A literatura como espaço de resistência e denúncia do racismo estrutural em Becos da Memória, de Conceição Evaristo

dc.contributor.advisorPaes, Iêdo de Oliveira
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3281218394136739
dc.contributor.authorSilva, Gabriel Severino dos Santos da
dc.date.accessioned2026-08-28T18:14:33Z
dc.date.issued2026-02-10
dc.degree.departamentLetras
dc.degree.graduationLicenciatura em Letras
dc.degree.levelbachelor's degree
dc.degree.localRecife
dc.description.abstractEste trabalho apresenta uma análise do romance Becos da Memória, de Conceição Evaristo, compreendendo a literatura como espaço de resistência e denúncia do racismo estrutural. A partir do conceito de escrevivência, desenvolvido pela própria autora, o estudo analisa como a narrativa articula memória, vivência e denúncia social, conferindo centralidade a sujeitos historicamente silenciados. “Além disso, o estudo apoia-se nas reflexões de Djamila Ribeiro, em O que é lugar de fala? (2017); Grada Kilomba, em Memórias da Plantação: episódios de racismo cotidiano (2019); Achille Mbembe, em Necropolítica (2016); e Bell Hooks, em O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras (2019). Esses referenciais sustentam a análise da escrevivência como prática de resistência, permitindo discutir lugar de fala, memória, colonialidade, racismo estrutural e feminismo negro na obra de Conceição Evaristo.
dc.description.abstractxEste trabajo presenta un análisis de la novela Becos da Memória, de Conceição Evaristo, comprendiendo la literatura como un espacio de resistencia y denuncia del racismo estructural. A partir del concepto de escrevivência, desarrollado por la propia autora, el estudio analiza cómo la narrativa articula memoria, experiencia vivida y denuncia social, otorgando centralidad a sujetos históricamente silenciados. Además, la investigación se apoya en las reflexiones de Djamila Ribeiro, en O que é lugar de fala? (2017); Grada Kilomba, en Memórias da Plantação: episódios de racismo cotidiano (2019); Achille Mbembe, en Necropolítica (2016); y Bell Hooks, en O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras (2019). Estos referentes teóricos sustentan el análisis de la escrevivência como una práctica de resistencia, permitiendo discutir el lugar de habla, la memoria, la colonialidad, el racismo estructural y el feminismo negro en la obra de Conceição Evaristo.
dc.format.extent21 f.
dc.identifier.citationSILVA, Gabriel Severino dos Santos da. A literatura como espaço de resistência e denúncia do racismo estrutural em Becos da Memória, de Conceição Evaristo. 2026. 21 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras) - Departamento de Letras, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2026.
dc.identifier.urihttps://arandu.ufrpe.br/handle/123456789/9137
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.countryBrazil
dc.publisher.initialsUFRPE
dc.rightsopenAccess
dc.rights.licenseAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectLiteratura brasileira
dc.subjectEvaristo, Conceição (1946- )
dc.subjectRacismo
dc.subjectExclusão social
dc.subjectIdentidade negra
dc.subjectNegras na literatura
dc.subjectFeminismo
dc.subjectMemória
dc.titleA literatura como espaço de resistência e denúncia do racismo estrutural em Becos da Memória, de Conceição Evaristo
dc.typebachelorThesis

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