TCC - Licenciatura em Letras (UAST)

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    Avaliação da aprendizagem na educação inclusiva de Serra Talhada
    (2023-03-30) Pereira, Patricia Leandra da Silva; Silva, Noádia Iris da; http://lattes.cnpq.br/3145353361385921; http://lattes.cnpq.br/0046570028940388
    O presente estudo tem como objetivo investigar como acontece a avaliação da aprendizagem na perspectiva da Educação Inclusiva em escolas de Ensino Fundamental I e II da cidade de Serra Talhada. Para tanto, entrevistamos professores de escolas municipais com vista a buscar respostas para as seguintes questões: Como os professores avaliam os alunos com deficiências? Quais métodos, instrumentos e critérios avaliativos que eles utilizam? Encontramos subsídios teóricos em Ferreira (2006); Leal (2006) Leães (2009); (Luckesi 2011) e Suassuna (2007). A abordagem metodológica adotada caracterizou-se pelo enfoque qualitativo, no sentido de compreender as vozes que participam do discurso sobre a avaliação da aprendizagem de alunos com deficiências. Nossos resultados apontam para imprecisões sobre a forma de avaliar alunos com deficiência e como existe um silenciamento pedagógico a esse respeito; adicionalmente, percebemos lacunas na formação continuada dos docentes e uma cultura de promoção automática, na qual o aluno é aprovado para outra série sem que seu conhecimento seja adequadamente avaliado
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    Crenças de professores em formação sobre o papel da pronúncia nas aulas de inglês
    (2019) Silva, Andréa Lopes da; Cavalcanti, Larissa de Pinho; http://lattes.cnpq.br/7660087236639667; http://lattes.cnpq.br/8452905419572061
    O presente trabalho tem como objetivo principal a investigação das crenças dos alunos de curso de licenciatura plena em Letras da UFRPE – UAST sobre o papel da pronúncia nas aulas de inglês. Este estudo visa agregar contribuições para os trabalhos acerca das crenças que tratem especificamente do papel ou ensino de pronúncia da língua inglesa. Buscamos aqui identificar que crenças são essas que os futuros professores constroem e mantêm sobre a própria variante, se elas se relacionam ou são influenciadas pelo uso de uma variante hegemônica. Para tanto, partimos do conceito de crença em diversas áreas do conhecimento (BOTASSINI, 2015; FONTAINE, 1998; GUIMARÃES; 2010; LALLANDE, 1976; NESPOR, 1987; ROKEACH, 1968, 1976) até chegarmos às discussões que se restrinjam às crenças sobre o ensino aprendizagem de línguas sob a perspectiva da Linguística Aplicada (BARCELOS, 2004). Com base nos trabalhos de Barcelos (2000) e Pajares (1992), nos dedicamos ainda à discussão sobre as crenças de professores e como elas podem influenciar a prática desses profissionais. No que diz respeito ao ensino de pronúncia, fizemos uma discussão sobre os conceitos de inteligibilidade e compreensibilidade fundamentada nas definições de Nelson e Smith (1985), Derwing, Munro e Wiebe (1998), Derwing e Munro (2015) e Alves (2015). Ainda que de forma breve discutimos também a literatura a respeito das crenças de professores sobre o ensino de pronúncia, tomando como base principal o trabalho de Shah et al (2017), que trata da carência de pesquisas sobre o tema em questão. Para a realização deste estudo realizamos 10 entrevistas com discentes da UFRPE – UAST que cursavam as disciplinas de ESO (Estágio Supervisionado Obrigatório) I, II e III. Duas dessas entrevistas foram descartadas por divergirem do tema da pesquisa, e as oito que restaram serviram de dados para a análise e discussão das crenças desses estudantes sobre o ensino do componente fonético-fonológico em estudo. Os resultados apontam que professores em formação cursando Letras na UAST acreditam na importância de ensinar pronúncia, direta ou indiretamente, porém também acreditam nas variantes hegemônicas como referências.