Efeito do aditivo aromatizante no comportamento alimentar do camarão marinho (Penaeus vannamei) em baixa temperatura

dc.contributor.advisorPeixoto, Silvio Ricardo Maurano
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5714254437228167
dc.contributor.authorMendonça, Maria Eduarda de Moura
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6009937976911869
dc.date.accessioned2026-07-06T12:26:20Z
dc.date.issued2025-12-12
dc.degree.departamentPesca e Aquicultura
dc.degree.graduationEngenharia de Pesca
dc.degree.levelbachelor's degree
dc.degree.localRecife
dc.description.abstractO camarão marinho Penaeus vannamei apresenta elevada relevância no cenário aquícola mundial, porém variações térmicas podem comprometer a ingestão de alimentos, o metabolismo e o crescimento, especialmente em temperaturas abaixo da faixa ótima de cultivo. Nesse contexto, o uso de aditivos aromatizantes surge como estratégia potencial para estimular o comportamento alimentar em condições de estresse térmico. O presente estudo avaliou a resposta acústica e o consumo alimentar de juvenis de P. vannamei submetidos à temperatura de 24°C e alimentados com ração contendo diferentes níveis do aditivo aromatizante (0; 1; 3 e 5 g kg⁻¹). Os camarões, com peso médio inicial de 3,94±0,93 g, foram acondicionados em sistema de água clara e submetidos a gravação por 30 minutos utilizando monitoramento acústico passivo, com análise do número de “cliques” emitidos ao longo do período experimental. Simultaneamente, foi determinado o consumo alimentar por diferença entre oferta e sobra de ração, corrigido pela lixiviação em tanques controle sem animais. Os resultados demonstraram que o nível de 1 g.kg⁻¹ promoveu maior ingestão de alimento e maior atividade acústica nos primeiros 15 minutos de oferta, intervalo considerado crítico para a atividade alimentar, enquanto o controle e a maior dose testada (5 g kg⁻¹) apresentaram menores resposta nestes parâmetros. Foi observada correlação positiva entre o número de cliques e o consumo de ração, indicando que a atividade sonora é indicativa da ingestão de alimento sob baixa temperatura. Assim, a menor dose do aditivo (1 g.kg⁻¹) mostrou maior eficácia para romper o efeito inibitório da hipotermia sobre o comportamento alimentar, indicando que níveis excessivos podem reduzir a atratibilidade e prejudicar a atividade alimentar. O presente estudo evidencia que a aplicação moderada de aditivos aromáticos representa uma alternativa viável para mitigar os efeitos negativos da baixa temperatura sobre a ingestão alimentar em P. vannamei, possivelmente contribuindo para maior estabilidade produtiva em sistemas sujeitos a baixa temperatura.
dc.format.extent20 f.
dc.identifier.citationMENDONÇA, Maria Eduarda de Moura. Efeito do aditivo aromatizante no comportamento alimentar do camarão marinho (Penaeus vannamei) em baixa temperatura. 2025. 20 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia de Pesca) - Departamento de Pesca e Aquicultura, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2026.
dc.identifier.urihttps://arandu.ufrpe.br/handle/123456789/8854
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.countryBrazil
dc.publisher.initialsUFRPE
dc.rightsopenAccess
dc.rights.licenseAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectBioacústica
dc.subjectCamarões
dc.subjectComportamento animal
dc.subjectRações
dc.subjectAditivos
dc.subjectTemperatura
dc.titleEfeito do aditivo aromatizante no comportamento alimentar do camarão marinho (Penaeus vannamei) em baixa temperatura
dc.typebachelorThesis

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