Navegando por Assunto "Vegetação"
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Item Contribuição ao conhecimento da Flora de Camaçari(1977) Soares, Célia Marinho da CostaItem Mapeamento e caracterização das áreas queimadas nas mesorregiões do Sertão e São Francisco Pernambucano (2010–2022) por meio de imagens MODIS e dados MapBiomas(2025-12-17) Silva, Hortência Cristina da; Nascimento, Cristina Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9289129949520610; http://lattes.cnpq.br/3329717909745521As mesorregiões do Sertão e do São Francisco Pernambucano têm como bioma predominante a Caatinga e apresentam clima semiárido, caracterizado por altas temperaturas, baixa umidade e regime pluviométrico irregular. Essas regiões vêm sofrendo pressões significativas decorrentes de ações antrópicas, como o desmatamento e a ocorrência recorrente de queimadas. O objetivo deste estudo foi mapear, caracterizar e quantificar a incidência de focos de calor, bem como analisar o uso e a cobertura do solo nessas mesorregiões. Adicionalmente, buscou-se avaliar a capacidade de recuperação ou regeneração natural da vegetação após eventos de queima, utilizando imagens de satélite, quantificação das áreas afetadas e a frequência das ocorrências de fogo. Para isso, foram utilizadas imagens do sensor MODIS, a bordo da plataforma orbital Terra, a fim de identificar as áreas atingidas, analisar o NDVI e desenvolver um código na plataforma Google Earth Engine (GEE) para detectar, de forma operacional, áreas com potencial de regeneração vegetal. As imagens do MapBiomas foram utilizadas para classificar o uso e a cobertura do solo nos dias de queima, além de avaliar a extensão e a frequência dos eventos de fogo. Os resultados indicam um aumento progressivo no número de focos de calor entre o período de 2010 e 2022, especialmente nos meses de agosto a novembro, com pico registrado em outubro de 2021 (662 focos). A maior área queimada ocorreu em 2022, totalizando 14.484,93 hectares. Os eventos de fogo concentraram-se majoritariamente em áreas de Formação Savânica (59,26%) e Pastagem (15,34%), que também apresentaram as maiores extensões de queima, com 46.156,20 ha e 8.347,82 ha, respectivamente. Assim, as informações obtidas por sensoriamento remoto demonstraram elevada relevância para a detecção de focos de calor, o monitoramento da regeneração da vegetação e a quantificação das áreas impactadas pelo fogo.
