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    Alterações cardíacas em cão sugestivas de síndrome do nó doente: relato de caso
    (2019-12-09) Melo, Danniel Rodrigo de Souza; Mattos, Lucilene Simões; http://lattes.cnpq.br/3094079221793336; http://lattes.cnpq.br/2676259783062014
    A síndrome do nó doente ou disfunção do nodo sinoatrial é uma doença específica do tecido de condução elétrica cardíaca e afeta o órgão como um todo causando paradas sinusais e excitações supraventriculares e ventriculares. Pode ser de origem idiopática, familiar ou como consequência de doenças isquêmicas e metastáticas, sendo a origem familiar mais observada em algumas raças de cães como Schnauzer miniatura. Como consequência da disfunção na condução elétrica do coração, os sinais clínicos característicos são arritmias, principalmente bradicardia, mas há casos com taquicardia supraventricular, ventricular e ritmos de escape; intolerância ao exercício; fraqueza e alterações decorrentes da insuficiência cardíaca congestiva e dilatação cardíaca como, por exemplo, ascite, hepatomegalia e síncope. O objetivo deste trabalho é relatar um caso de uma cadela da raça Schnauzer miniatura de 8 anos de idade que apresentou alterações cardíacas sugestivas da síndrome do nó doente. O animal foi levado ao serviço veterinário por ter vários episódios de síncope, onde ela deitava e tinha espasmos musculares, com mucosas cianóticas, salivação excessiva, olhar fixo e distante. Durante o exame físico, foram aferidos os seguintes parâmetros: temperatura de 38,2 °C; tempo de preenchimento capilar (TPC) de 3 segundos; frequência cardíaca (FC) de 60 bpm; frequência respiratória (FR) igual a 120 rpm; pulso de 48 bpm, a pressão arterial não foi aferida por que o animal estava agitado. À inspeção, as mucosas estavam normocoradas e a atitude do animal era ativa. Dados outros como toque de linfonodos e abdômen não mostraram qualquer alteração. À auscultação do coração pode-se notar anormalidade caracterizada por bradicardia (60 bpm). Foram solicitados eletrocardiograma e radiografia torácica. O exame radiográfico permitiu visibilizar uma dilatação cardíaca e no eletrocardiograma puderam-se observar ondas P isoladas, o que caracteriza um bloqueio atrioventricular de 2° grau intermitente, sugestivo de sobrecarga atrial esquerda, associado à parada sinusal e sinais de hipóxia miocárdica e/ou desequilíbrio eletrolítico. Foi prescrito uma combincação de Pimobendan na dose de 0,5 mg/Kg e Cloridrato de benazepril na dose de 1 mg/Kg (Fortekor™ DUO) divididos em duas doses diárias (1 comprimido de 12h/12h) por 30 dias. Um mês após o inicio do tratamento a tutora relatou que a paciente não teve mais casos de síncope.
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    Anemia hemolítica imunomediada: diagnóstico e terapêutica
    (2019-12-11) Silva, Lucas Cavalcante; Coutinho, Tania Alen; Almeida, Talles Monte de; http://lattes.cnpq.br/2215902008831775; http://lattes.cnpq.br/1916619528141219; http://lattes.cnpq.br/4276330694413367
    A anemia hemolítica imunomedada é uma síndrome clínica resultante da destruição acelerada das hemácias por mecanismos imunomediados. Os sinais clínicos associados à esta síndrome são geralmente inespecíficos, como palidez, perda de peso, petéquias, equimoses, linfadenopatia e hepatomegalia, contudo, manifestações relacionadas diretamente à hemólise também podem ser verificadas, as quais incluem esplenomegalia, icterícia e hemoglobinúria ou bilirrubinúria. Tal enfermidade prejudica a oxigenação tecidual trazendo riscos à saúde do paciente. Quanto à definição diagnóstica da anemia hemolítica imunomediada, ainda não se tem teste laboratorial padrão ouro, sendo necessário a junção da clínica apresentada pelo paciente, achados laboratoriais de patologia clínica e testes imunológicos. Para o controle terapêutico é fundamental a utilização de corticoideterapia associada ou não a anticoagulantes, devido ao risco de tromboembolismo nesta enfermidade, bem como, a implementação de terapia suporte transfusional, especialmente a partir de concentrado de hemácias, o qual não interferirá no volume sanguíneo e diminuirá o risco de reações imunológicas. Assim, frente aos prejuízos homeostáticos gerados pela anemia hemolítica imunomediada aos pacientes, bem como, à sua frequente ocorrência na clínica veterinária de pequenos animais, foi objetivo do presente trabalho de conclusão de curso revisar a temática.
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    Aspectos clinicos e tratamento em cadelas portadoras de Piometra
    (2018-07-27) Silva, Valdi Barbosa da; Almeida, Edvaldo Lopes de; http://lattes.cnpq.br/1496582925826113
    A piometra destaca-se como um processo toxi-infeccioso inflamatório mediado por influência hormonal que ocorre na fase luteal, considera-se uma doença que requer rápido tratamento devido a sua importância. Este trabalho objetivou trazer uma revisão de literatura e um relato de caso de uma cadela portadora de piometra aberta, sob os aspectos clínicos e tratamento cirúrgico, detalhando a ovariosalpingohisterectomia. Conclui-se que, devido à grande agressão que a doença causa no organismo, faz-se necessário mais trabalhos acadêmicos sobre o tema, com o intuito de incrementar o acervo científico sobre Hiperplasia Endometrial Cística – Piometra.
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    Endometrite fúngica em égua: relato de caso
    (2019-07-19) Melo, Aldo Gimendis Pereira de; Maia, Victor Netto; http://lattes.cnpq.br/3779425739192453; http://lattes.cnpq.br/2382717323044547
    A equideocultura, a cada ano que passa, vem ganhando mais espaço dentro do mercado brasileiro e fazendo crescer a economia do país. Atualmente, estima-se que no Brasil tenha em torno de 4.218.896 equinos, somados os cavalos da lida, lazer e competição. Estão presentes em 1.165.985 estabelecimentos. Com esse quantitativo de animais, há uma movimentação de cerca de R$ 16,5 bilhões anualmente, gerando uma média de 610 mil empregos diretos e cerca de 2.430 mil empregos indiretos, sendo notório esta, ser uma atividade de grande importância social. Apesar de um grande avanço nas técnicas reprodutivas utilizadas, existem impasses que fazem com que a produção diminua ou seja interrompida. Dentro desses impasses estão as enfermidades que acometem o sistema reprodutor da espécie onde pode-se destacar a endometrite, processo infeccioso que acomete o endométrio das éguas e pode ser causada por processos não específicos, ou seja, não venéreos ou por agentes patogênicos que se instalam em razão do seu poder de transmissão. Ultimamente, tem-se estudado mais a fundo um conjunto de microrganismos. Este conjunto, conhecido como biofilme, pode ser definido como um agregado de microrganismos que crescem aderidos a uma superfície e revestidos de uma camada heterogênea de compostos extracelulares, definida como a matriz do biofilme. Diante disto, a realização deste trabalho teve como objetivo descrever um relato de caso sobre endometrite fúngica em égua e identificação dos fungos presentes no útero de éguas diagnosticadas com endometrite fúngica, e possíveis tratamentos. Os agentes mais comumente isolados do útero da égua Streptococcus equi spp. Zooepidemicus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Klebsiella pneumoniae. Outras bactérias aeróbias isoladas incluem estreptococos alfa-hemolíticos, Corynebacterium spp., Staphylococcus spp., Enterobacter spp., Actinobacter spp., Proteus spp. e Citrobacter spp., além dos fungos Cândida spp. e Aspergyllus sp.. Foi realizada citologia endometrial com resultado positivo para endometrite, depois de analisada a lâmina em microscópio e observar a presença de neutrófilos em ambas as amostras. O resultado da identificação foi o fungo do gênero Cladosporium sp para o animal A e para o animal B, foram identificadas hifas artrosporadas junto a fragmentos de hifas. Viu-se que o biofilme é um grande problema dentro da reprodução equina quando se trata de endometrites, pois esta proteção produzida pelos microrganismos faz com que os tratamentos convencionais sejam ineficientes, causando dificuldade na eliminação dos patógenos.
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    Estágio Supervisionado Obrigatório. Área: clínica médica de grandes animais e diagnóstico animal. Relato de caso: salmonelose em equino
    (2019-02-01) Lima, Xênia Moara Teixeira de Santana; Valença, Sandra Regina Fonseca de Araújo; http://lattes.cnpq.br/8405192058078531; http://lattes.cnpq.br/2245794424603415
    O relatório descreve a estrutura, o funcionamento, a casuística e as atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado Obrigatório no período de 18 de Setembro de 2018 a 11 de janeiro de 2019 nas áreas de Clínica Médica de Grandes Animais e Diagnóstico Animal. Um relato de caso sobre salmonelose em equino acompanhado durante o estágio também foi descrito. A primeira parte do Estágio ocorreu na Clínica de Grandes Animais do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - UNESP localizado em Botucatu – SP e a segunda parte no Laboratório Nacional Agropecuário – LANAGRO/PE localizado em Recife – PE. No Hospital Veterinário da FMVZ-UNESP/Botucatu-SP foi possível acompanhar atendimentos clínicos gerais e especializados em Equinos, Bovinos, Caprinos, Ovinos e Suínos, desde o recebimento e identificação dos animais até o diagnóstico, indicação e tratamento dos mesmos. No LANAGRO/PE as atividades consistiram em acompanhar a rotina laboratorial de exames, com ênfase em diagnóstico de Mormo e Anemia Infecciosa Equina (AIE). O caso relatado mostrou a importância de um manejo sanitário eficiente em casos de salmonelose equina, por ser uma infecção de ampla distribuição e de grande importância na Medicina Veterinária, sendo necessário um diagnóstico correto, tratamento adequado e controle efetivo
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    Frequência de casos de mormo em asininos no Brasil no período de janeiro de 2018 a abril de 2019
    (2019-07-11) Carvalho, Jéssica de Crasto Souza; Mota, Rinaldo Aparecido; http://lattes.cnpq.br/8378380401850485; http://lattes.cnpq.br/8138137865668484
    Dentre as atribuições dos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDAs) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estão a de realizar análises oficiais e atuar como referência nacional em assuntos laboratoriais. O Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) foi realizado no setor de Unidade de Diagnóstico Animal (UNI/DIA) do LFDA/PE, no período de 12 de março de 2019 a 31 de maio de 2019. O referido estágio objetivou aperfeiçoar os conhecimentos em atividades direcionadas a Medicina Veterinária Preventiva, mais especificamente no âmbito do diagnóstico animal e adquirir conhecimentos técnicos para a conclusão do curso e obtenção do grau de Bacharel em Medicina Veterinária. Na vivência foram desenvolvidas atividades nas áreas de diagnóstico sorológico de mormo, Anemia Infecciosa Equina (AIE) e Peste Suína Clássica (PSC), isolamento do Vírus da Peste Suína Clássica (PSC), diagnóstico molecular de mormo e PSC bem como diagnóstico sorológico de Leptospirose. A realização do estágio possibilitou o desenvolvimento do trabalho intitulado: “Frequência de casos de mormo em asininos no Brasil no período de janeiro de 2018 a abril de 2019”.
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    Hepatozoonose canina - relato de casos
    (2019-02-04) Cruz, Hayla Fabiane da Silva Barreto da; Faustino, Maria Aparecida da Gloria; http://lattes.cnpq.br/6564907938376076; http://lattes.cnpq.br/2413975156240690
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    Leiomioma em vesícula urinária de cadela: relato de caso
    (2019) Silvestre, José Antonio Ramos; Lorena, Sílvia Elaine Rodolfo de Sá; Almeida, Talles Monte de; http://lattes.cnpq.br/2215902008831775; http://lattes.cnpq.br/8659871145469177; http://lattes.cnpq.br/2035014104576002
    Os leiomiomas são tumores mesenquimais benignos de musculatura lisa, raramente descritos envolvendo a vesícula urinária de cães. Na Medicina Veterinária existem relatos do tumor em vários órgãos além da bexiga, dentre eles: útero, vagina, coração, estômago, colón descendente, esôfago e cavidade nasal. Assim como nas diversas neoplasias que atingem o trato urinário inferior, os animais acometidos desenvolvem como principais sinais clínicos a hematúria, polaciúria, estrangúria e/ou incontinência urinária. Em alguns casos, através da palpação vesical podem ser identificadas massas ou espessamento se a neoplasia estiver avançada o bastante, mas o diagnóstico é alcançado através da avaliação conjunta dos achados clínicos associados aos exames imaginológicos complementares (radiografia, exame ultrassonográfico) e exame histopatológico de um fragmento do tumor, que pode ser obtido através de laparotomia exploratória ou após a exérese da massa tumoral. O principal diagnóstico diferencial do leiomioma é a sua forma maligna e metastatizante: o leiomiossarcoma. O tratamento mais usualmente empregado é a remoção cirúrgica, que na grande maioria dos casos leva a um prognóstico favorável dependendo do comprometimento do órgão. As maiores complicações são registradas quando há lesão do trígono vesical. O objetivo do presente trabalho é relatar um caso de leiomioma em vesícula urinária de uma cadela Dachshund de 11 anos de idade.
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    Lipidose hepática em felinos – revisão de literatura
    (2018-08-17) Berlando, Brenda Braga; Cavalcanti, Grazielle Anahy de Sousa Aleixo; http://lattes.cnpq.br/3165940085830406
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    Mastocitoma cutâneo em cão: relato de caso
    (2019-01-25) Araújo, Romina Pessoa Silva de; Maia, Victor Netto; http://lattes.cnpq.br/3779425739192453; http://lattes.cnpq.br/9890284251210458
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    Metástase esplênica e hepática em cão com tumor venéreo transmissível Plasmocitóide - relato de caso
    (2019-07-08) Guimarães, Ana Carolina Santos; Aleixo, Grazielle Anahy de Sousa; http://lattes.cnpq.br/3165940085830406; http://lattes.cnpq.br/1363811238634638
    O relatório do estágio supervisionado obrigatório (ESO) tem como objetivo apresentar as atividades realizadas na área de Clínica Médica de Pequenos Animais do Hospital Veterinário (HOVET) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que foram desenvolvidas no período de 08 de abril à 28 de junho de 2019, totalizando uma carga horária de 420 horas. No estágio foi vivenciada a rotina da área de Clínica Médica de Pequenos Animais e foi realizado o registro dos casos acompanhados durante o estágio (145 casos), dos quais 123 foram atendimentos de caninos e 22 de felinos. Com esse relatório além de descrever as atividades do ESO, objetivou-se descrever o caso de um cão com histórico de tumor em região genital que teve diagnóstico de tumor venéreo transmissível plasmocitóide com metástase em baço, linfonodo e fígado. O tumor venéreo transmissível (TVT) é uma neoplasia contagiosa de distribuição mundial que ocorre em caninos. No caso em questão, o paciente era um cão macho, inteiro, com aproximadamente cinco anos de idade e semidomiciliado. No exame físico foi observado aumento de volume em região genital, secreção peniana serosanguinolenta, além de ascite. Devido à suspeita de TVT foi solicitado exame citológico que confirmou o diagnóstico. Também foram solicitados hemograma, bioquímica sérica, urinálise, pesquisa de hematozoário, teste de triagem para leishmaniose visceral canina e ultrassonografia abdominal, onde foi constatada presença de vários nódulos em região de baço e fígado. Posteriormente, a realização de exame citológico e biopsia confirmou a presença de metástase nesses órgãos. O TVT plasmocitóide é o tipo que mais produz metástase, especialmente em baço e linfonodos, como foi observado no animal em questão.
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    Prolapso retal em cadela Buldogue francês: relato de caso
    (2019-12-09) Alves, José Adriano; Mattos, Marcos Renato Franzosi; http://lattes.cnpq.br/9331453695721468
    O prolapso retal é definido como a protrusão ou exteriorização da mucosa retal pelo ânus, uma afecção intestinal que pode acometer a maioria dos animais domésticos, embora cães e gatos em sua maioria jovens, são os mais afetados, e estes comumente apresentam alta carga parasitária, diarreia, tenesmo dentre outras afecções primárias. O objetivo deste trabalho foi relatar um caso de prolapso retal em uma cadela da raça Buldogue Francês, com 4 meses de idade, pesando 5kg, que deu entrada no Centro Veterinário São Francisco de Assis durante o estágio Supervisionado Obrigatório na área de clínica médica e cirúrgica de pequenos animais. O animal apresentava uma massa cilíndrica alongada, de aspecto úmido, de coloração vermelho enegrecido, com áreas necrosadas, exteriorizada do ânus, sendo constatado que o animal já havia apresentado a patologia anteriormente. O tratamento foi por meio de cirurgia realizada no dia 11/10/19, para corrigir o prolapso retal irredutível, sendo que a técnica escolhida foi a Enterotomia da porção retal com anastomose término terminal externa. Um mês após a cirurgia, a tutora informou que o animal apresentou incontinência fecal, e uma semana depois risco de recidiva do prolapso na defecação, sendo submetido à uma colopexia no dia 10/11/19, após esse dia até o momento não apresentou recidiva de prolapso, como também, a incontinência fecal regrediu quase que totalmente. Neste relato em questão, a resolução em definitiva do prolapso até o momento, ocorreu após a cirurgia de colopexia.
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    Relatório de conclusão de residência em área profissional de saúde em medicina veterinária - medicina veterinária preventiva com ênfase em doenças parasitárias: Comparação de testes rápidos imunocromatográficos para o diagnóstico de dirofilariose canina
    (2026-02-26) Penha, Caroline da Silva; Alves, Leucio Câmara; http://lattes.cnpq.br/6563157522654726; http://lattes.cnpq.br/0020817880267706
    A dirofilariose canina é uma doença parasitária de importância clínica e epidemiológica, causada por Dirofilaria immitis, cujo diagnóstico laboratorial é essencial devido à frequente inespecificidade dos sinais clínicos, especialmente nas fases iniciais da infecção. Dentre os métodos disponíveis, os testes rápidos imunocromatográficos para detecção de antígenos circulantes são amplamente utilizados na rotina veterinária em função de sua praticidade e rapidez na obtenção dos resultados. No entanto, fatores como baixa carga parasitária, infecções exclusivas por vermes machos e fase pré-patente podem interferir na sensibilidade desses testes, resultando em possíveis discrepâncias diagnósticas. Este estudo avaliou a concordância entre dois testes rápidos comerciais (Alere Dirofilariose Ag Test Kit e Conclue dirofilariose) utilizando 40 amostras de soro de cães provenientes da soroteca do Laboratório de Doenças Parasitárias da UFRPE. O índice de concordância geral foi de 90%, sendo 36 amostras com resultados idênticos entre os testes, e o coeficiente Kappa de Cohen foi 0,76, indicando concordância substancial. O Alere apresentou 14 amostras positivas e 26 negativas, enquanto o Conclue identificou 10 positivas e 30 negativas. Apesar da elevada concordância, discordâncias ocorrem principalmente em amostras com baixa carga parasitária, fase pré-patente ou infecção unissexuada. Esses resultados reforçam que, embora os testes rápidos sejam ferramentas úteis na rotina clínica, sua interpretação deve considerar o contexto clínico e epidemiológico do animal. Recomenda-se o uso de métodos complementares para confirmação diagnóstica em casos suspeitos ou negativos com sinais compatíveis, a fim de aumentar a confiabilidade e segurança nas decisões clínicas e profiláticas.
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    Relatório De Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO)
    (2018-08-29) Pessôa, Clarissa Cavalcanti; Coelho, Maria Cristina de Oliveira Cardoso; http://lattes.cnpq.br/8312317627902180; http://lattes.cnpq.br/0913002553876243
    O Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) em Medicina Veterinária, foi realizado na área de Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais, em Tierärztliche Fachpraxis für Kleintiere – Dr Ursula Heim, situado em Fürth, Bayern – Alemanha, no período de 12 de março a 1° de junho de 2018, de segunda a sexta-feira, com carga horária de 8 horas, perfazendo um total de 420 horas. As atividades do estágio foram coordenadas pela orientadora profa Dra Maria Cristina de Oliveira Cardoso Coelho, professora titular da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE e pela supervisora Dra Ursula Heim formada pela Universidade Ludwig-Maximilians de Munique (LMU), doutorado pela Universidade Estadual de Ohio e chefe do estabelecimento médico-veterinário. No estágio foi vivenciada a rotina da clínica, passando por todos os serviços oferecidos no local, desde consultas simples à especializadas nas áreas de oftalmologia, dermatologia e cirurgia, além de diagnóstico por imagem e laboratorial, dentre outros procedimentos; todas as atividades são descritas nesse relatório, com breve discussão referente aos casos ocorridos no período. O ESO é a oportunidade de aplicar o conhecimento teórico, e permite uma experiência real na profissão, sendo complemento para o aprendizado profissional e disciplina obrigatória para a formação acadêmica no curso de bacharelado em medicina veterinária da UFRPE.
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) área de clínica médica e cirúrgica de pequenos animais sinfisiodese púbica em um filhote Golden Retriever como método de prevenção à displasia coxofemoral – relato de caso
    (2019-07-11) Camargo, Karine Silva; Aleixo, Grazielle Anahy de Sousa; http://lattes.cnpq.br/3165940085830406; http://lattes.cnpq.br/3950531485988165
    O estágio supervisionado obrigatório é desenvolvido no último período do curso de graduação em Medicina Veterinária e tem por objetivo aproximar o discente da prática médica veterinária na área de interesse. A rotina médica vivenciada associa-se ao conteúdo teórico absorvido durante a graduação e a dedicação exclusiva permite contato mais íntimo com a futura profissão. Foi realizado estágio supervisionado na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinária (FCAV) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), campus de Jaboticabal durante o período de 1 de abril a 17 de maio de 2019 e no Hospital Veterinário Pet Dream entre 20 de maio e 14 de junho de 2019. Este trabalho descreve as atividades desenvolvidas nas duas instituições nas áreas de Clínica Médica Cirúrgica de Pequenos Animais e descreve o relato um canino submetido à sinfisiodese púbica juvenil como método de prevenção da displasia coxofemoral.
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    Relatório do Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO), realizado no Laboratório de Patologia Clínica da Clínica Veterinária Pet’s House e no Laboratório Veterinário Comercial Labpet, localizados no município de Recife, Pernambuco
    (2018-12-11) Silva, Raíssa Nunes da; Oliveira, Andrea Alice da Fonseca; http://lattes.cnpq.br/2519790342576901; http://lattes.cnpq.br/7155016914810565
    O estágio supervisionado obrigatório consiste em disciplina cursada no 110 período do curso de Bacharelado em Medicina Veterinária, com carga horária total de 420 horas, oportunidade essa que permite ao aluno desenvolver habilidades práticas na área de escolha. Objetivou-se com este trabalho relatar as experiências vivenciadas durante o estágio supervisionado obrigatório realizado em dois locais distintos: laboratório de patologia clínica da clínica veterinária Pet’s House e laboratório veterinário comercial Labpet, durante o período de 18 de setembro a 04 de dezembro de 2018. Foram acompanhadas e realizadas atividades de rotina em laboratório, como processamento de amostras e análise de exames hematológicos, processamento e análises de exames bioquímicos, além de exames parasitológicos, sorológicos, urinálise, bem como a confecção de laudos relacionados às atividades anteriormente mencionadas.
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    Vômito crônico em gatos: revisão de literatura
    (2019-12-13) Santos, Daniela Evaristo dos; Coutinho, Tania Alen; http://lattes.cnpq.br/1916619528141219; http://lattes.cnpq.br/1475005997959611
    Os distúrbios gastrointestinais configuram parcela importante dos atendimentos ambulatoriais de felinos. O vômito é uma manifestação clínica rotineiramente relatada, a qual culmina com diversas alterações metabólicas que necessitam correções. O distúrbio emético é definido como a expulsão ativa, de origem reflexa, do conteúdo estomacal e/ ou duodenal precedida por sinais prodrômicos (náusea, sialorreia, contrações abdominais), sendo esse mecanismo coordenado pelo sistema nervoso central. O vômito crônico é um sinal clínico muito comum em gatos e pode ser associado à uma ampla variedade de doenças gastrointestinais e sistêmicas, contando como causas primárias em felinos distúrbios obstrutivos; corpos estranhos gástricos; intolerância ou alergia alimentar; doenças pancreática, hepática, e renal; e hipertireoidismo. Uma abordagem clínica detalhada deve ser feita em busca de diagnósticos diferenciais possíveis. O uso de exames radiográficos, ultrassonográficos e endoscópicos podem auxiliar o clínico a identificar injurias gástricas e intestinais. O tratamento instituído pode envolver a utilização de terapia antiemética, fluidoterapia e manipulação dietética, entretanto, o controle terapêutico da causa de base é fundamental à resolução do vômito crônico. A compreensão dos fatores ligados a esse sinal clínico, de como ele é coordenado, das principais etiologias geradoras, das técnicas diagnósticas disponíveis e da implementação de adequada terapêutica ao paciente felino são imprescindíveis ao profissional clínico. Assim, dada a importância do vômito crônico na clínica médica de felinos, foi objetivo da presente monografia de conclusão de curso revisar o tema.
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