TCC - Engenharia Agrícola e Ambiental (Sede)

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    Educação ambiental para sustentabilidade e o consumo de alimentos agroecológicos no município de Bonito-PE
    (2020) Souza, Beatriz Pessoa de; Vasconcelos, Gilvânia de Oliveira Silva de; Gervais, Ana Maria Dubeux; http://lattes.cnpq.br/7478606758967006; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/4811027243678618
    O presente projeto foi desenvolvido em escola municipal do Estreito do Norte do município de Bonito - PE, articulado com a ação maior da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da UFRPE (INCUBACOOP), que vem desenvolvendo ação no município desde 2016. A centralidade das ações desenvolvidas está relacionada à preservação dos agroecossistemas naturais, bem como, ao consumo de alimentos saudáveis e agroecológicos a partir dos eixos da agroecologia, da educação para a sustentabilidade ambiental e da economia solidária. O objetivo geral da presente proposta é de desenvolver ações de educação ambiental em uma escola do campo, no município de Bonito-PE, considerando suas características socioambientais e o trabalho já desenvolvido no município pela INCUBACOOP/UFRPE, visando uma sensibilização de docentes, discentes e comunidade escolar para o consumo de alimentos saudáveis e para a transição agroecológica nas propriedades dos agricultores/as participantes da comunidade escolar. A proposta foi desenvolvida a partir da parceria com a Prefeitura Municipal do Bonito, com o apoio das respectivas secretarias do Meio Ambiente e Educação, e do Coletivo Aimirim. Este projeto de extensão teve sua base metodológica caráter qualitativo e participativo, e foi guiada pelos referenciais da pesquisa-ação (THIOLLENT, 1985), (BRANDÃO, 1985), (MORIN, 2004) entre outros e ferramentas - aplicação de questionário com docentes e estudantes, reunião com as famílias dos estudantes, intercâmbio e atividades práticas na escola. Como resultado final, obtivemos um maior envolvimento da juventude nas temáticas relacionadas ao meio ambiente, como também um processo mais amplo de sensibilização das famílias agricultoras quanto à diminuição, ou até mesmo a eliminação do uso de agrotóxicos, preservando por uma soberania e segurança alimentar e nutricional da região, bem como, uma formação básica dos processos ecológicos de boas práticas na práxis social e política, valorizando seu território e sua agrobiodiversidade local.
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    Empreendedorismo socioambiental: caracterização em feiras orgânicas e agroecológicas em Recife - PE
    (2023-09-12) Santos, Thaise de Souza; Silva, Letícia da Costa e; Almeida, José Álvaro Jardim de; http://lattes.cnpq.br/7000906501471112; http://lattes.cnpq.br/5662863685960286; http://lattes.cnpq.br/1480851195097790
    No contexto atual de crescente conscientização ambiental e busca por alternativas mais ecologicamente corretas, as feiras agroecológicas e orgânicas surgem como espaços cruciais para fortalecer práticas agrícolas sustentáveis e promover um empreendedorismo alinhado a princípios socioambientais. A proposta do empreendedorismo socioambiental busca impulsionar a inovação, a educação e a criação de valores comprometidos com o desenvolvimento socioambiental. Diante disso, a pesquisa busca caracterizar o empreendedorismo socioambiental nas feiras orgânicas e agroecológicas localizadas em Recife - PE. Foram analisadas cinco feiras, três agroecológicas e duas orgânicas, por meio da aplicação de dois instrumentos de coleta de dados. Foram realizadas cinco observações participantes e aplicada uma entrevista semi-estruturada com oito feirantes. Os dados coletados foram tratados no Microsoft Excel para a elaboração de gráficos e no programa Atlas.ti para tratar o conteúdo das entrevistas e observações realizadas, o qual se baseia na análise de conteúdo de Bardin. Foi possível concluir que as teorias clássicas (Schumpeter, McClelland, Drucker) e atuais (Julien) do empreendedorismo, junto a considerações de empreendedorismo socioambiental, colaboram parcialmente para o entendimento do processo empreendedor nos contextos estudados. Relações sociais e políticas moldam a evolução dentro das feiras, principalmente nas duas feiras mais antigas (nas Graças e em Boa Viagem). Esse aspecto destaca o trabalho de Ésther, sobre a importância das relações políticas e a história, questões não normalmente tratadas pela literatura da área. Assim, conclui-se que a aplicação direta das teorias do empreendedorismo é limitada na compreensão dos processos que envolvem interações complexas entre fatores históricos, políticos, organizacionais e sociais.
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    Analisando o perfil dos consumidores a partir do processo de transição agroecológica vivenciado pelos agricultores do Mercado da Vida em Bonito-PE
    (2020) Lins, Maria Gabriela Freire; Gervais, Ana Maria Dubeux; http://lattes.cnpq.br/7478606758967006; http://lattes.cnpq.br/7146250311132598
    Pensando como ponto de partida o sistema capitalista, na esfera da agricultura, o agronegócio e seu pacote tecnológico de agrotóxicos e maquinários imperaram e modificaram as formas tradicionais camponesas de trabalho com a terra, bem como dos povos originários. O pacote tecnológico trouxe diversos avanços no que se refere a pesquisas na melhoria do trabalho, entretanto, suprimiu algumas relações, no que diz respeito a produção e a comercialização em um circuito curto, importantes no desevolvimento local. Por isso, novas formas de se relacionar com as pessoas, bem como a natureza são essenciais para a continuidade da vida na terra. E mais especificamente, para que haja produção de alimentos ao mesmo tempo que sua capacidade de resiliência permaneça prevalecendo e mantendo todos os organismos em equilíbrio. Como alternativa a isso, surge o a economia solidária e agroecologia, atrelados ao Bem Viver, em que os valores uma vez desprezados pelo sistema hegemônico são resgatados. Para isso, um processo de transição da forma de produção, da comercialização e do consumo deve ser iniciado, por meio de metodologias participativas e da construção coletiva de conhecimento, para a garantia de uma vida ética através da análise crítica do paradigma hegemônico. Dessa forma, no que se trata do conhecimento sobre uma alimentação saudável e livre de agrotóxicos, como é o caso da comercialização feita no Mercado da Vida, em Bonito, Pernambuco, faz-se necessário um trabalho que vise rearticular produção, comercialização e consumo num circuito curto de comercialização, na perspectiva de reorientar produtores e consumidores sobre o alimento que chega à sua mesa. A partir disso pensou-se em formas de entender o papel dos parceiros do projeto, bem como a gestão, para então, estabelecer formas de construção do conhecimento que possam ser benéficas no desenvolvimento das ações com produtores e consumidores e sobretudo, considerar o saber que carregam como fundamentais à continuidade da vida no planeta.