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    Desenvolvimento ovocitário e gonadal do Parachromis managuensis (Günther, 1867) (Osteichthyes, Cichlidae) em um lago da região neo tropical
    (2019) Queiroz, Érika Mirelly Santana de; Mendes, Renata Akemi Shinozaki; http://lattes.cnpq.br/2026358226342858; http://lattes.cnpq.br/2007222151955283
    O Parachromis managuensis (Günther, 1867) é uma espécie de Ciclídeo que foi introduzida no Brasilcujos estudos sobre suabiologia reprodutiva ainda são escassos. Sendo assim, objetivou-se descrever o desenvolvimento ovocitário e gonadal do Parachromis managuensis (PISCES, CICHLIDAE) em lago da região semiárido pernambucana. As coletas foram realizadas mensalmente entre pertencente a bacia do rio Pajeú, localizada no sertão pernambucano. Foram coletadas 85 fêmeas de P. managuensis, com peso total (PT) variando de 0,28 g a 161,00 g e comprimento total (CT) variando de 14 a 162 mm.Com base na análise histológica, foram encontradas as células germinativas: oogônias (181 ± 31 μm), oócitos pré-vitelogênicos (248 ± 68 μm), oócitos vitelogênicos (477 ± 103 μm), oócitos maturos (417 ± 116 μm) e oócitos atrésicos (513 ± 57 μm). Os estágios do desenvolvimento gonadal foram classificados em: em maturação (inicial e final), maturo e desovado. A partir das observações histológicas, evidencia-se que a espécie apresenta uma maturação muito precoce e uma desova parcelada, com a presença de até quatro lotes de oócitos que aumentam sincronicamente em diâmetro até a fase de desova. Os fatores bióticos e abióticos favorecem seu desenvolvimento, crescimento e reprodução, e o comportamento agressivo como predador de espécies nativas e a maturação precoce sugere mas razões do seu grande sucesso evolutivo no semiárido pernambucano. Os resultados do presente estudo fornecem importantes informações que podem ser utilizadas para o controle de suas populações.
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    Fauna exótica invasora e potencialmente invasora do estado de Pernambuco
    (EDUFRPE, 2026) Rodrigues, Marina Falcão; Almeida, Gleymerson Vieira Lima de; Oliveira, Maria Adélia Borstelmann de; Santos, Ednilza Maranhão dos
    A obra “Fauna Exótica Invasora e Potencialmente Invasora do Estado de Pernambuco” aborda a introdução, estabelecimento e dispersão de espécies não nativas no estado, destacando seus impactos sobre a biodiversidade local. Inicialmente, são apresentados conceitos fundamentais sobre espécies exóticas, invasoras e potencialmente invasoras, contextualizando o problema em escala regional e global. O livro reúne informações sobre diferentes grupos da fauna, contemplando tanto vertebrados (como peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos) quanto invertebrados (como insetos, moluscos, crustáceos), incluindo ainda organismos aquáticos menos conhecidos, como briozoários e ascídias, evidenciando casos registrados em Pernambuco. Também são discutidos os principais vias e vetores de introdução, geralmente associados às atividades humanas, como o comércio, transporte e criação de espécies. A obra destaca os fatores ecológicos que favorecem a adaptação e expansão dessas espécies em ambientes como a Caatinga e a Mata Atlântica, analisando seus impactos ambientais, como competição com espécies nativas, predação, transmissão de doenças e alterações nos ecossistemas. Por fim, enfatiza estratégias de prevenção, monitoramento e controle, além da importância de políticas públicas, fiscalização e educação ambiental para minimizar os efeitos das espécies invasoras a biodiversidade.
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    Síndrome do comportamento destrutivo de penas em psitacídeos
    (2019-07-11) Costa, Rafaela Queiroz da; Vasconcelos, Ruben Horn; http://lattes.cnpq.br/3641527128333770; http://lattes.cnpq.br/8502476051192152
    Diversos fatores podem causar o comportamento destrutivo de penas, dentre eles hereditariedade, disfunção cerebral, anormalidades em nervos sensitivos periféricos, fatores ambientais, nutrição inadequada, infecções e distúrbios de comportamento. O diagnóstico desta síndrome com base em informações detalhadas do cotidiano do animal, além de diversos exames físicos e laboratoriais para determinar o melhor tratamento, que de acordo com a causa identificada, pode se dar por um ou vários métodos diferentes, como recondicionamento de comportamento, enriquecimento ambiental e ajuste da dieta para atingir o equilíbrio nutricional necessário. Adicionalmente, o ambiente da ave deve ser adequado às suas necessidades evitando umidade, estresse e condições que gerem alergias. Além disso, tratamento farmacológico com diversas medicações já foram descritos, a exemplo de antidepressivos, anti-histamínicos, terapia hormonal, antipsicóticos e benzodiazepínicos. Todavia, foi identificado que todas as medicações têm efeitos colaterais diversos e que somente a medicação não consegue tratar definitivamente a doença. Como uma síndrome multifatorial, o estudo demonstrou que diferentes tratamentos devem ser associados, como adequação ambiental, fatores nutricionais ajustados, readequação de comportamentos e administração de fármacos. Estas alternativas são igualmente importantes e necessárias no tratamento de comportamento destrutivo de penas. Contudo, apesar de todos esses tratamentos melhorarem consideravelmente a vida do psitacídeo, essa condição raramente desaparece definitivamente dos hábitos do animal.
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