TCC - Licenciatura em Química (UAST)

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    Experimentação investigativa no ensino de química: uma possibilidade de abordagem da química forense no Ensino Médio
    (2023-09-22) Silva, Nívea Caroline Oliveira; Diniz Júnior, Antônio Inácio; http://lattes.cnpq.br/4807751048303686
    No ambiente educacional contemporâneo, o ensino precisa ser mais do que apenas transmitir informações; ele deve inspirar, motivar e envolver os alunos em uma busca ativa pelo conhecimento. Este trabalho explorou uma abordagem inovadora para o Ensino Médio, que trouxe a Química Forense para a sala de aula como uma ferramenta de aprendizado dinâmica. A pesquisa teve origem na crescente popularidade da Química Forense, alimentada por programas de televisão, séries e jogos de investigação criminal. Ao introduzir essa disciplina intrigante aos estudantes, buscamos estimular sua curiosidade e despertar seu interesse pela ciência. O estudo foi realizado em uma escola pública no sertão de Pernambuco, onde os alunos foram convidados a participar ativamente de atividades práticas e experimentação. Nosso principal objetivo era avaliar as potencialidades da experimentação investigativa em Química Forense como uma ferramenta de aprendizado para estudantes do Ensino Médio. Além disso, procuramos entender como essa abordagem afeta a motivação dos alunos e a compreensão de conceitos químicos. Utilizamos uma metodologia qualitativa, empregando a pesquisa-ação como estratégia de investigação. A coleta de dados incluiu questionários, entrevistas e observações. A análise das respostas dos alunos revelou que eles conseguiram associar conceitos químicos, como adsorção, catalisador, luminol e oxidação, a situações práticas da pesquisa. Isso indicou o êxito do método de ensino em criar uma ligação significativa entre a teoria e a prática. Além disso, os resultados demonstraram um aumento notável na motivação dos alunos e em seu engajamento nas atividades propostas. A abordagem inovadora da pesquisa contribuiu para um aprendizado mais profundo e envolvente. Conclui-se que a experimentação investigativa em Química Forense no Ensino Médio não apenas enriquece a compreensão dos conceitos científicos, mas também inspira os alunos a considerar carreiras relacionadas à ciência forense. Esta abordagem não apenas promove um ensino eficaz, mas também prepara os estudantes para aplicar o conhecimento científico em suas vidas cotidianas.
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    Análise cienciométrica das perspectivas de trabalhos sobre educação inclusiva no ensino de química a partir dos anais do Encontro Nacional de Ensino de Química
    (2023-09-22) Souza. Áfia Martins Pereira de; Diniz Júnior, Antônio Inácio; http://lattes.cnpq.br/4807751048303686
    A investigação na área de Educação Inclusiva é muito importante para o desenvolvimento de mecanismos que visem à aprendizagem e a inclusão. Nesse sentido, o objetivo é traçar um perfil de base cienciométrica das perspectivas de trabalhos sobre educação inclusiva a partir dos anais do Encontro Nacional de Ensino de Química (ENEQ) no período de 2004 a 2020. Os dados foram obtidos mediante uma consulta aos anais do Encontro Nacional de Ensino de Química no período de 2004 a 2020. Para a busca utilizaram-se as palavraschave: inclusão, educação inclusiva e química e inclusão, foram identificadas 208 produções, das quais 70 foram publicadas por pesquisadores da região Sudeste e 48 da região Centro-Oeste, enquanto as demais se dividiram entre as outras regiões do país. Verificamos que 2004 representou a fase inicial das pesquisas, bem como que as regiões podem de certa forma influenciar o número de publicações nas edições, mediante uma relação entre o número de inscrições e o número de publicações. Observamos que a região Norte apresentou o menor número de trabalhos sobre o foco da inclusão e a única que não abordou trabalhos direcionados para outros tipos de deficiência como baixa visão, deficiência auditiva/deficiência visual (DA/DV), Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiência intelectual (DI). Além disso, notamos que há uma tendência por trabalhos empíricos, em que os pesquisadores têm direcionado suas pesquisas para o nível básico, com foco em alunos com deficiência auditiva e visual, verificamos também que a produção didática é voltada principalmente para tabelas periódicas adaptadas e modelos atômicos concretos, e que as estratégias didáticas têm envolvido: materiais didáticos, experimentação e metodologias ativas, enquanto os conteúdos abordados são: tabela periódica e modelos atômicos em que observamos que estes são influenciados pelo nível de ensino. Portanto, o presente trabalho, agrega em suas contribuições a ampliação de discussões sobre a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) ao contexto do ensino de Química, e a importância do ensino de Química para formação cidadã.