Bacharelado em Agronomia (UAST)
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Item Desempenho agronômico de milho crioula sob diferentes doses de nitrogênio(2024-10-03) Silva, Gabriela Maria; Leite, Maurício Luiz de Mello Vieira; http://lattes.cnpq.br/4204641633941814O milho é fundamental na economia brasileira, sendo amplamente utilizado na alimentação humana e animal, com destaque para a produção de silagem, especialmente em períodos de seca, devido ao seu valor nutritivo e à facilidade de ensilagem. No entanto, seu desenvolvimento é influenciado por fatores ambientais, como a baixa fertilidade do solo, exigindo adubação nitrogenada adequada. O nitrogênio é essencial para processos como a fotossíntese e o crescimento, impactando diretamente a produtividade e qualidade da silagem de milho. Desse modo objetivou-se avaliar o crescimento e a produção de fitomassa em plantas de milho submetidas a diferentes doses de nitrogênio. O estudo foi conduzido na área experimental da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada, em delineamento estatístico utilizado em blocos casualizados, sendo composto por uma cultivar de milho crioula Vanja e cinco doses de nitrogênio (0, 40, 80, 120 e 160 kg ha-1 de N), com quatro repetições, totalizando 20 unidades experimentais.Foram realizadas as análises de contéudo de sódio (Na⁺) e potássio (K⁺), determinação de dano de membrana, medidas de conteúdo de pigmentos fotossintéticos, avaliação e crescimento do milho e produção de fitomassa do milho. Foi realizada a análise estatística com a aplicação dos testes de normalidade (Shapiro-Wilk test) e homoscedasticidade (Oneill e Mathews test) a 5% de significância. Posteriormente, atendendo aos pressupostos (normalidade e homoscedasticidade) foi realizada a análise de variância (ANOVA) pelo teste F a 5% de probabilidade utilizando o software Sisvar, versão 5.6. Posteriormente, para o fator doses de nitrogênio (quantitativo) foram geradas curvas e aplicadas análises de regressão utilizando o programa SigmaPlot versão 10.0. Observou-se efeito significativo (p ≤ 0,05) das doses de nitrogênio (DN) sobre as variáveis altura da planta, comprimento do caule, número de folhas vivas e mortas, massa seca de espiga, massa do caule, massa de folhas vivas e mortas, massa verde, massa seca e dano de membrana, com a dose de 160 kg ha⁻¹ de N apresentando os melhores resultados. Para o conteúdo de pigmentos fotossintéticos (Chl-a, Chl-b, Chl-t), a dose de 120 kg ha⁻¹ de N mostrou-se mais eficiente. Entretanto, não foi identificado efeito significativo (p > 0,05) das DN no diâmetro do caule, comprimento e largura da lâmina foliar, comprimento da panícula, e nos teores de sódio (Na⁺), potássio (K⁺) e carotenoides, conforme indicado pelo teste F. Conclui-se que a aplicação crescente de nitrogênio aumentou a produtividade de massa seca e verde do milho para silagem, além de melhorar diversas variáveis morfológicas. As doses de 160 kg ha⁻¹ de N proporcionaram as melhores respostas agronômicas, enquanto que os pigmentos fotossintéticos foram beneficiados com a aplicação de 120 kg ha⁻¹, evidenciando a importância do nitrogênio no rendimento da cultura.Item Desempenho agronômico do sorgo granífero em função do nitrogênio(2024-10-02) Santos, Pamela Estefane de Souza; Leite, Maurício Luiz de Mello Vieira; http://lattes.cnpq.br/4204641633941814; http://lattes.cnpq.br/9929801218292831O Semiárido brasileiro possui grande potencial para a pecuária, mas enfrenta desafios devido à baixa disponibilidade de forragens, em função, principalmente, da irregularidade das chuvas e manejo inadequado das pastagens. Nesse contexto, o sorgo se destaca como uma cultura altamente adaptada, resistente a condições como a seca e salinidade, e ideal para a produção de fitomassa e nutrição animal. Para aumentar sua produtividade destaca-se a adubação nitrogenada, que por sua vez, é fundamental para maximizar a produtividade do sorgo pois o nitrogênio é um nutriente essencial para o crescimento. Desse modo, objetivou-se avaliar o desempenho agronômico de sorgo granífero submetido a diferentes doses de nitrogênio. A pesquisa foi conduzida na área experimental da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada, em Serra Talhada – PE. Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso, composto por cinco doses de nitrogênio (0, 40, 80, 160 e 320 kg/ha-1) com quatro repetições. Foram analisadas as características estruturais e morfogênicas, além da determinação de fitomassa, conteúdo de sódio, potássio, pigmentos foliares e dano de membrana. A adubação nitrogenada influenciou significativamente diversas variáveis morfológicas e produtivas do sorgo granífero. Houve aumento do diâmetro do colmo, altura da planta, comprimento do colmo e comprimento da lâmina foliar, além do acréscimo no acúmulo de fitomassa, além da melhoria de índices de clorofila, indicando maior eficiência fotossintética. Por outro lado, a adubação não teve influência sobre o conteúdo de sódio e potássio, e para o dano de membrana notou-se que que doses mais baixas tem um maior dano, causando estresse celular, e que à medida que essas doses aumentam, esse dano diminui. A aplicação de doses crescentes de nitrogênio influenciou significativamente o crescimento do sorgo granífero, uma vez que a dose de 160 kg/ha-1 apresentou um melhor desempenho, promovendo efeitos satisfatórios para as variáveis estruturais, morfogênicas e no acúmulo de fitomassa seca, além de otimizar o uso de fertilizante sem gerar perdas significativas.Item Influência da restrição hídrica no crescimento inicial de mudas de mulungu(2024-09-24) Xavier, Jéssica da Silva; Lira, Raquele Mendes de; Silva, Luzia Ferreira da; http://lattes.cnpq.br/6320449537171549; http://lattes.cnpq.br/7303795378184706O bioma Caatinga vem sofrendo muitas perdas na sua biodiversidade, devido as ações antrópicas negativas que causam desequilíbrio ao meio ambiente. Em ambientes secos, em que plantas estão sob diferentes estresses, especialmente quando relacionados à falta de água, são necessárias modificações estruturais na espécie vegetal. As espécies nativas são adaptadas as condições semiáridas, porém esta ação é muito lenta podendo levar décadas, com grandes chances de desertificação. À vista disso, este trabalho objetivou avaliar o desempenho inicial de mudas de mulungu (Erythrina velutina) sob diferentes períodos de restrição hídrica. O experimento foi conduzido em um viveiro na Unidade Acadêmica de Serra Talhada, em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e cinco repetições, e com duas réplicas. Os tratamentos foram 8, 16, 24 e 32 dias de supressão hídrica, além de um tratamento controle com irrigação diária. As seguintes variáveis foram analisadas a cada 8 dias: altura da planta, diâmetro do coleto, área foliar, número de folhas. Aos 62 dias após a emergência, as plantas foram coletadas e determinou-se o comprimento da raiz, massas fresca e seca da parte aérea, estes dados foram utilizados na determinação do índice de qualidade de Dickson. Os resultados demonstraram que a rega diária promoveu o crescimento nas mudas de mulungu e maior qualidade. Contudo, os tratamentos de restrição hídrica causaram um declínio linear nos valores analisados, acarretando na menor qualidade das mudas e maior tempo de permanência das plantas no viveiro, além de diminuir as chances de estabelecimento das plantas no ambiente sob constante adversidades.Item Determinação do teor de nitrogênio em folhas de manga (Mangifera indica l.) utilizando sensor multiespectral acoplado a VANT(2026-07-16) Silva, Josefa Edinete de Sousa; Alba, Elisiane; http://lattes.cnpq.br/1465154212352591; http://lattes.cnpq.br/6345085217000649O estudo teve como objetivo determinar o teor de nitrogênio (N) foliar em mangueiras cultivadas na região do Submédio São Francisco Pernambucano, utilizando imagens multiespectrais de alta resolução obtidas por VANTs. Foram avaliadas três áreas de cultivo, localizadas nos municípios de Cabrobó, Petrolina e Petrolândia, com diferentes variedades de manga. No total, foram coletadas 190 amostras foliares, submetidas ao método Kjeldahl para digestão e determinação do N total. Paralelamente, foram realizados voos com VANT DJI Matrice 350 RTK equipado com sensor multiespectral Altum-PT, capaz de adquirir imagens nas bandas azul, verde, vermelho, red edge e infravermelho próximo. A partir das imagens obtidas, foram calculados 46 índices espectrais, além da extração dos valores de reflectância das bandas espectrais, correlacionados com os teores de N foliar. As análises estatísticas incluíram correlação de Pearson e modelagem preditiva com diferentes algoritmos de aprendizado de máquina, incluindo RF, SVM, XGBoost, GBM, Cubist e PLSR. A capacidade preditiva foi avaliada por meio da divisão dos dados em conjunto de treinamento e validação, utilizando múltiplas sementes aleatórias para aumentar a robustez das estimativas. Os resultados mostraram que apenas o pomar localizado em Petrolândia exibiu valores médios de N foliar dentro da faixa de suficiência recomendada (12–14 g kg⁻¹), enquanto os pomares de Petrolina e Cabrobó registraram valores inferiores, indicando deficiência de N. Entre os índices espectrais avaliados, o NDRE apresentou a associação mais consistente com os teores de N foliar, evidenciando o potencial do sensoriamento remoto para o monitoramento do estado nutricional da cultura. O RF apresentou melhor desempenho preditivo, com menor erro médio (RMSE = 1,4868 g kg⁻¹) e estimativas mais próximas dos valores observados. Os modelos XGBoost, GBM e Cubist tiveram desempenho intermediário, enquanto o PLSR, apesar de maior R², registrou erros de predição mais elevados. O SVM obteve o menor desempenho entre os algoritmos avaliados. Conclui-se que a integração entre análises foliares, índices espectrais e algoritmos de aprendizado de máquina, especialmente o RF, constitui uma estratégia promissora para estimar o teor de N foliar em mangueiras, fornecendo suporte ao manejo nutricional de precisão e contribuindo para sistemas de produção mais eficientes na fruticultura no semiárido brasileiro.Item Variabilidade espacial do teor de Carbono Orgânico do solo em áreas de manga (Mangifera indica L.) no Submédio do Vale do São Francisco(2026-07-16) Alcântara, Ednaete Bezerra de; Silva, José Raliuson Inácio; http://lattes.cnpq.br/6452877879697522; http://lattes.cnpq.br/3197796582731338Este trabalho analisou a variabilidade espacial do teor de carbono orgânico do solo em áreas cultivadas com manga no Submédio do Vale do São Francisco, em três propriedades localizadas nos municípios de Petrolina, Cabrobó e Petrolândia, no estado de Pernambuco. A pesquisa teve como objetivo caracterizar a distribuição espacial do carbono orgânico nas camadas de 0–20 cm e 20–40 cm, utilizando estatística descritiva e técnicas geoestatísticas, como semivariograma e krigagem, a fim de subsidiar o manejo localizado do solo. As amostras de solo foram coletadas em malha georreferenciada e posteriormente submetidas à análise química para determinação do carbono orgânico. Os dados foram avaliados por meio de medidas estatísticas, como média, mediana, desvio-padrão e coeficiente de variação, além da análise da dependência espacial. Foram testados diferentes modelos de semivariograma, permitindo identificar o comportamento espacial do atributo em cada área e profundidade estudada. Com base nesses resultados, foram elaborados mapas de distribuição do carbono orgânico, evidenciando a variabilidade existente dentro dos pomares. De forma geral, observou-se que os maiores teores médios de carbono orgânico ocorreram na camada superficial de 0–20 cm, enquanto houve redução dos valores na camada de 20–40 cm, indicando menor acúmulo de matéria orgânica em profundidade. Entre as áreas avaliadas, Petrolândia apresentou os maiores valores médios de carbono orgânico, seguida de Petrolina e Cabrobó, demonstrando diferenças importantes entre os sistemas de manejo e as condições locais. A análise geoestatística mostrou dependência espacial do atributo em todas as áreas, o que confirma a existência de padrões de distribuição no solo e reforça a necessidade de estratégias específicas de manejo. Os mapas gerados por krigagem permitiram visualizar zonas com maiores e menores concentrações de carbono orgânico, mostrando que a distribuição desse atributo não é homogênea nas áreas estudadas, destacando a localidade de Petrolândia com os maiores teores de Carbono orgânico no solo. Concluiu-se que há redução considerável do carbono orgânico na camada subsuperficial, que a distribuição desse atributo varia entre as áreas produtivas de manga, e que a geoestatística é uma ferramenta importante para diagnosticar essa variabilidade. Dessa forma, os resultados reforçam a utilidade de mapas de variabilidade espacial para orientar estratégias de manejo, conservação do solo e incremento da matéria orgânica em pomares de manga.Item Caracterização físico-hídrica e fitossociológica de área de caatinga regenerada em sistema de agricultura familiar na bacia hidrográfica do rio Pajeú - PE(2026-07-15) Cruz, Gabriel Henrique de Lima; Barros Júnior, Genival; http://lattes.cnpq.br/4379675294862211; http://lattes.cnpq.br/4349332436196298O presente estudo teve como objetivo realizar a caracterização físico-hídrica do solo e o levantamento fitossociológico da vegetação em área de Caatinga regenerada em Sistema de Agricultura Familiar, na Bacia Hidrográfica do Rio Pajeú, em Serra Talhada – PE. Em dois cursos d’água da área de estudo, encontram-se barramentos de pedras implantados em 2025. O estudo foi conduzido nessas áreas, com o intuito de avaliar a influência dessas estruturas na dinâmica do solo. Foi realizada a coleta de amostras de solo para determinação dos atributos físico-hídricos do solo e o teor de Carbono Orgânico Total (COT), considerando a profundidade de 0-10 cm. Para o levantamento fitossociológico foram estabelecidas parcelas de 20x20 m, totalizando 400m2. O levantamento dos indivíduos no interior das parcelas adotou como critério de inclusão a mensuração de todos os indivíduos arbóreo-arbustivos que apresentaram Circunferência à Altura do Peito (CAP) maior que 6,0 cm, aferida a aproximadamente 1,30 m do solo, em conformidade com as recomendações do Comitê Técnico-Científico da Rede de Manejo Florestal da Caatinga (2005). Os resultados edáficos indicaram que os barramentos de pedra atuam como barreiras conservacionistas eficientes, acumulando até quatro vezes mais COT em relação às áreas adjacentes. No levantamento fitossociológico, registraram-se 362 indivíduos distribuídos em 18 espécies e 7 famílias botânicas, destacando-se Fabaceae e Euphorbiaceae. A comunidade vegetal apresentou densidade absoluta de 2.262,5 indivíduos ha−1 e dominância de 9,19 m2 ha -1. A espécie Croton blanchetianus (marmeleiro) apresentou a maior densidade relativa (30,94%), comportamento típico em em áreas em regeneração, enquanto Cenostigma bracteosum (catingueira) obteve a maior dominância absoluta e Valor de Importância (IV). Os índices de Shannon-Wiener e Pielou, correspondentes a 2,20 e 0,70 respectivamente, refletem uma diversidade satisfatória e demonstram um pleno estágio de sucessão ecológica. Conclui-se que a integração de práticas de conservação, como os barramentos de pedra, favorece a dinâmica hidrossedimentológica e a regeneração natural, sendo fundamentais para estabilidade ambiental e produtiva no semiárido.Item Variabilidade espacial da respiração e resistência do solo à penetração em um cambissolo no semiárido pernambucano(2026-07-15) Douglas Nogueira Lima; Souza, Eduardo Soares de; http://lattes.cnpq.br/8125009165007422; http://lattes.cnpq.br/4526947468112207Este estudo teve como objetivo analisar a variabilidade espacial da respiração do solo e da resistência à penetração em um Cambissolo no município de Serra Talhada, semiárido pernambucano. A região é caracterizada por elevada irregularidade pluviométrica, escassez hídrica e solos suscetíveis à degradação, o que torna relevante a compreensão dos atributos físicos e biológicos do solo para subsidiar práticas de manejo mais sustentáveis. A pesquisa foi conduzida em uma área experimental de 26 ha, localizada na Unidade Acadêmica de Serra Talhada, pertencente à Universidade Federal Rural de Pernambuco. Foram avaliados 92 pontos amostrais, distribuídos em malha com espaçamento aproximadamente regular, nos quais foram determinadas a respiração do solo (Rs - efluxo de CO₂), o conteúdo volumétrico de água (θ), a temperatura (Ts) e a resistência do solo à penetração (RP). Os dados foram submetidos à estatística descritiva, análise geoestatística por semivariogramas, interpolação por krigagem ordinária, correlação de Spearman e Análise de Componentes Principais (PCA). Os semivariogramas revelaram estrutura espacial para todos os atributos, com ajuste ao modelo esférico (θ, Rs e RP) e gaussiano (Ts). A temperatura do solo apresentou forte dependência espacial (IDE = 13,3 %), enquanto θ, Rs e RP apresentaram dependência moderada (IDE de 49,7 %, 68,9 % e 64,1 %, respectivamente). A respiração do solo correlacionou-se positivamente com a umidade e a temperatura (p < 0,05), indicando influência das condições edafoclimáticas sobre a atividade biológica. A PCA corroborou esse padrão, com o primeiro componente agrupando as variáveis biofísicas e o segundo isolando a RP como eixo mecânico. A resistência à penetração, por sua vez, apresentou comportamento espacial mais independente, sugerindo maior influência do histórico de uso e manejo da área. Os mapas de krigagem ordinária permitiram identificar zonas de maior atividade biológica e áreas com maior impedimento mecânico, demonstrando o potencial da geoestatística como ferramenta de apoio ao manejo localizado do solo no semiárido.Item Desenvolvimento da pinheira submetida a diferentes doses deadubação nitrogenada e manejos de irrigação no semiárido pernambucano(2023-05-05) Santos, João Vitor Pereira dos; Lira, Raquele Mendes de; http://lattes.cnpq.br/7303795378184706A Annona squamosa L. (pinheira) é uma frutífera pertencente à família das Annonaceas, e juntamente com a graviola, se destacam no ramo comercial das frutíferas. O Brasil é considerado como maior produtor mundial desta cultura, tendo como destaque de produção a região Nordeste. Objetivou-se com este trabalho, avaliar o desenvolvimento da pinheira utilizando adubação nitrogenada e dois sistemas de irrigação. Estudo com ênfase na cultura da pinha, para o Semiárido Pernambucano. O estudo foi realizado na Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada com delineamento experimental em blocos casualizados (DBC), em esquema fatorial 5 X 2, sendo o primeiro fator (doses de ureia: D2 = 33,5 g; D3 = 67 g; D4 = 100,5 g e D5 = 134g), e a testemunha D1=0g sem aplicação de ureia, e o segundo fator sistemas de irrigação: gotejamento e micro aspersão, com quatro repetições, totalizando 40 parcelas experimentais. Aos 676 dias após o plantio (DAP) aplicou-se os tratamentos, e aos 677, 703, 740, 757 realizou-se análises do diâmetro, altura de planta, e área foliar, número de flores e frutos. Observou-se que o aumento das doses de nitrogênio até certo ponto e a irrigação por microaspersão melhora o desenvolvimento da pinheira.Item Ocorrência de fungos fitopatogênicos na pós-colheita de frutas e hortaliças em Serra Talhada- PE(2023-09-21) Silva, Maria Izabela Ribeiro da; Albuquerque, Neilza Reis Castro de Albuquerque; http://lattes.cnpq.br/5706869625614564; http://lattes.cnpq.br/1585907145745564As frutas e hortaliças são alimentos muito importantes para saúde humana, pois proporcionam inúmeros benefícios por terem em sua composição vários nutrientes essenciais ao corpo, como vitaminas, fibras e minerais. O consumo dos mesmos podem prevenir uma série de doenças e até mesmo vários tipos de cânceres. É importante destacar que mesmo com tantos benefícios, ocorrem vários problemas fitossanitários que afetam a qualidade pós colheita destes alimentos, como a ocorrência de doenças causadas por fungos fitopatogênicos. Uma grande quantidade de alimentos são perdidos na fase pós colheita no Brasil e no mundo devido a problemas fitossanitários. E para diminuir a ocorrência destes problemas é importante que sejam realizadas atividades de manejo dessas doenças com o auxílio de pesquisas em laboratório para ter resultados mais precisos na identificação e realizar o manejo específico para determinadas doenças. O trabalho foi realizado no Laboratório de Biotecnologia Vegetal da Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST), com o objetivo de detectar a incidência de alguns agentes fúngicos que ocorrem na pós colheita de frutas e hortaliças, junto à construção de um banco de dados com informações referentes às espécies e seus hospedeiros, por meio da coleta de amostras, isolamentos e identificação dos fungos. As frutas e hortaliças coletadas com sintomas típicos de doenças fúngicas foram: alho, banana, goiaba, laranja, mamão, pepino, pimentão e pimenta de cheiro. A partir dos procedimentos realizados em laboratório foi possível identificar ao nível de gênero, os fungos presentes na pós colheita destes vegetais, possibilitando também a identificação da doença causada pelo mesmo. Espera-se que os dados coletados sejam utilizados para melhorar o manejo das doenças e diminuam as perdas na produção de frutos e hortaliças, bem como para ajudar nas pesquisas acadêmicas e para fins didáticos.Item Intensidade de corte na pornunça em consórcio com clones de palma forrageira(2023-09-13) Santana, José Matheus Gomes de; Leite, Maurício Luiz de Mello Vieira; http://lattes.cnpq.br/4204641633941814; http://lattes.cnpq.br/5401881682045837A pornunça (Manihot sp.) é uma promissora fonte de alimento para os rebanhos do Semiárido brasileiro, por apresentar elevado valor nutritivo e ser extremamente adaptada às condições edafoclimáticas da região. Os diferentes sistemas de cultivo, como o consórcio pornunçapalma forrageira, tem grande capacidade de promover uma maior segurança alimentar para os rebanhos, sendo de suma importância para manutenção da atividade pecuária no Nordeste brasileiro. Desse modo, objetivou-se avaliar o desempenho agronômico da pornunça, submetida a duas alturas de corte, em monocultivo e consorciada com dois clones de palma forrageira. A pesquisa foi conduzida em sequeiro na área experimental da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada, em Serra Talhada – PE, microrregião do Sertão do Pajeú (Latitude7º57’24” Sul; Longitude 38º17’44” Oeste e Altitude 490 m). Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso, com parcelas subdivididas, sendo a parcela principal o sistema de cultivo [pornunça (Manihot glaziovii x Manihot esculenta) em monocultivo e pornunça consorciada com dois clones de palma forrageira (Nopalea cochenillifera (L.) Salm- Dyck, clone Doce Miúda; Opuntia stricta (L.), clone Orelha de Elefante Mexicana)]. As subparcelas foram constituídas de duas alturas de corte 40 e 80 cm, na pornunça. Uma menor intensidade de corte favoreceu o incremento das características estruturais da pornunça. Recomenda-se uma intensidade de corte na pornunça de 80 cm acima do solo, independentemente do sistema de cultivo. Para as condições edafoclimáticas semelhantes, recomenda-se o consórcio pornunça com clone Orelha de Elefante Mexicana como sendo o mais promissor.
