Navegando por Assunto "Mulheres no ensino superior"
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Item A ciência é masculina? Considerações sobre a produção docente do curso de Agronomia da UFRPE(2022-05-24) Lima, Julia Cavalcante de; Leitão, Maria do Rosário de Fátima Andrade; http://lattes.cnpq.br/8086721690207482; http://lattes.cnpq.br/9448465974797780Este artigo científico analisa, a partir da conceitualização de gênero como uma forma de compreender os relacionamentos e comportamento dos indivíduos, como se dá a produção docente do Departamento de Agronomia (DEPA) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Para tanto, primeiramente houve uma revisão bibliográfica sobre a desigualdade de gênero no campo científico, fomentando a base teórica. Durante a pesquisa, foi feita uma coleta de dados através de observações nos Currículos Lattes dos professores. A partir disso, foi possível compreender que algumas áreas ainda são domínios masculinos, além disso, as mulheres continuam sendo minoria em cargos mais altos. Apesar do aumento da presença feminina na ciência com o passar dos anos, ainda estamos longe de podermos considerar os campos acadêmicos como igualitários para homens e mulheres.Item Analisando a presença feminina no Ensino Superior em Tecnologia no Brasil ao longo dos anos de 2013 a 2022(2024-03-07) Ramos, Giuliane Benjamim de Oliveira; Alencar, Andrêza Leite de; Furtado, Ana Paula Carvalho Cavalcanti; http://lattes.cnpq.br/5862330768739698; http://lattes.cnpq.br/6060587704569605; http://lattes.cnpq.br/6421196285147828Estigma masculino, baixo incentivo familiar, pouca representatividade, esses são os principais fatores que justificam a sub-representação feminina na área de tecnologia. Sendo assim, o presente trabalho visa evidenciar o atual panorama feminino nos cursos superiores de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil. Para alcançar esse propósito, conduziu-se uma pesquisa bibliográfica e uma análise dos microdados referentes ao Censo da Educação Superior no período de 2013 a 2022, disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). A análise mostra uma representatividade feminina significativamente baixa nos cursos superiores de tecnologia. Ao longo do período analisado - os ingressos femininos não chegam a 17%, o índice de conclusão é em média de 15% e o Sudeste é a região com o maior número de representantes femininas nos cursos de TI, com destaque para São Paulo. Entretanto, uma tendência de aumento pode ser observada nos últimos dois anos.Item Análise da participação das mulheres nas Ciências Exatas: um incentivo necessário(2021-02-26) Santana, Fernanda Kelly de; Lins, Micherllaynne Alves Ferreira; http://lattes.cnpq.br/1692078320318220; http://lattes.cnpq.br/9819403074795750Historicamente a presença feminina em universidades foi marcada por déficits e dificuldades, as mulheres não tinham acesso à educação, e eram ensinadas apenas a cuidar da casa e da família, o sonho de ser independente e contribuir com a sociedade estava distante. Com muita luta, estas conquistaram primeiramente espaços na educação primária e secundária e só após longos anos que ingressaram na educação superior. O presente estudo teve como objetivo analisar a formação e participação das mulheres no contexto das Ciências Exatas, evidenciando as dificuldades e perspectivas destas. Trata-se de um estudo retrospectivo, descritivo e documental, realizado através de banco de dados da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco) e estudos relacionados feito através de uma revisão narrativa da literatura. O estudo evidenciou as dificuldades enfrentadas pelas mulheres durante a formação e atuação, principalmente no tocante as Ciências Exatas, enfatizando ainda a baixa participação feminina nessas áreas. Como resultado obteve-se que o corpo docente da instituição analisada é predominantemente masculino, já o corpo discente ingressante é predominantemente masculino em todos os cursos analisados, quanto ao recorte perante as áreas de exatas essa diferença é ainda maior, por outro lado, para todos os cursos analisados, mais mulheres conseguem concluir a graduação. Como esperado, segundo o último censo do DGP, desde jovens os homens majoritariamente ocupam cargos de liderança, enquanto que as mulheres continuam sendo a maioria como não liderança nos grupos de pesquisa. Para os estudantes que produzem pesquisa, felizmente as mulheres são maioria nos diferentes níveis de treinamento.
