Navegando por Assunto "Identidade de gênero na educação"
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Item A Coeducação também dança: reflexões para a Educação física escolar(2018) Vasconcelos, Rayssa Hellena Almeida de; Lira, Maria Helena Câmara; http://lattes.cnpq.br/1315487815493191; http://lattes.cnpq.br/5183275366156518Esta pesquisa busca analisar as possibilidades de se trabalhar a dança/educação a partir de princípios coeducativos, enxergando a dança como conteúdo das aulas de Educação Física Escolar, forma de expressão, arte, ciência, psicomotricidade e cultura corporal. Através de uma pesquisa bibliográfica pudemos desvendar os detalhes da teoria coeducativa estudada por Daniela Auad (2003; 2003b; 2004; 2004b; 2005; 2006; 2010; 2015; 2016) e a metodologia da dança educativa, desenvolvida por diversas autoras(es) como Laban (1978, 1990), Marques (1999, 2010; 2011) e Nanni (1998; 2002), encontrando aproximações e distanciamentos que mostraram possibilidades de união. Por fim, damos conta do relato de experiência dos projetos de extensão sediados na Universidade Federal Rural de Pernambuco, durante 2015 e 2016, onde a dança e as relações de gênero trabalharam em um só ritmo propositivo, o da dança/coeducativa.Item Gênero e sexualidades na educação infantil: da reflexão à elaboração de uma proposta interventiva utilizando a linguagem audiovisual(2021) Silva, Ribbyson José de Farias; Pires, Danielle Ribeiro; Melo, Iran Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/451754911992249; http://lattes.cnpq.br/2128386167233994A Educação Infantil é marcada por esteriotipos e mitos sobre as questões de gênero e sexualidades presentes no cotidiano escolar, contribuindo para a manutenção dos discursos normalizadores e normatizadores na sociedade. Neste nível de ensino, na maioria das vezes, não são apresentadas a diversidade existente e possíveis diante dos corpos, das brincadeiras, dos brinquedos, dos filmes e desenhos. Preescrevendo e assinalando, assim, uma estrutura dicotômica e binária a partir do sistema heteronormativo, pautados na lógica biológica. Com isto, nosso objetivo é apresentar uma proposta interventiva para Educação Infantil sobre a temática, utilizando a linguagem audiovisual, numa perspectiva de desconstrução das práticas e dinâmicas heteronormativas que já existem no contexto da escola. Para atingir nosso objetivo, optamos por utilizar referências teóricas de pesquisadores/as e autores/as que discutem gênero e diversidade sexual na escola e defendem currículos que valorizem as diferentes tradições culturais e enfrentamento da LGBTfobia no ambiente escolar. Por sua vez, a linguagem audiovisual, enquanto forma de arte, possui um potencial pedagógico que permite experenciar a tranformação, a sensibilidade e reconhecimento de si e do outro. Propostas como esta visam que tabus sejam descontruídos desde a infância seja na sala de aula ou até mesmo na instituição em geral, onde a comunidade escolar, muitas vezes, acredita que a exploração de temas como este incentive os alunos a seguirem caminhos que não sejam da “moral e bons costumes”.Item Representações de gênero nos livros didáticos dos anos iniciais do Ensino Fundamental(2018-12-19) Silva, Camila Alves; Portela Júnior, Aristeu; http://lattes.cnpq.br/2261345425063739; http://lattes.cnpq.br/0007676117664652No contexto atual da educação brasileira, muitos embates vêm sendo empreendidos no sentido de eliminar as discussões, nas escolas, acerca das identidades de gênero. O presente trabalho foi construído a partir da compreensão da necessidade de refletir sobre essa temática no ambiente escolar, tendo em vista as desigualdades sociais entre homens e mulheres, justificadas por diferenças biológicas. Compreendendo que essas desigualdades são materializadas no ambiente escolar através das práticas docentes, das rotinas e dos materiais didáticos, objetivou-se analisar as representações de gênero presentes em livros didáticos do segundo ciclo dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Os livros analisados pertencem à coleção Ápis, da Editora Ática e foram selecionados pelo Programa Nacional do Livro Didático de 2016. Essa pesquisa foi embasada nos estudos pós-estruturalistas e, em termos de metodologia de análise dos livros, inspirou-se na Análise de Conteúdo. Através do percurso investigativo aqui empreendido, verificou-se um processo de perpetuação de estereótipos relacionados às mulheres e aos homens nos livros didáticos, além da exclusão de outras identidades. Encontrou-se, além disso, mecanismos de perpetuação das desigualdades, mas, também, ainda que raros, pontos de ruptura. Em meio a esse cenário, destaca-se ainda, o emprego de uma linguagem sexista, em grande parte dos livros, tendo o masculino, na maioria das vezes, como referência universal.
