TCC - Licenciatura em Educação Física (Sede)
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Resultados da Pesquisa
Item Lutas e relações de gênero: um estudo da produção do Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional(2025-12-10) Nery, Andreza Michella Cardoso; Lira, Maria Helena Câmara; http://lattes.cnpq.br/1315487815493191; http://lattes.cnpq.br/4378328642927698A educação feminina, alguns séculos atrás, era considerada inadequada e promíscua, pois para aquela sociedade, os direitos das mulheres eram significativamente reduzidos a serem esposas, mães e donas de casa. E, quando elas conseguiram este direito, o currículo das meninas era diferente dos meninos, reduzindo as atividades domésticas. No entanto, atualmente temos uma educação mista de ensino amplamente difundida nas escolas e, apesar de ser uma conquista, não é o suficiente para um ensino igualitário, porque ainda se tem a separação dos/as estudantes de acordo com as atividades apresentadas, como a unidade temática lutas que para o senso comum é uma prática masculina. Com isto, a presente pesquisa tem como objetivo analisar as relações de gênero no ensino da unidade temática lutas na Educação Física escolar a partir de dissertações encontradas nos repositórios das Instituições de Ensino Superior que fazem parte do Mestrado Profissional em Educação Física em Rede Nacional (ProEF). Sendo assim, este estudo é uma pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa onde o principal meio de análise foi a leitura das produções deste mestrado profissional e seus recursos educacionais a partir de três categorias de análise definidas: os limites e as possibilidades do debate de gênero na unidade temática lutas; o referencial teórico utilizado pelos/as docentes; o produto educacional produzido por eles/as. Foram encontradas duas dissertações de universidade do Nordeste, que se encaixaram no quesito relações de gênero nas aulas de Educação Física sobre a unidade temática lutas, por duas professoras mulheres. Essas duas produções foram analisadas através das categorias citadas, onde em ambas foram identificadas as dificuldades com este conteúdo pela persistência de estereótipos e empecilho de socialização entre os alunos e as alunas durante as aulas, apesar disso uma das professoras adotou a coeducação como estratégia de aula através das teorias pós-estruturalistas e a outra docente, implicitamente, também utilizou dessa estratégia de ensino sob a perspectiva crítica-superadora. Os seus produtos educacionais foram citados nas dissertações, mas apenas um deles estava disponível, havendo uma facilidade para seu acesso e com um layout atrativo e didático.Item Ginástica rítmica e as questões de gênero nas aulas de educação física do ensino médio: uma pesquisa qualitativa(2024-03-06) Barros, Tarciane Thaisa dos Santos; Pirauá, Natália Barros Beltrão; http://lattes.cnpq.br/1778511907021100As questões de gênero permeiam a nossa sociedade em diversas instâncias, sendo encontradas também no âmbito educacional onde nas aulas de educação física se mostram de forma mais perceptível. O fato da ginástica rítmica ser uma prática que voltada exclusivamente para o sexo feminino tornou essa prática o foco dessa pesquisa, onde se visou entender “De que forma as questões de gênero relacionadas à ginástica rítmica vem sendo discutidas nas aulas de Educação Física no ensino médio?”. Participaram da pesquisa de forma voluntária 8 professores(as), sendo 4 do sexo feminino e 4 do sexo masculino, funcionários de instituições privadas e públicas que responderam a um questionário digital relacionado ao entendimento dos mesmos acerca das questões de gênero, o trato dessa temática em suas aulas, entre outros. Os resultados dos estudos evidenciaram que apenas uma parcela dos entrevistados discute as questões de gênero através das aulas de educação física com o tema Ginástica Rítmica, além de serem encontradas inconsistências acerca do entendimento dos mesmos sobre a temática, tornando perceptível a necessidade de um conhecimento mais aprofundado acerca da concepção de gênero.Item O trato com o conteúdo ginástica rítmica: a percepção de professores do sexo masculino sobre sua atuação numa modalidade exclusivamente feminina(2021-12-10) Bezerra, Wilson Paulo da Silva; Beltrão, Natália Barros; http://lattes.cnpq.br/1778511907021100; http://lattes.cnpq.br/2368898383193724A partir das discussões sobre gênero que giram em torno do universo do esporte, a ginástica rítmica (GR) se faz presente como aquela modalidade que é dita como sendo de exclusividade de apenas um dos sexos, o feminino. Analisar a visão e a realidade de professores do sexo masculino sobre sua atuação na GR é o objetivo geral desta pesquisa, que ainda traz em seus objetivos específicos o intuito de identificar quais as possíveis limitações que enfrenta um professor de GR, e também apontar quais são as potencialidades de um professor dessa modalidade. Esse estudo também busca saber como se dá a atuação de professores do sexo masculino na ginástica rítmica, uma modalidade exclusivamente feminina. Metodologicamente, o tema foi analisado através de um estudo descritivo, de corte transversal e com enfoque quali-quantitativo, a partir de um questionário que foi aplicado em forma de entrevista, contando com a participação de três professores, trazendo como critério de inclusão, serem do sexo masculino e trabalharem com GR. O contato inicial com esses professores foi feito através de suas redes sociais e as entrevistas foram todas de forma online. Os resultados da pesquisa indicam que, na visão desses professores, falta visibilidade para a GR masculina, para que esta modalidade possa se desenvolver e atrair novos alunos, e que a atual realidade dos professores atuantes na área é de que ainda enfrentam alguns preconceitos por serem do sexo masculino e trabalharem numa modalidade ainda feminina. A hipótese inicial do estudo foi confirmada, uma vez que se verificou eu a GR, como modalidade exclusivamente feminina, limita o espaço para atuação de professores homens. Dessa forma, de acordo com o que foi dito por cada professor entrevistado, a GR masculina esta avançando, porém a passos muito lentos, de forma que se enxerga um futuro para a prática masculina dentro desta modalidade, mas ainda não se sabe quando isso vai acontecer. A mídia que é uma grande divulgadora de esportes pode ser um fator que influencie no desenvolvimento desta modalidade para os meninos, o que atualmente não esta acontecendo e esse não acontecer acaba sendo uma barreira, onde de acordo com tudo o que foi visto, as barreiras estão muito presentes no universo de quem pretende ingressar nessa carreira, mas a representatividade de se ter um professor do sexo masculino numa modalidade exclusivamente feminina é muito importante.Item Educação física, relações de gênero e educação: uma análise sobre as pesquisas presentes nos anais do Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (CONBRACE)(2021-11-11) Messias, Geiliane Rebeca; Lira, Maria Helena Câmara; http://lattes.cnpq.br/1315487815493191; http://lattes.cnpq.br/2902371218049291O presente estudo tem como objetivo investigar a produção científica publicada nos anais do Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (CONBRACE) que aborda a temática de relações de gênero e educação física escolar, para assim, identificar e analisar as principais categorias utilizadas nestes estudos, suas bases epistemológicas e quais proposições cabe à Educação Física, acerca deste tema, no âmbito educacional. Para isso, foram apresentadas informações acerca do CBCE, sua importância no âmbito esportivo e educacional, bem como os seus Grupos de Trabalhos Temáticos (GTT), com enfoque no GTT 07 – Gênero. No seguimento, encontra-se uma apresentação do CONBRACE, com enfoque maior nas edições de 2015, 2017 e 2019 que abordaram o tema gênero, oficialmente como uma área de estudos do CBCE. Portanto, a partir destas edições foi realizado um levantamento de todos os trabalhos apresentados com a temática gênero, fazendo assim uma investigação, à luz do método de análise de conteúdo, do que está em pauta sobre o tema dentro do Congresso. Foi possível perceber ao longo da pesquisa que a maioria dos artigos pesquisados trata das relações de gênero e educação física fora da escola, alertando a necessidade das pesquisas na Educação Física Escolar. Além disto, buscamos cumprir com o objetivo de identificar as proposições para a Educação Física nesta área para corresponder às necessidades sociais.
