TCC - Licenciatura em Pedagogia (Sede)

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    A importância da participação familiar na realização das tarefas de casa na visão de professoras da rede pública de ensino da cidade do Recife - PE
    (2026-07-07) Silva, Maria Miriele Ferreira da; Gama, Ywanoska Maria Santos da; http://lattes.cnpq.br/1398858336713229; http://lattes.cnpq.br/4251105969089353
    A presente pesquisa tem como tema as relações entre escola - dever de casa – família, e teve como principal objetivo investigar como professoras atuantes no ciclo de alfabetização (1°, 2° e 3° ano do ensino fundamental) da rede pública de ensino, da cidade de Recife - PE, percebem o envolvimento familiar na realização das atividades para casa. Para isso, foi realizado uma busca histórica sobre as relações entre a criança, a família, a escola e os deveres de casa, utilizando autores como Oliveira (2013); Ariés (1981); Azevedo (2015); Romanelli (2014); Romanelli (2002); Libâneo (1996); Freire (1996); Andrade (2010); Nogueira (2002); Charlot (2000); a Constituição Federal (1988), etc. Para a metodologia foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com seis docentes de duas escolas municipais, e a análise de conteúdo de Bardin (2016) deu embasamento para a construção de três categorias para análise. Os resultados revelaram algo já conhecido tanto para o campo teórico como também para as docentes em sala de aula: a necessidade e importância da participação familiar nos processos de aprendizagem das crianças é real, não apenas através da participação na realização dos deveres de casa, mas sim em todos os processos escolares, pois a família exerce forte influência na construção identitária cotidiana da criança, mas existe também a persistente ausência da atuação dessas famílias nesses processos escolares, e isso dar-se por razões históricas, sociais, culturais ou econômicas. Esse trabalho nos revela a necessidade da constante reflexão e olhar atento sobre os processos educacionais, sejam eles os que ocorrem dentro de sala de aula ou fora dela.
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    Vozes do imaginário: uma análise das interações comunicativas infantis e da mediação adulta na brincadeira simbólica
    (2026-06-16) Silva, Maria Clara Andrade da; Carvalho, Maria Jaqueline Paes; http://lattes.cnpq.br/9755289492514554; http://lattes.cnpq.br/7703657826171125
    A presente pesquisa situa-se no campo da Educação Infantil e discute a brincadeira simbólica como experiência fundamental para a construção de sentidos, relações e formas de comunicação entre crianças pequenas. Parte-se da compreensão de que o brincar não constitui apenas um momento livre da rotina, mas uma linguagem própria da infância e uma prática essencial ao desenvolvimento infantil. O objetivo geral foi compreender como a brincadeira simbólica se organiza no cotidiano de uma turma de Educação Infantil, analisando as interações comunicativas entre criança/criança e criança/adulto nesse processo. O estudo fundamenta-se em contribuições de Piaget (1976) e Vygotsky (1991) sobre o jogo simbólico, a função simbólica e o desenvolvimento infantil, bem como na Sociologia da Infância, especialmente a partir de Corsaro (2011), além de dialogar com autores que discutem o brincar, a cultura infantil e a mediação docente. Trata-se de uma pesquisa de campo, de abordagem qualitativa, realizada em uma turma do Grupo II de uma instituição municipal de Educação Infantil do Recife, com crianças de dois e três anos de idade. Utilizou-se a observação participante como principal estratégia metodológica, com registros em diário de campo e apoio de fotografias e vídeos, analisados por meio da análise de conteúdo. Os resultados evidenciaram que as brincadeiras simbólicas acontecem, muitas vezes, nas brechas da rotina, entre atividades dirigidas, momentos de espera e espaços menos controlados da instituição. Mesmo diante da mediação adulta limitada, as crianças construíam narrativas, ressignificavam objetos e espaços, negociavam papéis e incorporavam referências do mundo adulto às suas próprias culturas infantis. Conclui-se que a brincadeira simbólica precisa ser reconhecida como parte legítima do planejamento pedagógico, pois revela modos infantis de pensar, comunicar, criar e produzir cultura.
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    Mediação de leitura e educação matemática: caminhos entrelaçados na educação infantil?
    (2026-05-11) Nascimento, Filype Fernando do; Gomes, Claudia Roberta de Araújo; http://lattes.cnpq.br/6120322185504988; http://lattes.cnpq.br/4302298113743690
    Este estudo investiga a relação entre a literatura infantil e o desenvolvimento do pensamento matemático na Educação Infantil, analisando como a mediação de leitura pode atuar como uma ferramenta pedagógica para a mobilização de ideias matemáticas pelas crianças. A pesquisa parte da premissa de que a leitura de livros literários infantis é um direito inalienável e possui uma função lúdica e criativa, capaz de organizar o pensamento interno da criança, servindo também de alicerce para o olhar acerca das ideias matemáticas que, muitas vezes, são intuitivas e espontâneas no pensamento infantil, como comparação, classificação e seriação, e que, porventura, são presentes em alguns textos literários. Metodologicamente, o trabalho ancora-se numa abordagem qualitativa, consistindo em observações sistemáticas em uma sala da pré-escola (turma de 4 e 5 anos), de uma escola municipal da cidade do Recife - PE. Os dados construídos nas observações realizadas nos momentos de mediação de leitura e descritos pelo pesquisador em seu diário de campo parecem indicar que a mediação literária, quando realizada com escuta ativa e olhar atento, permite que as crianças mobilizem conceitos de ordem, sucessão e relações espaciais de forma orgânica através das narrativas. Os resultados indicam que o uso de elementos narrativos e ilustrativos, aliado a momentos lúdicos de interação e brincadeira, potencializam a construção inicial do raciocínio lógico-matemático, com indicação de noções matemáticas, sem descaracterizar a fruição estética do texto literário. Conclui-se que o papel do educador como mediador é fundamental para articular essas diversas linguagens, como defendido por Malaguzzi (1999), as cem linguagens, promovendo uma formação integral que reconhece a criança como produtora ativa de novas ideias, ampliando seu repertório sociocultural. Afinal de contas, é a escola o espaço específico que oferece a oportunidade do encontro com seus pares, de interações e brincadeiras, do confronto com diferentes experiências e subjetividades.
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    Afetividade, desenvolvimento e deficiência intelectual: discursos, práticas e concepções pedagógicas no cotidiano de uma turma de educação infantil
    (2025-07-28) Silva, Renata Januário de Freitas; Gama, Ywanoska Maria Santos da; https://lattes.cnpq.br/1398858336713229; https://lattes.cnpq.br/4963354330103596
    A presente monografia investiga o papel da afetividade no desenvolvimento de crianças com deficiências intelectuais em uma turma de educação infantil de uma escola municipal em Camaragibe-PE. O objetivo foi analisar o papel atribuído à afetividade no desenvolvimento infantil sob a ótica da professora, identificando suas concepções e práticas pedagógicas. Para isso, utilizou-se uma abordagem qualitativa, com observações sistemáticas e entrevista, permitindo a análise das interações e estratégias de inclusão. Os resultados indicam que, embora a professora reconheça a importância do afeto, sua compreensão permanece limitada a expressões positivas, desconsiderando manifestações emocionais desafiadoras como parte legítima do desenvolvimento. O estudo destaca a necessidade de formação continuada, apoio institucional e reflexão crítica para que as ações pedagógicas sejam mais coerentes e inclusivas, considerando a afetividade em sua totalidade. Conclui-se que investir no entendimento amplo da afetividade pode fortalecer vínculos, promover a autonomia e contribuir para uma prática verdadeiramente inclusiva.
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    Salas ambientes na educação infantil: um estudo das práticas de linguagem desenvolvidas em uma turma do grupo 4 em uma creche municipal da Prefeitura do Recife
    (2025-12-11) Melo, Luana Karla Albuquerque de; Santos, Carmi Ferraz; https://lattes.cnpq.br/2322696001671542; https://lattes.cnpq.br/0350281686041255
    A organização por salas ambiente tem se mostrado uma estratégia que potencializa as experiências das crianças na Educação Infantil, especialmente no campo da linguagem. Este trabalho investigou de que forma a organização e o uso da sala ambiente de Língua Portuguesa contribuem para o desenvolvimento das habilidades linguísticas das crianças, analisando as práticas pedagógicas desenvolvidas em uma creche municipal da Prefeitura do Recife. O objetivo geral consistiu em analisar as práticas pedagógicas realizadas na sala ambiente de Língua Portuguesa, observando como essas ações favorecem o desenvolvimento da linguagem oral e escrita. A pesquisa, de abordagem qualitativa e estruturada como estudo de caso, utilizou entrevista semiestruturada, observação do cotidiano da turma e registro em diário de campo. Os resultados mostram que a sala ambiente possibilita maior exploração, autonomia e engajamento das crianças, permitindo à professora planejar propostas de linguagem de maneira intencional, diversificada e integrada. Conclui-se que essa organização favorece o desenvolvimento linguístico e contribui significativamente para práticas pedagógicas mais coerentes com as necessidades da Educação Infantil.
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    Avaliação na educação infantil: as perspectivas teórico-prática de docentes
    (2025-12-03) Morais, Talita Santos Guedes de; Salvador, Maria Aparecida Tenório; http://lattes.cnpq.br/2076591934554686; http://lattes.cnpq.br/4205589598586598
    A presente monografia é resultado do processo investigativo, cujo objetivo geral consiste em compreender as perspectivas teórico-práticas de professoras que atuam na Educação Infantil da rede pública municipal de Igarassu - PE acerca da avaliação da aprendizagem. Desse modo, foi construída uma fundamentação teórica que discutiu o campo conceitual da avaliação da aprendizagem, identificando os marcos legais que orientam a Educação Infantil, estudando a avaliação mediadora e conceituando a documentação pedagógica e os instrumentos de registro presentes na primeira etapa da educação básica. A metodologia adotada foi de abordagem qualitativa, utilizando observações e entrevistas semiestruturadas como instrumentos e meios de coleta de dados. A análise fundamentou-se na metodologia de Análise de Conteúdo (Bardin, 2016). Desse modo, os resultados revelaram que, para as professoras participantes, a avaliação na Educação Infantil configura-se como uma prática contínua e contextualizada, que respeita os tempos das crianças e suas múltiplas formas de aprender, agir e interagir. Além disso, as concepções apresentadas articulam-se ao ciclo da avaliação mediadora proposto por Hoffmann (2015), especialmente no movimento contínuo de observação, reflexão e ação pedagógica. Assim, o estudo responde ao problema de pesquisa ao evidenciar as perspectivas das docentes sobre a avaliação da aprendizagem no contexto da Educação Infantil do município de Igarassu - PE.
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    O espaço e a relação professor-criança e criança-criança na construção de ambientes de aprendizagens na educação infantil
    (2025-07-21) Silva, Sabryna Eduarda Torres da; Carvalho, Maria Jaqueline Paes de; http://lattes.cnpq.br/9755289492514554; http://lattes.cnpq.br/3585496939682764
    O presente trabalho tem como objetivo analisar como a organização dos espaços físicos acessados pelas crianças do Grupo IV de um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) da rede municipal do Recife, bem como as interações entre crianças-crianças e crianças-adultos nesses espaços, contribuem para a construção de ambientes de aprendizagem. Especificamente, buscou-se caracterizar os espaços físicos utilizados pela turma observada, repertoriar as interações entre criança-criança, criança-adulto e criança-ambiente, além de descrever como o ambiente foi construído pelo grupo analisado. A pesquisa fundamenta-se nas contribuições de Zabalza (1998), Forneiro (1998), Horn (2004), Vygotsky (1991), Oliveira (2020), Barbosa e Horn (2022), Ariès (1986), Saveli e Samways (2012), entre outros, além de documentos oficiais como a Base Nacional Comum Curricular (2017) e as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil (2009), com foco nas distinções e articulações entre espaço e ambiente e na importância das interações de qualidade no cotidiano institucional. Adotando uma abordagem qualitativa, com observação participante realizada no contexto educacional, a análise evidenciou que a organização do espaço vai além da disposição física, ela está diretamente relacionada a uma prática pedagógica intencional, sensível e comprometida com o desenvolvimento integral das crianças. A dimensão relacional mostrou-se essencial, contribuindo para os aspectos cognitivos, afetivos, motores e sociais. No entanto, foram observadas limitações na mediação docente, como falas pouco afetivas e baixa intencionalidade em algumas situações. Os dados também apontaram a importância da formação continuada para qualificar as práticas pedagógicas e promover uma escuta mais sensível. Por fim, constatou-se que, embora o espaço físico favoreça parcialmente a autonomia infantil, ainda há desafios estruturais e materiais a serem superados para garantir ambientes mais estimulantes e ricos em experiências.
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    Proposições atelieristas e as experiências estéticas pedagógicas na primeira infância: um encontro entre a arte e as crianças bem pequenas em uma escola do Recife - PE
    (2025-08-05) Almeida, Eunice Florentino de; Alves, Bruno Fernandes; http://lattes.cnpq.br/8297422717781216; http://lattes.cnpq.br/1609024449642128
    Este trabalho apresenta os resultados da busca em responder o problema de pesquisa de como proporcionar experiências estéticas através da arte na educação infantil, e como as Práticas Atelieristas podem contribuir para estas vivências em sala de aula. Teve o objetivo geral de: analisar as experiências estéticas na primeira infância com artes visuais, através de práticas atelieristas com as crianças bem pequenas da educação infantil, e os objetivos específicos de; observar as experiências estéticas com as crianças bem pequenas, mediadas pela arte e pela natureza, explorando novas possibilidades de ensinar e aprender com a arte na educação infantil, identificar como as experiências estéticas contribuem para a construção do conhecimento das crianças bem pequenas, documentar as interações das crianças bem pequenas com os materiais artísticos, analisando como estas experiências contribuem para o seu desenvolvimento expressivo, socioemocional e cognitivo, e explorar os impactos das práticas atelieristas no desenvolvimento estético e sensorial das crianças bem pequenas. Como aporte teórico destacam-se Bonaccini (2024), Vecchi (2017); Thubenchlak (2020); Richter (2015); Hoyuelos (2020); Holm (2007); Barbosa (2020) entre outros. A metodologia foi um estudo de caso de caráter qualitativo que teve como sujeitos da pesquisa as Crianças bem pequenas da faixa etária de 2 anos a 2 anos e 11 meses, assim como as Educadoras do grupo 2, o estudo de caso foi realizado em uma escola de Educação Infantil na cidade do Recife-PE, a metodologia de análise de dados utilizada foi a Análise temática a luz de Autores pertinentes ao Tema pesquisado. Os dados obtidos mostram os possíveis impactos que as práticas Atelieristas tem no desenvolvimento das Crianças em diversas áreas como no desenvolvimento sensorial, emocional, motor, social estético e cognitivo, mostrando-se um tema de grande interesse para a Pedagogia.
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    Avaliação na educação infantil: caminhos e desafios da prática avaliativa com bebês na rede municipal do Recife
    (2025-07-24) Silva, Bárbara Claudiane da; Ferraz, Bruna Tarcília; http://lattes.cnpq.br/2100573722828366
    O presente estudo buscou compreender a prática avaliativa em uma turma de Berçário da Rede Municipal do Recife. De forma específica, procurou-se compreender as concepções do professor acerca da avaliação na Educação Infantil e seus critérios para avaliar bebês. O referencial teórico fundamentou-se em autores como Hoffmann (1991; 2005), Luckesi (2011), Kramer (2006) e outros que discutem a avaliação como processo contínuo, reflexivo e respeitoso à infância. O interesse pela temática surgiu durante o Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO), em que houve contato direto com bebês e diálogos com a professora da turma, possibilitando reflexões iniciais sobre o tema. A pesquisa, de caráter qualitativo, foi realizada posteriormente, com um professor diferente, em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) recifense, por meio de entrevista semiestruturada e análise de conteúdo.
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    Reflexões acerca do ensino da leitura e da escrita no grupo IV da educação infantil
    (2025-07-11) Brito, Bruna Loreny Costa de; Cabral, Ana Catarina dos Santos Pereira; http://lattes.cnpq.br/7731108870085614
    Esta pesquisa teve como propósito compreender a prática pedagógica de uma professora do Grupo IV da Educação Infantil em uma creche escola localizada no município do Recife-PE, em relação ao ensino da leitura e da escrita. Para isso, nos ancoramos nos estudos de Brandão e Leal (2011), Ferreiro (2001), dentre outros, bem como nas diretrizes norteadoras da prática docente na Educação Infantil. Para tal, desenvolvemos uma pesquisa de caráter qualitativo, inspirada na metodologia de estudo de caso, e como forma de adquirir dados para investigação, observamos a prática docente durante dez dias e realizamos uma entrevista semiestruturada. Por meio da análise dos dados obtidos constatamos uma consonância entre a teoria abordada e o trabalho docente analisado. A professora desenvolveu práticas centradas em experiências potencialmente lúdicas, na interação criança-criança, criança-adulto, criança-ambiente e na construção de propostas didáticas que favoreceram a aprendizagem da leitura e da escrita de forma significativa às crianças de quatro anos da Educação Infantil.