TCC - Engenharia Florestal (Sede)
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Item Fertilização potássica no crescimento de mudas de Eucalyptus camaldulensis Dehnh. sob limitação hídrica(2024-03-04) Luna, Andressa Cristina de; Freitas, Eliane Cristina Sampaio de; http://lattes.cnpq.br/7525975084334972; http://lattes.cnpq.br/8800788371861007O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da fertilização potássica de cobertura no crescimento de mudas de Eucalyptus camaldulensis Dehnh, sob limitação hídrica. A semeadura foi feita com sementes melhoradas de E. camaldulensis Dehnh, em 80 tubetes de 55 cm³. As mudas foram conduzidas a pleno sol e foi realizada a fertilização de cobertura de macro e micronutrientes além de diferentes doses de potássio (K), usando como fonte o cloreto de potássio (KCl). Após o término da fertilização potássica, foram feitas medições da altura (H) e diâmetro do coleto (DC) para padronização das mudas de acordo com cada tratamento (dose de K), e transplantadas para vasos de 5 dm³ de capacidade, preenchidos com substrato composto por 70 % terra de subsolo e 30 % substrato comercial. Os tratamentos foram representados por um fatorial de dois regimes de irrigação (com e sem suspensão) por cinco níveis de fertilização de cobertura com K (0, 75, 150, 225 e 300 mg dm - ³), sendo dispostos em delineamento inteiramente casualizado, com 4 repetições, cada vaso compondo uma unidade amostral. Após 15 dias do transplantio, foi suspensa a irrigação na metade dos vasos por 21 dias e foi realizada a contagem do número de folhas (NF) e registros de sintomas visuais de estresse hídrico durante este período. Ao final do experimento foram feitas novas medições de altura (H), diâmetro de coleto (DC), número de folhas (NF), calculado o incremento no crescimento, e feita a densidade estomática, índice de clorofila, teor relativo de água e matéria seca. Por meio dos dados de altura (H), diâmetro do coleto (DC), massa de matéria seca da parte aérea (MSPA), raiz (MSR) e total (MST), foram calculadas as relações de qualidade de mudas: MSPA/MSRA, H/DC, e o Índice de Qualidade de Dickson (IQD). Os dados foram analisados por meio de análise de variância (p<0,05), e os que indicaram interação significativa, foram submetidos à análise de regressão dentro do fator qualitativo. Analisando os dados estatísticos observou-se que a fertilização potássica influenciou positivamente no crescimento inicial das mudas em todos os tratamentos, em que a dose ótima estimada foi de 286 Kg dm-3 de K. O resultado das variáveis com os fatores doses de K e irrigação das mudas Eucalyptus camaldulensis Dehnh apresentou diferença significativa de 5 % somente para irrigação.Item Memória hídrica (stress imprint) em sementes: impacto ecofisiológico na germinação e no crescimento inicial de Sesbania virgata (Cav.) Poir(2024-03-11) Menezes, Mariane Oliveira; Santos, Marcone Moreira; Silva, Carlos Luiz da; http://lattes.cnpq.br/9191002336120487; http://lattes.cnpq.br/3284707164193715; http://lattes.cnpq.br/1484285198376822O presente estudo investigou os efeitos da memória hídrica sobre os aspectos ecofisiológicos da germinação e do desenvolvimento inicial das plântulas de S. virgata. Utilizando uma abordagem mista que combinou métodos quantitativos e qualitativos, juntamente com uma análise estatística rigorosa, incluindo testes como Tukey, ANOVA e análise de regressão, foi conduzido um experimento casualizado com diversos tratamentos. Inicialmente, realizou-se uma revisão da literatura para compreender a importância da espécie e os efeitos da memória hídrica. Em seguida, testes laboratoriais foram realizados para superar a dormência das sementes, determinar o grau de umidade e estabelecer a curva de embebição. Além disso, avaliou-se a taxa de germinação das sementes submetidas à solução de polietilenoglicol 6000 (PEG 6000) para simular o estresse hídrico, tanto com sementes que passaram pelo ciclo de hidratação descontínua (ciclo HD) quanto com sementes que não passaram por esse processo. Após as análises em laboratório, foram conduzidas análises em viveiro com dois tratamentos distintos (sementes que passaram pelo ciclo HD e sementes que não passaram), sob diferentes regimes de rega. Os parâmetros avaliados incluíram altura e diâmetro do coleto, tamanho da raiz, peso seco e fresco, índice de qualidade de Dickson, alocação de biomassa e percentual de sobrevivência das plântulas. Os resultados indicaram a possível presença de memória hídrica nas mudas e demonstraram que o déficit hídrico afeta negativamente a germinação. No entanto, a hidratação descontínua mostrou ter um efeito positivo na germinação das sementes sob condições de déficit hídrico, oferecendo uma estratégia promissora para melhorar a sobrevivência das plantas em ambientes adversos.Item Restrição hídrica e fertilização fosfatada no crescimento de mudas de Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook.f ex S. Moore sob diferentes regimes de irrigação(2023-09-20) Pereira Neto, Cláudio Clementino; Freitas, Eliane Cristina Sampaio de; http://lattes.cnpq.br/7525975084334972; http://lattes.cnpq.br/5841590477669007A disponibilidade de água no solo é um dos fatores mais importantes no estabelecimento de mudas em campo, sendo a escassez deste recurso um fator limitante para a produtividade e estabelecimento de culturas florestais. Aplicações de fertilizante fosfatado podem auxiliar no desenvolvimento de sistema radicular mais robusto, podendo atenuar os impactos ocasionados pela baixa disponibilidade de água no campo. Com o objetivo de avaliar a tolerância e o crescimento de mudas de Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook.f ex S. Moore, submetidas ao déficit hídrico e à fertilização fosfatada, foi conduzido experimento no Viveiro do Departamento de Ciência Florestal da UFRPE – SEDE. Foram testados três ciclos de irrigação (diária, a cada 5 dias e a cada 10 dias) e 4 tratamentos de com adição de fósforo (0, 100, 200 e 300 mg dm-³ de P) em esquema fatorial em delineamento inteiramente casualizado, com 5 repetições. Foram dispostas duas sementes por tubetes de 50 cm³, e após a germinação foi realizado o raleio. Após a germinação e condução, as mudas foram padronizadas de acordo com a altura e transplantadas para vasos de 2,8 dm³ com terra de subsolo. A aplicação dos tratamentos com fósforo foi introduzida após o transplantio e induzido o déficit hídrico. Durante a condução do experimento foram feitas medições das mudas a cada dez dias em relação à altura (H) e diâmetro do coleto (DC). Ao fim do experimento, foram avaliados: matéria seca da parte aérea (MSA) e da raiz (MSR), matéria seca total (MST), relação MSA/MSR e cálculo do Índice de Qualidade de Dickson (IQD); H; NF; DC; área foliar, comprimento da raiz principal; índice de clorofila. A aplicação de doses de fósforo não atuou como atenuante dos efeitos do estresse hídrico. As mudas com melhor qualidade foram obtidas no tratamento com irrigação diária, e a dose com melhores respostas para produção de mudas de Tabebuia aurea foi a de 200 mg dm-3.
