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    Apicultura: manejo das colmeias
    (EDUFRPE, 2022) Souza, Darclet Teresinha Malerbo de
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    Criação e preservação da abelha Melipona scutellaris, Latreille, 1811, no Nordeste brasileiro*
    (1986) Oliveira, Maria Helena Costa Cruz de; Leal, Maria do Carmo Arcanjo; Almeida, Miracema Gurgel de; Coelho, Maria da Pompéia
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2022-10-26) Silva, Thúlio Gustavo da; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/3219343099109016
    A criação de abelhas sem ferrão é denominada de meliponicultura, esta prática pode ser considerada tradicional, constituindo-se em uma fonte adicional de renda, sobretudo para os agricultores familiares (MAGALHÃES & VENTURIERI, 2010). Além do mel de alta qualidade, apreciado pela gastronomia gourmet (DIAS et al., 2014; SILVA, L., 2013) e reconhecido por suas propriedades medicinais (PALAZUELOS BALLIVIÁN 2008), outros produtos podem ser explorados como o geoprópolis, cerume e pólen, além do uso em paisagismo, lazer, turismo, educação ambiental, estudo científico e preservação das espécies (CARVALHO, 2003). A maior importância ecológica das abelhas está relacionada à polinização (GIANNINI, 2016). A polinização por animais é importante para aproximadamente 90% das plantas com flores (OLLERTON et al., 2011), sendo que 75% das culturas mais importantes economicamente no planeta requerem, de algum modo, a polinização biótica (KLEIN et al., 2007). Estudos realizados por Giannini e colaboradores (2015), constataram que das 141 culturas agrícolas analisadas, cultivadas no Brasil, 85 são dependentes de polinizadores. Entretanto, embora a meliponicultura seja considerada uma atividade conservacionista, o manejo dessas abelhas nativas requer alguns cuidados para evitar que a prática traga riscos para a preservação e conservação das espécies, especialmente as raras ou ameaçadas de extinção. Aliado a isso, vale lembrar que as abelhas nativas sem ferrão são animais da fauna silvestre brasileira, e que por isso, a sua criação está sujeita às normas da legislação vigente. O presente relatório tem como objetivo descrever as atividades desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado Obrigatório do curso de Bacharelado em Zootecnia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco. O estágio é parte obrigatória da grade curricular do curso de Zootecnia e de suma importância para a formação completa do profissional, pois permite vivenciar na prática todo o conhecimento transmitido em sala de aula.
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2023-09-05) Souza, José Felipe Borges de; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/4011173965144301
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2024-03-05) Souza, Mariane Silva de; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/2862133835140101
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2019-06-05) Rodrigues, Edgleston Silas Ferreira; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/4943460628945352
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2024-03-05) Prazeres, Juliana Amorim dos; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/5216481396084937
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2025-03-17) Santos, Andreilson José dos; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2025-03-17) Araújo, Nícia Valéria Silva de; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/5123692102259216
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório: atividades desenvolvidas no Setor de Apicultura e Meliponicultura no Departamento de Zootecnia da UFRPE
    (2022-10-25) Oliveira, Suzykelly Gomes Ferreira de; Pimentel, André Carlos Silva; http://lattes.cnpq.br/7709182422724009
    As abelhas sociais nativas, também chamadas de meliponíneos, são as únicas a não apresentar ferrão (Nogueira-Neto 1997). O ferrão é atrofiado, por isso não ferroam daí o nome “abelha sem-ferrão”, como são tradicionalmente manejadas pelos indígenas, também são chamadas de “abelha indígena” (Lopes et al. 2005). Mas não diferem das demais abelhas apenas pela ausência do ferrão, como por outras características, como ninhos feitos em troncos de árvores, fendas em pedras ou no solo, ou pendurados em galhos; favos sobrepostos horizontalmente; depositam pólen misturado ao mel; e os machos após fecundarem a rainha são expulsos da colônia ou inutilizados (FABICHAK, 1989). Dentro do conceito de se desenvolver práticas agrícolas economicamente viáveis, ecologicamente sustentáveis e socialmente justas, a meliponicultura (nome dado ao cultivo das abelhas-sem-ferrão) se enquadra excelentemente dentro dos conceitos de diversificação e melhor uso das terras. Esta é uma atividade que pode ser integrada a plantios florestais, de fruteiras e/ou culturas de ciclo curto e, em muitos casos, pode até vir a contribuir no aumento da produção agrícola. Outra importante característica da meliponicultura, está de caráter social, é quanto às necessidades de sua mão de obra. Apesar de as abelhas serem mais conhecidas pela produção de mel, esse não é o seu papel de maior relevância, são também consideradas as melhores e mais eficientes agentes polinizadores da natureza, auxiliando a reprodução e perpetuação de milhares de espécies vegetais, incluindo os alimentos consumidos pelos seres humanos. A polinização é um serviço ecossistêmico responsável pela produção dos frutos e sementes, reprodução de inúmeras plantas, fornece alimento tanto para o homem quanto para animais, pela transferência do pólen das flores masculinas para as femininas, ao mesmo tempo em que se busca néctar, óleos e o que for possível extrair, é responsável pela manutenção e desenvolvimento da biodiversidade na Terra (SILVA et al., 2015). O produtor é quem decidirá qual será o foco do seu objetivo, ele pode escolher entre o que lhe convier ou poderá atender as exigências do mercado. Portanto, a atividade apícola torna-se uma fonte de renda alternativa, já que é fácil para manter e com um custo inicial pequeno, sendo importante para complementar a renda de pequenos agricultores. Um grande problema que o agricultor pode enfrentar é a continuidade de suas colmeias nos períodos de escassez de alimentos, como ao final das floradas. Nessas ocasiões, a perda do enxame pode chegar a 40%. Uma vantagem da apicultura e da meliponicultura é a de representar uma atividade de renda extra, através da venda do mel, ou ainda, pela comercialização dos enxames para os interessados em iniciar ou aumentar uma criação (LUNA, 2011). Em termos ambientais e agrícolas é uma atividade crucial. O objetivo desse trabalho foi avaliar a manutenção de colônias de abelhas nativas, alimentadas artificialmente no período de escassez de alimento, realização de atividades práticas sobre apicultura e meliponicultura, objetivando ampliar conhecimentos, vivência e experiência no setor, contribuindo de forma efetiva para essa importante atividade zootécnica. Neste relatório de estágio obrigatório supervisionado estão descritas as atividades desenvolvidas no apiário e meliponário do Departamento de Zootecnia da UFRPE, localizado em Recife – PE.
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    Relatório do Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2022-10-25) Siqueira, Rodrigo Alves de; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/7596846420584543
    O estágio supervisionado obrigatório (ESO), curricular do curso de Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) procura complementar a formação profissional do Zootecnista, possibilitando colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante o curso, além de identificar e solucionar possíveis problemas inerentes a profissão. O Estágio Supervisionado Obrigatório é pré-requisito para finalização do Curso de Zootecnia da UFRPE, apresentando uma carga horária total de 330 horas, desenvolvido no Departamento de Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, unidade Sede. O presente estágio teve como principal atividade acompanhar o manejo e revisões das colmeias de abelhas sem ferrão que estão localizadas no Setor de Meliponicultura do Departamento de Zootecnia. Dentre as atividades executadas durante o estágio, podemos destacar a preparação de alimentação artificial para as abelhas, divisão de enxames, montagem do novo meliponário, transferência das colmeias, e participação na exposição de animais. O presente relatório tem como finalidade descrever as atividades realizadas durante o período do Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO), como parte importante para a obtenção do título de Bacharel em Zootecnia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
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    Relatório do Estágio Supervisionado Obrigatório
    (2023-04-10) Côrte Real, Mirela Lima; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865
    O Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) curricular do curso de Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) procura complementar a formação profissional do Zootecnista, possibilitando colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante o curso, além de identificar e solucionar possíveis problemas inerentes a profissão. Sendo também pré-requisito para finalização do Curso de Zootecnia da UFRPE, apresentando uma carga horária total de 330 horas, desenvolvido no Departamento de Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, unidade Sede. O presente estágio teve como principal atividade acompanhar o manejo e revisões das colmeias de abelhas sem ferrão que estão localizadas no Setor de Meliponicultura do Departamento de Zootecnia. Dentre as atividades executadas durante o estágio, podemos destacar o acompanhamento das atividades, revisão das colônias e visita aos meliponários Sítio Baobá e ao Rosa do Deserto de Pernambuco. O presente relatório tem como finalidade descrever as atividades realizadas durante o período do Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO), como parte importante para a obtenção do título de Bacharel em Zootecnia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
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    Relatório final de atividades do Estágio Supervisionado Obrigatório: apicultura e meliponicultura
    (2025-03-17) Amaral, Alexandre Félix do; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/4403407339104255
    O principal objetivo do Estagio Supervisionado Obrigatório é desenvolver o aprendizado dos alunos em seu último ciclo na graduação. Sendo assim, escolhi o setor de meliponicultura e apicultura para desenvolver tarefas relacionadas à: organização do meliponário e apiário das respectivas salas de apoios, além de tarefas como separação de caixas com sinais de desgastes e ou danificadas, revisão mensal das colmeias, limpezas das edificações, preparo e implantação de iscas, divisão de enxames e acompanhar a professora em aulas de caráter tecnico/didático para alunos, tanto da UFRPE como de escolas privadas, visando o contexto de auxiliar nas atividades correlacionadas no setor da meliponicultura. As atividades proporcionaram uma carga horária de 330h e todas foram realizadas com o devido conhecimento dos procedimentos de segurança, adquiridos nas aulas das disciplinas de meliponicultura e apicultura desta instituição, sendo necessário para exercer as práticas realizadas em todo período do estágio supervisionado obrigatório e que me proporcionou um conhecimento impar dentro do setor de Meliponicultura.
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    Termorregulação e ambiência em colmeias de abelhas Apis e Meliponas
    (2022-10-07) Fonseca, Tiago Lima de Alcântara; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865
    As abelhas, destacando-se as sociais, são consideradas heterotérmicas, uma vez que possuem características endotérmicas, quando ativos, e ectotérmicas, quando inativos. A ectotermia é uma característica de alguns animais cuja temperatura corporal é determinada por fatores externos. Já na endotermia, há uma regulação fisiológica da temperatura corporal. Essas características permitem que haja o controle, dentro de um limite, da temperatura e umidade dentro da colônia, viabilizando assim a manutenção da homeostase interna. Sendo isso um aspecto importante principalmente para sobrevivência das crias. O objetivo deste trabalho é revisar os dados de publicações científicas que evidenciem a termorregulação e seu mecanismo nas colônias de abelhas pertencentes as tribos Apini (gênero Apis) e Meliponini. Bem como, analisar possíveis opções de ambiência utilizados na apicultura ou meliponicultura que visam à melhoria do bem-estar térmico das colônias, o que garantiria um menor gasto energético coma termorregulação, além da diminuição da perda de crias.
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    Variação sazonal do peso de colônias de Melipona scutellaris (Latreille, 1811) e sua relação com a flora
    (2026-06-25) Torre, Camilla dos Santos La; Souza, Darclet Teresinha Malerbo de; http://lattes.cnpq.br/3266223126925865; http://lattes.cnpq.br/3619694626397908
    O monitoramento do peso das colônias é uma ferramenta não invasiva amplamente utilizada para avaliar o desempenho produtivo de abelhas sem ferrão, permitindo inferir indiretamente a disponibilidade de recursos florais no ambiente. O presente estudo teve como objetivo analisar a variação ponderal de colônias de abelhas uruçu nordestina (Melipona scutellaris) em função da sazonalidade e da diversidade de espécies vegetais em floração no campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Recife-PE. Foram monitoradas 11 colônias em colmeias modelo nordestino, com pesagens mensais realizadas entre fevereiro de 2023 e dezembro de 2024, totalizando 17 avaliações. Paralelamente, foi conduzido levantamento semanal das espécies vegetais em floração no campus, convertido em riqueza mensal de espécies como indicador da disponibilidade de pasto meliponícola. Os resultados evidenciaram flutuação sazonal consistente ao longo dos dois anos, com maiores pesos registrados no verão e menores no inverno. A primavera correspondeu ao período de maior abundância florística, com pico em outubro (34 espécies), enquanto o inverno apresentou a menor disponibilidade, com mínimo de cinco espécies em julho. A comparação entre os dois anos revelou que o inverno de 2024 foi mais severo em termos de perda de peso colonial, possivelmente associado às temperaturas mais elevadas e menor umidade relativa registradas naquele ano, condições desfavoráveis à atividade forrageira da espécie. Os dados indicam que a riqueza floral é o principal fator determinante do desempenho ponderal de M. scutellaris em ambiente urbano, com efeito de defasagem temporal entre o pico de floração e a resposta ponderal das colônias. A manutenção do pasto meliponícola urbano ao longo de todo o ano, especialmente no inverno, é fundamental para a sustentabilidade da criação da espécie em regiões de clima tropical úmido.
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