Navegando por Assunto "Território"
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Item Caminhos e veredas na Agroecologia: um fio pelos aprendizados, memórias e ancestralidade(2023-04-04) Santos, Samara Santana dos; Silva, Maria Zênia Tavares da; http://lattes.cnpq.br/6150329073394875; http://lattes.cnpq.br/7792007870490897Este trabalho tem o propósito de relatar algumas memórias e reflexões que vivenciei no curso Bacharelado em Agroecologia e aspectos singulares de sua dinâmica que diferencia de outras graduações. Apresento retalhos de minha história que antecederam a jornada acadêmica que estão diretamente relacionados com a escolha pela Agroecologia, revelando as influências e experiências que moldaram meu interesse por essa área de estudo e prática. Relato a experiência do grupo Bordando pelo Cuidado e a importância da utilização do bordado como uma ferramenta arte-educativa que transcende a prática manual, promovendo a expressão criativa, o cuidado afetivo e a reflexão sobre questões sociais, ambientais e políticas. Concluo com aprendizados sobre relações étnico-raciais, campesinato e educação popular de modo articulado a vivências particulares, históricas e comunitárias, estabelecendo um diálogo entre o conhecimento acadêmico e os conhecimentos tradicionais que surgem a partir da experiência cotidiana.Item Memorial Acadêmico da Formação em Agroecologia: Andanças e Vivências Extensionistas(2026-02-09) Marinho, Lucas Lima; Andrade, Horasa Maria Lima da Silva; http://lattes.cnpq.br/4314101991387960; http://lattes.cnpq.br/3576031889285775Este memorial acadêmico relata minha caminhada reflexiva e crítica durante a graduação no Bacharelado em Agroecologia, com foco no Campesinato e Educação Popular, na Universidade Federal Rural de Pernambuco. Sistematizo aqui os principais aprendizados, deslocamentos e ressignificações construídos pela integração entre o saber acadêmico, vivências nos territórios e práticas extensionistas. Tais experiências consolidaram minha identidade profissional comprometida com a extensão rural agroecológica. Adoto a sistematização da experiência como método para compreender a formação enquanto um processo social, coletivo e territorializado, atravessado por conflitos e escolhas situadas. Nesse percurso, a Agroecologia é compreendida além da dimensão técnica, afirmando-se como uma prática social, política e educativa tecida com os sujeitos do campo e seus saberes. O regime de alternância entre as Vivências Universidade e Realidade do Campo constitui o eixo estruturante desta trajetória, superando o abismo entre teoria e prática ao reconhecer o território como lugar legítimo de produção de conhecimentos. As atuações na extensão revelam o potencial transformador da Agroecologia, mas também os limites institucionais perante o descompasso entre os tempos do Estado e os das comunidades. Assim, edifico minha identidade no entre-lugar de comunidades e instituições, guiada pela escuta e pelo compromisso ético com o trabalho de base. Por fim, reafirmo a extensão rural como pilar central da minha atuação, visando a construção de territórios e agroecossistemas socialmente justos e ecologicamente regenerativos.Item Visualidades da Região Lagunar de Maceió: análise da cultura visual com base na tríade 'Água, Lama e Sururu’(2023-10-19) Januario, Sandra Amalia Santos; Santos, Kleriston Christy Vital; http://lattes.cnpq.br/4843216695958006; http://lattes.cnpq.br/5411513749287269A partir do campo de estudo transdisciplinar da Cultura Visual, este trabalho aborda os conceitos de visualidade, imagem, território e identidade, apresentando uma análise das visualidades da Projeção Triádica ‘Água, Lama e Sururu’ na Região Lagunar de Maceió-AL e como ela é incorporada nas ilustrações visuais da artista Víscera para a divulgação da 12ª Mostra Sururu de Cinema Alagoano. A análise se fundamenta nos princípios apontados por Fernando Hernández para uma interpretação visual dialógica das representações visuais, conduzindo à exploração do discurso, ao questionamento dos significados em relação à cultura e identidade do território Lagunar. A partir disso observamos que a pesquisa evidenciou que a análise e interpretação de imagens não é um processo passivo, envolvem atos criativos e ativos. Além disso, abriu novas perspectivas para futuras investigações acerca das representações visuais e autopercepções sob o olhar da comunidade.
