Licenciatura em Letras (Sede)

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TCC - Trabalho de Conclusão de Curso

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Resultados da Pesquisa

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    Uso do Instagram como ferramenta de ensino de produção textual: reflexões sobre perfis voltados à redação do ENEM
    (2023-04-20) Silva, Lívia Barbosa da; Lima, Hérica Karina Cavalcanti de; http://lattes.cnpq.br/7078742576743942; http://lattes.cnpq.br/5210553382677662
    As tecnologias digitais, nos últimos anos, vêm modificando as relações entre os indivíduos, sendo assim, como consequência, o ensino também sofre alterações, já que necessita se adaptar às diferentes formas de interação social, como ocorre na rede social Instagram. Dessa forma, com o crescimento de usuários na rede, os professores também passaram a aderir os perfis como ferramenta de ensino de redação para o Enem e, também, os estudantes buscando informações e trocas de conhecimento na plataforma. Por isso, este trabalho visa analisar as publicações de três perfis educacionais: a) @perfil1: 127 mil seguidores e mais de 1.100 publicações; b) @perfil2: 42,8 mil seguidores e 669 publicações; c) @perfil3: 36,4 mil seguidores e mais de 2.500 publicações no momento da pesquisa. Foram escolhidos os perfis listados por todos possuírem mais de 10000 seguidores, publicações ativas na plataforma e comercializarem algum tipo de serviço como aulas particulares, correções de redações, mentorias, entre outros. E o objetivo principal é analisar as concepções de texto e escrita que fundamentam as dicas dadas pelos professores, assim como a perspectiva de ensino de Língua Portuguesa, de acordo com os estudos de Geraldi (2011), Koch e Elias (2010). As primeiras conclusões são de que o primeiro e o segundo perfil trabalham com uma maior ênfase na Gramática Tradicional, vendo o texto como produto final e o terceiro tende a trazer algumas noções sociointeracionistas, porém, ainda assim, não as apresenta em sua totalidade.
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    A historicidade dos livros: do papiro ao cartonero
    (2022-10-10) Lima Neto, Waldemar Cavalcante; Gomes, Valéria Severina; http://lattes.cnpq.br/8893406062883304; http://lattes.cnpq.br/6149649296697305
    Os livros são suportes que, ao longo da trajetória humana, sofreram inúmeras modificações e serviram para registrar, contar, relatar e informar a respeito das diversas ações humanas e os conhecimentos acumulados no fluxo histórico. Assim, através de levantamento bibliográfico, este artigo tem como objetivo discutir a historiografia do livro. Conforme Chartier (2019), o livro, geralmente, apresenta-se na forma de um códice, trata-se de um objeto, normalmente, das obras literárias, práticas, filosóficas, históricas. Assim como a respeito da relevância deste suporte desde sua gênese, além de considerar o percurso do livro no Brasil. Diante da compreensão de que os livros são também compostos de sentidos carregando as vozes dos seus produtores, apresentam-se os livros cartoneros como estratégia do professor de Língua Portuguesa para um trabalho na perspectiva da elaboração de inúmeros gêneros textuais escritos em sala de aula. Os achados apontam que o livro é um suporte que contribui com a produção escrita com ênfase nos aspectos linguísticos e de escuta das vozes dos sujeitos que o produz.
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    Um estudo variável do rótico na escrita escolar
    (2019-07-08) Dias, Layanne Alves Lopes; Silva, André Pedro da; http://lattes.cnpq.br/0620934260898634; http://lattes.cnpq.br/5640353044234496
    A língua escrita possui grande relevância sociocultural, pois grande parte das esferas da atividade humana se organiza por meio do seu uso. Considerando essa importância e a necessidade de escrever atendendo às convenções ortográficas, este trabalho objetiva investigar a produção do rótico em posição de coda silábica, tanto em posição inicial, quanto em posição final, na escrita de alunos do ensino fundamental de um colégio particular, da cidade de São Loureço da Mata - PE. Analisamos, então, a ocorrência de processos fonológicos relacionados ao rótico em posição de coda silábica que intervenham na escrita ortográfica e verificamos os possíveis motivos que engatilham o processo fonológico de apagamento do rótico nessa posição. Tomamos como pressupostos teóricos os trabalhos de Bisol (2009), Cagliari (2002), Callou, Moraes e Leite (1998), Cardoso et al (2014), Costa (2009), Faraco (2006), Garcia (2010), Miranda (2010), Mollica (2003), Signorini (2001), Tasca (2002) e Vegini (2007). O corpus dessa pesquisa se constituiu de treinos ortográficos e ditados realizados no ambiente já descrito, tomando por base o método indutivo e consecutiva análise quantitativa desses dados. Destarte, foi possível a apropriação de material que nos permite conjecturar sobre a heterogeneidade da escrita, pois identificamos que os erros ortográficos dos estudantes são, na maioria, advindos do fato de que há vazamento de processos do campo fonológico para o campo da escrita. Os resultados apontam que esse processo de apagamento dos róticos tende a diminuir com o avançar do nível de escolaridade, visto que, dentre as 440 palavras analisadas, ocorreu apagamento do rótico 98 vezes no 6° ano e apenas 35 casos no 9° ano. Cabe ressaltar ainda que ambas as turmas variaram mais as palavras em que o rótico estava em posição de coda medial.
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    A concordância nominal de número e de gênero em variedades não-europeias do Português
    (2018-08-06) Gomes, Suellen Pamela Ramos; Silva, Cláudia Roberta Tavares; http://lattes.cnpq.br/0948124881794535; http://lattes.cnpq.br/5738294611148737
    Este estudo buscou investigar a concordância nominal (CN) de número e de gênero na escrita de falantes do português brasileiro (PB) e nos dados orais de fala do português angolano (PA) e moçambicano (PB). Para tanto, sob os pressupostos da Sociolinguística Variacionista (LABOV (1972 [2008]), discutimos que fatores linguísticos e extralinguísticos favorecem ou desfavorecem essa concordância. O corpus do PB constituiu-se de 1272 ocorrências de sintagmas nominais (SN) para a concordância número e de 5.088 ocorrências para a concordância de gênero, com o percentual de 100% de aplicação da variante padrão para esta última. Quanto ao PA, encontramos 170 ocorrências para a concordância de número e 434, para gênero. Para o PM, foram 28 ocorrências para número e 96 para gênero. Por fim, verificamos, nos corpora desta pesquisa, de acordo com as três regras linguísticas (LABOV, 2003), que a CN de número e de gênero para o PB mostrou-se semicategórica e categórica respectivamente, e, para as variedades africanas do português, a CN de número apresentou-se como uma regra semicategórica para o PA e variável para o PM, e a CN de gênero, semicategórica para ambas.