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    A ação da providência divina em "O Valeroso Lucideno e Triunfo da Liberdade", do Frei Manoel Calado
    (2025-03-11) Silva, Gleyson Maurício Lima da; Silva, Kleber Clementino da; http://lattes.cnpq.br/2821384780282146
    O presente artigo almeja avaliar os relatos de manifestações miraculosas descritos na obra do Frei Manoel Calado, com o objetivo de compreender de que forma estes relatos reforçam a crença da intervenção divina na legitimação da Restauração de Pernambuco, já inserida na tradição providencialista portuguesa. Para tanto, estrutura-se a partir da contextualização histórica que levou à invasão dos neerlandeses, apresenta quem é o autor, sua obra e outras fontes contrastantes da época. Ao final desenvolve uma análise da fonte a partir de episódios relatados e interpretados pelo autor sob o prisma do providencialismo como recurso político estratégico panegírico, isto é, de promoção da imagem, bem como da concepção cristã de guerra justa.
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    A Belle Époque carioca por João do Rio
    (2022-07-07) Conceição, Alline Danilla da; Azevedo, Natanael Duarte de; http://lattes.cnpq.br/1598344003069716
    A Belle Époque aconteceu durante o período de transição entre o século XIX e XX. Mundialmente, vemos o cenário europeu em paz e com grandes avanços tecnológicos. A França como capital cultural do continente e Paris passou por grandes reformas que a fizeram ser reconhecida pelo nome de “Ville Lumière” (Cidade Luz). Essas transformações influenciaram não só a Europa, como também se espalhou pelos demais continentes, chegando também ao Brasil. No governo do então prefeito Pereira Passos, passou por uma série de obras, como o alargamento das ruas, a retirada de prédios e a construção de cartões postais, como o teatro Municipal e o teleférico pão de açúcar. Surgem também diversos cinemas além de cafés e confeitarias que davam à Capital ares parisienses. A região central, localidade escolhida pelo prefeito para ser remodelada, tornou-se cenário não apenas de reformas, como também de uma política “higienista” e “embelezatória”. Muitos moradores foram obrigados a abandonar suas casas em prol dessa “modernização”. Em consequência, vemos o surgimento das favelas nas barrancas dos morros e todos os problemas sociais que dela faz parte. É neste contexto que surge então o cronista Paulo Barreto, que tendo por referências essa ríspida realidade, se destaca em relatar o cotidiano daquelas pessoas. O respectivo estudo tem como intuito analisar a literatura transitória entre o século XIX e XX, passando por uma interpretação cautelosa dos manifestos artístico-políticos no cenário brasileiro, levando em consideração os fatores sociais da época e assim compreender melhor a realidade que se passava naquele povo. Partindo do século em questão, destacaremos João do Rio, pseudônimo mais famoso do cronista em estudo. Cabe ressaltar que, um estudo mais afundo acerca da vida e performance do escritor de acordo com Lêdo Ivo, Claudia Gonçalves Ribeiro e Fernanda Mansilia Paulino e sobre a Belle Époque por Natália Lima.
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    A educação historiográfica e a utilização da literatura nas aulas de história : uma possibilidade metodológica
    (2024-01-05) Melo, Ianny Carla da Silva; Corrêa, Lucas Mariani; http://lattes.cnpq.br/1710180569222932; http://lattes.cnpq.br/0616111756933544
    A princípio a literatura e a história podem parecer opostas, pois uma busca o imaginário e a outra o real. Contudo, se analisarmos em profundidade, elas têm algo em comum, buscam entender a vivência humana e é esse o ponto que podemos explorar. Quando levamos a literatura para uma aula de história podemos trazer essa análise da vivência humana escrita nos livros literários e aquelas vivências reais explanadas pela história. O conjunto de ambas as disciplinas pode engrandecer o estudo da história. Nesta pesquisa, visamos explorar a problematização da utilização da literatura no ensino de história na busca de um aprendizado mais abrangente. Tendo como objetivos discutir o ensino de história atual, debater sobre a literatura como fonte historiográfica e trazer trechos de obras literárias que podem ser utilizadas nas aulas de história, como o Cordel. Sendo assim, o presente estudo consiste em uma pesquisa aplicada, de caráter descritivo. O objetivo é fornecer informações que possam servir de guia para ações de mudança da realidade. Nesse sentido, os resultados serão apresentados sobre as formas qualitativas, com base em informações coletadas de fontes primárias e secundárias, incluindo revisões bibliográficas, estudo de casos e prática em campo através do estágio. A execução da pesquisa inclui, primeiramente, o levantamento de dados secundários e a revisão da literatura. Posteriormente, volta-se para os estudos de casos, visando à solidificação teórica, e a prática em campo, que analisará a capacidade prática da pesquisa. Por fim, compreender a literatura como uma fonte que pode ser explorada pela historiografia e que tem grandes potenciais metodológicos, podendo ser utilizada pelos professores nas aulas de história.
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    As aias também contam história: a utilização d’ O Conto da Aia como linguagem alternativa para o ensino de História
    (2019-12-16) Feitosa, Rhaissa de Souza; Bezerra, Rozélia; http://lattes.cnpq.br/0968758655400113; http://lattes.cnpq.br/3302145276038718
    Este trabalho versa sobre a importância da parceria entre literatura e ensino de História, vinculados aos estudos de gênero. A ficção, em particular, na figura de O Conto da Aia, no caso desse trabalho, torna-se fonte para a História quando permite possibilidades que outras fontes não enxergam. Através dessa possibilidade, propõe-se a criação de uma sequência didática sobre a Idade Média para investigar os indícios de realidade do romance distópico O Conto da Aia.
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    As relações entre o romance histórico e a historiografia oficial: uma análise do livro “História do Cerco de Lisboa” de José Saramago
    (2021-08-13) Prado, Edmilly dos Santos; Souza, Leandro Nascimento de;  http://lattes.cnpq.br/1582889341461925;  http://lattes.cnpq.br/3390350393884932
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    Diário de Bitita na sala de aula: memória, literatura e história no Programa Residência Pedagógica
    (2025-03-19) Lessa, Anna Victória Souto; Silva, Lucas Victor; http://lattes.cnpq.br/0058476610695399; http://lattes.cnpq.br/2730881181807163
    O presente artigo apresenta uma experiência desenvolvida no âmbito do Programa Residência Pedagógica (PRP) na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Silva Jardim, com foco na proposta efetivada na disciplina eletiva do Ensino Médio “Diário de Bitita: identidade e memória”. A proposição teve como objetivo explorar a intersecção entre Literatura e História, utilizando a obra Diário de Bitita, de Carolina Maria de Jesus, como instrumento para reflexão sobre identidade, memória, desigualdade social, racismo e gênero no Brasil. A metodologia adotada incluiu análise textual, debates, dinâmicas interativas e práticas artísticas, como teatro-fórum e produção de histórias em quadrinhos. Os resultados indicam que a abordagem possibilitou um engajamento significativo dos estudantes, promovendo debates críticos e a valorização de memórias e identidades historicamente marginalizadas. No entanto, desafios estruturais impostos pelo Novo Ensino Médio e a fragmentação curricular foram identificados como limitações ao aprofundamento dos conteúdos. Conclui-se que o PRP é uma ferramenta essencial para a formação docente, proporcionando experiências que fortalecem o ensino de História em uma perspectiva crítica e inclusiva.
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    Jayme Griz: literatura. história. memória
    (EDUFRPE, 2022) Pereira, João Batista; Silva, Ivson Bruno da
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    Lembranças de jardim: as configurações da memória no conto “Maria Perigosa” de Luís Jardim
    (2019-02-13) Santos, Pedro Francisco Teixeira dos; Silva, Monaliza Rios; http://lattes.cnpq.br/8558188707796223; http://lattes.cnpq.br/4618659549507429
    Esta pesquisa objetivou refletir sobre as configurações da memória presentes no conto “Maria Perigosa”, do escritor pernambucano Luís Jardim (1981) e como a narrativa literária funcionou como subsídio para revelar traços sociais e culturais do Agreste brasileiro, sobretudo da cidade de Garanhuns - PE. Para tanto, o trabalho foi realizado mediante análise crítica do corpus, amparado pelas teorias da Nova História no que se refere aos estudos da Memória Coletiva de Halbwachs (2004) e do conceito de Lugar de Memória, de Pierre Nora (1993); dos estudos da Representação de Chartier (1990) e Pesavento (2006); das contribuições da Teoria Literária de Candido (2006), ao discorrer sobre Memória e Sociedade; e dos estudos históricos de Ricoeur (1997) e Paul Veyne (1998), quando discutem sobre a perspectiva narrativa dos textos históricos. Como resultados, verificamos que o conto em evidencia manifesta-se como uma âncora de lembranças que, através de sua narrativa ficcional, apresenta um recorte da sociedade garanhuense e suas manifestações sociais e culturais, bem como possibilita que o leitor que partilha das mesmas Memórias Coletivas desenvolva suas representações simbólicas, capazes de demarcar fronteiras e reforçar identidades, bem como prolongar experiências e eternizar a obra.
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    Proposta de produto didático. Imperium: um livro paradidático sobre o uso da literatura para debater o ensino de história e a democracia no século XXI
    (2019-12-20) Efrem, Raissa Gouveia de Melo; Barbosa, Lúcia Falcão; http://lattes.cnpq.br/5667594441132627; http://lattes.cnpq.br/7627972179532609
    O trabalho de conclusão de curso em questão trata-se de um produto didático: Imperium: um livro paradidático para debater o ensino de história e a democracia no século XXI. Nosso objetivo foi produzir um livro paradidático inspirado na série infanto-juvenil Harry Potter para, a partir dele, estimular a empatia histórica nas aulas de história da educação básica (LEE, 2006). O paradidático aqui apresentado visa falar sobre o ensino de história numa instituição escolar e apresenta como tema central o conceito de democracia. Afinal, o principal objetivo do saber histórico escolar de acordo com os documentos diretrizes para esse conteúdo disciplinar é preparar os estudantes para aturem no Estado Democrático de Direito. Nesse caso, o uso do livro paradidático como linguagem alternativa para o ensino de história visou trazer para mais próximo dos estudantes temáticas e assuntos que lhes parecem demasiado complexos e distantes de sua realidade. Como alternativa para uma história fixa e acabada, repleta de datas e nomes, ainda presente no cotidiano escolar, buscamos apresentar uma linguagem lúdica, cujo objetivo é estimular a imersão dos estudantes na História.
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