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Navegando por Assunto "Sulfato de alumínio"

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    Avaliação e otimização do processo de coagulação-floculação em uma estação de tratamento de água: análise histórica de parâmetros físico-químicos e ensaios de jar test com diferentes coagulantes.
    (2026-07-13) Lins, Wedja de Souza; Souto, Thaís Jeruzza Maciel Póvoas; http://lattes.cnpq.br/4148684025358130; http://lattes.cnpq.br/3929806575174804
    A crescente demanda por água de qualidade para abastecimento público torna indispensável a otimização dos processos empregados nas Estações de Tratamento de Água (ETA), especialmente da etapa de coagulação, cuja eficiência depende das características da água bruta e da adequada seleção e dosagem do coagulante. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência do tratamento convencional de água em uma ETA, por meio da análise de parâmetros operacionais e da comparação do desempenho dos coagulantes sulfato de alumínio e cloreto férrico em ensaios de Jar Test. Inicialmente, foram analisados dados operacionais da estação, referentes aos parâmetros cor aparente, turbidez, pH e cloro residual, verificando sua conformidade com os padrões estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021. Em seguida, realizaram-se ensaios de Jar Test em escala laboratorial para determinar a dosagem ótima de cada coagulante, considerando a eficiência de remoção de cor e turbidez. Os dados foram tratados utilizando o software Microsoft Excel®, por meio de estatística descritiva e testes estatísticos. Os resultados demonstraram que a ETA apresentou elevada eficiência na remoção de cor aparente e turbidez, com remoções médias de 88,66% e 86,02%, respectivamente, mantendo os parâmetros da água tratada, de modo geral, em conformidade com a legislação vigente. Nos ensaios de Jar Test, ambos os coagulantes apresentaram desempenho satisfatório; entretanto, o cloreto férrico apresentou maior eficiência nas condições avaliadas, com dosagem ótima de 65 mgL⁻¹, enquanto para o sulfato de alumínio a dosagem ótima foi de 55 mgL⁻¹. Os resultados evidenciam a importância dos ensaios de Jar Test como ferramenta para otimização da coagulação, contribuindo para o aumento da eficiência do tratamento e para o aprimoramento operacional de Estações de Tratamento de Água.
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    Tratamento de águas residuais em uma indústria de envase de refrigerante e água mineral utilizando sulfato de alumínio com sistema de homogeneização adaptado
    (2024-10-01) Souza, Robson Severino de; Gomes, Maria José de Filgueiras; http://lattes.cnpq.br/0060810526769648
    Sabe-se que, com aumento do consumo de bebidas como refrigerantes, sucos, entre outras, há um aumento na produção de efluentes. A falta de tratamento desses efluentes gera grandes impactos ambientais, sociais e econômicos. Os efluentes gerados pelo refrigerante, predominantemente formado por açúcares, sucos, corantes, extratos e ácidos orgânicos, possuem uma grande carga orgânica, o que eleva os valores de demanda biológica de oxigênio (DBO) e demanda química de oxigênio (DQO), que são potenciais poluidores de corpos receptores como rios e lagoas. O objetivo desse trabalho foi melhorar as condições dos efluentes tratados por lodos ativados, alinhando o tratamento biológico com o físico-químico, em uma indústria de refrigerante e água mineral, utilizando sulfato de alumínio (Al2(SO4)3) como coagulante e um sistema adaptado para sua homogeneização e, também, para correção do pH. Em estações de tratamento de efluentes (ETE), que utilizam apenas lodos ativados como forma de tratamento, o Al2(SO4)3 pode ser um aliado na melhora das condições do efluente que já passou pelo tratamento de lodos ativados. Porém, para utilização do sulfato de alumínio, é necessário um sistema de homogeneização para misturá-lo ao efluente e para a correção do pH. A metodologia desse trabalho baseia-se na utilização desse coagulante para a melhoria do efluente final, adaptando um sistema de recirculação que faz a homogeneização do coagulante inorgânico com o hidróxido de sódio para a correção do pH. O sistema funciona sugando o efluente do fundo do decantador e lançando por cima dele próprio, garantindo uma mistura completa entre o coagulante, o hidróxido de sódio e o efluente. Foram realizados testes em laboratório para saber a concentração correta do coagulante, por meio das análises de turbidez, DQO. A análise de DBO5, que é a análise de DBO em um período de cinco dias, foi realizada apenas no momento do teste em campo, coletando uma amostra antes e depois do processo de coagulação no tanque decantador. Os resultados obtidos utilizando 10mL de coagulante (20g/L) para cada litro de efluente mostrou uma boa diminuição da turbidez de DQO do efluente já tratado por lodos ativados. Com a adição do coagulante nas amostras, seguido da correção do pH para 7, houve uma diminuição na turbidez de 362 unidades de turbidez (UT) para 41UT. Já na análise de DQO, houve uma redução de 326mg/L de O2 dissolvido para 81mg/L. Houve também redução expressiva nos resultados da análise de DBO do efluente tratado no próprio decantador, que foi de 354,6mg/L de O2 para 183,6mg/L. Por meio desses resultados ficou evidente que, tanto a adição do coagulante quanto o sistema adaptado de homogeneização, foram efetivos na redução dos parâ-metros analisados (turbidez, DQO e DBO). O volume de lodo decantado por coagulação em 10 minutos também se mostrou bem baixo e isso resulta em um descarte mais rápido, tornando todo o processo mais ágil e descartando a necessidade de utilização de um floculante.
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