TCC - Licenciatura em Educação Física (Sede)

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    Consequências da privação de sono em adolescentes em idade escolar: uma revisão bibliográfica
    (2025-12-21) Silva, André Willder Pereira Inácio da; Oliveira, Marcelo de Santana; https://lattes.cnpq.br/5548486353463233; https://lattes.cnpq.br/4641574939576145
    O sono é um processo biológico essencial para a manutenção da saúde física, mental e cognitiva. Durante a adolescência, etapa marcada por intensas mudanças fisiológicas, emocionais e sociais, a qualidade e o tempo de sono assumem papel fundamental no desenvolvimento global do indivíduo. No entanto, diversos fatores têm contribuído para a crescente ocorrência de privação de sono entre adolescentes, especialmente em estudantes do ensino médio. O presente trabalho tem como objetivo responder a seguinte problemática: “Quais são as principais causas e consequências da privação de sono em estudantes do ensino médio escolar?”. Portanto, trata-se de um trabalho de revisão bibliográfica que tem como objetivo identificar as principais causas e consequências da privação de sono em estudantes do ensino médio escolar. Materiais e métodos: Para a busca de trabalhos pertinentes ao assunto, foram empregados os seguintes descritores em inglês: ((Sleep deprivation) AND (Students)) AND (Adolescent), para esta pesquisa foram selecionados apenas trabalhos dos últimos 5 anos, em língua portuguesa e língua inglesa. Resultados: Foram encontrados inicialmente 236 trabalhos, destes foram selecionados 28 trabalhos e estes foram incluídos no resultado final da pesquisa. Para analisar de forma clara, organizada e objetiva, os trabalhos coletados foram dispostos em um quadro contendo as principais informações contidas nas publicações selecionadas. Conclusão: O presente estudo chegou à conclusão de que a privação de sono em adolescentes apresenta-se como um problema multifatorial que acarreta diversas consequências tanto para a saúde do indivíduo, quanto para o ensino e aprendizagem como um todo. A ocorrência da privação de sono pode ser desencadeada por fatores psicológicos como a ansiedade e a depressão, fatores ambientais e sociais como a insegurança alimentar e a segurança pública, sobrepeso e obesidade, fatores biológicos como a latência do sono observada na adolescência e agravada pelo horário de início das aulas no horário da manhã que limita o horário de sono desses estudantes. Diversas estratégias foram encontradas e testadas com o objetivo de reduzir os prejuízos causados pela privação de sono em adolescentes, muitas delas apresentam resultados satisfatórios, com destaque para o adiamento do horário de início das aulas no horário da manhã, que mostrou-se uma iniciativa de intervenção de baixo custo e grande recompensa como evidenciado pelos estudos encontrados.
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    Estudantes universitários e ensino remoto: impactos provocados à saúde mental durante a pandemia de COVID-19
    (2024-03-11) Freitas, Anne Elise Alves de; Lindoso, Rosângela Cely Branco; http://lattes.cnpq.br/3076590717855221; http://lattes.cnpq.br/9158087822068202
    Estudos e relatos afirmam que os estudantes universitários como uma população com alta prevalência de depressão, ansiedade e níveis elevados de estresse durante a pandemia de COVID-19. Esse fato tem despertado um crescente interesse acerca de possíveis relações entre vivências acadêmicas e a saúde mental. Neste contexto, esta pesquisa teve como objetivo principal investigar os impactos causados na saúde mental dos estudantes de Educação Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) provocados pelo ensino remoto emergencial ERE, bem como os aspectos facilitadores e dificultadores do novo método de ensino, os impactos negativos e positivos das aulas remotas associados ao processo de aprendizagem e as consequências causadas à saúde mental dos estudantes. A pesquisa teve uma abordagem quali- quantitativa e foi construída por meio de pesquisa bibliográfica e exploratória. Os dados foram coletados através de um questionário aplicado de forma online. Os resultados obtidos foram de um total de 36 respostas e os participantes foram graduandos que estavam entre o quarto até o oitavo semestre, desperiorizados e egressos (concluintes). Esta pesquisa contribui para a investigação dos aspectos e impactos do ERE que foram relevantes na graduação dos estudantes do curso de Educação Física da UFRPE. Os resultados demonstram uma correlação negativa, estatisticamente significativa, entre os fatores associados à saúde mental, aproveitamento acadêmico e impacto do ensino remoto emergencial nas vivências acadêmicas durante a pandemia. Por fim, parece clara a necessidade de que os estudos sobre o tema sejam ampliados, não apenas em relação à realização de novas buscas em outras bibliotecas virtuais, objetivando ampliar e enriquecer os resultados, com o intuito de analisar o fenômeno da saúde mental dos estudantes pós-pandemia através das produções científicas, como também que sejam realizadas pesquisas de campo para obter uma melhor compreensão do objeto de estudo em questão.
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    O ensino da educação física escolar como estratégia na promoção da saúde mental
    (2019) Vieira, Cristiano Simião; Souza, Daniela Maria Bastos de; Jimenes, George Chaves; http://lattes.cnpq.br/4856221548369438; http://lattes.cnpq.br/3956430381020013
    O objetivo deste estudo é analisar como a educação física escolar pode contribuir com a saúde mental dos alunos, numa comparação entre o tratamento farmacológico e os benefícios da educação física, na proteção e/ou reabilitação do psiquismo que sofreu traumas na infância desenvolvendo transtornos mentais. A metodologia utilizada foi uma revisão bibliográfica partindo de obras que versam sobre o que é trauma psicológico, quais suas consequências, o tratamento da farmacologia e os benefícios da educação física na recuperação e/ou proteção da saúde. Na conclusão avaliaremos a eficiência e eficácia dos tratamentos farmacológicos, dos exercícios físicos e do ensino dos conteúdos da educação física escolar, seus pontos de divergência ou convergência em relação a proteção e/ou recuperação do psiquismo em resposta a promoção da saúde mental na educação básica.