Bacharelado em Agroecologia (Sede)

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    Memórias plantadas no Agreste pernambucano: a resistência de um povo que faz brotar da terra e da união a mais verdadeira forma de autonomia
    (2026-02-12) Silva, Micael Vinícius Ferreira da; Silva, Ana Cláudia de Lima; http://lattes.cnpq.br/1254542675743579; http://lattes.cnpq.br/8927234280082515
    Neste memorial, sistematizo minha trajetória formativa, territorial e afetiva na agroecologia, articulando vivências acadêmicas e experiências construídas junto a comunidades rurais que tive contato, sobretudo no Agreste pernambucano. O trabalho tem como objetivo refletir sobre como essas experiências contribuíram para minha compreensão da agroecologia como prática social, política e cultural. Utilizando como método a escrita memorialística de caráter descritivo e analítico, dialogando com vivências de imersões, mutirões, estudos de etnoagroecossistemas e processos de educação popular. Destaco minha atuação em redes e iniciativas como a Rede SEMEAM, a Rede de Intercâmbio de Sementes, a Ecofeira da Rural e o Programa Mais Gestão, espaços que fortaleceram minha prática extensionista e meu compromisso com os saberes do campo. Discuto o papel das sementes crioulas, da extensão rural agroecológica e das expressões culturais camponesas como elementos centrais de resistência ao apagamento histórico e identitário. Evidencio também a relação entre cultura, território e pertencimento, compreendendo as manifestações populares como formas de produção de conhecimento e de fortalecimento comunitário. Como resultado, afirmo a agroecologia como caminho de resistência cultural, valorização da memória coletiva e promoção da autonomia dos povos do campo, reafirmando a importância da articulação entre universidade, comunidades e saberes populares na construção de relações sociais, econômicas e ecológicas mais justas, solidárias e menos degradantes.
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    Educação: uma prática social, cultural e política ligada à Agroecologia
    (2026-02-10) Calado, Eduardo Henrique Vieira; Silva, Gilvânia Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3816764037807462; http://lattes.cnpq.br/2133406386448442
    O presente memorial pretende mostrar como a educação popular difundida e incentivada por Paulo Freire e outros autores/as, pode ajudar à refletir e mudar a vida das pessoas. Assim construo este documento trazendo os aprendizados significativos relacionando com minha linha do tempo, antes e durante o curso - na minha convivência social em espaços que foram importantes na minha construção pessoal, e como a agroecologia se manifesta nessas experiências. Os instrumentos metodológicos utilizados foram: as anotações, relatórios, vivências, imersões, estágio e leituras das temáticas escolhidas para serem aprofundadas: Educação Popular, Expressões culturais e Extensão Rural. Fortaleço a potência das expressões culturais do campesinato como instrumento educativo para além da arte e de empoderamento social, cultural e político, temática que foi presente em todos os períodos direta ou indiretamente, assim como à educação popular e as expressões culturais, que são complementares, uma a outra no decorrer deste memorial. A terceira e última temática trabalhada, foi a que me trouxe ao curso, a extensão rural agroecológica muito bem conceituada por estudiosos (as) da agroecologia, foi temática base para a escolha da experiência de estágio supervisionado obrigatório 1, onde trago meus aprendizados acerca do exercício de extensionista que observei durante esses anos como convidado de algumas vivências.
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    Aprendendo com as mulheres agricultoras e suas plantas medicinais nos sertões do Pajeú e da Chapada do Araripe, Pernambuco
    (2025-03-17) Jesus, Cícera Maria de; Aguiar, Maria Virgínia de Almeida ; Dantas, Lourinalda Luiza da Silva; http://lattes.cnpq.br/7013867423178814; http://lattes.cnpq.br/4665749527709728; http://lattes.cnpq.br/3560943586239816
    Neste Memorial trago minha trajetória no curso de Bacharelado em Agroecologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (2020.2 a 2024.2) com destaque sobre a importância das plantas medicinais e a valorização do trabalho das mulheres no campo para a promoção da saúde. Para isso, trago elementos dos aprendizados das vivências realidade-campo e universidade e imersões realizadas durante o curso, faço uma revisão bibliográfica. Também realizo uma pesquisa de campo utilizando técnicas como entrevista e caminhada transversal em quintais, para coleta de dados sobre o uso de plantas medicinais por mulheres agricultoras de Santa Cruz da Baixa Verde/PE, sobre a importância do uso das plantas medicinais e o resgate destes saberes junto as minhas ancestrais, para a continuação e perpetuação deste conhecimento. Ademais, o Memorial também destaca o papel da Universidade Federal Rural de Pernambuco na formação de profissionais comprometidos com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Por fim, reforça a relevância de dar voz e visibilidade às mulheres que estão na linha de frente dessas mudanças, fortalecendo laços e promovendo igualdade.
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    Territorialidade dos Povos das Águas na Ilha de Itamaracá: agroecologia, expressões culturais e resiliência comunitária
    (2025-03-17) Souza, Natália Alves de; Silva, Joanna Lessa Fontes; http://lattes.cnpq.br/3516424517958161; http://lattes.cnpq.br/9843977520111458
    Este memorial registra minha trajetória acadêmica e pessoal no Bacharelado em Agroecologia, Campesinato e Educação Popular da UFRPE, explorando minha conexão com a Ilha de Itamaracá e o "campo das águas". Utilizei metodologias de pesquisa qualitativa bibliográfica e empírica, valorizando saberes populares, registrando vivências com anotações e fotografias. Discuto minhas experiências iniciais, a relação com a pesca, e a resiliência comunitária como fator de fortalecimento das comunidades pesqueiras, destacando o papel das mulheres nesse contexto. Refletindo sobre o impacto dessas vivências na minha formação e na construção de uma territorialidade emancipatória.
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    Agroecologia como prática, ciência e movimento
    (2024-03-08) Silva, Benoni Codacio da; Jalfim, Felipe Tenório; Aguiar, Maria Virgínia de Almeida; http://lattes.cnpq.br/4665749527709728
    Este memorial tem o objetivo de registrar a trajetória vivenciada durante o curso de Bacharelado em Agroecologia, na Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE, desde o primeiro até o último período. Para isto, foram resgatados os trabalhos de pesquisa e extensão realizados, assim como, textos, vídeos e fotos, trazendo reflexões sobre Agroecologia e práticas agroecológicas realizadas durante a Vivência Universidade, como debates durante as aulas, assim como, da Vivência Realidade Campo em meus territórios de atuação, Zona da Mata Norte e Região Metropolitana do Recife, junto a comunidades rurais. Também foram registradas as imersões dos diversos territórios que visitamos desde o início do curso, e a experiência vivida durante o Estágio Supervisionado Obrigatório, que ajudaram a promover uma construção significativa da práxis agroecológica, criando um elo entre o saber científico e o empírico.