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    Aplicações do monitoramento acústico passivo na avaliação do comportamento alimentar de camarões
    (Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2024-11) Peixoto, Sílvio Ricardo Maurano; http://lattes.cnpq.br/5714254437228167
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    Atividade de voo da abelha jataí (Tetragonisca angustula) durante o ano, no Setor de Meliponiciltura da UFRPE no Recife, PE
    (2021-02-26) Vieira, Willames Macário; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865
    O objetivo deste experimento foi estudar o comportamento forrageiro das abelhas jataí Tetragonisca angustula, no decorrer do ano. As avaliações foram realizadas no Setor de Meliponicultura da Universidade Federal Rural de Pernambuco, em Recife, PE. Uma vez por mês, durante 12 meses, era realizada uma avaliação da atividade de voo dessas abelhas anotando-se, das 7h00 às 17h00, 10 min em cada horário, o número de abelhas que entravam no ninho com e sem cargas de pólen, nas corbículas. Ocorreram diferenças significativas entre as amostragens nos doze meses (um ano) de avaliação. Para a coleta de néctar, o mês que mais se destacou foi março de 2019 (verão), e o que menos se destacou foi julho de 2018 (inverno chuvoso). As coletas mais abundantes de néctar ficaram entre as temperaturas 25,0 e 35,3°C, e a umidade relativa do ar estavam entre 27,1 e 64,9%. Para pólen, as temperaturas ideais foram entre 23,7 e 34,4°C. A abelha T. angustula foi muito sensível à temperatura e o início da atividade externa para a coleta de néctar ocorreu com temperatura mínima de 17,8°C, sendo que, para pólen, essa temperatura foi ainda maior, 19,6°C. A umidade relativa do ar não foi um fator limitante para o comportamento forrageiro da espécie. Essa abelha, em média, forrageou 86,3% por néctar e 13,7% por pólen.
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    Atividade de voo da abelha moça branca (Frieseomelitta doederleini) no período de inverno na cidade de Recife - PE
    (2022-09-26) Côrte Real, Mirela Lima; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865
    As abelhas vem ganhando um grande destaque nos últimos anos, pois as pessoas estão cada dia mais em busca por produtos de origem orgânica e sustentável. A criação de abelhas tanto com ferrão, como as meliponas se encaixam nesses padrões, e se mostram como uma alternativa de criação e fonte de renda, principalmente a pequenos produtores. Esse trabalho tem objetivo verificar as atividades de voo e de coleta da abelha moça branca (Frieseomelitta doederleini) nos meses de agosto e setembro, na cidade do Recife, Pernambuco, Região Metropolitana. O presente estudo foi realizado de agosto de 2022 a setembro de 2022 no meliponário do Setor de Apicultura e Meliponicultura, Departamento de Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, localizado no bairro de Dois Irmãos, em Recife – PE. As caixas escolhidas para observação foram selecionadas ao acaso e as observações foram realizadas três dias no mês. As observações foram feitas no período das 09:00 às 16:00 horas, durante um minuto em cada hora. Nas observações, foram contabilizadas o número de abelhas que entraram na colônia carregando pólen e o número de abelhas que entraram sem carga aparente, sendo contabilizado como néctar ou água. Também foram registrados dados de temperatura e umidade relativa do ar, com um termohigrometro digital, instalado no meliponário. A movimentação das abelhas foi maior pela parte da manhã, padrão que se repetiu em todos os meses avaliados. A tendência foi de maior coleta de néctar e água, quando comparada a coleta de pólen. Com isso, concluiu-se que as abelhas (Frieseomelitta doederleini) preferem coletar tanto néctar quanto pólen, no período da manhã, diminuindo sua frequência no decorrer do dia, nos meses estudados.
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    Atividade de voo da abelha mosquito (Plebeia sp.) em meliponario urbano, na cidade de Recife - PE
    (2021-11) Farias, Lucas Rodrigues de; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/3842757406890382
    A busca por produtos de origem orgânica e sustentável vem crescendo ao longo dos anos, e a criação de abelhas tanto com ferrão, apicultura, como as sem ferrão, meliponicultora se encaixam nesses padrões, e se mostra como uma alternativa de criação e fonte de renda, principalmente a pequenos produtores. Esse trabalho tem objetivo verificar as atividades de voo e de coleta da abelha Mosquito (Plebeia sp.) nos diferentes meses do ano, na cidade do Recife, Pernambuco, região de zona da mata. O presente estudo foi realizado de setembro de 2021 a novembro de 2021, no meliponário do Setor de Apicultura e Meliponicultora, Departamento de Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, localizado no bairro de Dois Irmãos, em Recife – PE. A caixa escolhida para observação foi selecionada ao acaso e as observações foram realizadas três dias no mês. As observações foram feitas no período das 08:00 às 17:00, durante dez minutos em cada hora. Nas observações, foram contabilizadas o número de abelhas que entraram na colônia carregando pólen e o número de abelhas que entraram sem carga aparente, sendo contabilizado como néctar ou água. Também foram registrados dados de temperatura e umidade relativa, com um termohigrometro digital instalado no meliponário. Todos os dados foram analisados estatisticamente utilizando-se o programa ASSISTAT. Para a comparação de médias, quando necessária, foi utilizado o teste de Tukey em nível de 1% de probabilidade. Para analisar a frequência de visitação dos insetos às flores, no decorrer do dia, foi utilizado análise de regressão por polinômios ortogonais, obtendo-se assim equações adequadas aos padrões observados, nas condições do experimento. Os dados de temperatura e umidade foram de acordo com o esperado para cada mês do ano em um local com clima tropical úmido, típico do litoral nordestino. A movimentação das abelhas foi maior pela parte da manhã. A tendência foi de maior coleta de néctar/água, quando comparada a coleta de pólen. Com isso, concluiu-se que as abelhas sem ferrão Plebeia sp. preferem coletar tanto néctar quanto pólen, no período da manhã, diminuindo sua frequência no decorrer do dia, nos meses estudados.
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    Atividade de voo da abelha uruçu nordestina (Melipona scutellaris) nas diferentes épocas do ano
    (2021-06-30) Andrade, Milena Oliveira de; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/7490394190634816
    A busca por produtos de origem orgânica e sustentável vem crescendo ao longo dos anos, e a criação de abelhas tanto com ferrão, apicultura, como as sem ferrão, meliponicultora se encaixam nesses padrões, e se mostra como uma alternativa de criação e fonte de renda, principalmente a pequenos produtores. Esse trabalho teve como objetivo verificar as atividades de voo e de coleta da abelha uruçu nordestina (Melipona scutellaris) nas diferentes épocas do ano, no campus da UFRPE, localizado na cidade de Recife, Pernambuco, região de zona da mata. O presente estudo foi realizado de setembro de 2020 a junho de 2021. As observações foram realizadas três dias no mês de início de cada estação do ano, no período das 08:00 às 17:00, durante dez minutos em cada hora, onde foram contabilizadas o número de abelhas que entraram na colônia carregando pólen e o número de abelhas que entraram sem carga aparente. Os dados de temperatura e umidade foram de acordo com o esperado para cada época do ano num local com clima tropical úmido, típico do litoral leste nordestino. A movimentação das abelhas foi maior pela parte da manhã, padrão que se repetiu em todas as épocas do ano. Já comparando cada estação do ano, a tendência foi de maior coleta de néctar/água, quando comparada a coleta de pólen, com exceção do outono, onde teve uma maior coleta de pólen. Com isso, concluiu-se que as abelhas sem ferrão Melipona scutellaris preferem coletar tanto néctar quanto pólen, no período da manhã, diminuindo sua frequência no decorrer do dia, em todas as estações do ano.
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    Avaliação do índice reprodutivo: ratas hairless (Rattus norvegicus)
    (2022-10-05) Oliveira, Joelline Rebecca Pimentel Leite de; Manso, Helena Emília Cavalcanti da Costa Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/7040279344981888; http://lattes.cnpq.br/1195823560603023
    Diversos trabalhos com pequenos roedores vêm sendo realizados desde a criação do Instituto Wistar, de 1894 localizado na Pensilvânia. Entretanto a utilização de animais no campo da ciência não é nenhuma novidade, pois com o intuito de promover o desenvolvimento da medicina, a técnica da vivissecção e dissecação vêm sendo utilizados como comparativos a fisiologia humana desde tempos antigos. Assim ratos (Rattus norvegicus) se tornaram bons modelos de estudo pelo seu curto ciclo de vida e sua docilidade. Na literatura a linhagem Hairless conta como um animal com pouco cuidado materno, pois é descrito como um animal que produz menos leite. Além de por falta de pelos, acabar não aquecendo os filhotes como deveriam. Entretanto no Biotério do Parque Estadual Dois Irmãos (PEDI) notou-se, empiricamente, que as ratas além de serem mais produtivas, também desmamavam sempre toda a ninhada de forma saudável. Por isso, o presente trabalho visou comprovar, através de análises estatísticas, se tal fato era verídico ou não. Foram utilizados 78 ratos, sendo 60 de pelagem normal e 18 apresentando a mutação gênica Hairless. Os animais estavam distribuidos em 26 caixas de polipropileno que continham duas fêmeas e um macho. Estes foram divididos em três grupos experimentais, sendo o grupo 01 pelo menos uma fêmea normal e macho normal; grupo 02 duas fêmeas Hairless; grupo 03 fêmeas normais e o macho Hairless. Foram obtidos dados sobre quantidade de animais nascidos, desmamados, óbitos, transferidos, número de partos e quantidade de filhote por partos. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico Statistical Analysis System Software (SAS®, versão 9.3; SAS® Institute Inc., Cary, NC, EUA). Nas tabelas 01 e 02 mostram que os resultados não deferiram. Com isso, pode-se notar que as ratas Hairless do PEDI são tão produtivas quanto as ratas não-mutantes. Contudo, diversos fatores podem ter influênciado os resultados, como clima, luminosidade e interação genética. Assim, recomenda-se outros estudos sejam realizados no local.
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    Biodiversidade e comportamento forrageiro das abelhas nas inflorescências do coentro (Coriandrum sativum L.)
    (2021-06-30) Santana Filho, Paulo Amaro de; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865
    O estudo das plantas fornecedoras de recursos tróficos para as abelhas é importante para preservação, manejo e produção apícola e meliponícola. O objetivo dessa pesquisa foi estudar a biodiversidade e o comportamento forrageiro das abelhas nas inflorescências do coentro. Este experimento foi conduzido na Universidade Federal Rural de Pernambuco, campus Dois Irmãos, localizado em Recife, PE. Foram avaliadas a frequência das visitações e o tipo (néctar e/ou pólen) de coleta das abelhas nas inflorescências do coentro, no decorrer do dia. Esses dados foram obtidos por contagem nos primeiros 10 minutos de cada horário, entre as 9h00 e as 17h00, com três repetições, durante três dias distintos. Foram observadas, principalmente, abelhas visitando as inflorescências do coentro, sendo abelhas sem ferrão Trigona spinipes (35,95%), abelhas sem ferrão Plebeia sp. (12,21%), abelhas africanizadas Apis mellifera (5,78%), abelhas da família Halictidae (3,1%) e abelhas sem ferrão Frisiomellita varia (0,99%). As abelhas T. spinipes foram as mais frequentes e constantes, coletando néctar e pólen. Essa espécie vegetal deve ser plantada próxima aos apiários e meliponários, sendo importante fonte de recursos alimentares para as abelhas, tanto africanizadas quanto silvestres, em Recife, PE.
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    Caracterização acústica do comportamento alimentar do camarão marinho Litopenaeus vannamei na fase berçário
    (2023-09-20) Costa Filho, Fábio Ulisses Ramos; Peixoto, Sílvio Ricardo Maurano; http://lattes.cnpq.br/5714254437228167; http://lattes.cnpq.br/7725981957042095
    O camarão Litopenaeus vannamei emite um som tipo clique durante a alimentação, o qual tem sido utilizado no monitoramento acústico da atividade alimentar da espécie. Desta forma, o presente estudo teve como o objetivo avaliar o comportamento acústico durante a atividade alimentar de L. vannamei na fase de berçário. Pós-larvas foram cultivadas em laboratório até atingirem classes de peso desejadas, quando foram transferidas para tanques de gravação. As gravações foram realizadas em 3 tanques retangulares de polietileno com volume útil de 20 litros (48x24x24 cm) e revestidos com material de isolamento acústico. Foram utilizados hidrofones (Aquarian Audio AS- 1, 16 bit/ taxa de amostragem de 96 kHz) e gravadores digitais (Zoom /H5) para registrar a atividade alimentar. Quando os camarões atingiram as classes de pesos 0,10, 0,15, 0,25, 0,50, 0,75 e 1g, foram coletados 25 camarões do cultivo e transferidos para cada um dos três tanques de gravação, sendo mantidos em jejum por 16 horas. As gravações tiveram 30 minutos de duração, com início logo após a oferta da ração. Foi utilizado o software Raven pro 1.5 para identificação e caracterização dos pulsos sonoros sendo a frequência mínima, máxima, pico da frequência, energia máxima e duração do som (30 cliques aleatórios por classe de peso) durante a atividade alimentar. Foram aplicadas análises de regressão para avaliar a relação entre os parâmetros acústicos e as classes de peso. A frequência máxima dos cliques não foi determinada para os camarões de peso médio de 0,10 e 0,15 g, pois os valores obtidos ultrapassaram a frequência máxima captada pelo sistema de gravação (48kHz). A frequência máxima, frequência mínima e o pico da frequência apresentaram uma diminuição significativa desde a classe de peso 0,10 até 1g. A energia máxima apresentou um padrão contrário, ou seja, ela apresentou aumento em relação as classes de peso dos animais. Os parâmetros sonoros descritos para diferentes pesos de camarões podem ser utilizados para monitorar a atividade alimentar nesta fase inicial de cultivo, assim como servem de referência para alimentadores automáticos baseados em acústica otimizarem sua eficiência na alimentação dos camarões em fases iniciais de cultivo.
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    Cognição e aprendizagem em Bradypus variegatus (Schinz, 1825): um estudo de caso sobre tentativas de fuga
    (2025-03-20) Castanha, Leonardo José de Araújo; Castro, Cristiane Maria Varela de Araújo de; Oliveira, Maria Adélia Borstelmann de; http://lattes.cnpq.br/6104426668816123; http://lattes.cnpq.br/8181142206633795; http://lattes.cnpq.br/3987283258285196
    O presente estudo investigou a cognição e a aprendizagem em Bradypus variegatus, analisando o caso de tentativas de fuga em cativeiro. O objetivo foi compreender como o indivíduo interagiu com diferentes sistemas de travamento de portão e avaliar possíveis processos cognitivos associados a essas interações. Por meio da análise de vídeos, observou-se que o animal modificou suas estratégias de manipulação conforme a complexidade dos mecanismos, demonstrando aprendizado por imitação, tentativa-e-erro e possível memória associativa. Além disso, a convivência prolongada com voluntários no projeto pode ter influenciado seu desenvolvimento social, favorecendo maior predisposição para a exploração e interação com estímulos ambientais. A predominância do uso do membro anterior direito sugere uma tendência à lateralidade funcional, um aspecto pouco explorado em preguiças. O comportamento do indivíduo não indica uma reação negativa ao ambiente, uma vez que o recinto era ambientado de forma compatível com seu habitat natural e era enriquecido ambientalmente. A interação com o portão pode ter funcionado como um desafio cognitivo não planejado, estimulando a resolução de problemas e evidenciando a plasticidade comportamental da espécie. Os resultados sugerem que a exposição prolongada a estímulos variados pode desempenhar um papel importante na preparação de preguiças para a reintrodução, favorecendo a adaptação a desafios ambientais naturais. Dessa forma, este estudo reforça a necessidade de mais pesquisas sobre cognição e memória espacial em B. variegatus, bem como a importância de programas de reabilitação que incorporem desafios cognitivos planejados para promover habilidades essenciais para a sobrevivência na natureza.
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    Comportamento de fêmeas de elefantes asiáticos (Elephas maximus) e africanos (Loxodonta africana) em cativeiro: uma abordagem comparativa e sua importância para o bem-estar
    (2024-02-07) Cabral, Isabella Ribeiro de Melo; Schiel, Nicola; http://lattes.cnpq.br/5314455811830714; http://lattes.cnpq.br/7299148914808419
    Para animais com hábitos de vida complexos, de grande porte ou que possuem um sistema cognitivo mais desenvolvido, como os elefantes, a promoção do bem-estar em ambientes artificiais torna-se desafiadora. O estudo do comportamento animal emerge como uma ferramenta essencial para garantir o bem-estar dessas espécies, proporcionando estratégias de manejo adequadas as necessidades especificas desses animais. Em nossa pesquisa, focamos no repertório comportamental de elefantes fêmeas em cativeiro, com o objetivo de avaliar, comparativamente, o repertório comportamental de elefantes asiáticos (Elephas maximus) e africanos (Loxodonta africana) fêmeas nessas situações. Para isso, nós observamos o comportamento das duas espécies através de câmeras online disponíveis em dois zoológicos, cada espécie em um zoológico, – Jardim Zoológico de Praga (República Tcheca) e Parque Zoológico Reid Park (Estado Unidos da América) – com critérios de inclusão rigorosos para padronização da comparação, sendo estes: possuir fêmeas, câmeras online no recinto externo das fêmeas, recintos com tamanhos similares, similaridade em reação ao tamanho do grupo de elefantes e composição do grupo. Observamos 9 categorias comportamentais, das quais analisamos 6 (forragear, deslocar, parado, automanutenção, social afiliativo e social agonística), ao longo de 13 dias, com 50 horas de observação para cada zoológico. O método Ad libitum e o método de varredura com scan de 5 minutos foram empregados para elaboração do etograma e coleta de dados, respectivamente. Para verificar se havia diferenças no repertório comportamental entre as duas espécies, realizamos o Teste U de Mann-Whitney. Surpreendentemente, embora a literatura aponte divergências em relação a alguns comportamentos entre as espécies africana e asiática, como forrageio, estereotipia e automanutenção, não encontramos diferenças estatisticamente significativas entre elas nas categorias analisadas, sugerindo comportamentos semelhantes para ambas as espécies em cativeiro. Nossa pesquisa sugere que, nas condições específicas de nossos zoológicos participantes, as elefantas asiáticas e africanas apresentaram comportamentos semelhantes. É fundamental salientar a importância de estudos comparativos mais amplos, com critérios de inclusão abrangentes, para obter uma compreensão holística dos comportamentos específicos de cada espécie. Este conhecimento é crucial para o desenvolvimento de práticas e estratégias de cuidado e manejo mais eficazes em ambientes de cativeiro. A preservação dessas magníficas espécies exige um compromisso contínuo com a pesquisa e o desenvolvimento de estratégias adaptativas para garantir seu bem-estar em ambientes de zoológicos.
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    Comportamento de leitões desmamados em diferentes idades, criados ao ar livre, em ambiente semiárido
    (2018-08-14) Silva, Bruno Emanuel Martins da; Holanda, Mônica Calixto Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/4373630020897826; http://lattes.cnpq.br/0595010972410458
    Objetivou-se avaliar o comportamento de leitões, desmamados em diferentes idades, criados ao ar livre em condições semiáridas. Foram utilizados 24 leitões (12 machos castrados e 12 fêmeas) oriundos de matrizes Pietrain-Duroc. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, composto por três tratamentos (idade de desmame: 21, 28 e 35 dias) e quatro repetições, em que cada unidade experimental foi constituída de dois leitões (um macho e uma fêmea) para a avaliação do comportamento a essas diferentes idades. Para caracterizar o comportamento foi utilizado um etograma e observado os comportamentos expressos pelos leitões das 7h00min. às 17h00min, com intervalos de 30 minutos, para cada dia de avaliação. Foram também aferidos parâmetros fisiológicos como, frequência respiratória e a temperatura retal, sendo ambas obtidas à 9h00min e às 15h00min. As variáveis de comportamento obtidas foram avaliadas através do teste não paramétrico, de Kruskal-Wallis. Foi utilizado o teste de correlação de Spearman para verificar possível associação entre as avariáveis de comportamento e as idade de desmame, além disso, adotado a probabilidade menor de 5% para a rejeição de hipótese de nulidade (P>0,05). A parte de estatística descritiva foi expressa por gráficos e tabelas. Os resultados foram avaliados através do software R-Project versão 2.13.1, após tabulação em planilhas de Excel. As variáveis referentes a interação social, interação agonística e estereotipia não diferiram estatisticamente, independente da idade na qual se realizou o desmame. Apenas duas variáveis diferiram estatisticamente, onde os leitões desmamados aos 21 dias de idade dormiram mais e os desmamados aos 35 dias comeram mais ração. Portanto, o desmame realizado aos 35 dias demonstrou-se mais indicado, visto que além dos leitões não apresentarem comportamentos indesejáveis, consumiram mais ração, o que pode ser um indicativo que não sofreram em decorrência do estresse. Além disso, quando se pensa em desempenho produtivo, o fato dos mesmos apresentarem um maior consumo, torna-se algo mais eficiente.
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    Condicionamento operante como ferramenta de promoção de bem estar de animais em cativeiro
    (2022-05-31) Costa, Nathaly Rayana Nunes da; Porto Neto, Fernando de Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/1475750525654086; http://lattes.cnpq.br/0612169779839408
    O processo de aprendizagem é longo, porém necessário, seja ele em humanos ou animais. Nesse caso o condicionamento operante traz possibilidade de manejos com maior bem estar, maios conforto aos animais e aos tratadores. Como forma de enriquecimento, o condicionamento ainda é pouco difundido e utilizado nos zoológicos. Deve ser visto como alternativa de diminuição de estresse e de intervenções que podem ser realizadas sem a necessidade de sedação de animais, como um simples exame de detecção de possíveis ferimentos na pele, por exemplo. O processo de condicionamento do animal, deve ser feito por fases, conhecendo e identificando os comportamentos naturais dos indivíduos e respeitando os mesmos. Determinando metas e comandos a serem utilizados, que devem ser uteis, funcionais e que sirvam para vários tipos de intervenções. Os tratadores devem estar junto com os treinadores, para que exista uma ciência dos comandos, da forma que devem ser realizados, uso ou não de ferramentas que possam auxiliar nesses comandos, a exemplo de clicker ou target. Com a inserção do comando, o aprendizado e a fixação do mesmo, a ferramenta mostra como o bem estar animal e o respeito as cinco liberdades garante uma vida em cativeiro confortável e bem longa aos animais.
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    Dinâmica comportamental do atobá-marrom (Sula leucogaster) no Arquipélago de Fernando de Noronha
    (2024-03-05) Morais, Maria Eduarda Serafim de; Carmo, Rodrigo Felipe Rodrigues do; Santos, Lucas Penna Soares; http://lattes.cnpq.br/2928664459774625; http://lattes.cnpq.br/8603161096449726; http://lattes.cnpq.br/2136042887466270
    As aves marinhas são importantes bioindicadores dos ecossistemas marinhos. Mudanças ambientais, como as alterações climáticas e fatores antrópicos, afetam a ocupação e o comportamento de diversas espécies. O atobá-marrom Sula leucogaster (BODDAERT, 1783) é uma das espécies residentes no Arquipélago de Fernando de Noronha, ilha oceânica localizada na região nordeste do Brasil. Este estudo teve como objetivo avaliar a dinâmica comportamental do atobá-marrom em diferentes locais de Fernando de Noronha. As coletas ocorreram entre os dias 23 de setembro e 18 de outubro de 2023, incluindo três pontos amostrais no mar de dentro (face norte-noroeste) e três no mar de fora (face sul-sudeste) da ilha principal. Foram realizadas amostragens visuais, divididas entre às 7h e 17h, por séries de varredura e animal focal, com 11 comportamentos categorizados em quatro classes: forrageio, repouso, interação e passagem. Os parâmetros de frequência de ocorrência (FO), índice pontual de abundância (IPA) e frequência de comportamentos foram analisados. Foram contados 806 indivíduos, com FO de 72,5% e IPA de 10,1 indivíduos por amostragem em todo o período de estudo. A região do mar de fora apresentou maior abundância (máx. 55 indivíduos) em comparação com a região do mar de dentro (máx. 20 indivíduos), embora a frequência de ocorrência tenha sido semelhante entre ambas (~73%). Os maiores números de indivíduos foram registrados nas praias do Sueste e da Caiera, no mar de fora. Observou-se um padrão de declínio na abundância de indivíduos ao longo do dia, bem como uma queda geral na frequência de comportamentos, incluindo a quantidade de tentativas de captura por mergulhos profundos. A atividade predominante foi o repouso (59,6%), seguida por forrageio (40,1%), interações (0,3%) e passagem (0,1%), com maior ocorrência de eventos na região do mar de fora para todas as categorias. A plasticidade comportamental em aves marinhas é vantajosa, sobretudo em regiões dinâmicas, a exemplo dos ambientes marinhos, onde a disponibilidade de presas possui grande variação. Com este estudo foi possível compreender os padrões de comportamento da população local de atobás-marrons, o que pode indicar padrões de uso das espécies e ser útil para o desenvolvimento de estratégias eficazes de ordenamento de visitação em Fernando de Noronha.
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    Dinâmica comportamental e alimentar de um grupo de capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris, Linnaeus, 1766) no Parque Estadual de Dois Irmãos do Recife, Pernambuco, Brasil
    (2021-12-03) Duarte, Lucas Gabriel Melo; Oliveira, Maria Adélia Borstelmann de; http://lattes.cnpq.br/6104426668816123; http://lattes.cnpq.br/8745900922362045
    Hydrochoerus hydrochaeris é a maior espécie da ordem Rodentia e está presente em diversos habitats da América do Sul. Devido a suas características comportamentais e plasticidade alimentar podem formar populações em ambientes urbanos desde que o mesmo atenda requisitos mínimos de vegetação e presença de corpo d’agua. O objetivo desse trabalho foi compreender o comportamento, área de uso e dieta das capivaras de vida livre presentes no Parque Estadual de Dois Irmãos e no Zoológico nele inserido. As observações foram realizaram durante os meses de setembro a dezembro de 2019. A coleta de dados comportamentais ocorreu através do método de varredura instantânea, os itens alimentares foram categorizados e registrados e seus dados de localização registrados por observação direta. Os animais utilizaram a maior parcela de tempo forrageando (62,2%), se deslocando (10,1%) e tomando banho (10,1%). Houve duas principais áreas de uso, sendo a mais utilizada o gramado do zoológico (67,95%) em comparação à área do Açude Dois Irmãos (32,02%). O item mais presente na dieta foram as gramíneas introduzidas (71,59%), em seguida as gramíneas de ocorrência natural, além de plantas semiaquáticas, arbustivas e alimento provido pelos funcionários do zoológico respectivamente. O teste de qui-quadrado mostrou relação entre os períodos de tempo e o comportamento alimentar. Os dados da área de uso e hábito alimentar estão relacionados ao período seco do ano. Conclui-se que os resultados equivalem aos hábitos padrões da espécie, mas a presença do zoológico no parque e suas atividades influenciam os hábitos de vida das capivaras através da presença humana e da modificação da flora e da paisagem, resultando em mudanças no comportamento e uso da área.
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    Diversidade de besouros escarabeíneos (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) da Universidade Federal Rural de Pernambuco UFRPE/Sede
    (2024-10-04) Assis Júnior, José Fernando de; Liberal, Carolina Nunes; http://lattes.cnpq.br/7390869942259612; http://lattes.cnpq.br/8327288458916924
    Os besouros escarabeíneos são chamados de “rola-bostas”, este nome foi dado devido ao comportamento peculiar de alguns indivíduos, esses besouros modulam e rolam algumas bolas feitas com as fezes de outros animais. No Brasil são registradas 786 espécies incluídas em 69 gêneros, no estado de Pernambuco são encontradas 16 espécies distribuídas em 8 gêneros. As consequências do comportamento e ciclo de vida desses indivíduos incluem vários serviços ambientais, como o aumento da taxa de ciclagem de nutrientes no ambiente, fertilização e aeração do solo, redução da transmissão de alguns parasitas de vertebrados, por matar larvas e ovos, dispersão secundária de sementes e contribuição de biomassa para níveis tróficos superiores. Entretanto, perturbações ambientais podem alterar drasticamente a estrutura da comunidade, diminuir a diversidade e acarretar a perda das funções ecossistêmicas dos besouros escarabeíneos. O presente estudo teve como objetivo conhecer a diversidade de besouros escarabeíneos da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Com aproximadamente 147 hectares de extensão, o Campus Sede da UFRPE possui áreas compostas por vegetação do bioma mata atlântica. Foram realizadas 3 coletas em cada estação, duas coletas em agosto e outubro de 2023, além de quatro coletas nos meses de janeiro, março, abril e maio de 2024, totalizando 6 coletas. Para capturar os besouros escarabeíneos, delimitou-se 10 pontos na Universidade Federal Rural de Pernambuco, com distância mínima entre os pontos de 100m. A área foi mapeada utilizando o programa AlpineQuest e em cada um dos pontos foi instalado um conjunto com duas armadilhas de queda (pitfall) distantes 3m entre si, totalizando 20 armadilhas na área de estudo. Por conta da queda de árvores e abertura do dossel, a estrutura vegetacional foi modificada, sendo necessária a alteração de alguns pontos para a coleta nos meses chuvosos. Para a análise ecológica, utilizamos o Perfil de Diversidade de Rényi, o teste de Shapiro-Wilk, o teste de Levene e o teste de Tukey para complementar os resultados da Análise de Variância. Analisando as iscas e as estações, observamos que a diversidade de espécies foi maior nos pitfalls de fezes e na estação chuvosa. A análise de variância para a abundância de espécies demonstrou que houve interação entre os fatores isca e estação, em outras palavras, o impacto de um fator depende do nível de outro fator, o que não foi observado na análise de variância para a riqueza de espécies.
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    Diversidade e período de atividade de besouros escarabeíneos (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) da Estação Ecológica do Tapacurá
    (2023-09-15) Cavalcanti, Juliana Ferreira; Liberal, Carolina Nunes; http://lattes.cnpq.br/7390869942259612; http://lattes.cnpq.br/3551522195847302
    Os besouros escarabeíneos são insetos detritívoros popularmente conhecidos como besouros “rola bosta”. Eles apresentam um hábito alimentar variado, em geral podem se alimentar de fezes (coprófagos), carne em decomposição (necrófagos) ou frutas em decomposição (saprófagos), ou ainda de mais de um tipo (generalistas). Além disso, possuem um papel de grande importância como bioindicadores, pois são altamente sensíveis a mudanças ambientais, sofrendo mudanças na estrutura de sua comunidade. O desmatamento e a fragmentação de ambientes florestais são alguns dos distúrbios mais prejudiciais para a biodiversidade, pelos quais os besouros escarabeíneos são fortemente afetados. A Mata Atlântica é um dos biomas brasileiros em estado mais crítico de degradação, listado como um dos 36 hotspots de biodiversidade. Este trabalho teve como objetivo conhecer a diversidade e período de atividade de besouros escarabeíneos do fragmento de Mata Atlântica Estação Ecológica do Tapacurá (8° 02′ 27.8″S e 35° 11′ 46.3″W), localizada no município de São Lourenço da Mata, Pernambuco. Foram realizadas duas coletas entre os meses de fevereiro e março, e março e abril, onde foram determinados dez pontos, distribuídos de modo a formar um transecto. Em cada ponto foi instalado um conjunto com duas armadilhas de queda (pitfall), totalizando 20 armadilhas por área. Os pitfalls foram iscados com fezes humanas frescas e baço bovino apodrecido. Foi capturado um total de 940 indivíduos distribuídos em cinco tribos, sete gêneros e 18 espécies de Scarabaeinae. As espécies mais abundantes foram Canthon terciae (34,47%), Deltochilum kolbei (23,40%) e Dichotomius guaribensis (14,47%). Das 18 espécies coletadas, apenas 12 ocorreram em número suficiente para serem classificadas em guildas tróficas. Dentre estas, sete foram consideradas necrófagas, cinco generalistas, e nenhuma coprófaga. Quanto ao período de atividade, quatro espécies apresentaram atividade diurna, quatro apresentaram atividade noturna, e outras quatro espécies foram consideradas de atividade contínua. Os perfis de diversidade de Rényi mostraram que a isca de carne apresentou uma maior diversidade de espécies levando-se em consideração as espécies mais abundantes, e a isca de fezes mostrou-se mais diversa considerando-se as espécies mais raras.
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    Diversidade funcional da comunidade de besouros escarabeíneos (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) na Estação Ecológica do Tapacurá, Pernambuco, Brasil
    (2024-03-08) Silva, Bruno Bispo da; Liberal, Carolina Nunes; http://lattes.cnpq.br/7390869942259612; http://lattes.cnpq.br/1411320038538078
    A atratividade dos besouros escarabeíneos (Coleoptera: Scarabaeidae: Scarabaeinae) por diferentes tipos de recurso faz com que eles possam ser divididos em guildas relacionadas ao comportamento (alocação de recurso, dieta e período de atividade) e às variações morfológicas (tamanho, forma e biomassa). Diferentes combinações dessas características conferem distintas capacidades competitivas entre as espécies, podendo reduzir a concorrência direta e permitindo a coexistência de espécies diferentes. O empobrecimento das comunidades de besouros escarabeíneos implica em uma ruptura nos importantes serviços ecológicos que estes oferecem. Assim, o presente estudo teve como objetivo analisar a diversidade funcional da comunidade de besouros escarabeíneos da Estação Ecológica do Tapacurá, PE. Especificamente, identificar os grupos funcionais presentes na comunidade de acordo com os traços funcionais: biomassa, preferência alimentar e alocação de recursos. Para isso, foram realizadas duas coletas em 2023, uma em fevereiro (estação seca) e outra em março (estação chuvosa), em dez pontos, distribuídos de modo a formar um transecto, com distância mínima entre os pontos de 100m. Em cada um dos pontos foi instalado um conjunto com duas armadilhas de queda (pitfall) iscadas com fezes humanas e baço bovino apodrecido e exposto 48h/coleta. Um total de 940 besouros foi coletado, sendo 763 nas iscas de carne (352 na seca e 411 na chuvosa) e 177 nas iscas de fezes (90 na seca e 87 na chuvosa). Foram identificadas 19 espécies, pertencentes a oito gêneros: Anomiopus, Ateuchus, Canthidium, Canthon, Coprophanaeus, Deltochilum, Dichotomius e Eurysternus. Os besouros foram classificados em grupos funcionais com base no tamanho de acordo com a biomassa (grandes e pequenos), alocação de recurso e preferência alimentar. O estudo mostrou que a comunidade é composta principalmente por besouros pequenos, paracoprídeos ou telecoprídeos, generalistas ou necrófagos, enquanto endocoprídeos e coprófagos foram representados por uma única espécie cada. A menor quantidade de besouros nas iscas de fezes sugere uma baixa abundância de mamíferos na região, sua principal fonte de recursos. Destacando a diversidade funcional presente entre os besouros escarabeíneos da região e a importância de continuar monitorando essas comunidades para entender seu papel nos ecossistemas.
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    Enriquecimento ambiental com macaco-prego-do-peito-amarelo, Sapajus xanthosternos (criticamente ameaçado) cativo visando redução de estresse
    (2024-03-08) Silveira, Ananda Silva; Castro, Cristiane Maria Varela de Araújo de; Oliveira, Maria Adélia Borstelmann de; http://lattes.cnpq.br/6104426668816123; http://lattes.cnpq.br/8181142206633795; http://lattes.cnpq.br/7385553820024420
    A espécie foco da presente pesquisa, por ser listada como ameaçada de extinção e ter sua área de distribuição geográfica restrita a região Nordeste do Brasil, foi incluída no Plano de Ação Nacional dos Primatas do Nordeste - PANPRINE, uma das principais estratégias brasileiras para a conservação da nossa rica biodiversidade. Como as demais espécies desse gênero da família Cebidae, os poucos registros das populações de Sapajus xanthosternos (macaco-prego-do-peito-amarelo) revelam que elas encontram-se dispersas, em fragmentos da Caatinga e da Mata Atlântica, devido às pressões de desmatamento. De grande atratividade, por sua inteligência e habilidade, é também alvo do tráfico e sujeito à caça e apanha para servir como pet. Quando mantido em cativeiro pobre em estímulos costuma exibir estereotipias que tendem a ocupar grande parte de suas atividades diárias. Um macho dessa espécie, com histórico circense antes de passar por um recinto de exibição turística, chegou no zoológico Trilogiabio, em Aldeia, Camaragibe/PE) exibindo grave estereotipia, aversão a ruídos, agressividade em relação aos cuidadores humanos, distribuição de atividades e comportamentos fora dos padrões de sua espécie. Considerada uma das ferramentas mais eficazes para melhorar os níveis de bem-estar, foi planejada e posto em prática uma rotina de técnicas selecionadas de Enriquecimento Ambiental (EA), a ser avaliada através da emissão dos comportamentos (etograma construído pelo método Ad Libitum, por 10 horas), em três fases: Pré EA, Enriquecimento e Pós EA, que também totalizaram 10 horas de duração, cada uma. Os comportamentos das fases Pré EA e Pós EA foram contabilizados em segundos utilizando o método focal a cada cinco minutos (um minuto de observação, seguido de quatro minutos de intervalo). A fase de EA propriamente dita testou oito enriquecedores diferentes, repetindo os dois mais exitosos em termos de intensidade e duração da interação, totalizando 10 atividades de EA, com frequência semelhante as fases pré e pós, de duas a três vezes por semana. Foram três as categoriais de interação de EA: Boa (quando o indivíduo interage ativamente com a atividade), Média (quando o indivíduo, olha, cheira, mas logo perde o interesse pela atividade) e Ruim (quando o animal fica indiferente à atividade de enriquecimento, sem exibir qualquer comportamento relacionado a ela). Todas as atividades testadas foram categorizadas como Boa, por terem incentivado o intelecto e a capacidade de resolver os desafios apresentados, quebrando a monotonia que antes imperava e introduzindo o caráter de novidade no dia a dia do animal. Na fase pós enriquecimento, o repertório comportamental foi qualitativamente diferente da fase pré. Comportamentos associados a estereotipia foram significativamente reduzidos, como pacing curto, ou não foram mais vistos durante o período de observação, como raspar pedra, pacing longo, vocalização agressiva e sacudir tela. A grama, o substrato mais utilizado na fase pré EA (51%), sofreu uma redução para 23%, distribuindo mais equitativamente a área do recinto utilizada na fase Pós EA. Concluímos que as técnicas de EA utilizadas mostraram-se eficazes como ferramenta capaz de reduzir o estresse (particularmente as estereotipias) do macaco-prego-do-peito-amarelo no ambiente cativo, elevando a emissão de comportamentos naturais, por ter tornando o cativeiro um ambiente mais desafiador e melhorado o nível de bem-estar de seu residente.
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    Estudo da Síndrome de Ansiedade por Separação em cães na Região Metropolitana do Recife
    (2021-07-05) Falcão, Ângelo Gabriel Vieira de Melo; Lima, Tayara Soares de; http://lattes.cnpq.br/3100045021780173; http://lattes.cnpq.br/1467646227465840
    Esta pesquisa teve o objetivo de analisar a incidência da Síndrome de Ansiedade por Separação (SAS) em cães na Região Metropolitana do Recife. Para tanto, utilizou-se questionário semiestruturado com perguntas de múltipla escolha e abertas sobre a relação do proprietário com o animal e do comportamento do animal. Os questionários foram aplicados a 90 proprietários de cães de três grupos, os sem raça definida (SRD), Spitz Alemães e Shih Tzus. Os dados foram tabelados e apresentados em porcentagens, mostrando informações preocupantes, como: maiores indícios dos comportamentos de seguir sempre o proprietário na tentativa de estar perto (84,44%) e dormir no quarto do proprietário (61,11%), como uma surpresa positiva, onde apenas 20% dos cães latem quando sozinhos comportamentos intimamente ligados a (SAS) através de uma hipervinculação entre tutor e animais.
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    Estudo de parâmetros neurocomportamentais de larvas de zebrafish (Danio rerio) expostas à rotenona como modelo para a Doença de Parkinson
    (2023-09-21) Silva, Aline Amanda da; Cadena, Pabyton Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/0655014992762819; http://lattes.cnpq.br/8049645476901076
    A doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo. Esta afeta predominantemente a população idosa através da manifestação de sintomas motores e não motores que comprometem a qualidade de vida dos indivíduos acometidos. Atualmente, os tratamentos existentes visam apenas a atenuação dos sintomas motores e causam efeitos adversos a longo prazo. Diante disso, a utilização de modelos animais que proporcionem uma condição neuroquímica e sintomatológica equivalente à DP é indispensável para o estudo da DP e desenvolvimento de novas alternativas terapêuticas. A rotenona é uma molécula orgânica que tem sido utilizada como indutora de atributos clínicos de Parkinson-like; a exposição crônica a essa molécula ocasiona a morte de neurônios dopaminérgicos e fenótipos comportamentais pertinentes a DP em modelos animais. No presente estudo, foram utilizadas larvas de zebrafish como modelo animal. A manutenção dos animais, obtenção dos ovos e experimentos foram realizados no Laboratório de Ecofisiologia e Comportamento Animal da Universidade Federal Rural de Pernambuco, sendo previamente aprovados pela Comissão de Ética no Uso de Animais, e foi utilizado o protocolo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE 236, 2013). Utilizamos 7 grupos experimentais: 1 grupo controle de DMSO e 6 grupos com diferentes concentrações de rotenona (5, 10, 11, 11,25, 12 e 15 μg/L). Contamos com 8 repetições e 15 indivíduos por grupo (N = 840), sendo expostos 72 horas pós-fertilização (hpf) até 144 hpf. Foram avaliados parâmetros comportamentais através dos testes: Tigmotaxia, Sensibilidade ao Toque e Bolas Saltitantes. Foi possível observar alterações significativas no comportamento das larvas expostas às concentrações maiores e iguais a 11 μg/L em todos os testes realizados. De acordo com os resultados obtidos, concluímos que foi possível avaliar parâmetros comportamentais de larvas de zebrafish expostas à rotenona, uma vez que o modelo utilizado se mostrou adequado para analisar alterações comportamentais pertinentes a DP. O tempo de início e duração de exposição, bem como as quatro maiores concentrações utilizadas (11, 11,25, 12 e 15 μg/L) causaram alterações comportamentais semelhantes aos sintomas da DP nos testes realizados. Considerando que o modelo utilizado se mostrou apropriado, existe a possibilidade de aplicá-lo para rastrear compostos que possam contribuir para o desenvolvimento de novas alternativas terapêuticas para o tratamento da doença e para a melhora da qualidade de vida dos indivíduos afetados.
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