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    Diagnóstico das perdas pós-colheita de frutas e hortaliças em feira livre de São José do Belmonte
    (2019) Santos, Rayany da Silva; Viégas, Ellen Karine Diniz; http://lattes.cnpq.br/4556284790526830
    À medida que aumenta a população mundial, o mundo se encontra diante de um grande desafio que é alimentar milhares de pessoas e com alimentos de boa qualidade, seguro e em boas condições. Desse modo, para que seja possível superar esse grande desafio é necessário fazer o uso de medidas de aperfeiçoamento da cadeia produtiva, já que durante a pós-colheita as perdas de frutas e hortaliças ocorrem de maneira demasiada.Estudos revelam que os índices e as causas confiáveis das perdas pós-colheita são de relevante importância, constituindo requisito para o declínio de desperdícios, elevando assim o lucro e a competitividade dos participantes da cadeia ao mesmo tempo em que colaboram para a permanência e a evolução da atividade econômica. Diversos produtos hortifrutícolas são comercializados e desperdiçados em supermercados e feira livres. No entanto, há deficiência de planos gestores que visem minimizar as perdas pós-colheita e ou diagnosticá-las. Diante de tal situação, este trabalho teve por objetivo fazer um diagnóstico das perdas de frutas e hortaliças comercializadas in natura na feira livre localizados na cidade de São José do Belmonte(PE). A fim de atingir tal objetivo, inicialmente foi aplicado questionários a vinte feirantes da feira livre, de acordo com os resultados do questionário foram realizadas visitas semanais ao longo de 5 meses em todas as bancas dos feirantes que demonstraram consentimento,para a realizar a pesagem dos vegetais considerados não aptos para o consumo humano. Com o objetivo de descrever os dados obtidos recorreu aos métodos multivariados, inicialmente realizou-se a análise de Clusterpara verificar os grupos formados no dendograma, esses grupos foram definidos pelo o traçado de uma linha no eixo horizontal, chamada de “Linha de Fenon”, através dessa linha foram definidos quatro grupos. Desse modo, o grupo I é composto pelo o feirante Nº1, tal feirante caracteriza-se por apresentar um maior índice de desperdício dos vegetais ao longo dos 5 meses, quando comprado com os demais.Após a análise de Cluster, efetuou-se o estudo da análise de componentes principais (ACP) e análise fatorial (AF), com a intenção de se obter quais a variáveis mais importantes, e entender o seu inter-relacionamento. As bancas apresentam estruturas improvisadas com caixas plásticas e os produtos acomodados sobre elas, cobertura realizada por lonas, não protegendo completamente os alimentos, expostos a condições adversas, em contato com muitas pessoas, animais, insetos, o que pode proporcionar contaminações, má condição de transporte, pois realiza em camionetes ou caminhões abertos ou cobertos por uma lona, ausência de cuidados no momento de manusear os alimentos.
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    Estrutura da planta e composição química da forragem da gliricídia [Gliricidia sepium (Jacq.) Steud] submetida a diferentes manejos de colheita na Zona da Mata Seca de Pernambuco
    (2026-06-30) Candido, João Vitor; Santos, Mércia Virginia Ferreira dos; http://lattes.cnpq.br/9565465836878202; http://lattes.cnpq.br/5438045967123052
    As leguminosas podem contribuir como importante suporte forrageiro. O presente estudo objetivou avaliar a influência de diferentes manejos de colheita sob a estrutura da planta e composição química da Gliricidia sepium (Jacq.) Steud, na Zona da Mata Seca de Pernambuco, durante as épocas seca e chuvosa. O experimento foi conduzido na Estação Experimental de Cana-de-açúcar de Carpina (EECAC), no município de Carpina-PE (7° 50' 58.139" S, 35° 14' 19.522" W). O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso em parcelas subdivididas, sendo a parcela representada pelas frequências de corte (60, 90, 120, 150 dias) e as subparcelas pelas intensidades de corte (25, 50 e 100 cm). As colheitas foram realizadas no período entre março de 2025 a março de 2026, sendo avaliadas as seguintes características: altura de planta (AP), diâmetro de caule (DC) e relação folha/caule, bem como os teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e matéria mineral (MM), nas frações folha e caule. O avanço da idade da planta e a menor intensidade propiciou as maiores AP, sendo encontrado aos 150 dias de idade na intensidade de 100 cm (297,79 cm), e as menores alturas aos 60 dias. A maior relação folha/caule foi observada aos 60 dias (2,37), diminuindo ao longo do tempo. O avanço da idade da planta e diminuição da frequência de corte reduziram a qualidade da forragem colhida, para fração caule observou-se menores valores de PB e MM (70,4g PB/kg MS e 70,0g MM/kg MS aos 150 dias), e elevação das frações fibrosas (775,2g FDN/kg MS e 608,0g FDA/kg MS aos 150 dias). Na colheita do período chuvoso, observou-se maiores teores de PB nas folhas, sendo de 259g PB/kg MS aos 60 dias e 258g PB/kg MS aos 90 dias. Embora a intensidade de corte não tenha influenciado significativamente na composição química da forragem, a utilização de cortes mais brandos (50 e 100cm) mostrou-se importante para preservar as reservas orgânicas da planta. Conclui-se que intervalos de corte mais curtos, de 60 e 90 dias, associados a maiores alturas residuais durante os períodos de déficit hídrico, representam o manejo mais adequado para maior persistência da composição química da forragem produzida pela Gliricídia.
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    Reflexão sobre a prevalência de Fusarium em tubérculos de batata, Solanum tuberosum, em pós-colheíta, no Estado de Pernambuco
    (2001) Machado, Maria do Carmo Veloso; Machado, André Luiz Menezes; Menezes, Maria
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