01. Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE (Sede)

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    Diagramas interativos para análise de risco de incêndio florestal
    (2026-02-12) Almeida, Iago Leal Ferreira de; Bocanegra, Silvana; http://lattes.cnpq.br/4596111202208863
    Neste trabalho é proposto o desenvolvimento de um protótipo de ferramenta para monitoramento de incêndios florestais. Com uma interface interativa é possível acompanhar a evolução do risco de fogo em diversas localidades, transformando dados meteorológicos complexos em uma ferramenta de suporte visual. Utilizando dados oficiais do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e uma arquitetura automatizada em nuvem com Streamlit, aplicou-se um modelo de Diagramas de Risco, que integra o Risco de Fogo Observado (RF) e a Tendência Temporal de Risco (TTR) para estimar a evolução do risco de uma determinada localidade ao longo do tempo. A validação da metodologia baseou-se em estudos de caso nos biomas Amazônia (Amapá) e Cerrado (Tocantins) durante os períodos críticos observados nos meses de maio e setembro de 2025. Os resultados demonstraram alta aderência entre as projeções do modelo e os registros oficiais de emergência, capturando com precisão tanto a degradação gradual quanto a intensificação súbita das condições críticas. Conclui-se que o protótipo tem potencial para se transformar em uma ferramenta eficaz para a tomada de decisão estratégica, permitindo aos gestores antecipar cenários de risco e otimizar a alocação de recursos de combate.
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    Mapeamento e caracterização das áreas queimadas nas mesorregiões do Sertão e São Francisco Pernambucano (2010–2022) por meio de imagens MODIS e dados MapBiomas
    (2025-12-17) Silva, Hortência Cristina da; Nascimento, Cristina Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9289129949520610; http://lattes.cnpq.br/3329717909745521
    As mesorregiões do Sertão e do São Francisco Pernambucano têm como bioma predominante a Caatinga e apresentam clima semiárido, caracterizado por altas temperaturas, baixa umidade e regime pluviométrico irregular. Essas regiões vêm sofrendo pressões significativas decorrentes de ações antrópicas, como o desmatamento e a ocorrência recorrente de queimadas. O objetivo deste estudo foi mapear, caracterizar e quantificar a incidência de focos de calor, bem como analisar o uso e a cobertura do solo nessas mesorregiões. Adicionalmente, buscou-se avaliar a capacidade de recuperação ou regeneração natural da vegetação após eventos de queima, utilizando imagens de satélite, quantificação das áreas afetadas e a frequência das ocorrências de fogo. Para isso, foram utilizadas imagens do sensor MODIS, a bordo da plataforma orbital Terra, a fim de identificar as áreas atingidas, analisar o NDVI e desenvolver um código na plataforma Google Earth Engine (GEE) para detectar, de forma operacional, áreas com potencial de regeneração vegetal. As imagens do MapBiomas foram utilizadas para classificar o uso e a cobertura do solo nos dias de queima, além de avaliar a extensão e a frequência dos eventos de fogo. Os resultados indicam um aumento progressivo no número de focos de calor entre o período de 2010 e 2022, especialmente nos meses de agosto a novembro, com pico registrado em outubro de 2021 (662 focos). A maior área queimada ocorreu em 2022, totalizando 14.484,93 hectares. Os eventos de fogo concentraram-se majoritariamente em áreas de Formação Savânica (59,26%) e Pastagem (15,34%), que também apresentaram as maiores extensões de queima, com 46.156,20 ha e 8.347,82 ha, respectivamente. Assim, as informações obtidas por sensoriamento remoto demonstraram elevada relevância para a detecção de focos de calor, o monitoramento da regeneração da vegetação e a quantificação das áreas impactadas pelo fogo.
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    Relação entre a cobertura vegetal e a temperatura superficial do solo urbano de Ouricuri/PE
    (2025-08-06) Souza, Lucas Filgueira de; Lima Neto, Everaldo Marques de; http://lattes.cnpq.br/6791561445213969; http://lattes.cnpq.br/6637562847657514
    A urbanização desordenada tem levado à redução da cobertura vegetal e ao consequente aumento das temperaturas nas áreas urbanas. O uso de geotecnologias e indicadores ambientais em áreas urbanas fornece subsídios para compreender os efeitos da cobertura vegetal sobre o microclima local. Esta pesquisa teve como objetivo analisar a variação espaço-temporal do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e da temperatura superficial (LST) no perímetro urbano de Ouricuri PE, cidade inserida no semiárido pernambucano. Para isso, no primeiro momento a aquisição de dados vetoriais da cobertura do solo. Para o cálculo do NDVI e LST, foram obtidas imagens de satélite do sensor OLI/TIRS, do Landsat 8, dos meses de junho e novembro de 2024. Foram realizadas análises estatísticas descritivas e correlação de Pearson entre o NDVI e Temperatura Superficial, a partir de 113 pontos amostrais, distribuídos em locais representativos da infraestrutura urbana. Os resultados indicaram variação sazonal expressiva: em junho, predominou vegetação rala, típica de Caatinga (NDVI 0,201–0,3), enquanto em novembro houve redução dessa classe, com destaque para a resiliência da vegetação moderada a densa (NDVI > 0,3). As temperaturas médias registradas foram de 35,63 °C em junho e 43,31 °C em novembro, com acréscimo superior a 7,5 °C entre os períodos. Essa diferença na temperatura média entre os dois períodos evidenciou a influência direta da sazonalidade climática do semiárido, que pode estar relacionada a maior radiação solar, menor umidade relativa e escassa cobertura de nuvens no período seco. A análise de 113 pontos amostrais da malha urbana revelou correlação negativa entre NDVI e temperatura superficial, com r = -0,17 em junho e r = -0,35 em novembro, evidenciando maior influência da cobertura vegetal na mitigação do calor no período seco. Assim, Os resultados obtidos permitem uma compreensão mais detalhada da dinâmica espaço-temporal da vegetação e da temperatura em um ambiente urbano semiárido. Assim, a pesquisa contribuiu para o avanço das pesquisas científicas sobre a aplicação de geotecnologias em contextos urbanos e pode subsidiar futuros estudos sobre planejamento urbano e a gestão de florestas urbanas.
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    Incêndios florestais: uso de visualização geométrica para análise de risco
    (2025-08-15) Ramos, Raffael Vieira; Bocanegra, Silvana; Alves, Rayanna Barroso de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/4596111202208863; http://lattes.cnpq.br/9128046332218001
    Este trabalho apresenta um modelo de diagrama voltado à avaliação do risco de incêndios florestais em diferentes municípios brasileiros, utilizando uma metodologia empírica de visualização geométrica que possibilita o monitoramento temporal do risco e potencializa ações de prevenção, tomada de decisão e resposta rápida pelos órgãos responsáveis. Para tanto, foi adaptado um modelo originalmente proposto pela Universidade Politécnica da Catalunya e utilizado em parceria com o Instituto de Redução de Riscos e Desastres de Pernambuco (IRRD-PE) para a COVID-19. Os resultados evidenciam que o modelo identifica períodos críticos e áreas prioritárias, comprovando sua aplicabilidade na gestão do risco de incêndios florestais.
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    Estimativa de variáveis dendrométricas a partir do sensor LiDAR no IPHONE 13 PRO
    (2024-02-29) Santana, Larissa Maria Lopes; Silva, Emanuel Araújo; http://lattes.cnpq.br/2765651276275384; http://lattes.cnpq.br/0582963735033837
    Nos últimos anos, o uso de tecnologias de sensoriamento remoto, como o sensor LiDAR, tornou-se fundamental na análise de variáveis dendrométricas em áreas florestais, e o LiDAR no iPhone 13 Pro representa uma inovação, oferecendo uma maneira acessível e eficiente de obter dados precisos sobre a estrutura florestal. Este trabalho visa avaliar a eficácia do sensor LiDAR do iPhone 13 Pro na estimativa de variáveis dendrométricas, como diâmetro e altura das árvores, em um povoamento de Mogno Africano, comparando medições com métodos convencionais para verificar a precisão dos dados obtidos pelo LiDAR. A tecnologia LiDAR tem avançado significativamente, permitindo a obtenção de dados tridimensionais detalhados sobre a estrutura das florestas, sendo amplamente utilizada na engenharia florestal para inventário, planejamento de manejo e modelagem de crescimento de árvores; aplicativos que incorporam LiDAR, como ForestScanner e Arboreal Tree, têm mostrado potencial em fornecer estimativas precisas de variáveis dendrométricas. O estudo foi realizado na Estação Experimental de Cana-de-açúcar do Carpina, em Pernambuco, onde dados de diâmetro e altura foram coletados manualmente e por meio dos aplicativos ForestScanner e Arboreal Tree, utilizando o sensor LiDAR do iPhone 13 Pro, e as medições foram comparadas para avaliar a precisão dos dados obtidos pelos aplicativos em relação aos métodos convencionais. Os resultados mostraram uma forte correlação entre as medições convencionais e as obtidas pelos aplicativos, com o ForestScanner apresentando um coeficiente de determinação (R²) de 0,852 e um RMSE de 2,24 cm para o diâmetro, enquanto o Arboreal Tree mostrou um R² de 0,9501 e um RMSE de 1,44 cm; para a altura, o Arboreal Tree apresentou um R² de 0,7857 e um RMSE de 1,31 m, indicando que ambos os aplicativos fornecem estimativas precisas e podem ser usados como alternativas eficientes aos métodos convencionais de medição. A utilização do sensor LiDAR no iPhone 13 Pro, combinada com os aplicativos ForestScanner e Arboreal Tree, mostrou-se eficaz na estimativa de variáveis dendrométricas, destacando a importância da tecnologia LiDAR em dispositivos móveis como uma ferramenta inovadora e prática para a coleta de dados florestais, oferecendo precisão, economia de tempo e custos na obtenção de informações sobre a estrutura florestal.
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    Relatório licenciamento e avaliação de impacto ambiental pelo método Leopold/Rocha (sensoriamento remoto) – CPRH: construção de pequena barragem, irrigação em cultura de maxixe, criação de frango de corte
    (2023) Melo, Thiago Alexandre Pereira de; Coelho Júnior, José Machado; http://lattes.cnpq.br/6906686277921650; http://lattes.cnpq.br/1639046679783304
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    Dinâmica espaço-temporal de índices de vegetação obtidos por VANT e Sentinel-2/MSI: análise do desenvolvimento da cultura de soja irrigada em pivô central
    (2024-02-22) Silva, Mateus Dias Cezar da; Pandorfi, Héliton; http://lattes.cnpq.br/7981297368478991; http://lattes.cnpq.br/0572428299964865
    Os índices de vegetação desempenham um papel preponderante no monitoramento do desenvolvimento de culturas agrícolas. Esse estudo buscou avaliar a dinâmica espaço-temporal de índices de vegetação em uma área de cultivo de soja irrigada por pivô central na Fazenda Agro Centro-Oeste localizada no município de São Luís de Montes Belos no estado de Goiás, utilizando imagens obtidas através de VANT e Sentinel-2/MSI, validando a aplicabilidade das imagens do satélite por meio de correlações com as imagens. Foram avaliados os índices de Vegetação Ajustado às Condições do Solo (SAVI), o Índice de Área Foliar (IAF, m2.m-2) e o Índice de Refletância Fotoquímica Modificado (MPRI) bem como a caracterização das chuvas na região de estudo. Todos dados foram submetidos à análise estatística descritiva para obtenção da média, desvio padrão e coeficiente de variação (CV, %) e posteriormente as análises geoestatísticas, a fim de dar apoio na caracterização da dinâmica dos índices de vegetação. No período de avaliação entre os anos de 2018 e 2019, observou-se que ao longo dos estádios de desenvolvimento da soja os índices tiveram comportamento homogêneo e crescente, apresentando um coeficiente de variação (CV) alto (CV=24%) no período inicial e final, mas após estabilização não se tem uma maior variabilidade do CV. Portanto, conclui-se que as análises dos índices de vegetação podem desempenhar um papel fundamental no acompanhamento e no gerenciamento da cultura da soja, bem como efetivar a aplicabilidade das imagens de satélite e correlacionar com as imagens de VANT, auxiliando os agricultores a tomar decisões informadas para otimizar a produção e economizar recursos.
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    Sensoriamento remoto utilizado em restauração florestal: uma revisão de literatura
    (2025-03-21) Soares, Joseph da Silva; Lima Neto, Everaldo Marques de; Melo, Lorena de Moura; http://lattes.cnpq.br/1486808425687522; http://lattes.cnpq.br/6791561445213969; http://lattes.cnpq.br/6734386135151391
    A restauração florestal tornou-se uma estratégia fundamental para mitigar os impactos ambientais, promover a recuperação da biodiversidade e restaurar serviços os ecossistêmicos. No entanto, o monitoramento contínuo dessas áreas ainda enfrenta desafios tecnológicos, operacionais e econômicos, dificultando a avaliação da eficácia das iniciativas de restauração. Nesse contexto, o sensoriamento remoto surge como uma ferramenta inovadora e promissora para o monitoramento da restauração florestal, permitindo análises em larga escala com menor dependência de pesquisas de campo. Este estudo tem como objetivo analisar o uso do sensoriamento remoto no monitoramento contínuo da restauração florestal por meio de revisão bibliográfica, identificando as potencialidades, desafios no acompanhamento das áreas e na avaliação da eficácia das iniciativas de restauração. A metodologia consiste em uma revisão de literatura sobre o uso do sensoriamento remoto na restauração florestal, focando em estudos de 2000 a 2025. Foram selecionados artigos que correlacionaram sensoriamento remoto ao monitoramento de restauração, abordando eficácia, dificuldades técnicas e aplicações práticas. Os resultados indicaram que os avanços tecnológicos na área do sensoriamento remoto melhoraram a precisão do monitoramento, aprimorando a detecção de mudanças na vegetação e facilitando a avaliação do sucesso da restauração. No entanto, desafios como variações metodológicas, dificuldades de diferenciação de espécies, limitações de resolução espacial e interferência atmosférica ainda afetam a eficiência da geotecnologia. Além disso, a falta de métodos padronizados de análise de dados dificulta a comparação de resultados entre diferentes iniciativas. A integração de múltiplas fontes de dados, com algoritmos de aprendizado de máquina, tem se mostrado uma alternativa viável para superar essas limitações, otimizando a precisão das análises e tornando o monitoramento mais acessível e eficiente. Conclui-se que o sensoriamento remoto é uma ferramenta indispensável para o monitoramento contínuo da restauração florestal, contribuindo para o manejo sustentável dos ecossistemas e o desenvolvimento de ações mais efetivas.
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    Mudança de uso e cobertura da terra: variáveis socioeconômicos como fator de alteração do bioma Caatinga em Petrolina - PE
    (2025-03-13) Lira, Fernanda Pereira de; Ferreira, Rinaldo Luiz Caraciolo; Silva, Emanuel Araújo; http://lattes.cnpq.br/2765651276275384; http://lattes.cnpq.br/8002371435811689; http://lattes.cnpq.br/4949043992606162
    A Caatinga desempenha um papel essencial na manutenção da biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos da região semiárida. No entanto, as atividades antrópicas, impulsionadas pelo crescimento populacional e pelo desenvolvimento socioeconômico, têm causado significativas mudanças no uso e cobertura da terra, resultando em degradação ambiental e impactos sobre a vegetação nativa. Neste estudo, objetivou-se analisar a influência das variáveis socioeconômicas e agropecuárias na dinâmica territorial do município de Petrolina - PE, nos anos de 2014 e 2024. Para tal, foi utilizado imagens do satélite LANDSAT 8, sensor OLI (Operational Land Imager), adquiridas gratuitamente na página do United States Geological Survey, selecionada com critérios de mínima interferência de nuvens, com faixa de cobertura menor que 5% e resolução espacial de 30 m. Foram utilizadas imagens da órbita 217 e ponto 66 e classificadas pelo algoritmo Random Forest no software QGIS. A acurácia geral da classificação obtida para o ano de 2014 foi de 89,3% e o índice de Kappa de 0,80, enquanto, a acurácia geral da classificação para o ano de 2024 foi de 97,76% e o Índice de Kappa de 0,9599, resultado satisfatórios para comprovar a confiabilidade e qualidade da classificação. Foram identificadas transformações significativas no uso da terra, com a redução de áreas de vegetação e pastagens, aumento do solo exposto e expansão da área urbana. No estudo, demonstrou-se que a pecuária, a expansão urbana, o crescimento populacional e a extração vegetal exercem forte pressão sobre a paisagem da região, contribuindo para processos de degradação ambiental. Os resultados evidenciam a necessidade de políticas públicas e práticas sustentáveis voltadas para o manejo adequado dos recursos naturais e a mitigação dos impactos ambientais na Caatinga.
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório. Avaliação da mudança de paisagem nos municípios de Amaraji (PE) e Chã-Grande (PE) durante os anos (1985 - 2020) utilizando dados do Projeto MapBiomas
    (2024-10-11) Pedrosa, Hugo Bandeira D’Arolla; Nascimento, Cristina Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9289129949520610; http://lattes.cnpq.br/4470288990031188
    Este trabalho visou analisar as mudanças na paisagem dos municípios pernambucanos Amaraji e Chã-Grande, onde se pode constatar que a preservação do ambiente resultou em avanços nos indicadores de conservação, o que promoveu uma melhoria significativa na qualidade de cultivo e no avanço da agricultura familiar. A Associação Kapi’wara, criada em 2014 como um coletivo se tornou uma Associação em 2021 sendo uma entidade que realiza o planejamento de uma agricultura, agroecológica e sustentável, em zonas urbanas e rurais e tem a missão de iniciar coletivos de cooperação comunitária entre agricultores e moradores nos locais de ação da Associação, utilizando a metodologia de Nucleação, que é o incentivo de criação de grupos cooperativistas que disseminam o uso de uma agricultura consciente e sustentável e que preserve o meio ambiente. Os dados foram obtidos a partir do banco de dados do Projeto MapBiomas. Foram analisadas as condições de uso e ocupação do solo de 1985 a 1990; de 2000 a 2010 e durante os anos de 2017, 2018, 2019 e 2020. Esta série demonstrou as mudanças do ambiente em detrimento da atividade agrícola e expansão urbana das regiões dos municípios. A observação destes fatores é a chave crucial para o estudo da viabilidade de sistemas de cultivo que possam agregar maior capacidade produtiva e regenerativa ao bioma de Mata Atlântica em que os municípios estão inseridos, permitindo um uso mais eficiente da área de cultivo e diversificando a agricultura, gerando a conservação de ambientes com paisagens anteriormente degradadas pelo mau uso da terra e pela forma extrativista de exploração, que não permite a devida regeneração da paisagem natural.