Navegando por Orientadores "Santos, Renata Lívia de Araújo"
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Item A pronúncia do R retroflexo do inglês por alunos de uma escola de idiomas em Serra Talhada-PE(2018) Pereira, Alana Santos; Santos, Renata Lívia de Araújo; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623; http://lattes.cnpq.br/0849895202690132Esta pesquisa tem como objetivo analisar a pronúncia do r retroflexo da Língua Inglesa na fala de estudantes de uma escola de idiomas localizada na Serra Talhada - PE. Para tanto, utilizamos como suporte teórico-metodológico os pressupostos da Sociolinguística Variacionista, que busca explicar a língua em uso, bem como sua relação com a sociedade, a fim de analisarmos os fatores sociais que atuam sobreo fenômeno, na comunidade de fala estudada. Da mesma forma, recorremos à Fonética e Fonologia, numa perspectiva Estruturalista, com a intenção de fazermos a descrição do fone estudado, como também dos fatores linguísticos que podem atuar sobre ele. Assumindo que existe variação na fala de indivíduos pertencentes a uma mesma comunidade linguística, e que essa variação se estende ao processo de aprendizagem de uma língua estrangeira, selecionamos alguns fatores, linguísticos e extralinguísticos, levantando hipóteses de que tais fatores possam provocar uma variação na pronúncia do retroflexo, a saber: a posição do fone na palavra, o nível de proficiência do aprendiz e o nível de monitoramento na leitura do material utilizado na coleta dos dados. Assim sendo, gravamos a fala de 10 informantes matriculados na escola de idiomas selecionada para a pesquisa –sendo 5 do nível básico II e 5 do nível avançado –e propusemos a leitura do seguinte material para a coleta dos dados que compuseram o presente estudo: listade palavras, lista de imagens e um texto contendo palavras que apresentassem o retroflexo, no intuito de averiguar nossa hipótese inicial de que o nível avançado apresentaria maior proficiência que o nível básico na pronúncia do fone. Finalmente, realizamos a análise do corpus, concluindo que existe variação na fala dos aprendizes da Língua Inglesa, confirmando que os alunos do nível avançado demonstram maior proficiência na articulação do retroflexo que os alunos do nível básico, e comprovando que há tanto fatores linguísticos quanto fatores extralinguísticos favorecem a variação, tais como a substituição do retroflexo /I/pelo tepe /r/ pela aspirada /h/, além do apagamento do fone.Item A variação do fonema fricativo alveolar // na língua falada na cidade de Orocó(2020-12-15) Lima, Carlos Álack de; Santos, Renata Lívia de Araújo; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623; http://lattes.cnpq.br/8017557620002069Este trabalho apresenta uma pesquisa quantitativa dentro dos pressupostos teóricos e metodológicos da Sociolinguística (2008 [1972]), a fim de mostrar dados significativos sobre a fala dos moradores da cidade de Orocó. Observamos a variação linguística presente na fala dos orocoenses a partir da seleção do fenômeno de aspiração do fonema fricativo alveolar dental desvozeado //, que chamou a nossa atenção devido à grande ocorrência presente na transcrição dos dados. A pesquisa fundamenta-se, mais especificamente, na Teoria da Variação Linguística, de Labov (2008 [1972]), que tem como proposta de estudo observar a relação entre a língua que falamos e a sociedade em que vivemos. Essa relação é mútua e intensifica a heterogeneidade da língua, que por sua vez já é interna e natural ao sistema linguístico. Para este estudo, contextualizamos o fenômeno analisado, a variante [], mediante os estudos sobre a Fonética e a Fonologia que, por sua vez, são os estudos da produção da fala. A metodologia do trabalho se estabelece por meio da elaboração de um roteiro para a realização da pesquisa em que foram feitas coletas de fichas sociais e de dados linguísticos por meio de entrevistas, da transcrição dos dados coletados, da codificação e da rodagem dos dados através do programa computacional GoldVarbX. Com isso, notamos que na comunidade de fala em questão há a presença do fenômeno de aspiração [] da fricativa //. Dentre as variáveis postas em análise, as que tiveram um percentual maior de influência foram: contexto procedente, contexto precedente e sexo, nessa ordem, respectivamente. Entretanto, consideramos que os moradores da cidade de Orocó-PE, por meio da nossa análise, tendem a realizar pouco o fenômeno de aspiração.Item A variação entre nós/a gente em textos de livros didáticos do ensino fundamental e médio de língua portuguesa na cidade de Triunfo-PE(2020-10-19) Alves, Jaiane Fontes; Santos, Renata Lívia de Araújo; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623; http://lattes.cnpq.br/8636676045255795Posicionando dentro de uma visão da língua em uso, o presente trabalho tem como objetivo fazer uma análise comparativa qualitativa da frequência em que ocorre a troca do pronome pessoal NÓS pelo A GENTE em textos de livros didáticos de língua portuguesa do ensino fundamental e do ensino médio. O estudo procede pelo fato de que acreditamos que a variação entre os pronomes pessoais NÓS/A GENTE, apesar de apresentar maiores ocorrências na língua falada, também se apresenta na língua escrita, onde por sinal é encontrado nos manuais didáticos, objeto de estudo deste trabalho. Apresentamos nesta pesquisa considerações teóricas dos seguintes autores: Rebouças e Costa (2014); Labov (2008);Weinreich, Herzog e Labov (1968); Vitório (2017) e Bagno (2007), que fundamentam este trabalho. Podemos definir nossa abordagem como qualitativa a partir de uma coleta quantitativa dos dados. Investigamos nosso objetivo a partir de 44 textos no livro do 3º ensino médio e em 12 textos do livro do 9º ano do ensino fundamental. Ao final, nossos resultados mostram que os fatores gênero textual que abrange a língua em uso e a escolaridade para a qual os livros foram destinados são altamente relevantes para o resultado obtido na pesquisa.Item O comportamento da palatalização das fricativas alveolares [s] e [z] em coda silábica medial no português brasileiro falado na comunidade de Santa Cruz da Baixa Verde(2020-10-13) Rodrigues, Pedro Henrique da Silva; Santos, Renata Lívia de Araújo; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623Este trabalho analisa o comportamento da palatalização das fricativas alveolares [s] e [z] em coda silábica medial no português brasileiro falado na comunidade de Santa Cruz da Baixa Verde - PE, sob os panoramas teórico-metodológicos da Teoria da Variação Laboviana. As formas alternativas analisadas em relação ao comportamento da palatalização das fricativas alveolares compreendem: fricativa alveolar não-vozeada [s], fricativa alveolar vozeada [z], fricativa alveopalatal não-vozeada [ʃ] e fricativa alveopalatal vozeada [ʒ]. Esta pesquisa apresenta como objetivo principal descrever os fatores estruturais e sociais que condicionam a variação aqui em estudo e revela-se importante pelo fato de até então não se ter uma pesquisa sobre o fenômeno linguístico em questão na referida comunidade de fala. Os fatores linguísticos analisados foram o contexto precedente e o contexto seguinte. O corpus utilizado foi extraído de entrevistas com informantes da cidade estudada e foi dividido de acordo com os grupos de fatores extralinguísticos faixa etária, sexo e nível de escolarização. Também são analisadas variáveis linguísticas que podem influenciar na variação. Os resultados mostraram que entre as variantes [s] e [ʃ], a última foi mais realizada, principalmente diante de [t], consoante que se mostrou como fator favorecedor do fenômeno da palatalização na comunidade de fala. Entre [z] e [ʒ], a primeira foi a que apresentou mais casos, ou seja, a variante não-palatalizada predominou.Item Variação fonológica em libras: uma análise comparativa entre sinais regionais de Pernambuco e Cear(2018) Bomfim, Gessica Maria da Silva; Santos, Renata Lívia de Araújo; Araújo, Aline Cássia Silva; http://lattes.cnpq.br/8745882722493795; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623; http://lattes.cnpq.br/2464061790022526A variação linguística é um fenômeno natural da língua. Essas variações vão desde o campo da morfologia, da sintaxe, do léxico até o nível fonético/fonológico que é o foco deste trabalho. A variação linguística existe também porque as línguas tendem a serem condicionadas por fatores linguísticos e extralinguísticos que acabam por influenciar bastante a fala, que é de natureza heterogênea. Como a variação é inerente a todas às línguas, não poderia ser diferente na Libras, mesmo se tratando de uma língua viso-espacial. Esta, por sua vez, tem sua estrutura própria e independente da Língua Portuguesa. Nesse contexto,a seguinte pesquisa trata da variação fonológica em Libras com foco no regionalismo. Tem-se como objetivo fazer uma análise comparativa entre sinais realizados nos EstadosdePernambuco e Ceará. Para isso foram coletados e analisados 15 sinais do Dicionário da Língua de Sinais do Brasil -A Libras em suas Mãos(CAPOVILLA et al.,2017). A análise foi realizada tendo como base os Parâmetros (STOKE, 1960) Configuração de mão (CM), Ponto de Articulação (PA) e Movimento (M), que está dentro do campo fonético/fonológico da Libras, bem como nas considerações teóricas de Gesser (2009) e Quadros (2004), além dos pressupostos teóricos da Sociolinguística Variacionista (LABOV, 2008[1972]). O método utilizado nesta pesquisa foi um levantamento bibliográfico. Devido ao tempo e ao espaço, não foi possível trabalhar com a língua em seu uso, porém, julgamos nosso trabalho válido, pois o objetivo de apresentar a variação em Libras foi atingido, uma vez que se pôde perceber nos resultados a variação em alguns dos parâmetros observados.Item Variação linguística em sala de aula: prática pedagógica dos professores do ensino fundamental do 1° ao 5°ano(2019) Alves, Vanessa Severo Viturino; Santos, Renata Lívia de Araújo; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623; http://lattes.cnpq.br/4274053084954371Sabe-se que a variação linguística retrata o modo de falar de cada indivíduo ou grupo social, todavia, apesar dessa diversidade linguística refletir a cultura de um povo, muitas vezes é desprestigiada por diferenciar-se da norma padrão, a qual é mais aceita, uma vez que, possui elevado prestígio social. O presente trabalho tem como título ―Variação linguística em sala de aula: prática pedagógica dos professores do ensino fundamental do 1º ao 5º ano‖, assim a pesquisa buscou responder a seguinte indagação: como está sendo trabalhada a variação linguística em sala de aula? Tendo como objetivo de analisar o modo como à variação linguística é trabalhada em aulas de Língua Portuguesa. Nessa perspectiva desenvolveu-se uma pesquisa qualitativa, por meio de entrevistas e observações necessárias para coleta de dados. Orientando-se a partir de conceitos teóricos de autores, entre os mais citados estão: Bortoni-Ricardo e Marcos Bagno, além de contribuições do PCN da Língua Portuguesa. Diante dos resultados obtidos, conclui-se que a maior parte do corpo docente entrevistado, apesar de reconhecer a importância da diversidade linguística, faz julgamento de valor, a saber, que focalizam em suas respostas o certo e o errado, deixando claro que a escrita do aluno é influenciada por sua fala, por isso não poderiam desviar-se da norma padrão.Item Variação linguística no ensino de língua portuguesa: um olhar do professor de séries do fundamental II(2019) Soares, Vanessa Silva; Santos, Renata Lívia de Araújo; http://lattes.cnpq.br/7009377945244623; http://lattes.cnpq.br/5882565782735492Durante todo o processo de ensino de línguas, desde as primeiras escolas firmadas no Brasil guiadas pelos Jesuítas, houve uma didática apoiada ao uso correto e às normas dessas línguas, o que não se fez diferente quando a Língua Portuguesa entra no currículo escolar, apoiada por manuais concretizados por professores do Colégio Pedro II. A normatização da língua, para os professores, foi por anos e anos a forma correta de se aprender e de se falar o idioma, sem espaço para variações desta. Apenas recentemente, a pouco mais de vinte anos, com a chegada de documentos federais voltados ao professor, como por exemplo, os PCNs, o ensino de Língua Portuguesa começa a ser visto de uma forma mais interacional, ligando esse ensino ao cotidiano dos alunos e não mais a uma língua erudita e inalcançável. Houve processos nos cursos de Licenciatura que buscaram mudar a visão dos novos professores quanto a língua em que usam e que posteriormente seria seu objeto de trabalho, para que com isso os alunos pudessem enxergar seus discursos de forma não inferiorizada, afirmando que o que eles falam é português sim. Com isso, este trabalho teve como objetivo trazerum estudo a respeito de como se dá e qual a importância da variação linguística no ensino básico, mais precisamente no Ensino Fundamental II, tendo colaboração de professores participantes desse nível de ensino, por meio de entrevistas escritas com seis desses profissionais docentes de duas escolas de Serra Talhada-PE. Os resultados mostram um novo contexto nas práticas de ensino de Língua Portuguesa, que visa uma sala heterogênea e com respeito a sua língua.
