TCC - Bacharelado em Ciências Biológicas (Sede)

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    Avaliação da atividade antioxidante e quelante de íons da fração de peptídeos extraídos da microalga Chlorella vulgaris
    (2026-02-10) Matoso, Tamires Laís Nascimento; Bezerra, Raquel Pedrosa; Silva, Sabrina Swan Souza da; http://lattes.cnpq.br/8504258200413633; http://lattes.cnpq.br/1466206759539320; http://lattes.cnpq.br/3310316271685774
    As doenças neurodegenerativas representam um desafio crescente à saúde pública, tendo como marcos patológicos o estresse oxidativo e o acúmulo desregulado de íons metálicos. Diante desse cenário, a busca por compostos naturais com propriedades quelantes e antioxidantes torna-se essencial. Este trabalho investigou o potencial biotecnológico de frações peptídicas de baixo peso molecular (< 3 kDa) derivadas da microalga Chlorella vulgaris como agentes neuroprotetores. Após a obtenção da biomassa e ultrafiltração, as proteínas foram quantificadas pelo método BCA. A atividade biológica foi avaliada compreendendo a capacidade de quelação de Ferro e Cobre, além da neutralização dos radicais ABTS e DPPH. A estabilidade funcional das frações foi testada sob diferentes faixas de pH e variações térmicas (60°C, 80°C e 100°C) pelo tempo de 30, 60 e 90 minutos, aplicando-se uma metodologia de correção pelo branco dos tampões para isolar o efeito das frações peptídicas. Os resultados revelaram uma forte atividade antioxidante, com destaque para o ensaio DPPH, no qual a fração apresentou um IC50 < 31,25 µg/ml, sugerindo a predominância de fração peptídica hidrofóbica, característica favorável à permeabilidade em membranas biológicas. No ensaio ABTS, o processo de purificação elevou a eficácia de 14,9% para 77% em concentrações reduzidas. Quanto à quelação metálica, as frações demonstraram alta afinidade por ferro, ultrapassando a marca de 80% de inibição, mantendo a estabilidade estrutural e funcional em condições fisiológicas e de processamento térmico. A análise de pH revelou eficácia máxima em pH 7,0. Em meios moderadamente ácidos, especificamente na faixa de pH 4 a 6, a fração conseguiu preservar cerca de 35% da sua efetividade. A manutenção da atividade sob altas temperaturas comprova a viabilidade dessas moléculas. Portanto, a fração peptídica de C. vulgaris atua de forma preventiva e corretiva contra o dano oxidativo, consolidando-se como ingrediente nutracêutico sustentável e uma alternativa promissora aos quelantes sintéticos na prevenção de doenças neurodegenerativas.
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    Análise da atividade larvicida de hidrazidas contendo anéis do 1,2,4-oxadiazol e estudo das alterações morfo-histológicas em larvas de Aedes aegypti L. (Diptera, Culicidae)
    (2018-08-15) Nascimento, Jéssica da Silva; Oliveira, Lourinalda Luiza Dantas da Silva Selva de; Navarro, Daniela Maria do Amaral Ferraz; http://lattes.cnpq.br/6866049887225410; http://lattes.cnpq.br/7013867423178814
    O controle ao Aedes aegypti é hoje um grande desao de saúde pública por ser o responsável por importantes arboviroses, como: dengue, chikungunya, zika e febre amarela urbana. Tendo como melhor método de disseminação o controle vetorial usando métodos de manejo ambiental e químico integrados. Neste trabalho, propomos um estudo da atividade larvicida de 15 hidrazidas frente às larvas de A. aegypti, visando identificar características estruturais responsáveis pela atividade larvicida dos compostos. Larvas do 4º instar foram submetidas aos compostos por 48 horas em diferentes concentrações e posteriormente determinou-se o LC50. Dos compostos estudados, 9 apresentaram considerável potencial no controle do A. aegypti (LC50<100ppm). O composto identificado como HCBA apresentou maior atividade larvicida quando comparado aos demais (LC50=20,63ppm) e despertou o interesse em entender seu mecanismo de ação. Larvas no 4º instar foram submetidas ao HCBA (20,63ppm), onde permaneceram por 24 horas. As larvas que atingiram estado letárgico foram coletadas, fixadas em formolina, incluídas em resina, seccionadas, as lâminas coradas por azul-de-toluidina e analisadas por microscopia de luz. As alterações morfohistológicas das larvas submetidas ao tratamento foram: elevada vacuolização no citoplasma e desorganização do epitélio. Estes resultados demonstram que o composto HCBA pode ser efetivo no controle do A. aegypti por promover alterações a nível de mesêntero.