Licenciatura em Letras (Sede)

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    Unidades fraseológicas em posts do Instagram
    (2025-12-16) Lourenço, Arthur Henrique Santana; Fernandes, Marcela Moura Torres Paim; https://lattes.cnpq.br/7491110175871163; https://lattes.cnpq.br/3039535920258598
    O presente artigo tem como objetivo analisar unidades fraseológicas (UFs) usadas no português brasileiro classificá-las, dentro dos tipos mais referenciados nas tipologias fraseológicas, na perspectiva da estrutura e do uso de algumas delas. Basear-nos-emos na linha franco-hispânica dos estudos fraseológicos – mais especificamente, nos trabalhos de Paim et al. (2018) e Sampaio (2024) sobre Fraseologia em geral, nas tipologias fraseológicas mais extensivas em Mel’čuk (2012, 2015, 2020) e Sampaio (ibid.), e nas mais específicas em Zamora Muñoz (2014), Dobrovol’skij (2016), Ovejas Martín (2021, 2024) e Sidoti (2020). O corpus da pesquisa foi constituído a partir de dados extraídos dos comentários em dois posts, sobre as vidas pessoais de personalidades midiáticas, da página Brega Bregoso, na rede social Instagram. Essa escolha se dá pela presunção de que, pela natureza da rede, da página e do conteúdo dos posts, a variedade da língua dos usuários seja mais próxima ao vernáculo. Os resultados revelam a produtividade do fenômeno fraseológico.
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    Academia de Belas Artes Pernambucana: análise da tradição e da conexão nos telegramas do diretor Joel Francisco Jaime Galvão
    (2023-04-12) Brito, Bianca do Carmo Pereira; Gomes, Valéria Severina; http://lattes.cnpq.br/8893406062883304; http://lattes.cnpq.br/0536837940481312
    Este trabalho, ao analisar 60 cópias de telegramas do diretor da Escola de Belas Artes Pernambucana, o engenheiro Joel Galvão, entre os anos de 1936 e 1941, objetiva trazer à tona os recursos de junção e as temáticas mais frequentes na escrita desse gênero, conforme o corpus selecionado. Possui como base os pressupostos teóricos do modelo de Tradição Discursiva, expostos em Kabatek (2006), Gomes e Iapechino (2008) e Peter Koch (2021), bem como a concepção de gênero textual de Carvalho (2005) e Bezerra (2017) e a perspectiva da Linguística Textual, pautada nas pesquisas de Antunes (2005), Oliveira e Cavalcante et al (2020) acerca da coesão. O gênero textual será analisado nas dimensões temática e dos recursos linguísticos de conexão, que configuram modos tradicionais de dizer próprios da natureza do telegrama. A análise temática possibilitou perceber que os telegramas possuíam temas mais corriqueiros, em sua maioria, como felicitações, pedidos e agradecimentos. Observou-se também, do ponto de vista textual, que os telegramas realizam conexões menos complexas para a construção do seu sentido. Tais constatações corroboram com a finalidade do gênero de ser objetivo e simples. Por conta dessa característica, ele abdica do uso de variedades de conexões e exige mais do seu leitor, no ponto de vista da coerência.
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    As tradições discursivas nos subgêneros das cartas pessoais pernambucanas
    (2019) Melo, Helder Aquino de; Gomes, Valéria Severina; http://lattes.cnpq.br/8893406062883304; http://lattes.cnpq.br/8011190970214247
    O presente artigo tem como objetivo analisar as tradições discursivas identificadas nos subgêneros das cartas pessoais pernambucanas dos séculos XIX e XX, contemplando a historicidade do texto.A abordagem das tradições discursivas é feita de acordo com as noções de proximidade e de distância comunicativa (KOCH; ÖESTERREICHER, 2013) e com a proposta de Longhin (2014), sendo trabalhadas, de maneira qualitativa, as dimensões da tradicionalidade temática, composicional e dos modos de dizer. Com relação à análise das dimensões das tradições discursivas, além de Longhin (2014),tomam-se por base os estudos realizados por Koch (1997), Kabatek (2006), Andrade e Gomes (2018) e Gomes (2014). O corpus é composto por 185 cartas pessoais pernambucanas, dividido em 29 cartas pessoais do século XIX e 156 cartas do século XX, subdivididas em 38cartas de amigo, 59 cartas de amor e 88 cartas de família. Desse corpus foram tirados 20 exemplos para esta análise de cada dimensão da tradição discursiva. Os resultados dessa análise, ainda que preliminares, mostram que as tradicionalidades temática, composicional e dos modos de dizer revelam as especificidades dos subgêneros da carta pessoal.