Bacharelado em Agronomia (UAST)
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TCC - Trabalho de Conclusão de Curso
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Item Extratos da algarobeira como alternativa de controle do pulgão preto do feijoeiro Aphis craccivora(2018) Vieira, Domingos Sávio Marques de Menezes; Evangelista Júnior, Walter Santos; http://lattes.cnpq.br/6728342264331935; http://lattes.cnpq.br/7384301568742851Os extratos de plantas são recomendados na agricultura familiar, caracterizada por pequenos e médios produtores, principalmente relacionados à produção orgânica. Uma forma de obtenção de compostos ou substâncias vegetais é através do isolamento de princípios ativos ou grupo químico específico com ação inseticida, dentre esses destacam-se os alcalóides. A algarobeira Prosopis juliflora apresenta diversas substâncias com propriedades inseticidas e antifúngicas. Assim, o objetivo dessa pesquisa foi avaliar o efeito inseticida dos extratos alcoólico e aquoso de folhas da algarobeira sobre o pulgão preto do feijoeiro Aphis craccivora (Hemiptera: Aphididae). O experimento foi realizado na área experimental da UAST. As análises estatísticas foram realizadas por análise de variância, sendo utilizado o teste de Tukey com nível de significância a 5% de probabilidade, com o uso do pacote computacional Sisvar 5.6 (2011). Observou-se que as dosagens estudas do extrato alcoólico (100; 50; 25 e 10 mL/L) não apresentaram toxicidade significativa, onde não houve mortalidade do A. craccivora. Utilizando o extrato aquoso da algaroba observou-se uma mortalidade que variou de 5,94% e 30,12% do pulgão preto. Conclui-se que o extrato da algaroba apresentou baixa eficiência sobre a mortalidade do A. craccivora.Item Análise de satisfação do consumidor da feira agroecológica (FAST) e da feira livre de Serra Talhada(2018) Souza, Cintya Mikaelly Pereira Gaia; Rocha Júnior, Cláudio Jorge Gomes da; http://lattes.cnpq.br/5767471085192721; http://lattes.cnpq.br/3531454440394612O ser humano busca escolher sempre o melhor produto ou serviço no decorrer da vida. Por isso, somente disponibilizar um item de qualidade já não é mais suficiente. Os consumidores querem ter as suas expectativas superadas.O presente trabalho se trata de uma pesquisa que teve como principal objetivo mensurar o grau de satisfação do consumidor da Feira Agroecológica e da Feira Livre da cidade de Serra Talhada, com o intuito de identificar critérios que levam a satisfação, descrever as suas expectativas de acordo com a realidade avaliando sob o ponto de vista dos mesmos a qualidade dos produtos. A coleta de dados se deu mediante a aplicação de formulários e do Net Promoter Scorepara analisar e quantificar a satisfação dos clientes.Dentre todos os critérios avaliados a pior variável analisada pelos consumidores da Feira Agroecológica foi o preço e este resultado se deve a não totalidade de informações dos compradores, e da Feira Livre foi a higiene do local que é devido ao tamanho da feira e a falta de consciência dos que frequentam e os que tentam manter a ordem do local.Através deste estudo obteve-se o nível de satisfação do consumidor sobre os produtos das feiras analisadas para assim poder contribuir de forma significativa para a melhoria da infra estrutura e das condições socioeconômicas dos agricultores e comerciantes e auxiliar na conquista de novos consumidores.Item Condições operacionais de estruturas hídricas destinadas ao armazenamento de água no Vale do Rio Pajeú(2018) Rocha, Ana Karlla Penna; Barros Júnior, Genival; http://lattes.cnpq.br/4379675294862211; http://lattes.cnpq.br/9119539861018560Um dos problemas relacionados aos recursos hídricos no Brasil, além do uso inconsciente e em demasia feito pela população, é a sua distribuição geográfica irregular, de forma que apenas 3% destes recursos estão localizados no Nordeste, região que abriga 27,83% da população do país e é caracterizada por evaporações anuais elevadas e índices baixos de precipitações, que são ainda menores na região Semiárida.Neste contexto, um dos rios mais importantes do Estado de Pernambuco e que constitui a maior bacia hidrográfica pernambucana é o Pajeú, o qual nasce no município de Brejinho–PE e deságua na barragem de Itaparica com foz localizada entre os Municípios de Floresta e Itacuruba. Por se tratar de rio intermitente uma das principais iniciativas do poder público para aumentar a oferta hídrica ao longo do tempo foi e continua sendo a construção de grandes obras hidráulicas como açudes e barragens, cujo propósito é de armazenar água para abastecimento das cidades e para o cultivo de terras e criatórios de animais. Ao longo do Rio Pajeú existem 30 reservatórios com capacidade superiora1 milhão de m³ de água, sendo a barragem de Serrinha a que possui maior potencial de armazenamento com 311 milhões de m³. Em função da falta de informação sobre o atual estado destas estruturas hídricas, o presente trabalho se propôs a levantar,no período de agosto a dezembro de 2018,o estado de conservação e a dinâmica de operação de6 dos principais corpos hídricos do Rio Pajeú e seus afluentes. Para tanto foram realizados levantamentos in loco dos aspectos estruturais e operacionais destes barramentos, bem como foram realizadas abordagens junto aos gestores de cada uma delas. Constatou-se que a maioria das estruturas apresentam um quadro de abandono preocupante, sendo Brotas e Jazigo os casos mais graves e Saco I o que possui a melhor condição entre todas elas, porém todas podem ser classificadas como de alto dano potencial associado e alta categoria de risco, portanto,propensas a rupturas caso permaneçam sem a contemplação a curto prazo de um plano de manejo e manutenção preventiva.Item Restauração florestal de ambientes degradados do bioma Caatinga por meio de banco de sementes do solo(2018) Saraiva, Maria Monique Tavares; Silva, Luzia Ferreira da; http://lattes.cnpq.br/6320449537171549; http://lattes.cnpq.br/7157708100841122Este estudo analisou a ocorrência de restauração em duas áreas da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada(UFRPE/UAST)com banco de sementes do Parque Estadual Mata da Pimenteira (PEMP)por meio de técnicas nucleadoras e avaliou o seu potencial quando submetido às condições controladas.O trabalho está organizado em dois capítulos. O primeiro refere-se a um estudo desenvolvido em campo em duas áreas degradadas da UFRPE/UAST e foram avaliados os bancos de sementes da serapilheira e do solo e serapilheira de dois ambientes do PEMP, nos anos de 2016/2017 e 2017/2018, respectivamente.No primeiro ano foram coletadas vinte amostras de serapilheira numa profundidade de 5 cm e área de 1m², constituídas dez em cada zona de ambiente natural (Serra Branca e Pimenteira) do PEMP e transplantados para dez parcelas em duas áreas. No segundo ano coletou-se cinco amostras de solo mais serapilheira numa camada de 10 cm,distribuídas para dez unidades experimentais em cada área degradada. O delineamento utilizado em ambos experimentos foi em blocos ao acaso,no modelo fatorial 2 x 2 com dois ambientes de banco de sementes e duas áreas degradadas com cinco repetições cada. Foram obtidos no experimento da serapilheira49 indivíduos, distribuídos em 12 famílias e 25 espécies e,no experimento solo e serapilheira, 144 indivíduos distribuídos em 37 espécies e 18 famílias, com nove espécies em comum. Houve predominância de herbácea se maior diversidade florística no material proveniente da zona de ambiente natural dois, do parque. O segundo capítulo consistiu na avaliação do banco de sementes contido em quatro pontos do PEMP, dois em cada zona de ambiente natural (Serra Branca e Pimenteira),submetido a irrigação e condicionado em dois ambientes diferentes de luminosidade(sombreamento e pleno sol), além disso realizou-se ensaios de distinção dos solos dos pontos estudados, por meio de testes de infiltração e determinação da densidade e porosidade.Verificou-se 114 indivíduos distribuídos em 31 espécies e 21 famílias botânicas, com predominância de emergência nas parcelas do material proveniente da zona de ambiente natural dois e em condições de sombreamento. A transposição de serapilheira e solo apresentou maior viabilidade na restauração ecológica, com melhores resultados quando associados com técnicas de manejo de conservação do solo;e,em condições controladas,o banco de sementes do ponto próximo ao curso d’água na Pimenteira apresentou melhor potencial restaurador,otimizado pelo sombreamento de 70%.Item Crescimento vegetativo do gladíolo Amsterdam em diferentes condições ambientais(2018) Xavier, Tâmela Larissa Silva; Silva, Luzia Ferreira da; http://lattes.cnpq.br/6320449537171549; http://lattes.cnpq.br/8832131021527249O gladíolo se destaca entre as flores de corte cultivadas no Brasil, logo que, apresenta facilidade de cultivo e retorno financeiro rápido. Entretanto, seu crescimento e produtividade podem ser alterados em decorrência das alterações nos elementos meteorológicos. Este estudo investigou o crescimento vegetativo do gladíolo submetido à diferentes ambientes de sombreamento em Serra Talhada –PE. O experimento foi conduzido na Unidade Acadêmica de Serra Talhada\UFRPE,no período de 28 de junho a 01 de setembro,em tela dos, no delineamento inteiramente casualizado,em três ambientes de cultivo, pleno sol (controle), sob tela de sombreamento preta de 70% (sombrite) e termorreflotora de 70% (aluminet). Foi utilizada a variedade Amsterdam (Gladiolus x hortullanus L), cultivada em recipientes de polietileno com volume de nove litros, preenchidos com substrato composto por solo, areia e vermiculita (2:1:1)e três bulbos por recipiente.Foram avaliados parâmetros biométricos: altura de planta, número de folhas, diâmetro do colo, e de biomassa:massa seca de folhas, massa seca do bulbo e massa seca da raiz. Adicionalmente, foram monitorados elementos meteorológicos: temperatura do ar, umidade relativa do ar, radiação e velocidade do vento.Os maiores valores em relação à altura da planta ocorreram no tratamento com tela sombrite 70%. Não houve influência do uso das telas de sombreamento para o número de folhas,diâmetro do coloe massa seca da raiz. O uso da termorrefletora proporcionou maior acúmulo de massa seca das folhas ao final do período experimental e favoreceu o processo de liberação da demanda nutricional dos bulbos para a parte aérea,de forma mais eficiente que os outros ambientes de cultivo. As telas proporcionaram redução de temperatura, aumento na umidade relativa do ar, acentuada redução na radiação solar global e redução da velocidade do vento.Os valores RFA foram superiores no ambiente com termorrefletora quando comparado com o ambiente com sombrite.Item Desenvolvimento do sorgo forrageiro (Sorghum bicolor(L.) Moench) submetido a diferentes dosagens de adubação com manipueira(2018) Cruz, Aloísio dos Santos; Simplício, Josimar Bento; Vieira, Maurício Luiz de Mello; http://lattes.cnpq.br/4204641633941814; http://lattes.cnpq.br/1876691945804390Na região Semiárida do Nordeste a caprinocultura e ovinocultura se apresentam como atividades relevantes nos aspectos socioeconômicos, para as famílias rurais. No entanto, o manejo inadequado da adubação química nessa região tem potencializado sérios problemas ao meio ambiente, consequentemente, a produção de forragem, tem sido prejudicada com aplicação equivocada da adubação mineral nos sistemas de produção. Assim, objetivou-se com essa pesquisa avaliar a resposta de dois genótipos de sorgo forrageiro submetidos a diferentes doses de manipueira. O experimento foi realizado na Unidade Acadêmica de Serra Talhada, instalado em blocos casualizados, em esquema fatorial 4x2x4,composto por quatro blocos duas cultivares de sorgo forrageiro e quatro doses de manipueira (0,0; 12,0; 24,0 e 48,0m3ha-1), totalizando 32 unidades experimentais. As características avaliadas foram diâmetro do colmo (DC); altura de planta (AP); número de folhas vivas (NFV); número de folhas mortas (NFM); peso da massa verde (PMV) e peso da massa seca (PMS). Nas interações obtidas pela ANOVAdos dados pode-se constatar que, dos parâmetros de crescimento avaliados foram significativamente alterados pelo uso das doses de manipueira, para estas variáveis observaram-se comportamento quadrático em função da altura da planta (AP), o período de avaliação sobre diferentes doses de manipueira (mL/vaso) para as duas cultivares de sorgo IPA 2502 e BRS Ponta Negra, para a altura da planta IPA 2502 a dose de 168,34 mL/vaso proporcionou uma altura máxima de 67cm aos 62,51 dias, e para BRS Ponta Negra obteve uma altura máxima de 85 cm, com uma dosagem de 104,76 mL/vaso ao 68,65 dias, na Figura 2 (a) e (b). Para a variável diâmetro do colmo (DC)Figuras 3(a) e (b), a dose de 168,06 mL/vaso, proporcionou ao IPA 2502 diâmetro máximo de 11,82 mm aos 49 dias, enquanto que para o BRS Ponta Negra a dose de 101,71 mL/vaso proporcionou diâmetro máximo de 13,69 mm, aos 64,29 dias.Não houve influênciadas diferentes dosagens de manipueria para o número de folhas vivas e mortas, massa verde total e massa seca total das cultivares IPA 2502 e BRS Ponta Negra.A utilização de manipueira nas condições estabelecidas nesta pesquisa não promoveram incrementos na produção de forragem do sorgo, no entanto são necessárias avaliações posteriores com novos estudos sobre a influência desse fertilizante, uma vez que as plantas estavam condicionadas ao estresse hídrico.Item Evapotranspiração e coeficiente de cultura da palma forrageira: análise comparativa de cultivos sem e com o uso de cobertura morta(2018) Alves, Hygor Kristoph Muniz Nunes; Silva, Thieres George Freire da; Jardim, Alexandre Maniçoba da Rosa Ferraz; http://lattes.cnpq.br/9981205244282499; http://lattes.cnpq.br/0213450385240546; http://lattes.cnpq.br/4208743875293068Devido a longos períodos de estiagem e os efeitos das mudanças climáticas no semiárido brasileiro, é de grande importância a utilização de manejos que venham a contornar esses impactos no meio rural. A utilização de plantas tolerantes ao déficit hídrico e o uso de irrigação suplementar pode ser uma alternativa, onde para uma boa pratica de manejo da água de irrigação faz-se necessário o conhecimento da necessidade hídrica da cultura, da evapotranspiração e do coeficiente de cultura para cada condição de cultivo. O balanço hídrico no solo é uma técnica que ajuda na mensuração destes componentes. Assim, o objetivo deste estudo é quantificar a evapotranspiração e o coeficiente de cultura da palma forrageira em cultivos sem e com o uso de cobertura morta no Semiárido pernambucano. O experimento foi realizado na Estação Experimental Lauro Ramos Bezerra, pertencente ao Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA, município de Serra Talhada-PE, no período de novembro de 2014 a novembro de 2015. O clone utilizado foi a Opuntiastricta, submetida a quatro lâminas de irrigação (25, 50, 75 e 100%) com base na evapotranspiração de referência mais a condição de sequeiro, e dois sistemas de cultivo (sem e com o uso de cobertura morta). O delineamento experimental foi disposto em blocos casualizados, no arranjo fatorial 5x2, em quatro repetições, onde as lâminas representavam as parcelas, e os sistemas de cultivo, as subparcelas. Ao longo do tempo foi monitorada a umidade do solo. A partir desses dados e das propriedades físico-hídricas do solo foi aplicado o método do balanço hídrico em intervalos de 14 dias, totalizando 21 períodos, o qual foi composto por evapotranspiração (ET), precipitação (P), irrigação (I), escoamento superficial (R), fluxo vertical de água no solo (Q) e variação do armazenamento de água no solo (∆h). Os componentes do balanço de hídrico foram integrados e comparados entre os tratamentos dentro de cada período, aplicando-os aos testes de normalidade e homocedasticidade, e uma vez significativa, a análise de variância, caso necessário, ao teste de médias de Tukey (5%). Os eventos de irrigação somados a precipitação durante o 21 períodos foi de 764,76 mm, com os meses entre agosto e novembro de 2015 apresentando os maiores valores de ETo (6,18 mm). Não houve diferença para os componentes do fluxo vertical de água no solo, ascensão capilar e drenagem profunda (AC e DP, nesta ordem) quando comparados entre os sistemas de cultivo sem e com cobertura morta sobre o solo. Quando avaliado a evapotranspiração da cultura (ETc) observou-se diferença significativa apenas para os períodos 10, 18, 20 e 21. A ETc acumulada para ambos os sistemas foi de -782,01 mm e -771,19 (SC e CC, nesta ordem). O maior valore de ETc média correspondeu ao períodos 6 (10-Abr-2015) para os dois sistemas SC e CC, com médias de (-5,06 e -4,75, respectivamente). Para o coeficiente de cultura (kc) apenas os períodos 10,18, 20 e 21 foram significativos (p < 0,05), os valores médios de kc para os dois sistemas foram de 0,57 e 0,56 (SC e CC, nesta ordem). O uso de cobertura morta melhorou as condições de cultivo da palma forrageira, embora não tenha apresentado diferença no consumo hídrico, proporcionando valores de kc próximos.Item Desempenho agronômico de cultivares de sorgo e propriedades físico-hídricas do solo em diferentes sistemas de cultivo(2018-10-30) Marques, Danilo Ribeiro; Leite, Maurício Luiz de Mello Vieira; http://lattes.cnpq.br/4204641633941814Objetivou-se avaliar as características agronômicas de cultivares de sorgo em distintos sistemas de cultivo e os impactos desses sistemas nas propriedades do solo no Semiárido pernambucano. Foram avaliadas as propriedades físico-hídricas do solo: densidade do solo (Ds), sorvidade (So), condutividade hidráulica do solo saturado (Ks), curva de condutividade hidráulica de água no solo, curva de retenção de água no solo, umidade na capacidade de campo (CC), umidade no ponto de murcha permanente (PMP), capacidade de armazenamento de água no solo (CAD) e a resistência do solo à penetração (RSP). A pesquisa foi realizada, em condições de campo, no Instituto Agronômico de Pernambuco, em Serra Talhada. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, disposto em parcelas subdivididas, com quatro repetições. Os tratamentos nas parcelas principais consistiram de três sistemas de cultivo (convencional, plantio direto e com incorporação de matéria orgânica ao solo) e nas subparcelas foram avaliadas cinco cultivares de sorgo (SF 15, IPA 2502, Qualimax, IPA 4202 e BRS Ponta Negra). A subparcela medindo 5,0 m de comprimento por 4,0 m de largura foi constituída de cinco linhas de sorgo, espaçadas 0,80 m entre si. As avaliações foram efetuadas nas três linhas centrais, excetuando-se um metro nas extremidades de cada linha, perfazendo uma área útil de 7,2 m2 . A produção de matéria seca da cultivar SF 15 foi superior as demais cultivares, sendo que não diferiu da cultivar BRS Ponta Negra. O sistema de plantio direto (SPD) promoveu melhores características agronômicas e maior produção de matéria seca do sorgo, independentemente de cultivar. As variáveis Ds, So e PMP não apresentaram diferença significativa em função dos tratamentos. As variáveis Ks, CC e CAD apresentaram interação entre os tratamentos, sendo que a combinação IPA 2502 com cobertura na superfície do solo promoveu maior valor de Ks (0,128 mm s-1 ). A CC seguiu a mesma dinâmica da CAD, sendo que para todas as cultivares a CAD foi superior no SPD, sendo a exceção a cultivar IPA 4202 que não apresentou diferença em função do sistema de cultivo. Para a RSP na camada de solo de 0-10 cm não houve efeito dos tratamentos. Na camada de 10-20 cm de solo houve interação entre os tratamentos, sendo que a cultivar SF 15 apresentou maior RSP no sistema com cobertura incorporada. Na camada de 20- 30 cm, as cultivares IPA 4202 e BRS Ponta Negra foram as que apresentaram menor RSP, sendo que para essa mesma camada o sistema com cobertura incorporada promoveu a maior RSP. O plantio direto é uma alternativa viável para produção de sorgo no Semiárido pernambucano, sendo a combinação SF 15 e plantio direto a mais recomendada.Item Apresentação de estágio supervisionado obrigatório na Fazenda Mandantes(2019) Aquino, Eduardo Fonsêca de; Santos, Jorge Bernardo Araújo Ferraz; http://lattes.cnpq.br/5254679627477010; http://lattes.cnpq.br/7478355003653071A cultura do melão vem tendo grande importância, sendo uma das oleráceas mais cultivadas no mundo. Em escala mundial a China tem se destacado como maior produtor, já no Brasil o Nordeste se destaca com os estados do Rio Grande do Norte e Ceará como os maiores produtores. Tal fato ocorre devido as condições climáticas do Nordeste serem favoráveis para uma ótima produção da cultura.O estágio realizado na Fazenda Mandantes teve como enfoque principal atividades relacionadas a cultura do melão, sendo elas: preparo do solo, semeadura, manejo nutricional, manejo fitossanitário, manejo de plantas daninhas, acompanhamento de pulverizações, colheita e demais operações necessárias a cultura. Outras atividades também forem Realizadas, como: preparo de mudas de maracujá amarelo, alimentação de ovinos e bovinos, aplicação de vermífugo em ovinos, plantio de tomate xanthi e instalação de sistemas de irrigação para a cultura do melão e maracujá.Item A cultura da videira e da mangueira cultivada na fazenda área nova nas condições do Vale do São Francisco(2019) Silva, Manuévely Creuza da; Ataíde, Elma Machado; http://lattes.cnpq.br/2422663252620574; http://lattes.cnpq.br/2781474403877590Há cerca de 20 (vinte) anos, desde que cursava a graduação em agronomia, o Proprietário da empresa Sr. Newton Matsumoto tinha um propósito quando concluído o curso de Agronomia na ESALQ, SP, pretendia fixar em uma região para trabalhar na área de fruticultura, tornando-se uma fronteira agrícola promissora, com vista a melhorar a região, atendendo ainda as demandas internas e externas com frutas de qualidade. Com este propósito, e o potencial para a fruticultura irrigada na região do Submédio do Vale do São Francisco, principalmente pelas condições climáticas favoráveis ao cultivo de diversas frutíferas. Em vista do exposto, mudou-se do Estado do Paraná sua cidade natal para o Vale São Francisco, município de Petrolina, PE, com propósito de atuar nesta área e crescer junto com a região. Inicialmente adquiriu uma propriedade de sete hectares no Projeto Senador Nilo Coelho, Núcleo 09, em PetrolinaPE, após dois anos, o seu pai mudou-se para a região para auxiliá-lo com os parreirais. No inicio de 2001, com ajuda do seu progenitor o Sr.Newton implantou a Fazenda Área Nova, com área de 10 hectares no Projeto Senador Nilo Coelho Nucleo-10, em Petrolina-PE. Esta fazenda emprega cerca de 150 funcionários efetivos no primeiro semestre e no segundo semestre um número maior de funcionários, haja vista que esta propriedade possui 31 hectares de manga cultivar Palmer e 44,58 hectares de videira, sendo seis variedades de uva: Arra 12, Arra 15, Cotton Candy, Midnight, Sugar Crisp e a Vitória, com produção de aproximadamente 25 toneladas de uva por hectare. 80% da produção da uva é exportada para os países como a Inglaterra, Estados Unidos, Holanda, Alemanha, Chile, e atende o mercado interno como os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Goiás, entre outros. As regiões Nordeste e Norte destacam-se por possuírem polos fruticultores tropicais que vêm apresentando resultados expressivos nos últimos anos, como os localizados no semiárido nordestino, especialmente em Juazeiro, Bahia e Petrolina, Pernambuco, situados no Vale do São Francisco, além do pólo de Mossoró, Rio Grande do Norte, cujas principais frutas produzidas são manga, uva, banana e abacaxi e também o melão. A fruticultura irrigada é uma atividade econômica de grande expressão neste município, fazendo-o destacar-se em toda a região Nordeste, onde a uva e a manga se configuram como suas principais produções, além do pólo fruticultor, essa região se destaca também pela produção de vinho e sucos.Item Análise espaço-temporal da precipitação pluviométrica por Índice de Anomalia de Chuva (IAC) no Sertão de Pernambuco(2019) Costa, Sidney Anderson Teixeira da; Bezerra, Alan Cezar; http://lattes.cnpq.br/3690303625468223; http://lattes.cnpq.br/3437135530105879Os eventos climáticos extremos assumem grande relevância social e econômica, principalmente nas regiões Semiáridas. A análise do regime pluviométrico de determinada região pode ser feita pelo Índice de Anomalia de Chuva (IAC), que permite compreender e classificar o regime pluviométrico quanto a severidade dos ciclos secos e chuvosos. O objetivo deste trabalho foi estudar a variabilidade espaço-temporal das precipitações no Sertão de Pernambuco, utilizando o Índice de Anomalia de Chuva (IAC) para a normal climatológica (1987-2017). Para isso, foram obtidos dados de precipitação pluviométrica dos municípios de Afogados da Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Cedro, Flores, Inajá, Ipubi, Mirandiba, Serra Talhada, Serrita e Sertânia. Foram feitas análises das precipitações anuais e interanuais, determinação de anomalias negativas e positivas ao longo da normal climatológica e elaboração de mapas de distribuição espacial da precipitação nas diferentes classificações anuais com base no IAC. Os resultados revelam que em dez dos onze municípios estudados a quadra chuvosa corresponde aos meses de janeiro a abril. Constatou-se que os anos 1993, 1998 e 2012 foram os mais secos da série, enquanto 1988, 2004 e 2009 os mais chuvosos. A quantidade de anomalias negativas no período analisado foi de 54,8%, evidenciou-se assim maior números de anos secos que úmidos. Verificou-se também que a mesorregião do Sertão possui certo grau de homogeneidade em relação aos eventos extremos, ou seja, os anos chuvosos ou secos, quando ocorrem tendem a atingir a maior parte do território. Neste trabalho, mostrou-se que o IAC pode ser utilizado como uma ferramenta para auxiliar o acompanhamento climático e a variabilidade pluviométrica de uma determinada região.Item Avaliação de extratos de mamona Ricinus communis e do coité Crescentia cujete L. no controle de Aphis craccivora Koch (Hemiptera: Aphididae) em feijão caupi(2019) Ferreira, Vandeilson Bezerra; Evangelista Júnior, Walter Santos; Nascimento, Antônio Henrique Cardoso do; http://lattes.cnpq.br/5216997634308364; http://lattes.cnpq.br/6728342264331935; http://lattes.cnpq.br/2799857312943263O controle de pragas agrícolas é uma prática que vêm sofrendo inovações constantemente. A utilização de extratos de plantas surge como uma alternativa de controle de pragas sendo recomendada principalmente na agricultura familiar, e em campos de produção principalmente na agricultura orgânica, por ser um produto de baixo custo, de fácil obtenção e de alta eficácia no combate de pragas. Os extratos das plantas de Mamoneira Ricinus communis e Coité Crescentia cujete L. são promissoras no controle natural de pragas, por terem em sua composição química substâncias tóxicas como a ricina, compostos fenólicos e flavonóides, respectivamente. Objetivou-se com esse trabalho avaliar o efeito dos extratos dessas plantas sobre a mortalidade do pulgão preto do feijoeiro Aphis craccivora (Hemiptera: Aphididae) em casa telada. Os extratos de mamona e coité causaram uma alta mortalidade sobre o pulgão preto do feijoeiro com taxas de 74,69% e 70,23%, respetivamente. Comparando-se a mortalidade do pulgão preto nos diferentes extratos por dia após a aplicação dos extratos verifica-se que o extrato de mamona apresentou maior mortalidade 84,86% no primeiro dia de avaliação e o coité no segundo dia com 81,3%. No entanto, não houve diferença entre os extratos vegetais durante os cinco dias de avaliação e os mesmos diferiram da testemunha em todo o período de avaliação, o que reforça a eficiência da utilização desses extratos no controle dessa praga, bem como e a necessidade de utilização de métodos de controle. Conclui-se que os extratos vegetais de Mamona e Coité são eficientes no controle de mortalidade do pulgão preto A. craccivora e contribuem no manejo dessa praga na agricultura familiar, cultivos orgânicos eagroecológicos.Item Controle de qualidade do produto goiabada em indústria de alimentos do Sertão do Moxotó(2019) Remigio, Mateus D'Cezaris Queiroz; Rocha Júnior, Cláudio Jorge Gomes da; http://lattes.cnpq.br/5767471085192721; http://lattes.cnpq.br/4887072087691098O presente trabalho tem como objetivo analisar os critérios de qualidade que a indústria alimentícia no Sertão do Moxotó utiliza para a fabricação da goiabada, acompanhando o processo produtivo desde a chegada da matéria-prima na recepção da indústria até o envio da goiabada para a mesa do consumidor. O doce passa por várias etapas até o seu produto final, sendo denominadas de: colheita da matéria-prima no campo, higienização da goiaba, envio ao quebrador, posteriormente passando para o inativador enzimático, logo após é enviado para a despolpadeira e, finalizado, é mandado para o tanque pulmão. Do tanque pulmão o produto passa para o pré-mix, sendo a mistura resultante disso enviada ao concentrador à vácuo. Após isso o doce está pronto para envasamento no qual é realizado pela própria indústria com matérias que também passam por processos de higienização e sanitização. Os produtos que não são aprovados para prosseguir o processamento possuem medidas corretivas realizadas também pelo controle de qualidade. As análises são feitas em laboratórios da empresa, podendo ser utilizados outros laboratórios para outros fins. Ao final do processamento da goiabada, com todos os testes sinalizando a aprovação do produto, o doce pode ser comercializado de maneira segura com o consumidor externo.Item Avaliação de métodos de estimativa da evapotranspiração de referência para a região do vale do São Francisco(2019) Silva, Maiara Tatiane Lima; Souza, Luciana Sandra Bastos de; http://lattes.cnpq.br/1186468548787818; http://lattes.cnpq.br/8455026363821368Informações relacionadas a evapotranspiração de referência (ET0) são muito importantes para o manejo de irrigação, principalmente em regiões dependentes da agricultura. Para determina-la vários métodos podem ser utilizados, dentre os quais estão os métodos alternativos, que utilizam-se de poucos dados. Esse trabalho teve como hipótese que novos modelos para estimativa da evapotranspiração e aqueles desenvolvidos localmente representam melhor a ET0 do Submédio Vale do São Francisco. Com o objetivo de investigar a adequação de modelos históricos e contemporâneos para a estimativa da ET0 e desenvolver um novo método para sua estimativa na região do Vale do Submédio São Francisco. O trabalho foi desenvolvido em Juazeiro, Ba, foram utilizados dados referentes a uma estação meteorológica pertencente a EMBRAPA Semiárido, sendo utilizados dados de temperatura, umidade relativa, velocidade do vento, precipitação e radiação solar global, para os anos de 2017 e 2018, e para validação do modelo proposto foram utilizados dados de 2016. Os dados foram utilizados na determinação da evapotranspiração usando os métodos de Penman-Monteith e os alternativos, subdivididos em dois grupos: histórico, aqueles desenvolvidos antes do ano 2000, com os métodos de Hargreaves-Samani, Camargo, Jensen-Haise, Makkink, Radiação solar FAO 24 e Benevides-Lopes, e contemporâneo, desenvolvidos após o ano 2000, com Irmak, Castaneda-Rao, Moretti-Jerszurki-Silva, Silva-Souza, adicionalmente as informações foram utilizadas no desenvolvimento de um modelo simples para a estimativa da ET0. Essas informações foram comparadas por meio dos índices para os quais consideram-se coeficiente de correlação de Pearson (r), coeficiente de determinação (r²) e o índice de concordância de Willmont. E com base nesses resultados foi possível observar que os métodos contemporâneos, com exceção de Moretti-Jerszurki-Silva, tenderam a reduzir os erros na estimativa da evapotranspiração de referência. O método mais indicado para estimativa da ET0 foi o da Radiação Solar FAO-24. O modelo alternativo obtido no presente trabalho baseou-se apenas em dados de temperatura e umidade e foi classificado como muito bom para a estimativa da ET0. Os métodos alternativos de Camargo, Makkink e Moretti-Jerszurki-Silva não apresentaram resultados satisfatórios para a estimativa da evapotranspiração de referência em Juazeiro-BA.Item Produção de amarílis em diferentes recipientes e sombreamento nas condições do Semiárido Pernambucano(2019) Santos, Bruna Kaline de Lima; Silva, Luzia Ferreira da; http://lattes.cnpq.br/632044953717154; http://lattes.cnpq.br/8892618369396659O amarílis é uma planta bulbosa e comumente comercializada em vaso, dentre as plantas floríferas tem evidência por suas inflorescências umbeladas constituída de duas a doze flores posicionadas sobre um escapo verde liso e oco, com flores grandes. No entanto, o amarílis não é cultivado comercialmente no Nordeste e faltam estudos para orientar a produção, principalmente para pequenos produtores. Desta forma, objetivouse avaliar a viabilidade do cultivo comercial de amarílis em condições do semiárido pernambucano. O experimento foi conduzido na Unidade Acadêmica de Serra Talhada UAST da Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE entre Junho e Agosto de 2019. Ele consistiu em um bifatorial 4X2, no qual foram testados 4 níveis de sombreamento ( 0, 30, 50 e 70%) e dois volumes de recipientes ( 1,10 e 3,6 litros ). Os parâmetros vegetativos analisados foram: comprimento foliar (cm) e número de folhas, e os parâmetros reprodutivos foram: número de escapos florais, diâmetro do escapo floral (cm), comprimento do escapo floral (cm) dias para abertura da flor, número de flores, diâmetro transversal da flor (cm) e longevidade das flores. Os dados foram submetidos ao teste de média e regressão no programa estatístico R. O melhor desenvolvimento do comprimento foliar foi na malha de sombreamento de 70% e no recipiente de 3,6 litros. O comprimento do escapo floral obteve melhor resultado na malha de sombreamento de 70% e não houve diferença entre os volumes de recipientes. Houve maior uniformidade no número de dias na malha de sombreamento de 70%, com abertura floral em até 32 dias. Para o diâmetro do escapo floral, o diâmetro transversal da flor, o número de flores e o número de folhas não houve diferença estatística entre os fatores analisados. Portanto, o cultivo comercial de bulbos de amarílis, da variedade Minerva, é viável nas condições do semiárido pernambucano no período de junho a agosto em malha de sombreamento de 70% e nos tipos de recipientes.Item Distúrbios fisiológicos associados à sensibilidade ao estresse hídrico em plantas de arroz(2019) Patriota, Maiany Alves; Silva, Sergio Luiz Ferreira da; http://lattes.cnpq.br/0173411400092352; http://lattes.cnpq.br/4876916391191452O arroz (Oryza sativa L.) é um dos cereais mais produzidos no mundo, juntamente com o milho e o trigo, sendo que quando exposto a diversas condições adversas, com o déficit hídrico, têm a sua produtividade comprometida. Diante disso, o presente trabalho teve como objetivo, caracterizar mecanismos indicadores de danos e de proteção oxidativa que podem estar presentes em variedades de arroz São Francisco, BRS Sertaneja, BRS Primavera e BRS Pepita, quando submetidas a condições de déficit hídrico. O experimento em condições de casa de vegetação e dividido em três etapas. As sementes das variedades (BRS Sertaneja, BRS Primavera, BRS Pepita e São Francisco, na primeira fase e das variedades BRS Sertaneja e São Francisco na segunda e terceira fase) foram desinfestadas com hipoclorito de sódio a 5% e semeadas em vasos de quatro litros. Após alguns dias da emergência das plântulas, foram iniciadas as aplicações de solução nutritiva e também as análises biométricas. Após um determinado tempo, foram feitas as análises de trocas gasosas, fisiológicas e bioquímicas, além do rendimento de grãos. O experimento foi conduzido em DIC em todas as etapas, sendo com exceção da primeira, dispostos os tratamentos em fatorial 2 x 2, consistindo em dois tratamentos hídricos (sendo tratamento controle e estresse hídrico). Os dados das variáveis analisadas foram submetidos ao teste F a 0,05 de probabilidade e as médias comparadas pelo teste de Tukey em mesmo nível significância. Foram obtidos diferentes comportamentos em ótimas condições devido aos diferentes genótipos mostrando que a BRS Sertaneja e a São Francisco se mostram mais eficiente no uso dos recursos do que as demais em condições ótimas, já em respostas ao estresse hídrico, obtemos diferenças entre as variedades e dentre os tratamentos em uma mesma variedade, uma vez que cada uma apresenta grau de sensibilidade e de resposta aos estímulos externos, de forma que a variedade BRS Sertaneja se mostrou mais resistente a seca e como melhor opção para uso em regiões semiáridas.Item Verificação dos tratos culturais para a produção de Macaxeira var. Recife e o retorno financeiro do investimento em campos de produção na Aldeia Lama, Cabrobó Pernambuco(2019) Santos, Fernando Augusto Nascimento; Simplício, Josimar Bento; http://lattes.cnpq.br/1876691945804390; http://lattes.cnpq.br/0250060059047749A macaxeira é uma das culturas mais cultivadas no Brasil e no mundo, ela possuí características que lhe conferem uma boa facilidade de manejo, sendo muito resistente ao ataque de pragas e de agentes fitopatológicos de manejo. Não é uma cultura exigente com relação as questões hídricas e altos índices de fertilidade do solo, todas essas características fazem com que essa cultura seja considerada uma das culturas agrícolas mais rústicas cultivadas para fins alimentícios. Saber manejar uma cultura agrícola não é o único fator de importância para que se haja êxito no mercado agrícola, outro fator que deve ser levado em consideração pelos produtores é a questão dos custos de produção, pois, se há um investimento espera-se que haja um lucro satisfatório. Objetivou-se analisar os custos de produção, retorno financeiro e qual o manejo adotado no processo produtivo de Macaxeira var. Recife, na Aldeia Lama, Cabrobó-PE. Para esse fim foram realizadas visitas aos campos de produção onde foram verificados como se procediam as etapas de preparo, plantio, manejo de ervas infestantes, manejo de insetos pragas, manejo de doenças, colheita e comercialização. Também foi aplicado um questionário para o os produtores, o questionário foi aplicado de forma individual, e assim foi possível realizar um levantamento concreto de todos os custos que houveram desde o preparo do solo até a colheita. o cultivo de macaxeira (Manihot Esculenta Crantz var. Recife) na comunidade Aldeia Lama é uma alternativa financeiramente viável por proporcionar boa margem de lucro, mesmo com baixo nível tecnológico de manejo, podem ser obtidas produções aceitáveis. Outro fato importante é os custos de produção sempre irão variar de acordo com vários aspectos como: quantidade de mão de obra utilizada para o plantio, plantas infestantes presentes no local, quantidade de mão de obra utilizada na colheita.Item Doses de polímero hidroretentor no algodão BRS Topázio(2019) Alves, Josias Jordão Andrade; Alves, Gibran da Silva; http://lattes.cnpq.br/7278351291260092; http://lattes.cnpq.br/2263876107895716O cultivo de algodão de fibra colorida é feito principalmente por pequenos produtores nos estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte. Novas tecnologias para auxílio na tolerância de longos períodos de estiagem e desenvolvimento de novas cultivares tolerantes a seca, técnicas viáveis economicamente que promovam o aumento da produtividade e reduzam as perdas no setor agrícola devem ser prioridades em todo o mundo. O uso de polímeros hidroretentores é uma das tecnologias mais recentes utilizadas para o suprimento e manutenção hídrica das plantas.Objetivou-se avaliar a “resposta do algodoeiro BRS topázio ao uso de diferentes doses de polímero hidroretentor”. O experimento foi realizado em casa de vegetação no período de outubro de 2018 a fevereiro de 2019 na UFRPE/UAST, PE. O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado, com 4doses de polímero hidroretentor (30; 60; 90 e 120 g vaso-1)e 4 repetições.Foram determinados o índice de velocidade de emergência, a altura de planta, diâmetro de caule, área foliar por planta, comprimento entre nós, número de nós, massa seca da planta, massa seca da raiz e massa seca total, número de maçãs por planta, número de capulhos por planta, produção de capulhos por planta, produção de caroço por planta e produção de fibra por planta.O aumento no valor das doses do hidrogel resultou em um incremento nos valores de índice de velocidade de emergência, altura de plantas, diâmetro de caule, comprimento entre nós, área foliar e número de maçãs, sendo a dose 120 g vaso-1 a que proporcionou melhores valores para estas variáveis no algodoeiro BRS Topázio em casa de vegetação.Item Implantação e restauração de área agrícola na UFRPE Unidade Acadêmica de Serra Talhada(2019) Sá, Carlos André de Souza; Nascimento, Antônio Henrique Cardoso do; http://lattes.cnpq.br/5216997634308364; http://lattes.cnpq.br/3285445362250128Item Uso de bioestimuladores no capim-pangolão (Digittaria pentzii) submetido a estresse hídrico(2019) Borja, Caique Roberto Siqueira; Leite, Maurício Luiz de Mello Vieira; http://lattes.cnpq.br/4204641633941814; http://lattes.cnpq.br/8114370310055532O capim-pangolão (Digitaria pentzii Stent.) é uma gramínea perene, estolonífera, que consegue elevadas produções de fitomassa em regiões semiáridas. Objetivou-se avaliar o crescimento e as características agronômicas do capim-pangolão submetido ao estresse hídrico e diferentes doses de bioestimulante. O experimento foi conduzido de maio a junho de 2019, na área experimental do Grupo de Estudos em Forragicultura, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada, microrregião do Sertão do Pajeú. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados, no esquema fatorial 3 x 3, com três níveis de bioestimulante (0, 4 e 8 ml/L) e três lâminas de irrigação com base na evapotranspiração da cultura (ETc) (50, 75 e 100% da ETc), com quatro repetições. O monitoramento das plantas foi feito semanalmente avaliando as seguintes variáveis morfológicas: comprimento e largura de lâmina foliar, comprimento e diâmetro de colmo, altura de planta, número de perfilhos, número de folhas: expandidas, em expansão, senescentes e mortas. Ao final de cada ciclo foram feitas pesagens de massa fresca e seca de lâmina foliar, colmo e bainha, além de raízes ao final do experimento. A maior dose de bioestimulante proporcionou um incremento na massa de raízes e as lâminas de irrigação superiores a 50% da ETc afetaram positivamente a produção de fitomassa. Portanto, o capim-pangolão apresenta tolerância moderada ao estresse hídrico.
