TCC - Bacharelado em Ciências Biológicas (Sede)

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    Influência do cocultivo de bactérias promotoras de crescimento no desenvolvimento morfofisiológico de Canistrum aurantiacum (Bromeliaceae)
    (2024-03-07) Ferreira, Esdras de Souza; Silva, Cláudia Ulisses de Carvalho; Oliveira, Henarmmany Cristina Alves de; http://lattes.cnpq.br/6859724202937192; http://lattes.cnpq.br/7161911278790052; http://lattes.cnpq.br/0201835717024585
    A reintrodução de espécies vulneráveis é uma prática comum na conservação e restauração ecológica, visando combater os desafios decorrentes da fragmentação de habitats e das mudanças climáticas. No entanto, na maioria das vezes, as tentativas de reintrodução de espécies nativas, como a Canistrum aurantiacum, enfrentam dificuldades no estabelecimento de populações reprodutivase duradouras. Uma abordagem promissora para melhorar o sucesso dessas reintroduções é o cocultivo com bactérias promotoras de crescimento (BPC’s), que podem beneficiar o desenvolvimento das plantas em várias etapas docultivo. Este estudo buscou avaliar o impacto do cocultivo de BPCs no crescimento e desenvolvimento de plântulas de C. aurantiacum. O experimento foi conduzido em uma casa de vegetação anexa ao Laboratório de Fisiologia de Plantas (LFP) do Departamento de Biologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Recife - PE. Sementes de C. aurantiacum foram semeadas em bandejas contendo substrato orgânico e areia lavada em casa de vegetação. Após 90 dias, as plantas foram transplantadas para recipientes contendo uma mistura de substrato orgânico e areia, esterilizados previamente. Foram utilizados cinco tratamentos de BPC’s, compostos por bactérias do gênero Bacillus (B. subtilis, B. megaterium e B. cereus, mix e controle), com 10 repetições cada. As plantas foram inoculadas com suspensão bacteriana ou água deionizada estéril (controle) e mantidas sob essas condições por 64 dias. Foram realizadas análises biométricas,biomassa e o teor de clorofila total ao longo do experimento. Os dados obtidos foram analisados via ANOVA e as médias comparadas pelo teste de Tukey 5%. No entanto, não foram observadas diferenças significativas entre ostratamentosem relação as variáveis analisadas. Os resultados indicam que a inoculação de BPC’s não teve um efeito significativo no crescimento e no conteúdo de clorofila de C. aurantiacum durante o período de estudo. Esse resultado sugere que outros fatores, como interações interespecíficas entre plantas e microrganismos, podem ter influenciado o desenvolvimento das plantas. Portanto, mais pesquisas são necessárias para melhor compreensão sobre a eficácia do cocultivo de BPC’s como uma estratégia de manejo para espécies vulneráveis em programas de reflorestamento.
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    Influência de diferentes substratos no crescimento inicial de rosa do deserto (Adenium obesum forssk. Roem. & Schult)
    (2021-12-17) Souza, José Víctor de Melo; Bezerra, Elisangela Lucia de Santana; http://lattes.cnpq.br/4360870964749577; http://lattes.cnpq.br/8900822307167760
    Embora seja uma planta ornamental relativamente nova no mercado, a rosa do deserto (Adenium obesum forssk. Roem. & Schult) é a quinta mais comercializada no Brasil. Com isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de diferentes substratos orgânicos no desenvolvimento de mudas de rosa do deserto. Para análise do desenvolvimento, foram cultivadas em terra vegetal por nove dias até sua germinação, após isso continuaram sendo regadas diariamente por mais 45 dias, e em seguida foram selecionados 60 indivíduos sendo divididos em quatro tratamentos para o experimento, sendo eles: S1 (grupo controle) 100% de terra vegetal, S2 50% terra vegetal + 50% compostagem, S3 50% terra vegetal + 50% esterco de caprino e S4 50% terra vegetal e 50% húmus de minhoca. As amostras foram mantidas por 80 dias em casa de vegetação de forma aleatória, sendo regadas com 200 ml em intervalos de 48 horas. Após o desmonte do experimento, foram coletados os dados morfométricos das amostras e submetidos à análise de variância (ANOVA) e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância. Em todos os resultados, os tratamentos com esterco de caprino e húmus de minhoca se destacaram e tiveram resultados bastante acima dos do grupo controle, com médias como área foliar e tamanho total cerca de 5 vezes maiores do que nos outros tratamentos. Baseado nos resultados obtidos foi constatado que os tratamentos que melhor contribuíram com o desenvolvimento de mudas de Adenium obesum foram os tratamentos S3 (50% terra vegetal + 50% esterco de caprino) e S4 (50% terra vegetal + 50% húmus de minhoca), comprovando que para mudas de rosa do deserto A. obesum (forssk. Roem. & Schult) a porosidade do substrato tem uma grande contribuição no seu desenvolvimento.