Licenciatura em Química (Sede)
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Resultados da Pesquisa
Item Contribuições e desafios para a alfabetização científica de licenciandos em química: uma análise a partir de suas atitudes sobre ciência, tecnologia, aprendizagem de ciências e o curso do qual fazem parte(2025-12-17) Silva, Débora Moraes da; Firme, Ruth do Nascimento; https://lattes.cnpq.br/7234636790850019; https://lattes.cnpq.br/6439248853982658A Alfabetização Científica (AC), entendida como a capacidade de compreender, interpretar e aplicar o conhecimento científico em contextos socioculturais, articula-se à Ciência Cidadã ao promover a participação ativa e crítica dos indivíduos na sociedade. Nessa perspectiva, tem-se nesta investigação o pressuposto de que a Alfabetização Científica precisa estar presente em todos os âmbitos de ensino, inclusive na formação inicial de professores. Assim, esta pesquisa teve como objetivo analisar contribuições e desafios para a Alfabetização Científica de licenciandos em Química, a partir de suas atitudes sobre aspectos relativos à ciência, à tecnologia, à aprendizagem de ciências e ao curso da licenciatura do qual eles fazem parte. A pesquisa teve uma abordagem qualitativa dos dados em uma perspectiva interpretativa e compreensiva. Participaram da pesquisa sete estudantes do curso de Licenciatura em Química de uma Instituição de Ensino Superior pública, sendo três do primeiro período e quatro do último período. O percurso metodológico envolveu três etapas principais: (1) organização de um questionário na Escala Likert voltado à identificação de atitudes e à avaliação dos níveis de AC; (2) aplicação do questionário junto a licenciandos em Química; e (3) organização, sistematização e análise dos dados. Os resultados indicaram atitudes dos licenciandos que podem contribuir e/ou dificultar a AC deles do ponto de vista prático, cívico e cultural. Entre as contribuições, foram identificadas atitudes que reconhecem a influência de fatores sociais, políticos, religiosos, econômicos e éticos na produção científica, e entre os desafios, destacam-se atitudes que consideram os conhecimentos científicos como infalíveis. Portanto, conclui-se que a Alfabetização Científica se configura como uma necessidade da formação inicial de professores de Química. Contudo, é necessária a escuta aos licenciandos, às suas atitudes frente a apectos envolvidos na Alfabetização Científica, bem como, a articulação de saberes específicos e pedagógicos, a incorporaçao de metodologias investigativas e contextualizadas; o fortalecimento da dimensão epistemológica da ciência no currículo do curso e a promoção de experiências formativas na perspectiva da Alfabetização Científica deles.Item Por isso siga em frente, meu bem, não há perigo na esquina – há Trans e Travestis: o ensino de química, a educação popular e o tecer de uma pedagogia transgênera(2024-03-08) Soares, Mar Domingos; Simões Neto, José Euzebio; Santos, Paloma Nascimento dos; http://lattes.cnpq.br/9868206892511511; http://lattes.cnpq.br/3560726840212196; http://lattes.cnpq.br/7710831128096458A população trans brasileira – transexuais, transgêneros, travestis, pessoas não binárias e transmasculines –, há 15 anos consecutivos vive no país campeão de mortes da comunidade. Este mesmo território é o que mais consome sua produção pornográfica. Não é contraditório, é política de extermínio e fetichização dos corpos dissidentes. Buscando denunciar a realidade das pessoas trans no Brasil e a aproximação necessária desta temática com a educação popular e o ensino de Química, este trabalho utiliza elementos da pesquisa narrativa para investigar as contribuições pedagógicas que a vida e trajetória de uma professora, pesquisadora e militante transtravestigênere apresenta para o Ensino de Química. Por meio de uma escrita autobiográfica, apresento um panorama da produção da área de Ensino de Química sobre e para as questões transtravestigêneres, e o que observo são pouquíssimas produções. Esta monografia também buscou pôr em contraponto as pedagogias da Autonomia e das Travestilidades para encontrar propostas de ação transtravestigêneres para a Educação Popular. Por fim, foram apontadas propostas didáticas transcentradas para pensar o Ensino de Química a partir da inserção e reflexão sobre corpo, sexualidades e epistemologias outras.
