TCC - Licenciatura em Educação Física (Sede)
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Item Estratégias para inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar: uma revisão bibliográfica(2025-12-04) Silva, Alexsander Soares da; Lindoso, Rosângela Cely Branco; http://lattes.cnpq.br/3076590717855221; http://lattes.cnpq.br/3237439215572256No país muito se tem falado a respeito de inclusão, mais especificamente sobre a inclusão de pessoas com o transtorno do espectro autista (TEA) no ambiente escolar. O transtorno do espectro autista é um distúrbio que compromete o desenvolvimento neurológico que afeta a comunicação, linguagem e comportamento social, dependendo do grau/nível do distúrbio. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), agência internacional especializada em saúde pública das Américas, uma em cada 160 crianças tem transtorno do espectro autista (TEA). Essa pesquisa busca responder ao seguinte problema de pesquisa: quais as estratégias para inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar? Definimos, assim, como objetivo geral: analisar as estratégias para inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar na produção do conhecimento. O estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica desenvolvida através de uma abordagem qualitativa. Para o desenvolvimento desta pesquisa foi utilizada a plataforma de buscas do Portal de Periódicos da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Utilizamos para seleção dos artigos, os descritores “educação física escolar” AND “inclusão” AND “autismo” no site do Portal de Periódicos CAPES, no qual foram localizados 18 artigos, sendo todos em Português. Após a análise dos títulos foram selecionados 7 artigos para a leitura, que tratavam de Educação Física Inclusiva, Educação Física Escolar, Autismo e Transtorno do Espectro Autista. Da análise conjunta dos artigos os resultados apontam que dentre as estratégias para a inclusão de alunos com o transtorno do espectro autista nas aulas de educação física escolar estão a necessidade da adaptação curricular e metodológica, a formação docente, o uso da psicomotricidade e a participação da família e da comunidade escolar. Esse conjunto de estratégias se complementam tornando-se capazes de transformar as aulas de educação física em um espaço inclusivo e democrático para alunos com TEA.Item A contribuição da educação física no desenvolvimento social e inclusão escolar de crianças com transtorno do espectro autista (TEA): uma revisão bibliográfica(2025-03-13) Limeira, Emanuele Caroline; Nascimento, Tárcio Amancio do; http://lattes.cnpq.br/7587998432643663; http://lattes.cnpq.br/0314715709995525A presente pesquisa tem como tema as contribuições da Educação Física para o desenvolvimento social e a inclusão escolar de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), analisando como as práticas pedagógicas dessa disciplina podem favorecer a socialização no contexto escolar. A problemática que norteou o estudo foi: qual é a contribuição da Educação Física para o desenvolvimento social de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA)? O objetivo geral é analisar a contribuição da Educação Física para o desenvolvimento social e a inclusão de crianças com TEA. Definimos como objetivos específicos: 1) Compreender o Transtorno do Espectro Autista (TEA); 2) Compreender a relação entre Educação Física e inclusão escolar; 3) Compreender a relação entre Educação Física e desenvolvimento social; e 4) Analisar como as práticas pedagógicas dessa disciplina podem favorecer a socialização e a inclusão escolar no contexto educacional. A metodologia adotada foi uma revisão bibliográfica de natureza qualitativa, com análise de artigos científicos selecionados a partir de critérios previamente definidos. A fundamentação teórica baseou-se nas contribuições de Vygotsky e Piaget, além de estudos sobre inclusão escolar e metodologias pedagógicas voltadas ao TEA. Os resultados evidenciaram que a Educação Física, quando planejada com estratégias inclusivas — como jogos estruturados, atividades psicomotoras e a psicomotricidade relacional —, favorece a interação social, melhora a comunicação e reduz comportamentos de isolamento entre crianças com TEA. No entanto, a pesquisa também destacou desafios, como a falta de capacitação docente, a escassez de recursos pedagógicos adaptados e a necessidade de maior suporte institucional para viabilizar a inclusão de maneira eficaz. Conclui-se que a Educação Física pode ser um componente curricular essencial no desenvolvimento social de crianças com TEA, desde que sustentada por práticas pedagógicas inclusivas e respaldada por políticas educacionais que garantam suporte adequado a professores e alunos — contribuindo, assim, para um ambiente verdadeiramente inclusivo e propício ao desenvolvimento social desses estudantes.Item A caracterização do brincar livre de crianças com transtorno do espectro autista(2024-10-01) França, Gabriela Souza de; Beltrão, Natália Barros; http://lattes.cnpq.br/1778511907021100Este estudo tem como objetivo analisar o brincar livre de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem a interferência de adultos, visando compreender os padrões, preferências e desafios que emergem nesse contexto. O brincar, uma atividade fundamental no desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças, apresenta características distintas em crianças com autismo, que podem enfrentar dificuldades de interação, comunicação e criatividade nas atividades lúdicas. A revisão da literatura aponta que as crianças com TEA tendem a apresentar déficits na brincadeira simbólica e imaginativa, impactando a variedade de suas interações lúdicas. A partir de uma intervenção em um ambiente lúdico, foram observadas as experiências motoras e sociais dessas crianças, buscando explorar como ocorrem suas interações quando expostas ao brincar livre. Este estudo visa contribuir para uma maior compreensão das necessidades específicas do brincar em crianças com autismo, promovendo intervenções mais eficazes e respeitando sua autonomia.
