TCC - Bacharelado em Ciência da Computação (Sede)
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Resultados da Pesquisa
Item Acessibilidade: Analisando a aptidão do LLM Claude em melhorar a inclusão em páginas web(2025-12-17) Lemos, Renan Paixão de; Silveira Neto, Paulo Anselmo da Mota; http://lattes.cnpq.br/6465144387155252Atualmente, a acessibilidade web é um desafio constante, com milhões de páginas falhando em atender as diretrizes Web Content Accessibility Guidelines (WCAG). Este estudo investiga a capacidade do Claude Code, um modelo de linguagem em larga escala desenvolvido pela Anthropic — empresa fundada por ex-integrantes da OpenAI — de identificar e corrigir problemas de acessibilidade no desenvolvimento web. Três experimentos foram conduzidos: o primeiro testou 53 critérios WCAG dos níveis A e AA, revelando altas taxas de sucesso para problemas estruturais, visuais e de navegação, mas claras limitações com conteúdo de áudio e vídeo. No segundo, uma página foi construída do zero utilizando diretrizes de acessibilidade, alcançando zero erros em uma análise usando a ferramenta Wave após ajustes mínimos. Já no terceiro e último, uma análise das páginas iniciais de 27 universidades brasileiras revelou 1.128 erros de acessibilidade, grande parte sendo de contraste (96% das instituições) e rótulos ausentes (74%). O cruzamento desses dados mostrou que a maioria dos erros encontrados nos sites das universidades seriam possivelmente corrigidos com o uso do Claude Code. Os resultados sugerem que ferramentas baseadas em Modelo de linguagem de grande escala (LLM) podem ajudar a preencher a lacuna de conhecimento em acessibilidade entre desenvolvedores, contribuindo para experiências web mais inclusivas.Item Utilização do ChatGPT para auxiliar no desenvolvimento de sites mais acessíveis(2025-03-21) Wei, Mateus Anderson da Silva; Falcão, Taciana Pontual da Rocha; http://lattes.cnpq.br/5706959249737319; http://lattes.cnpq.br/6635792553693298A acessibilidade digital é um fator essencial para garantir a inclusão de pessoas com deficiência no ambiente online. No entanto, a baixa adoção de boas práticas de acessibilidade ainda é um problema significativo, especialmente no desenvolvimento de websites, onde são comuns falhas como baixo contraste de cores, ausência de textos alternativos em imagens e estrutura semântica inadequada do HTML, o que pode comprometer o funcionamento de tecnologias assistivas. Este estudo investiga como o ChatGPT pode auxiliar desenvolvedores na criação de sites acessíveis, fornecendo recomendações e melhorias com base nas diretrizes do WCAG (Web Content Accessibility Guidelines). Para isso, foi conduzida uma análise das principais dificuldades enfrentadas no desenvolvimento de sites acessíveis e um experimento prático no qual um site foi desenvolvido utilizando sugestões do ChatGPT. Os resultados foram validados por meio da ferramenta ASES e do modelo de acessibilidade eMAG, evidenciando que, embora o ChatGPT seja uma ferramenta útil para identificar e corrigir barreiras de acessibilidade, a verificação humana continua sendo indispensável para garantir um alto nível de acessibilidade.Item Análise da acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva em redes sociais(2024-10-01) Lima, Thiago Ferreira de; Falcão, Taciana Pontual da Rocha; http://lattes.cnpq.br/5706959249737319; http://lattes.cnpq.br/5181649435278623As redes sociais são essenciais na comunicação contemporânea, pois permitem a conexão e interação de pessoas globalmente de forma simplificada. Tendo em vista o avanço tecnológico atual, é crucial garantir a acessibilidade digital para incluir todos os usuários, inclusive aqueles com deficiências visuais e auditivas que compõem uma parcela significativa da população. Este projeto analisa a acessibilidade nas cinco redes sociais mais populares atualmente (Facebook, YouTube, Instagram, WhatsApp e TikTok), identificando quais recursos de acessibilidade estão disponíveis para esse público. Foram avaliadas interfaces e ferramentas de interação, com base nas diretrizes internacionais de acessibilidade WCAG 2.0. Os resultados da análise mostram que as redes sociais mais utilizadas atualmente estão preparadas com ferramentas acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva, mas ainda precisam de melhorias para terem um nível mais alto de acessibilidade. Também foi identificado que plataformas da mesma empresa podem ter diferenças significativas nas ferramentas de acessibilidade, como por exemplo, a falta de configurações para melhorias visuais ou a complexidade de navegação por teclado em versões web. A partir disso, foram levantadas melhorias e sugestões de implementação para cada plataforma social analisada.
