Logo do repositório
Comunidades & Coleções
Busca no Repositório
Guia Arandu
  • Sobre
  • Equipe
  • Como depositar
  • Fale conosco
  • English
  • Português do Brasil
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar.Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Orientador

Navegando por Orientadores "Andrade, Rayane Maria de Lima"

Filtrar resultados informando o último nome do autor
Agora exibindo 1 - 6 de 6
  • Resultados por Página
  • Opções de Ordenação
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Contra-dados não há argumentos: contribuições da Geração Cidadã de Dados na compreensão do fenômeno do feminicídio em Pernambuco
    (2025-03-19) Silva, Lara Pirro Gomes da; Andrade, Rayane Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/7190036182698859; http://lattes.cnpq.br/3508526740285685
    O presente trabalho investiga a contribuição dos dados gerados por organizações da sociedade civil para uma compreensão mais abrangente do feminicídio no estado de Pernambuco, analisando, simultaneamente, as limitações e potencialidades da Geração Cidadã de Dados (GCD) em relação às estatísticas governamentais. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, a partir de um estudo de caso da experiência do Gabinete Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP) com a construção do Banco de Dados que registrou as Mortes Violentas Intencionais entre os anos 2021 e 2023, e da realização de entrevistas semiestruturadas com trabalhadores envolvidos no projeto. Os resultados indicam que as iniciativas de GCD possibilitam a identificação de lacunas nos registros governamentais e ressaltam a necessidade de uma abordagem mais inclusiva e participativa na coleta e análise das informações. Desse modo, a produção de contra-dados amplia o debate público e auxilia na formulação de políticas públicas, pressionando o poder público por maior transparência e pela inclusão de indicadores relevantes para a sociedade civil. Conclui-se que a GCD representa uma estratégia efetiva de controle social e democratização do acesso à informação, contribuindo significativamente para a visibilidade e compreensão das complexas dinâmicas da violência de gênero e do feminicídio, além de fomentar a cooperação entre o Estado e a sociedade civil organizada.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Cor sob suspeita: abordagem policial como forma de controle de corpos negros
    (2026-07-15) Barros, Maria Eduarda Barbosa de; Andrade, Rayane Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/7190036182698859; http://lattes.cnpq.br/2133805315314719
    Este trabalho analisa as discussões sobre a violência e a seletividade policial contra jovens negros no Recife, investigando como essa população interpreta e significa as abordagens em seus cotidianos. O objetivo central consiste em compreender as percepções de jovens negros alvos de abordagens policiais na capital pernambucana, analisando a construção da “fundada suspeita” e de que maneira essas interações interferem na construção de suas identidades e nas suas rotinas urbanas. Historicamente, a segurança pública no Brasil possui raízes ligadas à manutenção da ordem escravocrata, herança que se reflete na construção contemporânea do “suspeito padrão” e nos altos índices de letalidade racial no estado. Metodologicamente, adotou-se uma abordagem qualitativa exploratória baseada em amostragem por conveniência, utilizando entrevistas qualitativas semiestruturadas e registros em caderno de campo com cinco estudantes universitários negros de diferentes bairros das Zonas Norte e Oeste do Recife. A análise dos dados deu origem a três eixos estruturantes: o estigma da cor, a territorialidade da suspeição, e as táticas de sobrevivência e policiamento. Os resultados revelam que as abordagens policiais (popularmente conhecidas como “baculejos”) geram profundos impactos psicossociais e traumas subjetivos, como sentimento de revolta e medo. Diante do perfilamento racial, os jovens desenvolvem estratégias hipervigilantes de sobrevivência urbana, alterando suas vestimentas, posturas e rotas, sugerindo que, no modelo de policiamento ostensivo, a cor da pele tende a se sobrepor à conduta.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    "Ninguém é bandido só porque quer": as tramas sociais que atravessam jovens da geração Z no contexto do narcotráfico
    (2025-08-07) Vasconcelos, Hédlla Maria de Santana; Andrade, Rayane Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/7190036182698859; http://lattes.cnpq.br/2414586951959251
    Esta monografia tem como objetivo propor uma compreensão das tramas sociais que atravessam os jovens da Geração Z no contexto do narcotráfico, partindo de uma perspectiva sociológica em busca de se afastar dos julgamentos moralizantes que estão enraizados na sociedade. Esta pesquisa fundamenta-se em uma revisão teórica de autores clássicos e contemporâneos da sociologia que tratam do tema da criminalidade, em conjunto com dados de pesquisas realizadas com a juventude, a violência urbana e o narcotráfico no território brasileiro. O ponto de partida para as discussões trazidas aqui é como a política do proibicionismo fundamentado principalmente em questões morais fez emergir o narcotráfico como um mercado paralelo. Em seguida, apresenta-se as teorias sociológicas que são utilizadas como base para uma análise sociológica que buscam explicar o crime como um fenômeno social estruturado e que é atravessado por questões subjetivas como a construção de identidade, por questões sociais como a estigmatização e a sociabilidade violenta e questões políticas como a retração do Estado. A partir dessas perspectivas sociológicas a monografia analisa como a juventude vulnerável, principalmente os jovens homens, é captada pela criminalidade com promessas de alta rentabilidade, pertencimento, validação e reconhecimento. Conclui-se então que o narcotráfico atua como um local de integração informal que capta a juventude oferecendo soluções simbólicas e materiais para a juventude marginalizada. Uma das questões trazidas nesta monografia é a de que o narcotráfico não se restringe apenas a contextos periféricos, manifestando-se também de forma diferente nas classes mais altas da sociedade. Os resultados desse estudo podem contribuir para a formulação de políticas públicas, enriquecer o debate sobre a juventude e criar estratégias para diminuir a atratividade que o narcotráfico exerce.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    #OCaraQueFaz: uma análise acerca da comunicação política e digital do prefeito João Campos
    (2025-03-19) Santos, Vitória Sofia Vieira dos; Andrade, Rayane Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/7190036182698859; http://lattes.cnpq.br/4101880757845323
    Este trabalho tem como objetivo analisar como a comunicação digital do político João Campos foi construída durante sua campanha eleitoral de 2024, com especial ênfase nas teorias do capital simbólico e da imagem política. Para viabilizar isso, a técnica de análise de conteúdo foi empregada a partir de métodos qualitativos e quantitativos. Como unidade de análise, foram examinados os conteúdos publicados pelo político no Instagram. De modo geral, observou-se que João Campos soube explorar as mídias digitais para fortalecer o relacionamento com sua base eleitoral, concentrando-se, sobretudo, no desenvolvimento de sua notoriedade, em contraste com o que foi observado em 2020.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    Quando a violência e a proteção vêm do mesmo lugar. a violência doméstica contra crianças e adolescentes
    (2026-02-10) Correia, Fernanda Domingos; Andrade, Rayane Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/7190036182698859; http://lattes.cnpq.br/6810845738359058
    O presente trabalho pretende discutir quais as características dos casos de violências de domésticas no estado de Pernambuco. A partir da análise documental e de registros institucionais com a coleta de dados de domínio público, disponibilizados pelos diversos atores da política e/ou programa público, no âmbito nacional e do Estado de Pernambuco. Tendo como base teórica para discussão da temática a teoria sociológica configuracional de Norbert Elias, que revela a natureza relacional da violência doméstica, sendo resultado de uma configuração familiar assimétrica, caracterizada por dependência de vínculos afetivos coercitivos e hierarquias etárias e de gênero. Os resultados evidenciam que o processo da violência se destaca pelo abuso da relação de poder pelo adulto, não sendo consequência de uma característica individual do autor do fato, mas sim de um fenômeno disseminado e mantido pela sociedade. Havendo necessidade de um maior protagonismo no que se refere a proteção, pesquisa e ao enfrentamento das violências contra crianças e adolescentes.
  • Imagem de Miniatura
    Item
    “Síndrome de capitão do mato”: continuidades do racismo estrutural e da violência policial no Brasil
    (2026-07-15) Santos, Lílian Glaucia Nascimento dos; Andrade, Rayane Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/7190036182698859; http://lattes.cnpq.br/4118857546002724
    Esse trabalho investiga como a categoria “síndrome do capitão do mato” mobilizada por Ana Flauzina pode ser utilizada enquanto chave interpretativa para compreender permanências do racismo estrutural e da violência policial no Brasil contemporâneo. Inserida no campo da sociologia da violência em diálogo com a sociologia do crime, o trabalho adota uma abordagem teórico-analítica, fundamentando-se em revisão bibliográfica dos eixos temáticos mobilizados em cada capítulo, na interpretação crítica da literatura especializada e na contextualização por meio de dados secundários produzidos entre 2012 e 2025. A análise articula contribuições dos estudos sobre colonialidade, racismo estrutural, violência policial e segurança pública para investigar a categoria “síndrome de capitão do mato” para além de interpretações moralizantes, compreendendo-a como instrumento analítico capaz de evidenciar processos de incorporação e instrumentalização de sujeitos negros na Polícia militar brasileira. As considerações indicam que a incorporação dos policiais militares negros à base operacional da instituição não rompe com as vulnerabilidades produzidas pelo racismo, revelando posições marcadas por profundas contradições, nas quais trabalhadores negros exercem autoridade institucional sem que deixem de ser submetidos às mesmas estruturas que distribuem diferencialmente a violência e a exposição à morte. Conclui-se que a categoria possui relevante potencial analítico para compreensão as relações entre Estado, colonialidade, racismo estrutural e segurança pública, deslocando a análise da responsabilização exclusivamente individual para as racionalidades históricas e institucionais que organizam a violência.
Logo do SIB-UFRPE
Arandu - Repositório Institucional da UFRPE

Universidade Federal Rural de Pernambuco - Biblioteca Central
Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos
CEP: 52171-900 - Recife/PE

+55 81 3320 6179  repositorio.sib@ufrpe.br
Logo da UFRPE

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Enviar uma sugestão