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Navegando por Assunto "Queimada"

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    Análise comparativa das dinâmicas ambientais pós frequência de fogo nas mesorregiões Sertão e São Francisco pernambucano: análise geoespacial e estudo de caso dos municípios de Triunfo e Cabrobó (2000-2022)
    (2025-12-17) Silva, João Victor Estolano da; Nascimento, Cristina Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9289129949520610; http://lattes.cnpq.br/8057741532061155
    Este estudo analisou a dinâmica das queimadas e as mudanças no uso e cobertura do solo no bioma Caatinga entre 2000 e 2022, utilizando como referência dois municípios de mesorregiões distintas de Pernambuco, Triunfo na mesorregião Sertão de Pernambuco, e Cabrobó, no São Francisco pernambucano, selecionados por apresentarem áreas específicas com recorrência significativa de focos de calor. Em Triunfo, verificou-se uma região com aumento expressivo da frequência de fogo entre 2000–2005 e 2005–2010, atingindo classes elevadas de recorrência (4 e 5), o que contribuiu para uma drástica redução de 64,46% das áreas de formação florestal, acompanhada pela expansão de formações savânicas, campestres e pastagens. Apesar de, a partir de 2010 não terem sido registradas queimadas de alta frequência, o município continuou a apresentar eventos de fogo, porém em classes inferiores, refletindo um processo contínuo de pressão ambiental. Em contraste, o município de Cabrobó apresentou sinais evidentes de reorganização ecológica e regeneração da paisagem, com aumento de cobertura savânica, substituição de áreas degradadas por novos mosaicos de uso e, de forma marcante, uma expansão de aproximadamente 2684% da área de corpos hídricos. Essa recuperação hídrica e vegetativa está associada não apenas às mudanças no uso do solo, mas também à influência direta do Vale do São Francisco e da represa de Terra Nova, que funcionam como importantes moduladores da disponibilidade de água e da estabilidade ecológica local. Embora ambos os municípios pertençam ao mesmo bioma, os resultados evidenciam trajetórias contrastantes, determinadas pela intensidade da ação antrópica, pela estrutura do relevo e pelos recursos hídricos disponíveis, reforçando a necessidade de estratégias de manejo integradas e específicas para cada contexto ambiental dentro do semiárido pernambucano.
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    Dinâmica espaço-temporal da cobertura vegetal, das queimadas e da expansão da bovinocultura na bacia leiteira do estado de Pernambuco usando Landsat-8 e MapBiomas
    (2022-12-12) Melo, Maria Vitória Neves de; Almeida, Gledson Luiz Pontes de; http://lattes.cnpq.br/2328849810614673; http://lattes.cnpq.br/8193771315370090
    O semiárido é responsável por cerca de 58% do rebanho efetivo da região do Nordeste Brasileiro (NEB), no entanto, existem fatores locais e meteorológicos que limitam a região semiárida. Objetivou-se avaliar a dinâmica espaço-temporal da cobertura vegetal através do Índice de Vegetação Ajustado ao Solo (SAVI) e Coeficiente Vegetal de Pastagem (CVP) via imagens do Landsat- 8/OLI processadas em nuvem na Google Earth Engine (GEE), mensurando os cenários de áreas queimadas, e caracterizando a expansão da bovinocultura na bacia leiteira no estado de Pernambuco por meio do uso e cobertura do solo (LULC) e seus impactos no Bioma da Caatinga. A região de estudo compreende os 23 municípios que mais produzem leite no estado, entre os anos de 2016 e 2021 divididos em período seco e chuvoso. Os Índices de Vegetação foram processados na GEE e a espacialização da chuva foi feita por meio do Climate Hazards Group InfraRed Precipitation with Station data (CRHIRPS) e ambos os dados foram submetidos a estatística descritiva. Os mapas temáticos do LULC e áreas queimadas foram processados no Software QGIS. Com isso, foi observado que no período seco e chuvoso de 2016 a 2020 houve uma média precipitada de 77,98 mm e 331,19 mm, respectivamente. No período chuvoso de 2016, foi observado uma menor precipitação quando comparada aos outros anos do estudo, pois foi o período que sofreu influência das grandes secas que antecederam o ano em questão. Quanto aos índices de vegetação no período seco, o SAVI apresentou menores respostas espectrais ao longo do período de estudo, resultado da baixa precipitação da região e no chuvoso com alta atividade da biomassa com valores acima de 0,78. O SAVI e CVP apresentaram-se com média a alta variabilidade. As áreas queimadas mostraram que as atividades antrópicas em alguns setores da bacia causaram a mudança no LULC, resultando em processos de degradação, mesmo em regiões com maiores precipitações. Portando, conclui-se que as análises dos produtos CHIRPS, SAVI, CVP associados com a estatística descritiva e os mapas da LULC e área queimada, foi eficiente para a caracterização espaço-temporal da expansão da bovinocultura na bacia leiteira do estado de Pernambuco durante todo o período de estudo.
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    Identificação operacional de áreas com potencial de regeneração e/ou recuperação vegetal nas mesorregiões Sertão e São Francisco pernambucano
    (2023-07-17) Gouveia, José Rafael Ferreira de; Nascimento, Cristina Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9289129949520610; http://lattes.cnpq.br/5471553264542605
    O fogo é utilizado há muitos anos no Brasil, servindo para diversas finalidades. Porém, caso manuseado equivocadamente pode provocar incêndios com danos imensos ao ambiente. As mesorregiões do Sertão e São Francisco Pernambucano são susceptíveis ao acontecimento de queimadas, visto que o bioma predominante é a Caatinga, clima semiárido e baixa pluviosidade. O presente artigo tem como objetivo a caracterização e quantificação dos focos de calor e identificação de queimadas de forma operacional nas mesorregiões citadas no período de 2014 a 2020, nos meses mais secos do ano, assim como o poder de regeneração vegetal. As imagens do sensor Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) a bordo da plataforma TERRA, produtos MOD14A1, MOD09GQ, MOD13Q1 e MOD09Q1 foram utilizadas a fim de caracterizar as áreas atingidas pelos focos de calor, analisar o Normalized Difference Vegetation Index (NDVI) e implementar um script na plataforma Google Earth Engine (GEE) para identificação operacional das áreas com potencial de regeneração vegetal. Resultados exibem um comportamento crescente na quantidade de focos de calor, com uma redução no ano de 2020. O ano de 2019 apresentou o maior número de áreas regeneradas, sendo de 37. O script se demonstrou eficaz com acertos mínimos de 56%, sendo em sua maioria superior a 75%. Além disso, os erros máximos foram de 25% de omissão em outubro de 2020 e 43,75% de comissão em setembro de 2016. Neste sentido, as técnicas empregadas foram capazes de detectar as regiões afetadas pelas queimadas, bem com o seu potencial para regeneração vegetal.
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    Influência do efeito de queimadas na visibilidade horizontal em aeródromos no estado do Mato Grosso
    (2022-05-23) Gomes, Gabriella Helena Camargo; Nascimento, Cristina Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9289129949520610; http://lattes.cnpq.br/7449671578032492
    As queimadas e incêndios florestais no estado do Mato Grosso ocasionam uma série de consequências para o meio ambiente e para a sociedade. As partículas em suspensão no ar, provenientes da grande quantidade de fumaça liberada, podem trazer desafios e prejuízos à aviação civil, pois, em alguns casos, interrompem as operações aeroportuárias, coloca em risco a vida de passageiros e afetam a economia local. Sendo assim, a presente pesquisa tem como objetivo avaliar a influência na visibilidade horizontal da concentração de material particulado na atmosfera, ocasionada em consequência de eventos de queimadas, em aeródromos nos municípios de Alta Floresta e Cuiabá e analisar a evolução desses focos de calor ao longo de uma série temporal. Foi utilizada a técnica de Quantis para a classificação da distribuição da precipitação a partir dos dados do Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo) e posteriormente foi realizada a quantificação dos focos de calor nesses Municípios na série temporal de 2018 a 2021. A avaliação da relação entre a quantidade de focos de calor versus o lançamento de aerossóis na atmosfera, e da relação entre a visibilidade horizontal e restrições a pousos e decolagens em aeródromos foi feita com base em dados de aerossóis obtidos pela plataforma AERONET (Aerosol Robotic Network). Foram consultados os dados dos relatórios meteorológicos de aeródromo, METAR (Meteorological Aerodrome Report), a fim de verificar quais eram as condições de visibilidade nos aeroportos de Alta Floresta e Cuiabá nos dias com maior número de focos de calor, que ocasionalmente ocorreram no ano de 2020. Concomitantemente, foram estudadas a evolução temporal desses focos ao longo dos anos analisados e as unidades de paisagens sensíveis a ocorrência de queimadas, a partir de dados do Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra do Brasil (MapBiomas). Sendo assim, verificou-se que no ano de 2020, de modo geral, houve forte aumento no número de focos de calor em ambos os municípios e no dia 31 de agosto de 2020 houve impossibilidade de se realizar pousos e decolagens no aeroporto de Cuiabá devido à alta concentração de fumaça. Também foi possível perceber que não há um padrão de locais específicos para ocorrência de focos de calor nessas cidades nos meses mais secos, porém há certo padrão no tipo de área em que eles predominantemente ocorrem, sendo Pastagem em Alta Floresta e Formação Savânica em Cuiabá.
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    Mapeamento e caracterização das áreas queimadas nas mesorregiões do Sertão e São Francisco Pernambucano (2010–2022) por meio de imagens MODIS e dados MapBiomas
    (2025-12-17) Silva, Hortência Cristina da; Nascimento, Cristina Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/9289129949520610; http://lattes.cnpq.br/3329717909745521
    As mesorregiões do Sertão e do São Francisco Pernambucano têm como bioma predominante a Caatinga e apresentam clima semiárido, caracterizado por altas temperaturas, baixa umidade e regime pluviométrico irregular. Essas regiões vêm sofrendo pressões significativas decorrentes de ações antrópicas, como o desmatamento e a ocorrência recorrente de queimadas. O objetivo deste estudo foi mapear, caracterizar e quantificar a incidência de focos de calor, bem como analisar o uso e a cobertura do solo nessas mesorregiões. Adicionalmente, buscou-se avaliar a capacidade de recuperação ou regeneração natural da vegetação após eventos de queima, utilizando imagens de satélite, quantificação das áreas afetadas e a frequência das ocorrências de fogo. Para isso, foram utilizadas imagens do sensor MODIS, a bordo da plataforma orbital Terra, a fim de identificar as áreas atingidas, analisar o NDVI e desenvolver um código na plataforma Google Earth Engine (GEE) para detectar, de forma operacional, áreas com potencial de regeneração vegetal. As imagens do MapBiomas foram utilizadas para classificar o uso e a cobertura do solo nos dias de queima, além de avaliar a extensão e a frequência dos eventos de fogo. Os resultados indicam um aumento progressivo no número de focos de calor entre o período de 2010 e 2022, especialmente nos meses de agosto a novembro, com pico registrado em outubro de 2021 (662 focos). A maior área queimada ocorreu em 2022, totalizando 14.484,93 hectares. Os eventos de fogo concentraram-se majoritariamente em áreas de Formação Savânica (59,26%) e Pastagem (15,34%), que também apresentaram as maiores extensões de queima, com 46.156,20 ha e 8.347,82 ha, respectivamente. Assim, as informações obtidas por sensoriamento remoto demonstraram elevada relevância para a detecção de focos de calor, o monitoramento da regeneração da vegetação e a quantificação das áreas impactadas pelo fogo.
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