variação lexical em livros didáticos de Língua Portuguesa destinados aos anos finais do Ensino Fundamental, com foco na identificação de possíveis indícios de preconceito linguístico. Parte-se do pressuposto de que a linguagem constitui uma prática social heterogênea, marcada pela diversidade, e que a escola exerce papel fundamental tanto na reprodução quanto no enfrentamento das diversidades linguística. Nesse contexto, o livro didático, como principal instrumento pedagógico, influencia diretamente a construção de concepções de língua e a formação dos estudantes. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza documental, com apoio quanti-descritivo para fins comparativos. O corpus é composto pelo livro Português: Linguagens, do 9º ano, amplamente utilizado na rede pública de ensino. O estudo fundamenta-se nos pressupostos da Sociolinguística Variacionista e Sociolinguística Educacional, que compreendem a variação como constitutiva da língua e rejeitam a supremacia da norma-padrão como única forma legítima de uso linguístico. Os resultados evidenciam que, embora o material reconheça a diversidade linguística e apresente exemplos de variação lexical, cuja abordagem ainda ocorre de forma pontual e pouco aprofundada. Observa-se a persistência de práticas que associam variação a erro ou que subordinam variedades populares à norma de prestígio, ainda que de maneira implícita. Por outro lado, identificam-se propostas que valorizam a adequação linguística e incentivam reflexões sobre preconceito linguístico. Conclui-se que o livro didático pode tanto reproduzir quanto combater o preconceito linguístico, a depender das concepções de linguagem que orientam sua elaboração e uso pedagógico. Destaca-se, portanto, a necessidade de uma mediação docente crítica e da produção de materiais que tratem a variação lexical como direito linguístico e ampliação de repertório, contribuindo para uma educação mais inclusiva, democrática e socialmente comprometida.Item Quando a amizade interrompe o silêncio: uma leitura de a máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe(2026-03-21) Silva, Beatriz Barbosa da; Andrade, Andreia de LimaPropõe-se uma análise da forma que o romance A máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe, representa a velhice e a solidão, com foco na forma como a amizade, particularmente o vínculo entre Senhor Silva, senhor Pereira, Esteves e Américo, ressignifica a existência do protagonista e lhe restitui sentido de vida. A pesquisa fundamenta-se no referencial teórico dos Age Studies, como Simone de Beauvoir (2018), Ecléa Bosi (1994), Eneida Haddad (2017) e Minayo & Coimbra Jr (2026) e dos estudos acerca da conceitualização da amizade, utilizando Aristóteles (2015) e Cícero (2021), também adota uma metodologia qualitativa, baseada em revisão bibliográfica e análise literária. A partir da trajetória do Senhor Silva, marcada pelo luto e pela institucionalização em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). A partir disso, o presente trabalho busca investigar de que maneira o romance desconstrói estereótipos relacionados à terceira idade; examinar como a narrativa dá voz e agência a personagens idosos, frequentemente marginalizados tanto na literatura quanto na sociedade; e analisar o papel da amizade e da empatia na trajetória do protagonista, compreendendo como esses elementos se tornam dispositivos de resistência à solidão e à despersonalização institucional. Nesse sentido, a amizade e a empatia surgem como forças éticas e afetivas capazes de interromper o isolamento e funcionar como dispositivos de resistência à solidão. Constata-se, portanto, que o romance não reduz a velhice à decadência, mas constrói uma representação complexa do envelhecimento, na qual sofrimento e fragilidade convivem com experiências de reconhecimento e pertencimento, especialmente quando os laços de amizade reorganizam a existência do protagonista.Item Escrever-se na diáspora: imigração, identidade e raça em Americanah, de Chimamanda Adichie(2026-02-06) Silva, Ana Paula da Macena; Pereira , Kleyton Ricardo Wanderley; http://lattes.cnpq.br/8902091363038170; http://lattes.cnpq.br/0620917867032595Este trabalho tem como objetivo analisar o romance Americanah (2013) de Chimamanda Ngozi Adichie a partir das categorias da diáspora, identidade cultural e escritas de si, articuladas à perspectiva do feminismo negro e da interseccionalidade. Busca-se investigar de que maneira a experiência migratória de Ifemelu é permeada por opressões de gênero, raça e classe, bem como compreender o blog Raceteenth como uma forma moderna de escritas de si e enfrentamento do silenciamento histórico imposto às mulheres negras. Para aprofundar a análise, adota-se uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório, fundamentada em uma revisão bibliográfica acerca dos temas analisados neste trabalho. As discussões acerca da imigração, diáspora e identidade cultural apoiam-se, sobretudo, nos estudos de Bhabha (1994), Sayad (1998) e Hall (2003). Para analisar as relações entre gênero, raça e classe, dialogamos com a noção de interseccionalidade a partir das formulações de Crenshaw (1989), Akotirene (2019) e bell hooks (2020). As reflexões sobre escrita de si fundamentam-se nas contribuições de Foucault (1992) e Arfuch (2010). Desse modo, o foco da pesquisa recai sobre a trajetória da protagonista Ifemelu e sobre as percepções construídas a partir de sua vivência na diáspora. Os resultados apontam a contribuição das escritas de si por permitirem à mulher negra expor as opressões que, de forma interseccional, impactam a construção de sua identidade. Desse modo, o que a presença do blog Raceteenth imprime em nossas percepções é que as mulheres negras, ao narrarem a si, podem deslocar-se da condição de objeto para a de sujeito da narrativa.Item Uma discussão sobre o emprego do gerúndio no português brasileiro pela ótica da sociolinguística variacionista(2026-12-02) Alves, Ana Carolina Ferreira; Silva, Cícero Kleandro Bezerra da; http://lattes.cnpq.br/4704043892385371Este trabalho discute a variação linguística no português brasileiro, com foco no uso do gerúndio e nas percepções de preconceito linguístico associadas a essa forma verbal. Parte-se da compreensão de que a língua é dinâmica, heterogênea e condicionada por fatores históricos, sociais e culturais, como demonstram autores como Ilari e Basso (2007), Bagno (2007) e Bortoni-Ricardo (2005). Observa-se que, ao longo dos séculos, o português brasileiro manteve estruturas com gerúndio que foram abandonadas no português europeu, o que contribuiu para que certos usos fossem estigmatizados como ―gerundismo‖ e erroneamente classificados como galicismos por parte das gramáticas normativas. O objetivo principal deste trabalho é discutir sobre a maneira como consolidou-se a estigmatização acerca do gerúndio, considerando essa percepção a partir do preconceito linguístico que ele sofre e tentar compreender como a sociolinguística variacionista pode promover uma educação mais consciente, com o intuito de ao final dessa discussão chegarmos a compreensão de como essa forma verbal pode ser trabalhado nas salas de aula, utilizando da percepção variacionista. A pesquisa, de natureza bibliográfica e qualitativa, utiliza análise bibliográfica de livros, artigos, gramáticas e teses, publicados a partir dos anos 2000, examinando perspectivas sociolinguísticas e descrições gramaticais do gerúndio. Os resultados indicam que o preconceito contra as construções gerundivas deriva, em grande medida, da valorização histórica do português europeu como modelo de prestígio, aliado à crença de que a língua escrita e normatizada deve prevalecer sobre a fala. A análise revela ainda que as perífrases verbais com gerúndio são amplamente produtivas no português brasileiro, constituindo um fenômeno natural de variação linguística, e não um desvio ou ―erro‖. Conclui-se que a sociolinguística variacionista oferece uma perspectiva mais adequada para compreender o uso do gerúndio e suas funções no português brasileiro, contribuindo para um ensino menos prescritivo e mais alinhado às práticas reais dos falantes. O estudo reforça a necessidade de reeducação sociolinguística nas escolas, de modo a combater preconceitos linguísticos, valorizar as variedades existentes no país e promover um ensino de língua portuguesa mais crítico, inclusivo e socialmente consciente.Item Escrever-se na diáspora: imigração, identidade e raça em Americanah, de Chimamanda Adichie(2026-02-06) Silva, Ana Paula da Macena; Pereira, Kleyton Ricardo Wanderley; http://lattes.cnpq.br/8902091363038170; http://lattes.cnpq.br/0620917867032595Este trabalho tem como objetivo analisar o romance Americanah (2013) de Chimamanda Ngozi Adichie a partir das categorias da diáspora, identidade cultural e escritas de si, articuladas à perspectiva do feminismo negro e da interseccionalidade. Busca-se investigar de que maneira a experiência migratória de Ifemelu é permeada por opressões de gênero, raça e classe, bem como compreender o blog Raceteenth como uma forma moderna de escritas de si e enfrentamento do silenciamento histórico imposto às mulheres negras. Para aprofundar a análise, adota-se uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório, fundamentada em uma revisão bibliográfica acerca dos temas analisados neste trabalho. As discussões acerca da imigração, diáspora e identidade cultural apoiam-se, sobretudo, nos estudos de Bhabha (1994), Sayad (1998) e Hall (2003). Para analisar as relações entre gênero, raça e classe, dialogamos com a noção de interseccionalidade a partir das formulações de Crenshaw (1989), Akotirene (2019) e bell hooks (2020). As reflexões sobre escrita de si fundamentam-se nas contribuições de Foucault (1992) e Arfuch (2010). Desse modo, o foco da pesquisa recai sobre a trajetória da protagonista Ifemelu e sobre as percepções construídas a partir de sua vivência na diáspora. Os resultados apontam a contribuição das escritas de si por permitirem à mulher negra expor as opressões que, de forma interseccional, impactam a construção de sua identidade. Desse modo, o que a presença do blog Raceteenth imprime em nossas percepções é que as mulheres negras, ao narrarem a si, podem deslocar-se da condição de objeto para a de sujeito da narrativa.Item A variação linguística nos poemas de Patativa do Assaré: um estudo diatópico e diastrático(2025-11-14) Santos, Aline Cabral dos; Silva, Cicero Kleandro Bezerra da; http://lattes.cnpq.br/4704043892385371A presente monografia aborda a obra de Patativa do Assaré sob a ótica variacionista, com ênfase em um estudo diatópico e diastrático. Como objetivo geral, busca-se analisar como as variações diatópicas e diastráticas se manifestam na obra de Patativa do Assaré, destacando de que modo o poeta mobiliza a linguagem popular para expressar aspectos sociais, culturais e identitários do sertão nordestino. O trabalho tem como principal intuito analisar como os aspectos sociais, linguísticos e culturais se manifestam em suas poesias, revelando a riqueza da oralidade nordestina e a relação entre língua, identidade e contexto sociocultural. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, de caráter bibliográfico e documental, fundamentada em estudos da Sociolinguística. O corpus é constituído por poesias selecionadas de Patativa do Assaré, as quais são interpretadas à luz de conceitos de variação linguística, observando-se as marcas do falar popular, bem como suas implicações sociais e culturais. A metodologia seguiu os passos da pesquisa científica qualitativa, inicialmente levantando e contextualizando a vida e a obra do poeta, em seguida descrevendo e analisando os elementos linguísticos presentes em seus textos, para, por fim, interpretar os sentidos produzidos e as identidades representadas em sua produção poética. Os resultados apontam para a relevância da obra de Patativa como registro de práticas linguísticas regionais, evidenciando a estreita relação entre língua, cultura e sociedade, além de contribuir para a valorização da diversidade linguística do português brasileiro e para o combate a preconceitos de natureza linguística e social.Item Ensino de língua inglesa com Shrek: expressões idiomáticas com materiais lúdicos no Ensino Médio(2025-12-12) Cavalcante, Wanderson Danrley Nascimento Cruz; Cavalcanti, Larissa de PinhoO ensino de expressões idiomáticas toca a semântica da língua inglesa e o vínculo estreito entre cultura e língua por meio de significados negociados não literais, mas frequentemente é negligenciado na sala de aula em função de conteúdos estruturais. Por outro lado, a elaboração de materiais didáticos na formação de docentes incentiva um aumento de criticidade, consciência, criatividade e autoestima, além de ampliar suas perspectivas profissionais. O objetivo dessa pesquisa foi, portanto, desenvolver pesquisa-ação com materiais didáticos autorais no formato de jogo para ensinar expressões idiomáticas no Ensino Médio. Foram os objetivos específicos: i) Discutir a semântica da LI com ênfase nas expressões idiomáticas e suas características; ii) Discutir os princípios da elaboração de materiais didáticos; iii) Realizar diagnose para identificar o conhecimento de expressões idiomáticas e/ou o uso de materiais autênticos em aulas de LI; iv) Ministrar aulas utilizando os materiais elaborados; v) avaliar a validade dos materiais elaborados. Para discutir a semântica da língua inglesa se recorreu a Arsiandi e Suhendar (2020) e Kemertelidze e Giorgadze (2020), bem como Makkai (1972), ao passo que as definições sobre materiais didáticos tiveram suporte nos estudos de Tomlinson e Masuhara (2005), Tomlinson (2012, 2013), Cavalcanti e Cândido (2024), e a sequência didática buscou respaldo também na Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2018). Portanto, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa de pesquisa-ação, conforme Richter (2000) e Damiani (2013), e foi desenvolvida com alunos de 3º ano de uma escola particular de Serra Talhada, Pernambuco por três semanas de aula em um total de seis horas/aula. Os resultados evidenciam que o material desenvolvido demonstrou funcionar de maneira consistente, especialmente por combinar elementos lúdicos, multimodais e exemplos culturais próximos aos estudantes.Item A crueldade expressa no conto a causa secreta: a ótica do narrador e do personagem Garcia(2018-08-28) Alves, Ana Magda de Almeida; Silva, Jean Paul d'Antony Costa; http://lattes.cnpq.br/3561921480563342; http://lattes.cnpq.br/3611564276483031Neste trabalho, interessa-nos investigar a crueldade presente no conto A Causa Secreta de Machado de Assis (2017), de maneira mais específica, voltada à observação do personagem Garcia e da linguagem criada pelo narrador. Apontaremos que a crueldade está ligada ao agir e a realidade - podendo ser compreendida a partir de uma duplicação -, fundamentados no pensamento de Antonin Artaud (1999) e Clément Rosset (1989), bem como complementamos a abordagem teórica a partir das considerações expostas por Karl Erick Schollhammer (2008) e o livro Estéticas da Crueldade (2004), organizado por Ângela Maria Dias e Paula Glenadel. Discutiremos a ideia do personagem Garcia está situado no "Entre-Lugar" do jogo de crueldade, tomando a concepção de "Entre-Lugar" de acordo com Silviano Santiago (2000), vemos o personagem como estando situado entre o agir prático e o agir omisso. Discorreremos, com base no pensamento de Sigmund Freud (1969) e Georges Bataille (1989), que a crueldade pode provocar prazer nos personagens, consideramos que há prazer em ser cruel, em observar e contemplar a crueldade. Outra linha de percurso de nosso estudo apresentará-se em Michel Focault (1999), que discutimos a respeito do episódio de suplício feito por Fortunato, e Julio Cortázar (1993), que observamos a intensidade da narrativa machadiana desde suas primeiras linhas. Tratamos ainda acerca do modo como o narrador é peça-chave para a construção da linguagem cruel do conto.Item Terra sonâmbula: oralidade e resistência ao colonialismo em Mia Couto(2025-02-07) Souza, Mylena Lima Felisberto de; Cavalcanti, Ariane da Mota; http://lattes.cnpq.br/8029104330143800O presente trabalho de conclusão de curso propõe o estudo das representações da oralidade na obra Terra sonâmbula, do escritor contemporâneo da literatura moçambicana Mia Couto. Objetiva-se demonstrar através da análise da construção dos personagens, como a oralidade aparece como recurso estético de resistência à colonização portuguesa e à imposição da língua do colonizador, além de funcionar como estratégia estética capaz de revelar as múltiplas facetas culturais do povo moçambicano. Para desenvolver as análises do romance, tem-se como referenciais teórico-críticos principais os autores: Cabaço (2007), Cavacas (2015), Fanon (1980), Ferreira (1977), Mata (2013; 2016) e Candido (1976). O trabalho está organizado em três capítulos: inicialmente, no capítulo primeiro, apresenta-se um apanhado geral sobre Moçambique, seu histórico social e sua literatura, situando Mia Couto no campo literário moçambicano; em seguida, no segundo capítulo, discute-se a questão da oralidade na linha dos Estudos pós-coloniais; no terceiro capítulo, parte-se para a análise das representações da oralidade na construção dos personagens em Terra sonâmbula; por fim, arrolam-se as considerações finais.
