TCC - Medicina Veterinária (Sede)
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Item Abordagem anestésica em mastocitoma cervical canino: relato de caso(2026-02-09) Sarinho, Kauã de Lima; Tenório, Ana Paula Monteiro; http://lattes.cnpq.br/1785548386077618; http://lattes.cnpq.br/5718077596865396O Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) é uma disciplina obrigatória do último período do curso Bacharelado de Medicina Veterinária da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Consiste na realização de atividades práticas da área de escolha do discente, com duração total de 420h. O presente relatório visa descrever as atividades práticas realizadas na área de Anestesiologia Veterinária em duas etapas: a primeira foi realizada no Hospital Veterinário da UFRPE, cujo endereço é Rua Manoel Medeiros s/n, Recife-PE, iniciado em 5 de Setembro de 2025 e finalizado em 31 de Outubro de 2025, totalizando 360h. A segunda etapa do estágio foi realizada na Clínica Veterinária Villa Pet, localizada na Rua São Vicente nº 213, Recife-PE, do dia 3 de novembro de 2025 ao dia 14 de novembro de 2025, totalizando 60h. O ESO permitiu o aprimoramento do discente em sua área de escolha, anestesiologia, vivenciando práticas de pequenos animais, grandes animais e animais silvestres, sempre supervisionado pelos técnicos e residentes do Departamento de Medicina Veterinária (DMV) da UFRPE e pelos médicos veterinários da Clínica Villa Pet, contribuindo para consolidação de seus conhecimentos teóricos e práticos da anestesiologia. O presente trabalho é dividido em dois capítulos. O primeiro concentra a vivência do discente em seu ESO e suas casuísticas. O segundo descreve um relato de caso vivenciado pelo discente e, neste caso, foi o relato de uma cadela idosa com um mastocitoma submetida à uma exérese cirúrgica do tumor, com diagnóstico confirmado posteriormente pelo exame histopatológico. O objetivo deste relato foi a realização de um protocolo anestésico efetivo que mantivesse a paciente estável no trans-operatório, e, principalmente, no pós-operatório, por se tratar de uma cirurgia que teve a duração de aproximadamente 4h. O protocolo realizado foi de uma anestesia parcialmente intravenosa (PIVA) sem a realização de um bloqueio locorregional, pois pela localização do tumor, em região cervical, esse bloqueio seria inviável devido ao risco de degranulação, distorção anatômica e disseminação celular. Além disso, há uma complexidade inervacional na região, podendo correr o risco de haver um bloqueio indesejado.Item Anestesia parcial intravenosa em cão (Canis lupus familiaris) para procedimento cirúrgico de retirada de pino intervertebral e reestabilização de fratura/luxação da coluna toracolombar (T13-L1) - Relato de caso(2022-10-06) Souza, Izolda Claudia Rodrigues de; Batista, André Mariano; http://lattes.cnpq.br/5615914349535394; http://lattes.cnpq.br/2035710613663942O Estágio Supervisionado Obrigatório em Medicina Veterinária foi realizado na área de Anestesiologia Veterinária no Hospital Veterinário Escola da UFRPE (HOVET-UFRPE) entre o período de 29 de Junho a 12 de agosto de 2022 e na Proimagem – Clínica de Especialidades e Diagnóstico Veterinário, Recife-PE entre 15 de agosto a 03 de outubro de 2022, de Segunda a Sexta-feira, com carga horária de 6 horas, perfazendo um total de 420 horas. As atividades de estágio foram coordenadas pelo orientador Profº Drº André Mariano Batista, professor titular da UFRPE, e pelos supervisores Rômulo Nunes Rocha, técnico em Anestesiologia Veterinária no HOVET e por Iracema Paulino dos Santos, pós-graduanda em Anestesiologia Veterinária (PAV) na Proimagem. No ESO foi vivenciada a rotina do setor de Anestesiologia Veterinária desde a avaliação pré-anestésica, escolha do melhor protocolo para o animal, até realizar procedimento de forma autônoma com supervisão. O presente trabalho tem por objetivo relatar um caso de anestesia parcial intravenosa (PIVA) para retirada de pino intervertebral e reestabilização de fratura/luxação toracolombar (T13-L1). O procedimento foi realizado em um canino, SRD, macho, 4 anos, resgatado, com histórico de paresia dos membros pélvicos devido a um atropelamento, a coluna foi estabilizada, porém ocorreu rejeição e exteriorização de pinos inseridos em vertebras toracolombar e exposição de processo espinhoso. Utilizando uma bomba de seringa, foi instituído como medicação pré-anestésica o remifentanil (10 μg/kg/hr) e a dexmedetomidida (1 μg/kg/hr) por 10 minutos, indução anestésica utilizando propofol (0,5mg/kg/hr) por 2 minutos e ao observar que o paciente estava entrando em plano anestésico foi realizada a intubação orotraqueal com fornecimento de 95% de oxigênio à 1,5 L/minuto e anestésico inalatório isofluorano, em seguida, colocaram-se os equipamentos de monitoração e as infusões contínuas com cetamina (1,2mg/kg/hr), lidocaína (2mg/kg/hr), remifentanil (10μg/kg/hr) e a dexmedetomidida (1 μg/kg/hr). O protocolo apresentou adequada estabilização dos parâmetros fisiológicos do paciente, redução da taxa de isofluorano, rápida e satisfatória recuperação anestésica, como descrito na literatura. Portanto, a PIVA foi realizada de forma segura e obteve resultados satisfatório para o caso, sem intercorrências no trans anestésico e efeito analgésico adequado.
