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    A trajetória acadêmica de formação de William Maciel das Chagas Santa Rosa na Licenciatura em Letras: a concretização de um sonho
    (2025-03-11) Santa Rosa, William Maciel das Chagas; Luna, Tatiana Simões e; http://lattes.cnpq.br/5833346013466040; http://lattes.cnpq.br/9379328553356161
    Este memorial apresenta a trajetória de William Maciel das Chagas Santa Rosa, desde sua infância até a conclusão do curso de Licenciatura em Letras – Português e Espanhol, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Desde criança, William nutria o sonho de ser professor, inspirado por brincadeiras de escolinha e pelo desejo de compartilhar conhecimento. Esse sonho consolidou-se em 2018, quando, após concluir o ensino médio, foi aprovado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ingressou na UFRPE. Durante a graduação, William enfrentou desafios pessoais, acadêmicos e profissionais, incluindo a adaptação ao ensino remoto durante a pandemia de Covid-19. Apesar das dificuldades, ele se dedicou aos estudos, participou de programas como o PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) e realizou estágios que enriqueceram sua formação. Essas experiências permitiram-lhe desenvolver habilidades pedagógicas, refletir sobre a importância da educação como ferramenta de transformação social e consolidar sua identidade como educador. William destaca a influência de teóricos como Paulo Freire (1996), Vigotski (1998) e Antunes (2003) em sua formação, bem como a importância da leitura e da escrita em sua trajetória. Ele também relata suas vivências em escolas públicas e particulares, onde pôde aplicar metodologias ativas e interativas, adaptando-se às necessidades dos alunos e promovendo um ensino mais inclusivo e significativo. Ao concluir a graduação, William expressa gratidão por todas as experiências que moldaram sua trajetória, desde as brincadeiras de infância até os desafios acadêmicos e profissionais. Ele reafirma seu compromisso com a educação, vislumbrando um futuro como docente e pesquisador, com o objetivo de contribuir para a formação crítica e cidadã de seus alunos. Este memorial é, portanto, um registro de sua jornada de autoconhecimento, de superação e realização de um sonho que começou na infância e se concretizou na vida adulta.
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    Agroecologia e ancestralidade - encantamento e fortalecimento da identidade e lutas camponesas nos Sertões de Crateús-CE
    (2024-03-07) Silva, Jaislânia Araújo; Figueiredo, Marcos Antonio Bezerra; http://lattes.cnpq.br/4886000173439874
    O presente Memorial Acadêmico apresenta a minha trajetória vivida ao longo dos quatro anos do curso Bacharelado em Agroecologia-UFRPE, estruturado em formato de linha do tempo, com o objetivo de apresentar, analisar e refletir sobre essa experiência, as aprendizagens adquiridas, os momentos marcantes e atividades de ensino, pesquisa e extensão. A construção se deu através de revisão de cadernos, textos, fotos, vídeos e conversas com amigos e familiares. Revela a minha história de vida e como se deu a escolha pelo curso e pela Agroecologia. Descreve, analisa e reflete as temáticas do Campesinato, Agroecologia e Feminismo, Bordado como arte-educação, que me marcaram nesse período, importantes na minha formação profissional e pessoal. Reconhecendo o papel valioso dos camponeses e camponesas na construção da agroecologia e o bordado como instrumento artístico/cultural, capaz de enriquecer e potencializar os processos de ensino-aprendizagem.
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    Breve memorial descritivo analítico de apresentação do autor
    (Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2021-11) Torres, Jorge Braz; http://lattes.cnpq.br/5131993649526120
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    Começo, meio e começo: memória, território e transformação de um agroecólogo educador
    (2026-02-11) Santos, Matheus Cavalcante dos; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/1408994583439706
    Este trabalho em formato de Memorial busca articular a minha trajetória de vida com a formação acadêmica no curso de Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular (BACEP). Para tanto, utilizei a filosofia ancestral difundida por Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo) de começo, meio e começo para nomear as seções que compõe o trabalho, pois ela ilustra a vida enquanto processos de ciclicidade, contrapondo-se a visão ocidental linear de tempo. Eu apresento no texto o processo de migração vivida pelos meus avós e país, meu território de vida, meu caminho trilhado na agroecologia, e as minhas experiências no BACEP. Faço uma reflexão dialógica entre os temas: Circuitos Curtos de Comercialização e Economia Solidária, e discorro sobre as Relações Étnico-Racial e como o questionamento acerca da denominação de minha racialidade me levou a buscar por mais histórias de minha genealogia, fazendo com que eu encontrasse no Nordeste as minhas raízes ancestrais. Por fim, que na realidade é um novo começo, eu trago a importância de todas essas referências para a minha formação humana e profissional, enquanto agroecólogo-educador, comprometido com as urgências ambientais e sociais contemporâneas.
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    Construção de conhecimentos em agroecologia: memórias dos caminhos que percorri e das transformações que vivi
    (2025-03-17) Sampaio, Malu Rocha; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3812230754378461
    Desde que ouvi falar em agroecologia, me senti profundamente encantada pelos seus princípios e diretrizes, tendo como ideal a busca por formas de existir em consonância e respeito com as naturezas e seus ciclos, os territórios e suas particularidades, as culturas nas suas inúmeras expressões, as tradições com seus ensinamentos e a sociedade e toda sua diversidade. O objetivo deste trabalho é descrever o meu percurso, enquanto estudante do curso de Bacharelado em Agroecologia, com ênfase em Campesinato e Educação Popular – BACEP, e como ele foi se moldando a partir do que eu sou, dos territórios que frequentei, das práticas, descobertas, relações, afinidades e inúmeros aprendizados que fui construindo ao longo dessa intensa caminhada. Foi utilizada a metodologia imersiva, tendo em vista os processos educativos vinculados sempre às práticas reais do cotidiano, sejam elas durante as atividades em campo, as imersões, os estágios, os programas que fiz parte, entre outros. Observando todo esse caminhar, percebo o quanto mergulhei nas relações de produções que buscam formas mais autônomas e sustentáveis; escoamento da produção e garantia de melhores rendas; acesso a políticas públicas; e processos de cooperação e autogestão.
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    Construção de saberes em agroecologia: memórias dos caminhos trilhados por mulheres
    (2026-02-11) Melo, Maria Clara Silva; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3206495038029278
    Desde a minha infância, a relação com a terra, com os saberes tradicionais e com as práticas de cuidado comunitário constituiu a base da minha formação humana e política. Cresci em um contexto marcado pela agricultura familiar, pela medicina popular e pela centralidade das mulheres na reprodução da vida, experiências que, ao longo do tempo, dialogaram diretamente com a minha inserção no curso de Bacharelado em Agroecologia, com ênfase em Campesinato e Educação Popular – BACEP, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O objetivo deste memorial é sistematizar e refletir criticamente sobre a minha trajetória formativa, acadêmica, extensionista e política ao longo do curso, com ênfase nas experiências vivenciadas nos Estágios Supervisionados Obrigatórios I e II, bem como nas atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas em territórios urbanos e rurais. A metodologia adotada é de natureza qualitativa, fundamentada na sistematização de experiências, na observação participante, nos registros em diário de campo, na releitura de produções acadêmicas e na análise de relatórios e vivências realizadas durante as Vivências Universidade, Vivências Realidade Campo, imersões e estágios. Ao longo desse percurso, aprofundei minha compreensão da agroecologia enquanto ciência, prática e movimento social, articulada à educação popular, à economia solidária e ao feminismo popular. As experiências junto a mulheres agricultoras urbanas, feirantes, catadoras, artesãs e lideranças comunitárias, especialmente nos territórios da Horta Comunitária Guerreiras de Palha do Arroz, da Sementeira Esperança, do Grupo Mulher Maravilha e da Ecofeira da UFRPE, evidenciaram o protagonismo feminino na produção de alimentos, na comercialização solidária, na preservação dos saberes tradicionais e na organização coletiva dos territórios. A trajetória apresentada revela que a formação agroecológica se constrói de maneira indissociável da vida, da memória, da ancestralidade e da luta das mulheres, reafirmando o compromisso com a construção de sistemas alimentares justos, sustentáveis e socialmente enraizados, orientados pela justiça social, pelo cuidado com a vida e pela permanência digna das populações nos territórios.
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    De estudante a agroecóloga: um relato de formação em Agroecologia e o vínculo institucional e afetivo com a UFRPE
    (2026-02-09) Lima, Jaciane Pereira de; Porto Neto, Fernando de Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/1475750525654086; http://lattes.cnpq.br/3414415420793942
    O objetivo do texto visa descrever minha trajetória no curso Bacharelado em Agroecologia, utilizando minhas memórias escritas, materiais didáticos utilizados em aulas presenciais, fotos, materiais de uso pessoal e pesquisas sobre a história da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Exibo também detalhes sobre imersões, temáticas, extensão universitária, alinhando teoria científica aos saberes populares com foco nos Estágios Supervisionados Obrigatórios I e II, que me deram oportunidade de aprofundar mais o conhecimento sobre reflorestamento, sistema agroflorestal e sustentabilidade, respectivamente, e onde pude reconhecer que ambos são estratégias para regeneração de ecossistemas degradados e conservação ambiental, e nesses processos, houveram experimentos de campo com contínuo acompanhamento e resultados positivos, com a verificação de aumento de material orgânico no solo. Reafirmo a importância do trabalho de João de Vasconcelos Sobrinho perante a situação climática contemporânea, e que é referência de estudos, vivências e defesa da ecologia no Brasil desde a década de 1940.
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    Desafios, alegrias e gratidão
    (Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2015) Bezerra Neto, Egídio; http://lattes.cnpq.br/1539205550728785
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    Detalhes da trajetória de formação em letras de Joanne Silva: memórias para reviver
    (2024-03-04) Silva, Joanne Maria Moura da; Almeida, Sherry Morgana Justino de; https://lattes.cnpq.br/5332850255576710; https://lattes.cnpq.br/1060868655921502
    Em conformidade às determinações do curso, como requisito para obtenção do título de licenciada em Letras, o objetivo do presente trabalho é resgatar memórias que compõem a trajetória pessoal e acadêmica, na medida em que apresenta reflexões e assuntos pertinentes à formação da identidade docente e seu exercício, por meio da escrita autobiográfica. Serão abordados neste estudo temas como estudos na graduação nos períodos antes, durante e após a pandemia de covid-19 e a vivência dos estágios supervisionados. O trabalho estrutura-se em apresentação, seção 2 e 3 que expõem alguns dados sensíveis e a história escolar da autora; seção 4 com a experiência de estudos durante a pandemia; seção 5 com o exercício dos estágios supervisionados; seção 6 o momento metalinguístico sobre a construção do trabalho de conclusão de curso. E as considerações finais, que propõem usar da sensibilidade para compreender as atitudes dos alunos e a esperança para acreditar na melhoria futura da educação.
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    Do litoral ao sertão: uma vida entre raízes e afetos, cultivada pela ciência e pela família, além das fronteiras do mundo
    (2025-10) Simões, Adriano do Nascimento; https://lattes.cnpq.br/1895049701533568
    Este memorial relata minha história de vida Acadêmico-Profissional ao longo dos meus 46 anos de vida. Estou dividindo minha história em quatro capítulos. O primeiro acontece antes de minha chegada na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). O segundo capítulo acontece nos primeiros sete anos na UFRPE/UAST. O terceiro e quarto capítulos iniciam após nascimento de meus filhos “Joaquim” e “Maria Virgínia", respectivamente. Tudo inicia com meu nascimento em 1978, em Aracati-CE, no dia 21 de novembro de 1978. Em Aracati estudei nos colégios de freiras e irmãos católicos, denominados Instituto São José e Marista. Em 1997 fui cursar Agronomia na ESAM, atualmente UFERSA, em Mossoró-RN. Durante meu curso fui aluno de residência estudantil, bolsista de monitoria e de iniciação científica. Participei de comissões em eventos científicos, apresentei trabalhos e publiquei artigos em revistas científicas nacionais. Além disso, no último semestre estagiei em empresa produtora de frutas para exportação. Em março de 2001, iniciei meu curso de Mestrado Acadêmico no Programa de Fisiologia Vegetal do Departamento de Biologia Vegetal (DBV) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Viçosa-MG. Nesta cidade, morei em uma residência com mais quatro amigos do Rio Grande do Norte (Franciscleudo, Roberto Cleyton, Marcelo Cleon e Fábio Vinícius), denominada carinhosamente de Papa-Jerimum, passei por muitos desafios para adaptação: clima, comida, rotina, dentre outros, que influenciou meu rendimento acadêmico. Concluí o Mestrado Acadêmico no tempo proposto e sem nenhuma reprovação. Em 2004, iniciei o Doutorado no mesmo Programa. No Doutorado aprovei todas as disciplinas com conceito A. Qualifiquei no primeiro semestre de 2006. Em julho de 2006, realizei um Estágio Sanduíche na Espanha, no Centro de Edafología y Biologia Del Segura, finalizando em agosto de 2007. O Doutorado Sanduíche abriu portas para minha inserção internacional. E conclui o Doutorado em fevereiro de 2008. Em abril do mesmo ano ingressei no Pós-doutorado com Bolsa da FAPEMIG e, em paralelo, iniciei minha atuação como bolsista voluntário no DBV da UFV. Nesse período, consegui publicar os resultados do Doutorado, do Mestrado e de outros dados que estavam por serem publicados. Minha pesquisa de Doutorado está entre os melhores trabalhos de minha vida profissional, pois consolidamos a descoberta de que o esbranquecimento causado na cenoura cortada é um efeito inicial da desidratação, os processos de lignificação são secundários. Esses dados foram publicados nos Journais Postharvest Biology and Technology, com Fator de Impacto 6,8 e no Journal Food Science and Technology, com Fator de Impacto 6,6. Durante o período de Pós-doutoramento período fui candidato à vaga em um concurso público para professor em nível superior da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus Pombal, no qual fiquei classificado. Em 2019, sabendo da necessidade de um professor de Fisiologia Vegetal na Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST) da UFRPE, entrei em contato com a Pró-reitora de Graduação, profa. Maria José de Sena, e, em maio deste mesmo ano, fui nomeado na UAST, para a disciplina de Fisiologia Vegetal nos cursos de Agronomia, Biologia e em Zootecnia. A partir desse período inicia meu segundo momento de minha vida profissional/acadêmica que merece destaque, professor de Nível Superior na UFRPE/UAST. Na UAST, considero que tive um papel importante para a Unidade no aspecto da Pós-graduação. Ao mesmo tempo esse início foi marcado por uma perda de um pedaço de mim”, minha Mãe “Maria Leuda”, foi um período intenso de luto, mas, o foco no trabalho e no processo de gestação de um Programa de Pós-graduação me resgataram de um “abismo profundo” de tristeza que eu estava imerso. Em 2011 iniciamos o Primeiro Programa de Mestrado Acadêmico dentro das Ciências Agrárias no Sertão Pernambucano, eu estava na coordenação do curso. Associado a isso, em 2014, organizamos a criação de um Evento Nacional, inédito no país, denominado Simpósio Nacional de Estudos para Produção Vegetal no Semiárido (SINPROVS), em Triunfo-PE. Esse Evento teve sua segunda edição em 2016, novamente em Triunfo-PE. Como um dos produtos do I SINPROVS criamos a Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro (SCSB), no qual fui o presidente desde sua criação em 2015. A partir do III SINPROVS, em 2018 em Campina Grande-PB, conseguimos transformar em um Evento itinerante. O IV SINPROVS estava previsto para acontecer em Mossoró-RN, porém, a Pandemia da COVID-19 modificou os rumos. Na coordenação do Programa, coordenei subprojetos institucionais para o seu fortalecimento, por meio do Pró-equipamentos da CAPES, chamadas da FINEP, do CNPq e da FACEPE. Com os projetos institucionais e individuais conseguimos trazer muito recursos em equipamentos, estrutura e recursos humanos (bolsas) para Unidade Acadêmica de Serra Talhada. Não menos importante, como pesquisador, fundei um Grupo de Pesquisa, existente até os tempos atuais denominado NEFP (Núcleo de Estudos em Fisiologia e Pós-Colheita de Frutas e Hortaliças, no qual possui 16 anos de existência. No final de 2016 inicia um outro capítulo de minha vida acadêmico-profissional, o nascimento do meu primeiro filho, Joaquim. Em 2017 tudo estava dentro dos padrões convencionais como qualquer criança recém-nascida, mas ao longo de 2017 e início de 2018, identificamos algo diferente, que hoje sabemos claramente, o diagnóstico do “O Autismo”. Nos próximos anos foram tempos difíceis e de muitas incertezas, no qual a prioridade era proporcionar melhores condições para Joaquim, com isso, foi um período que me distanciei da parte administrativa e pesquisa, mantendo minhas atividades de ensino e extensão. Por outro lado, foi uma “virada de chave” me envolvi em causas sociais envolvendo o “autismo”. Participei na criação de leis municipais importantes, em Floresta Lei “Joaquim” números 28/2020 e 34/2020 e em Serra Talhada, Lei 23 de 2020. Além disso, na Universidade venho participando de movimentos para conscientizar e promover a inclusão de pessoas com deficiência, em 2023 e 2024 participei de Comissões de Acolhimento nos cursos de Zootecnia e Biologia. Além disso, realizamos em abril de 2024 a primeira “Jornada sobre o Autismo” e em abril de 2025 “Primeiro Seminário: Transtornos do Neurodesenvolvimento”. Incrivelmente em 2019 me tornei bolsista de produtividade do CNPq, uma honraria para todo pesquisador e que vinha pleiteando desde minha entrada na UFRPE. Nesses 16 anos de servidor da UFRPE da UAST orientei monitores em Fisiologia Vegetal; 43 estudantes IC; 14 de Extensão e 14 Trabalhos de Conclusão de cursos de Graduação. Na Pós-graduação, orientei 28 estudantes de Mestrado Acadêmico; 01 de Doutorado e 04 coorientação de Doutorado e 10 Supervisão de Pós-doutorado. Atualmente estou com 10 orientados e supervisionando 01 pós-doutoranda; fui homenageado com prêmios de melhores trabalhos nas Jornadas de Iniciação Científica; publiquei mais de 90 artigos científicos em periódicos e coordenei projetos relevantes de natureza institucional e individual. O quarto capítulo de minha vida, que inicia em 2024, está marcada pelo nascimento de minha filha “Maria Virgínia” e a honraria recebida pela Cidade, a partir da indicação do nobre vereador Pinheiro de São Miguel, o Título de “Cidadão Serra Talhadense, uma honraria que muito me orgulha, principalmente por ser pai de dois Serra Talhadenses e uma esposa Florestana. Em 2024, também aconteceu minha candidatura à Direção Geral e Acadêmica da UAST, e no qual fui eleito pela comunidade acadêmica e logrei com êxito este pleito. Atualmente estou a 13 meses de gestão à frente da Direção Geral, com alguns desafios vencidos e muitos a serem superados. Neste momento considero, talvez, seja o momento mais importante de minha vida profissional, pois, além das atividades de ensino, pesquisa e extensão, estou mergulhado profundamente nas atividades administrativas, pelo menos até 2028. Além disso, minha vida pessoal está mais estável psicologicamente, sabendo que tenho missões muito importante a serem fortalecidas, promover a inclusão de pessoas com deficiência no âmbito universitário e a consolidação da UAST como um Centro de Referência em pesquisa e inovação e desenvolvimento de talentos humanos para o mundo.
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    Do pé de seriguela no carrasco ibiapabano à UFRPE: memórias e caminhos de uma agricultora agroecóloga
    (2026-02-11) Sá, Monaiane Silva; Neves, Ana Paula; http://lattes.cnpq.br/1350935231230911; http://lattes.cnpq.br/0631065874744805
    Apresento minha trajetória formativa no Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, articulando meus aprendizados acadêmicos com minha história de vida como agricultora familiar. Utilizo como base metodológica a análise de relatórios e aulas, a revisão bibliográfica e a realização de uma roda de conversa com os moradores pioneiros do Sítio São João. Exploro a construção da minha identidade e a complexidade do território do carrasco, discutindo os desafios e a resistência da comunidade frente ao modelo de desenvolvimento convencional. Apresento a proposta pedagógica do curso, fundamentada no regime de alternância, que integra a vivência universitária ao cotidiano produtivo e social do campo em um processo contínuo de ação, reflexão e ação. Aprofundo as discussões sobre extensão rural dialógica e segurança e soberania alimentar e sistemas agroalimentares, contrapondo o modelo de difusão tecnológica à valorização dos saberes tradicionais e da agrobiodiversidade local. Demonstro como a diversidade produtiva nos quintais familiares assegura a resiliência do sistema e a autonomia de quem produz. Reafirmo meu compromisso ético e político com a agroecologia ao concluir este processo de formação, buscando aplicar os conhecimentos adquiridos para fortalecer a sustentabilidade no meu território de origem.
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    Do sal da terra ao doce da cana: minhas contribuições ao setor sucroalcooleiro
    (EDUFRPE, 2022) Ferreira, Josué Félix
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    Educação e Agroecologia: um ato político no campo e na cidade
    (2026-02-10) Ferro, Célia Bernadete; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/3965631503641880
    Aqui apresento o meu memorial, fruto da construção de conhecimentos e práticas construídas nos últimos 4 anos que cursei o Bacharelado em Agroecologia na UFRPE. As ferramentas utilizadas para construir esse trabalho foram os relatórios dos semestres, vivências com as comunidades durante a imersão e o tempo comunidade, além de leituras sistematizadas das temáticas que mais me chamaram atenção que foram Educação Popular, Educação do Campo e Educação em Agroecologia. A Educação do Campo consiste numa prática social que envolve todos, familiares, escola e à sociedade em geral e alguns grupos sociais, reivindicam pelo reconhecimento de sua particularidade territorial, sobretudo os diferentes sujeitos políticos que vivem no campo, assim reivindicam por uma proposta educativa construída a partir das lutas e resistências dos povos do campo, das águas e das florestas, reconhecendo-os como sujeitos históricos de direitos e produtores de conhecimentos. Nesse contexto, a Educação Popular, fundamentada em princípios freireanos, contribui para a construção de processos educativos dialógicos, participativos e emancipatórios, nos quais o saber popular é valorizado e articulado ao conhecimento científico. A Educação em Agroecologia emerge como um eixo integrador dessas perspectivas, ao propor práticas educativas voltadas para a sustentabilidade, a soberania alimentar e a valorização dos territórios, contrapondo-se ao modelo hegemônico do agronegócio. Assim, a articulação entre Educação do Campo, Educação Popular e Educação em Agroecologia fortalece processos formativos críticos, contextualizados e comprometidos com a transformação social, a justiça socioambiental e a autonomia dos sujeitos do campo, promovendo uma educação vinculada à realidade, às relações de trabalho e aos modos de vida camponeses.
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    Educação: uma prática social, cultural e política ligada à Agroecologia
    (2026-02-10) Calado, Eduardo Henrique Vieira; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/2133406386448442
    O presente memorial pretende mostrar como a educação popular difundida e incentivada por Paulo Freire e outros autores/as, pode ajudar à refletir e mudar a vida das pessoas. Assim construo este documento trazendo os aprendizados significativos relacionando com minha linha do tempo, antes e durante o curso - na minha convivência social em espaços que foram importantes na minha construção pessoal, e como a agroecologia se manifesta nessas experiências. Os instrumentos metodológicos utilizados foram: as anotações, relatórios, vivências, imersões, estágio e leituras das temáticas escolhidas para serem aprofundadas: Educação Popular, Expressões culturais e Extensão Rural. Fortaleço a potência das expressões culturais do campesinato como instrumento educativo para além da arte e de empoderamento social, cultural e político, temática que foi presente em todos os períodos direta ou indiretamente, assim como à educação popular e as expressões culturais, que são complementares, uma a outra no decorrer deste memorial. A terceira e última temática trabalhada, foi a que me trouxe ao curso, a extensão rural agroecológica muito bem conceituada por estudiosos (as) da agroecologia, foi temática base para a escolha da experiência de estágio supervisionado obrigatório 1, onde trago meus aprendizados acerca do exercício de extensionista que observei durante esses anos como convidado de algumas vivências.
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    Entre a teoria e a prática: percursos formativos e identidade docente na Licenciatura em Letras
    (2025-12-02) Santana, Anderson da Silva Bezerra de; Teixeira, Renata Pimentel; https://lattes.cnpq.br/1789141041884024; https://lattes.cnpq.br/8418715614110816
    Este memorial formativo, apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Licenciado em Letras pela Universidade Federal Rural de Pernambuco reúne e analisa as experiências formativas vivenciadas ao longo da graduação, refletindo sobre o processo de construção da identidade docente. O texto contempla os Estágios Supervisionados I, II, III e IV, realizados em diferentes contextos escolares, os quais contribuíram para o desenvolvimento profissional e para a compreensão crítica do fazer pedagógico, tendo como suporte teórico, entre outros, Cosson (2014); Passeggi (2008); Freire (1996); Pimenta (2002). A trajetória inicia-se na Escola de Referência em Ensino Médio Presidente Humberto Castelo Branco, onde foi possível compreender a organização e o funcionamento da comunidade escolar; prossegue na Escola Coronel Othon, com observações e regências no Ensino Fundamental – anos finais, em que se desenvolveu um projeto temático sobre racismo e violência de gênero; amplia-se no Núcleo de Línguas (NEL), na Escola de Referência em Ensino Médio Dom Vital, com foco no ensino de Língua Espanhola e na competência intercultural; e se consolida na Escola Vila Sézamo, onde as regências foram realizadas em Literatura Brasileira e Produção Textual no Ensino Médio. O memorial evidencia a docência como prática social e humanizadora, construída no diálogo entre teoria e prática, marcada pela reflexão, pela sensibilidade e pelo compromisso ético com a educação.
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    Entre raízes e concretos: memórias agroecológicas e reencantamento dos territórios urbanos
    (2026-02-10) Torres, Diogo Batista; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579
    Esse trabalho relata minha trajetória de vida e no curso de Bacharelado em Agroecologia, destacando os aprendizados adquiridos ao longo da minha formação e as conexões entre teorias e práticas, na construção do meu perfil como agricultor periurbano e educador popular, percorrido em minha vida e que me levaram pouco a pouco para a trilha da agroecologia. Vários processos que me envolveram e como isso tudo me influenciou para que eu escolhesse a agroecologia como um caminho de vida ensinamentos enquanto criança e orientações familiares, por causa disso desenvolvi uma linha do tempo que vai desde meus primeiros passos de vida e minha linha de tempo que detalha o meu período de formação no BACEP e até atual momento. Após relembrar todo meu passado de vida, faço a reflexões das temáticas que mais me abriram os olhos, esses eixos prioritários que atravessam meu papel atual enquanto educador popular e agroecólogo, como as temáticas de compostagem e gestão de resíduos apresento como coloco em prática esses aprendizados que tive ao longo do tempo, refletindo sobre agroecologia em contexto urbano. Nesse sentido o memorial em questão tem um lado pessoal, que fala dos meus caminhos e outro que fala sobre minha vida acadêmica dentro de uma universidade de referência.
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    Experiências formativas: memórias permeadas pela música
    (2025-07-15) Pereira, Argissa de Andrade; Luna, Ewerton Ávila dos Anjos; http://lattes.cnpq.br/0502123155013190; http://lattes.cnpq.br/2042432866209820
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    Grande Sertão... (trans)docências: travessias dialógicas de uma educadora nas múltiplas e sinuosas veredas acadêmicas
    (Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2024) Silva, Ivanda Maria Martins; http://lattes.cnpq.br/8436216704557833; Borba, Vicentina Maria Ramires; http://lattes.cnpq.br/4023907282886164http://lattes.cnpq.br/4023907282886164; Suassuna, Lívia; http://lattes.cnpq.br/3685495814664993http://lattes.cnpq.br/3685495814664993; Alves, José Hélder Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/2352905993796166; Abranches, Sérgio Paulino; http://lattes.cnpq.br/9070763811045760
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    Histórias, memórias e narrativas: o avesso e o direito na trama da vida de uma menina que se tornou professora
    (2025) Lima, Anna Paula de Avelar Brito; https://lattes.cnpq.br/0430616110506423
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    Memória descritiva: percorrendo um trajeto e concretizando um sonho
    (2025-03-12) Santos, Ricardo Firmo dos; Gomes, Valéria Severina; http://lattes.cnpq.br/8893406062883304; http://lattes.cnpq.br/3588526826136371
    Em conformidade com a exigência do curso e como requisito para a obtenção do título de licenciada em Letras, este trabalho tem como objetivo resgatar memórias que compõem minha trajetória pessoal e acadêmica. Através deste relato autobiográfico, proponho reflexões e tópicos pertinentes para a construção do corpo, a preparação do educador e o desempenho dessa profissão. Neste trabalho, discutimos temas ligados à experiência na universidade, incluindo os períodos anteriores, durante e após a pandemia de Covid-19, além das experiências nos estágios supervisionados. Ao relatar minhas vivências e reflexões, busco despertar uma compreensão mais profunda sobre o valor da educação como ferramenta de transformação social e de desenvolvimento pessoal. Este trabalho reafirma meu compromisso ético e profissional de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Durante minha formação, enfrentei desafios significativos e vivenciei experiências acadêmicas e pessoais que foram determinantes na construção de minha identidade profissional como educador. Este documento não apenas descreve as etapas da minha formação, mas também reflete a forma crítica sobre o papel central da educação em minha trajetória.
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