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Navegando por Assunto "Florestas tropicais"

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    Estoque de serrapilheira como indicador de qualidade em três ambientes ciliares de floresta tropical úmida na Mata Atlântica
    (2019-12-13) Reis, Marina Isabel Lima de Oliveira; Silva, Ana Carolina Borges Lins e; Fonsêca, Nathan Castro; http://lattes.cnpq.br/4924065580196245; http://lattes.cnpq.br/7518216414237885; http://lattes.cnpq.br/0666969331135228
    A supressão das florestas no mundo para usos comerciais vem causando uma perda sem precedentes da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos que a natureza provém ao homem. Entretanto, é notável o aumento da restauração desses ecossistemas para recuperação dos serviços perdidos, sendo necessária a avaliação da efetividade destes processos por bioindicadores da qualidade ambiental, como a serrapilheira. Este estudo objetivou quantificar o estoque de serrapilheira em três áreas ripárias de floresta tropical, de forma a subsidiar o aprimoramento das estratégias de recuperação dos ecossistemas. O trabalho foi realizado na Usina São José Agroindustrial, localizada no município de Igarassu, em Pernambuco, com extensão total de 246 km2. Foram selecionados três ambientes ciliares: um restaurado, outro em sucessão secundária avançada e outro de floresta madura conservada, e em cada um foram alocadas 5 parcelas de 10 x 10 m em cada um dos lados do rio. A coleta de serrapilheira depositada no piso florestal foi realizada com a utilização de um gabarito nas dimensões de 0,5 m x 0,5 m. Após a coleta o material foi submetido à secagem em estufa a 60 graus Celsius por 72 horas. Em seguida, cada amostra foi separada e pesada por frações (folhas, galhos, partes reprodutivas e miscelânea). As três áreas diferiram quanto ao estoque de serrapilheira, apresentando 8,7 t/ha (+-1,39) para Área Madura, 7,0 t/ha (+-1,03) para a Área em Sucessão Avançada e 5,0 t/ha (+-1,69) para Área Restaurada, com valores similares aos encontrados em outras florestas tropicais. A fração folha predominou nas amostras, representando 72% da serrapilheira na Área Madura, 60% na Área em Sucessão Avançada e 55% na Área Restaurada, provavelmente por ser a maior fonte de nutrientes para o solo. Conclui-se que a área restaurada está em bom processo de retorno dos serviços ecossistêmicos, sendo necessárias manutenção e monitoramento da restauração para que a área alcance a vegetação de uma floresta madura.
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    Estudo de compactação de solos coesos em tabuleiro costeiro cultivados com cana-de-açúcar: experimentação e modelagem
    (2019-06-28) Mendonça, Edwardo Antonio dos Santos; Lima, Renato Paiva de; http://lattes.cnpq.br/0597097892809102; http://lattes.cnpq.br/5751088127061977
    O preparo inicial do solo, seguido pelo tráfego de veículos cada vez mais pesados, que atuam em variadas condições de umidades para operações de cultivo e colheita, podem ocasionar mudanças na estrutura do solo ao longo dos ciclos de cultivo. O objetivo desse trabalhos foi avaliar a influência do cultivo da cana-de-açúcar da distribuição de tamanho de poros do solo. Para este estudo, três áreas com diferentes usos da terra foram selecionadas: Mata Atlântica, solo recém revolvido e cultivo de cana-de-açúcar. Amostras com estrutura preservada foram coletadas utilizando anéis cilíndricos com diâmetro e altura de 5 cm. Em cada área, foram coletadas amostras nas camadas de 0-10, 10-20 e 20-30 cm de profundidade, com quatro repetições, nas quais foram medidas a porosidade total, a macroporosidade, mesoporosidade e microporosidade. Práticas de preparo de solo e o sucessivo cultivo da cana-de-açúcar reduziram a porosidade total e o microposidade do solo em relação a um condição de vegetação natural (Mata Atlântica). O preparo do solo aumentou o volume de mesoporos como uma consequência da redução da macroporosidade. O cultivo da cana-de-açúcar tende a elevar a macroporosidade perdida com o preparo do solo, em um processo de transformação de mesoporos em macroporos. Como resultado das transformações na distribuição do tamanho de poros do solo, é esperado que a aeração seja reduzida com preparo do solo, mas que seja recuperada à níveis próximos aos encontrados na Mata Atlântica durante o ciclo da cana-de-açúcar. O preparo do solo pode resultar em maior mecanismos de distribuição de água no solo relação ao solo de Mata Atlântica e ao cultivo de cana-de-açúcar, assim como o armazenamento de água no solo pode ser reduzido por ação do preparo do solo e do cultivo de cana-de-açúcar.
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    Modelagem de distribuição e bioacústica de aves co-distribuídas em florestas úmidas da América do Sul
    (2022-05-27) Ferreira, Maria Eduarda Alves; Fernandes, Alexandre Mendes; http://lattes.cnpq.br/0273567197386804
    As florestas tropicais úmidas da América do Sul possuem uma história evolutiva um tanto intrigante. É sugerido momentos de expansão e retração dessas florestas em diferentes períodos do tempo, sendo esses momentos cruciais para eventos de dispersão, extinção e especiação das espécies. Estudos com inúmeros táxons codistribuídos entre a Amazônia e Mata Atlântica, e a existência de refúgios florestais, como os Brejos de Altitude, em meio a Caatinga demonstram a similaridade existente entre essas florestas e evidenciam uma pretérita e recorrente conectividade florestal entre os biomas. Rotas por onde ocorreram tais conexões entre as florestas foram propostas para um melhor entendimento sobre sua dinâmica histórica. Na presente pesquisa, prevemos através da modelagem de distribuição e análise dos caracteres vocais de diferentes espécies de aves co-distribuídas na Amazônia, Mata Atlântica e em fragmentos dessas florestas ao longo do Cerrado e Caatinga (Brejos de Altitude), conexões biogeográficas entre os biomas durante o Último Máximo Glacial (UMG - 21 mil anos - Ka). Além de identificar conexões passadas, esse estudo procurou entender como mudanças climáticas ocorridas do UMG até o futuro podem influenciar na distribuição das espécies. Para isso, modelos de distribuição potencial foram construídos em diferentes cenários, sendo eles passado (UMG-21Ka, Holoceno-6Ka), Presente (1970-2000) e Futuro (2070); e parâmetros vocais das espécies suboscines e oscines foram analisados. Os resultados da modelagem para o UMG identificaram conexões entre Amazônia e Mata Atlântica através das regiões mais ao sul do país, suportando a rota SE-NW, e através da Caatinga, pela rota NE. Ambas as vias de conexão podem ter desempenhado um importante papel na dispersão dos táxons entre os biomas. A análise vocal não encontrou diferença entre as vocalizações das espécies e os distintos ambientes, sugerindo dessa forma conexões recentes entre as florestas e contato entre as populações de modo que o tempo de separação entre Amazônia e Mata Atlântica não foi suficiente para distingui-las vocalmente. Para o futuro, os modelos indicam retração de áreas adequadas para a ocorrência das espécies. Esse resultado serve de alerta para ações que visem à conservação dos biomas e das aves que ocorrem em ambientes florestais
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